Out 13
Ganho real no mercado de trabalho cai nos últimos quatro meses  
Do mercado de trabalho vem um sinal de alívio para a inflação e para o Banco Central (BC). O reajuste real médio negociado em 226 convenções coletivas de trabalho feitas em todo o país foi de 0,83%, nos meses de junho a setembro. Ele já foi bem maior.
O percentual médio, de 0,83% é significativamente inferior ao aumento real de 2,55% acertado na maioria das negociações coletivas de trabalhadores metalúrgicos com data-base em setembro, percentual que preocupa economistas de dentro e fora do governo pelo risco inflacionário que embute, relata Carlos Giffoni, em reportagem do Valor nesta terça-feira (11).
Essas 226 convenções - correspondentes a 22,7% do total de acordos de categorias profissionais - estão entre as registradas no Ministério do Trabalho nos meses de junho a setembro e com validade até maio de 2012, pelo menos.
Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores explica que os reajustes estão moderando ao longo dos meses. O ano começou com reajustes na ordem de 2% de aumento real, mas na ponta está abaixo de 1%. "O ganho real caiu pela metade e isso é um alívio do ponto de vista da inflação", diz Borges, que alerta para o fato de as empresas estarem conseguindo aumentar a sua produtividade sem ter que, obrigatoriamente, elevar os preços.
O BC faz alertas sobre as pressões inflacionárias decorrentes do mercado de trabalho apertado há muito tempo. Na ata da última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) repetiu que a atividade doméstica ainda tem perspectivas favoráveis, entre outros fatores, pelo vigor do mercado de trabalho que se reflete em taxas de desemprego historicamente baixas e em crescimento dos salários. Agora eles estão menores. (Fonte: Valor Econômico)
 
INPC: cai índice de reajuste de salários nos últimos quatro meses  
A pressão dos reajustes salariais acima da inflação diminuiu nos últimos quatro meses. Entre junho e setembro, o aumento real médio negociado em 226 convenções coletivas de trabalho celebradas em todo o país foi de 0,83%. O percentual é significativamente inferior à alta real de 2,55% acertada na maioria das negociações coletivas de trabalhadores metalúrgicos com data-base em setembro e também mostra um recuo em relação aos reajustes pagos no início do ano.
O Valor analisou 226 convenções coletivas registradas no Ministério do Trabalho, de categorias com data-base entre junho e setembro, e com validade até maio de 2012, pelo menos. Entre as convenções analisadas, 25% dos sindicatos (60) conseguiram mais de 1% de ganho real, enquanto 20% (47) tiveram reajuste igual ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou menor.
O Banco Central e o Ministério do Trabalho vêm acompanhando os acordos coletivos feitos no país. Segundo os dados compilados pelo governo, o reajuste real médio pago em janeiro foi de 2,14%, considerando 35 categorias profissionais, e ficou em 1,95% em maio, na média de 197 acordos.
Para os economistas, o aumento da inflação tem reduzido o poder de barganha dos sindicatos nas negociações. Em janeiro, a inflação acumulada em 12 meses estava em 5,99%. Em setembro, ficou em 7,31%. "O aumento da inflação e a crise externa podem ainda não ter causado grandes efeitos na economia brasileira, mas certamente afetaram as expectativas das empresas", diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
"Estou curioso para ver as negociações a partir de agora. De um lado, a conjuntura econômica mudou, com revisões bastante significativas de crescimento, tanto mundial como brasileiro. Do outro, a inflação no Brasil avança", diz Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores. Por regiões, o levantamento do Valor mostra que os acordos do Sudeste obtiveram o menor percentual de aumento real no período junho-setembro. (Fonte: Valor Econômico)
 
Inflação reduz ganho real nas negociações; índice médio foi de 0,83%  
Nos meses de junho a setembro, o reajuste real médio negociado em 226 convenções coletivas de trabalho feitas em todo o país foi de 0,83%. O percentual é significativamente inferior ao aumento real de 2,55% acertado na maioria das negociações coletivas de trabalhadores metalúrgicos com data-base em setembro, percentual que preocupa economistas de dentro e fora do governo pelo risco inflacionário que ele embute.
O Valor analisou 226 convenções coletivas entre aquelas registradas no Ministério do Trabalho entre os meses de junho e setembro e com validade até maio de 2012, pelo menos. Essas convenções representam 22,7% do total de acordos de categorias profissionais (e não apenas de uma empresa) e foram selecionadas pela representatividade do setor em cada Estado, de forma a compor um quadro nacional.
O Banco Central e o Ministério do Trabalho vêm acompanhando os acordos coletivos feitos no país. De acordo com os dados compilados pelo governo, o aumento real médio concedido tem diminuído. Em janeiro, o aumento real médio conseguido pelos trabalhadores chegou a 2,14%, e foi de 1,95% em maio.
Primeiro semestre melhor
Já em julho, essa variação ficou em 0,66% (no levantamento do governo que incluía apenas 12 categorias), e a média dos primeiros sete meses foi de 1,38% de aumento real, segundo nota publicada no blog "Casa das Caldeiras" pela jornalista Claudia Safatle, em 28 de setembro. No levantamento do Valor, feito quando mais acordos já haviam sido registrados, foram considerados 103 convenções com data-base em junho e 64 em julho.
Reajustes expressivos, como os obtidos em setembro pelos metalúrgicos do ABC e pelos comerciários de São Paulo (10,5%, sendo 3,1% de aumento real), têm sido menos comuns. Entre as convenções analisadas, 25% dos sindicatos (60) conseguiram mais de 1% de ganho real, enquanto 20% (47) tiveram o reajuste igual ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou menor.
Para os economistas, o aumento da inflação tem reduzido o poder de barganha dos sindicatos nas negociações. Em janeiro, a inflação acumulada em 12 meses estava em 5,99%. Em setembro, era de 7,31%. "O aumento da inflação e a crise externa podem ainda não ter causado grandes efeitos na economia brasileira, mas certamente afetaram as expectativas das empresas", diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "A inflação mais alta no segundo semestre pode diminuir o ganho real de quem negociar agora."
Destaques
Alguns setores se destacaram em todas as regiões. Os sindicatos ligados aos trabalhadores do transporte rodoviário, comércio, metalurgia e indústrias têxtil e alimentícia conseguiram os maiores aumentos no país. "Não observamos grandes diferenças entre os setores, mas, nos últimos cinco anos, o setor de serviços tem conquistado reajustes menores por ser muito pulverizado, composto por várias categorias sem tradição de negociação", diz Silvestre.
É o risco de que os aumentos salariais acima da inflação provoquem mais inflação que leva o Banco Central a monitorar as convenções coletivas. Um ganho salarial maior permite um aumento do consumo e alguns setores tendem a repassar esse custo extra para o preço dos produtos, gerando mais inflação.
"A informação de quanto os empregados estão conseguindo aumentar o seu salário é de extrema importância para o Banco Central", diz Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores. "Os reajustes estão ficando mais moderados ao longo dos meses. O ano começou na ordem de 2% de aumento real, mas na ponta está abaixo de 1%. O ganho real caiu pela metade e isso é um alívio, do ponto de vista da inflação", diz Borges, olhando para os dados monitorados pelo governo.
Ele destaca, contudo, que as empresas estão conseguindo aumentar a produtividade sem ter que, obrigatoriamente, aumentar os preços. Essa conclusão vem da comparação entre os aumentos reais que estão sendo negociados e a Produtividade Total dos Fatores (PTF). "A PTF é um número mágico estimado pelos economistas que calcula o ganho de produtividade da economia. A brasileira está em torno de 1,3%", diz Borges.
Pressão inflacionária
Quando a média de ganhos reais é menor que esse 1,3%, significa que as empresas estão conseguindo aumentar a produção mais do que os custos correspondentes. Se o aumento real é maior que a produtividade, como no começo de 2011, há uma pressão inflacionária, já que os custos da empresa, que incluem o preço da mão de obra, estão crescendo mais do que a sua produtividade - e podem ser repassados aos preços.
É difícil mensurar em qual região a pressão inflacionária está maior. No Sudeste, por exemplo, a tendência é que a produtividade seja bem menor do que 1,3%, pois a região está em estágio de desenvolvimento mais avançado, já tem uma economia diversificada e o espaço para crescimento é menor que em economias pouco ou menos complexas, pondera Borges.
"Estou curioso para ver as negociações a partir de agora. De um lado, a conjuntura econômica mudou, com revisões bastante significativas de crescimento, tanto mundial como brasileiro. Do outro lado, a inflação no Brasil avança", afirma Borges.
Essa mudança de cenário pode explicar a dificuldade de acordo em algumas categorias, como os bancários, que estão em greve nacional desde o dia 27, por não aceitarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 8% de reajuste, o que representa 0,56% de ganho real - longe dos 2,55% negociados pelos metalúrgicos, e abaixo da média nacional dos últimos meses. (Fonte: Valor Econômico)

Emprego na indústria volta a crescer em agosto, indica IBGE
O número de empregos no setor industrial aumentou 0,4% na passagem de julho para agosto de 2011, segundo a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É a primeira alta do indicador depois de duas quedas consecutivas. Na passagem de junho para julho e de maio e junho, embora considerado em um patamar estável, o emprego na indústria diminuiu 0,1%. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em agosto, o aumento chega a 2,3%.
Na comparação com agosto de 2010, o número de vagas no setor cresceu 0,6%, sendo que, no acumulado entre janeiro e agosto, houve aumento de 1,6%, "ritmo ligeiramente abaixo do observado nos último meses", diz o comunicado do IBGE.
Entre as 14 regiões metropolitanas avaliadas na pesquisa, nove apresentaram aumento do número de empregos na indústria. Os destaques são o Paraná (6,7%), a Região Norte e Centro-Oeste (3%) e Pernambuco (7,6%). São Paulo registrou a principal influência negativa (-1,6%).
Entre os setores industriais, dez dos 18 pesquisados aumentaram a oferta de vagas, principalmente alimentos e bebidas (4,4%), meios de transporte (6,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,1%), além de outros produtos da indústria de transformação (3,5%). Por outro lado, exerceram pressão negativa os setores de papel e gráfica (-8,45) e de calçados (-7,5%).
De acordo com o IBGE, o número de horas pagas aos trabalhadores industriais também aumentou 0,4% em agosto em relação a julho.
A folha de pagamento real dos trabalhadores também cresceu no período, pela quarta vez consecutiva. Em relação a julho, houve aumento de 3,3%, impulsionado pela indústria extrativa e pelo pagamento de participações nos lucros e resultados de empresas consideradas importantes no setor.
Na comparação com o indicador de agosto de 2010, a folha de pagamento real cresceu 7,1%. No acumulado dos último oito meses encerrados em agosto, o aumento chega a 5,2%. Fonte: Agência Brasil

Santuário reúne funcionários para discutir reivindicações
Segundo sindicato, entre as reclamações dos trabalhadores estão assédio moral e falta de pagamento do vale-refeição.
Representantes do Santuário Nacional de Aparecida convocaram ontem uma reunião com funcionários da Basílica. Um dos objetivos da reunião seria evitar uma greve às vésperas do feriado.Na reunião foram discutidos assuntos pertinentes às denúncias de irregularidades trabalhistas, divulgadas em edital pelo Sindeturh (Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade) de São José dos Campos e região. A divulgação foi na quarta-feira, quando a entidade, convocou os empregados para uma assembleia no sábado, para votar uma proposta de paralisação. Por meio da assessoria de imprensa, a Basílica confirmou a reunião, ocorrida às 16h, mas não detalhou o que teria sido discutido.Entre as reclamações dos funcionários estão o assédio moral, crime contra o direito coletivo do trabalho e o não pagamento do vale-refeição nos valores de R$ 6, R$ 6,50 e R$ 8 do período de fevereiro de 2006 a setembro de 2009. “Nossa função é sempre defender os empregados, e o Santuário Nacional já responde por mais de 50 ações judiciais conjuntas”, afirmou Celso Moreira da Silva, advogado do Sindeturh.Segundo ele, as queixas contra a Basílica envolvem funcionários de todas as hierarquias. “Cerca de 216 já tiveram retorno judicial, mas uns 400 ainda estão na briga”, afirmou ele.Outro lado. Por meio de nota, o Santuário Nacional rebateu as acusações, e afirmou que após condenação judicial, nunca se recusou a pagar pela indenização do vale-refeição. A Basílica também já teria depositado no dia 29 de setembro de 2011, o valor integral referente à condenação.O Santuário alega que buscou há mais de um ano, e insistiu no decorrer de 2011, pela formalização de um acordo que colocaria fim à discussão da dívida de vale- refeição, mas a proposta não teria sido aceita pelo sindicato.Segundo a nota, o Santuário tomará providências jurídicas contra o Sindeturh, que teria publicado ‘inverdades’ em panfletagem feita na última quarta-feira nos portões da Basílica.O Santuário também informou que o Sindeturh não possui qualquer representatividade junto aos funcionários do Templo Mariano-- Sandro Ramos Paes de Carvalho.

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Out 11
AlphaGraphics inaugura unidade em Fortaleza          
No próximo dia 11 de outubro, a AlphaGraphics vai inaugurar mais uma unidade no Brasil, desta vez em Fortaleza (CE). A nova unidade, 24ª no país e 3ª na Região Nordeste – já existem unidades em Teresina (PI) e Salvador (BA) – vai oferecer soluções para campanhas completas de marketing e impressão. Entre os principais equipamentos do parque gráfico da unidade, estão impressoras digitais Canon como a ImageRunner Advance Pro C9065, ImagePress C 6000 VP, ImageRunner 8105 e HP Designjet L 25500 (base látex). A AlphaGraphics Fortaleza está localizada na Avenida Antônio Sales, 2.343 – Aldeota. Publish  
 
Plural lidera ranking de capacidade instalada no Brasil pelo 9º ano         
Pelo 9º ano consecutivo, a Plural mantém o primeiro lugar no ranking de capacidade produtiva no Brasil. O resultado é da Análise Setorial da Indústria Brasileira de Gráficas com Rotativas Offset Ano Base 2010, lançada neste mês durante a 5ª Conferência Anual da Abro. Com 1.596.500 IPH (impressões de cadernos de 16 páginas por hora), a Plural aumentou em 17,5% sua capacidade instalada em relação ao ano passado. E possui 45% a mais de capacidade produtiva que o segundo colocado e 47% a mais que o terceiro colocado neste ano. Vale destacar que foram consideradas no estudo as 15 maiores gráficas do Brasil, as quais representam 24,2% do total de empresas com rotativas offset. Estes dados comprovam, por mais um ano, a liderança da Plural no mercado brasileiro. Desde sua fundação, realiza fortes investimentos em tecnologia de ponta e na expansão de seu parque gráfico. A aquisição de novos equipamentos possibilitou, além do aumento de sua capacidade produtiva, a diversificação na oferta de serviços com qualidade em todo processo produtivo. A Análise Setorial da Indústria Brasileira de Gráficas com Rotativas Offset é realizada pela consultoria AMSG para a Abro — Associação Brasileira de Empresas com Rotativas Offset. Abigraf  
 
Cursos gratuitos online qualificam profissionais       
Especialização é a chave para o sucesso profissional. Com a demanda de informação e a rotatividade nas empresas, qualificações são um diferencial importante para ficar à frente do mercado de trabalho.Mas, muitas vezes impossibilitados pela falta de tempo ou de dinheiro, alguns profissionais abdicam de buscar cursos ou estudar mais. Mas alguns órgãos, universidades e empresas oferecem cursos online gratuitos e com certificação.

Vale a pena usar o tempo livre à noite, nos fins de semana ou acordar uma hora mais cedo para estudar: vale para se reciclar, vale para mudar de atividade ou mesmo para se capacitar. A FGV ministra cursos online sobre Finanças Pessoais, Sustentabilidade, Direito, Gestão, Comunicação Institucional e Metodologia. Além de cursos de humanas para professores do ensino médio, como Filosofia e Sociologia. O endereço é http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx

O Senai oferece temas transversais nas áreas de educação ambiental, empreendedorismo, legislação trabalhista, propriedade intelectual, segurança do trabalho, tecnologia da informação e comunicação, por meio do link  http://www.senai.br/ead/transversais. A Unicamp tem cursos à distância na área de tecnologia e web, pelo endereço http://www.ead.unicamp.br/minicurso. O Sebrae tem no seu portfólio de cursos gratuitos vinte opções, nas áreas de empreendedorismo, varejo, gestão, educação financeira, atendimento ao cliente e qualidade. O órgão recomenda que se comece pelo curso Apreender a Empreender. Os cursos podem ser acessados pelo site http://www.ead.sebrae.com.br/hotSite/cursos.asp. A Fundação Bradesco oferece cursos com certificado também, nas áreas de informática, TI, comunicação, educação financeira, gestão de projetos e internet. O endereço é http://www.ev.org.br/Cursos/Paginas/Online.aspx

A Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, também oferece cursos gratuitos na área de tecnologia. Os cursos incluem o mesmo conteúdo ensinado no próprio campus da universidade com aulas em vídeos online que também podem ser baixados, slides, material de leitura, trabalhos para serem feitos em casa, exames e testes. São matérias como introdução às ciências da computação, inteligência artificial, sistemas lineares e otimização, e programação para iPhone. Os cursos podem ser acessados através do site http://see.stanford.edu/SEE/Courses.aspx. É necessário lembrar que demanda de cursos online é enorme, por isso, deve-se tomar cuidado em fazer cursos de instituições renomadas, que possam realmente agregar valor ao currículo.

Todos os cursos acima possuem certificação e não geram custo algum de participação para o aluno. Revista Consumidor Moderno  
 
Receita libera consulta ao 5º lote de restituição do IR
Dinheiro estará disponível na conta do contribuinte no próximo dia 17; consulta pode ser feita pela internet ou telefone. Já está disponível para consulta o 5º lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Este é o maior lote da história. Só do exercício de 2011, serão creditados R$ 2,4 bilhões de 2,6 milhões de contribuintes. O dinheiro será depositado no próximo dia 17, quando também serão creditados os lotes residuais de 2010, 2009 e 2008. Para saber se a restituição foi liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita, ou ligar para o Receitafone 146. Clique aquie veja se você está neste lote. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do preenchimento do Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Declaração IRPF. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá ir a qualquer agência do Banco do Brasil (BB) ou ligar para a Central de Atendimento do BB – cujos telefones são 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 begin_of_the_skype_highlighting            0800-729-0001      end_of_the_skype_highlighting (demais localidades) e 0800-729-0088 begin_of_the_skype_highlighting            0800-729-0088      end_of_the_skype_highlighting (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Portal IG    
 
PSDB monta braço sindical, mas tem dificuldade em atrair filiados           
Preocupado em mudar a imagem perante os trabalhadores e conquistar apoio de parte do movimento sindical para rivalizar com o PT, o PSDB trabalha desde maio para fincar um pé no movimento e atrair sindicatos. O resultado por enquanto é a montagem de núcleos em oito Estados e no Distrito Federal, com a filiação de dirigentes de 382 sindicatos e a expectativa de multiplicar este número até o meio de 2012, quando o braço sindical do partido pretende estar estruturado em todo o país. A legenda, porém, encontra dificuldade para seduzir os sindicalistas devido ao histórico de conflitos com o movimento e só conseguiu filiar um número relevante de dirigentes em São Paulo, Minas Gerais e Goiás, Estados controlados por governadores tucanos. O PSDB também perdeu a disputa pela única central sindical que não tinha ligação forte com nenhum partido, a União Geral dos Trabalhadores (UGT), única entre as seis que ficou neutra na eleição de 2010 - as outras cinco apoiaram formalmente a presidente Dilma Rousseff (PT). A oferta de cargos nos diretórios do partido e a presidência do instituto de formação política, detentor de 50% dos recursos do fundo partidário, fizeram o presidente da UGT, Ricardo Patah, optar pelo PSD do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. "Faltou habilidade ao [governador de São Paulo] Geraldo [Alckmin]", afirma o secretário do núcleo sindical do PSDB, Antônio Ramalho, que também é segundo vice-presidente da Força Sindical.
Não se esforçou
Segundo o tucano, o governador apenas ligou para Patah para dizer que ele seria bem-vindo no partido, sem oferecer nada em troca. "Para uma liderança do tamanho de um presidente da terceira maior central, era para ter chamado e oferecido um espaço no partido e no governo para se discutir projetos de interesse dos trabalhadores, defender as propostas da UGT", comenta. Ramalho diverge também da retração do governador no processo de atração dos sindicatos. Alckmin começou o mandato propondo reajuste a categorias como os policiais militares e funcionários da Educação e Saúde e nomeou para a Secretaria de Trabalho um sindicalista, o deputado estadual Davi Zaia (PPS), vice-presidente da UGT. Agora, diz o tucano, o diálogo esfriou. "Acho que ele ficou com medo de arranhar a boa relação com sindicatos de outros partidos se eles percebessem uma atenção maior aos filiados no PSDB", diz. Divergências a parte, o PSDB parece disposto a retomar uma ligação que teve nos primeiros anos de vida, quando se separou do PMDB em 1988 e tinha como militantes o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Estado de São Paulo, Melquíades de Araújo, e o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Antônio Flores. Esse grupo criou a Força Sindical em 1991 com o apoio dos tucanos, como uma forma de se contrapor à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o PT, mas o partido perdeu contato com a entidade, principalmente depois da morte do ex-governador de São Paulo Mário Covas (em 2001), a última liderança tucano com real apoio dos sindicalistas.
Correndo atrás
O partido tenta retomar a aliança com a Força, que controla os núcleos sindicais da legenda onde eles são mais fortes. Em Goiás, os tucanos contam com presidente estadual da central, Rodrigo Alves Carvelo, e o apoio do governador Marconi Perillo (PSDB) para atrair mais sindicatos. Em São Paulo, o próprio Ramalho, que saiu do PDT há dois anos, organiza o grupo. O presidente da Força em Minas Gerais, Rogério Fernandes, deixou a segunda suplência do PDT na Câmara Federal para concorrer a vereador de Belo Horizonte em 2012, em acordo com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), outro interessado em formar um braço sindical para ajudá-lo na eleição à Presidência em 2014. A proximidade levou até a uma reconciliação entre o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB), potencial adversário de Aécio pela indicação do PSDB, e o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT), presidente nacional da Força. Os dois trocaram acusações em várias eleições e chegaram até a entrar com processos judiciais contra o outro, mas reataram no último mês. "É importante estar aliado de um partido como o PSDB no Congresso", diz Paulinho. As filiações não se resumem à Força Sindical. Há dirigentes de entidades ligadas a UGT, Nova Central e Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB). Porém, o número de aliados ainda é pequeno para fazer frente ao PT - segundo o Ministério do Trabalho, a CUT tem 2.142 sindicatos, que representam 38% dos trabalhadores sindicalizados. Embora a estratégia seja lançar candidatos do movimento sindical já em 2012, a estratégia do partido vai além. "É impossível estar estruturado para lançar candidatos ano que vem porque as chapas para vereador já estão todas montadas. Mas daqui a três anos vamos entrar forte para eleger deputados estaduais e federais do movimento sindical pelo PSDB" afirma Ramalho. "Somos tucanos de bico vermelho", brinca. (Fonte: Valor Econômico 
 
Jorge Caetano Fermino      

written by FTIGESP

Out 10
TRABALHADORES DA IBEP EM SÃO PAULO REJEITARAM AS PROPOSTAS PATRONAIS E MANIFESTARAM NUMA GRANDE MOBILIZAÇÃO A INTENÇÃO DE SE NECESSÁRIO IREM A GREVE POR AUMENTO REAL E MELHORIAS NA CONVENÇÃO COLETIVA.

Trabalhadores Gráficos sob a coordenação dos Diretores do STIG de São Paulo, Cros. Nilson, João Bosco, Gidalvo, Santiago, Nelson, Alex, Augusto, João Pedro, entre vários outros diretores, e os Sindicatos Gráficos de Piracicaba: Bianor e Geninho; Sorocaba: Everaldo e Braz; Taubaté: Cícero e Sandro; e vários Sindicatos co-irmãos filiados a Força Sindical efetuaram manifestação em frente a empresa IBEP Gráfica, no Jaguaré, e os trabalhadores gráficos foram unânimes em rejeitar todas as propostas patronais até agora apresentadas e manifestaram toda disposição de luta e se necessário paralisar os trabalhos a busca de melhorias nas condições de trabalho, de Aumento Real e de estabelecer melhorias em nossa Convenção Coletiva de Trabalho.
 
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written by administrador

Out 10
COPA 2014 – A viagem da presidenta Dilma Rousseff à Europa nesta semana não foi pautada apenas por temas relativos à crise financeira internacional. Ela aproveitou a ida à Bélgica, nesta segunda-feira (3), para se encontrar com o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke. Na agenda, a preparação do país para a Copa do Mundo de 2014.
 
COPA 2014 – Um dos pontos positivos da conversa foi o compromisso firmado pela entidade e pelo governo federal brasileiro em dar continuidade ao debate sobre a Lei Geral da Copa, em tramitação no Congresso Nacional. Há questões divergentes, como a meia-entrada em estádios para estudantes e a entrada gratuita de idosos.
 
COPA 2014 – Os brasileiros e os turistas estrangeiros que já estão se programando para torcer por suas seleções em 2014 terão a primeira grande notícia do evento no fim de outubro. É quando a FIFA definirá qual cidade fará a abertura do Mundial e quais sedes serão escolhidas para a Copa das Confederações, em 2013. Fonte: Assessoria de Imprensa do Ministério do Turismo

Campanha salarial: bancários reclamam de silêncio dos banqueiros  
Trabalhadores entendem que fechamento ao diálogo vai apenas fortalecer a greve, que já é vista como a maior dos últimos 20 anos, com a adesão dos funcionários de quase nove mil agências em todos os estados.
A greve dos bancários em todo o país se aproxima do 14º dia, nesta segunda-feira (10), sem que haja sinalização por parte da Federação Nacional de Bancos (Fenaban) de uma reabertura das negociações. Nenhuma nova reunião é marcada desde o fim de setembro, e a carta enviada pelo comando da paralisação à Fenaban na última semana ainda não foi respondida.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) calcula que esta já seja a maior greve dos últimos 20 anos, com o fechamento de 8.951 agências nos 26 estados e no Distrito Federal. O movimento teve início em 27 de setembro, quando os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajuste salarial de 8%, o que significaria um aumento real de 0,56%.
"Os bancos, cujo lucro cresceu 20% apenas no primeiro semestre do ano, com ganhos de R$ 26,5 bilhões entre as sete maiores instituições financeiras, têm condições de retomar as negociações, melhorar essa proposta e atender às reivindicações da categoria. Os bancários estão abertos à negociação, está nas mãos dos bancos por fim à greve", disse Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Os bancários querem reajuste de 12,8%, o que resultaria em aumento real de 5%, aumento da participação nos Lucros e Resultados, mais contratações, além de uma série de iniciativas para melhorar as condições de trabalho, como o fim das metas consideradas abusivas, o combate ao assédio moral e um atendimento mais cuidadoso dos clientes.
"Os bancários estão indignados com o silêncio e a hipocrisia dos bancos", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, que acusa a Fenaban de divulgar informações falsas na tentativa de desgastar a greve e demonstrar intransigência da categoria.
"Além de ignorar as reivindicações da categoria, os bancos desrespeitam o direito constitucional de greve ao utilizar práticas antissindicais, pressionando e intimidando seus funcionários para que furem o movimento. Eles chegam a utilizar helicópteros para levar bancários para os centros administrativos."
A Fenaban não se manifestou a respeito e não divulgou nova data para a negociação. O último comunicado da entidade a respeito da greve foi emitido em 29 de setembro. (Fonte: Rede Brasil Atual)
 
Após denúncia, McDonald’s terá que explicar condições de trabalho  
A rede de restaurantes fast food McDonald's terá que explicar aos deputados de São Paulo como funciona a jornada de trabalho e a remuneração de seus funcionários.
O "convite" partiu da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa paulista, que debateu a questão na última quarta-feira (5), após denúncias do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio e Serviços em Geral de Hospedagem, Gastronomia, Alimentação Preparada e Bebida a Varejo de São Paulo e Região (Sinthoresp).
Segundo a entidade, a empresa adota "jornada móvel e variável" de trabalho, que obriga os trabalhadores a ficarem todo o dia à disposição dela. No início deste ano, a empresa foi multada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) que determinou a realização de campanhas contra o trabalho infantil.
Na denúncia, o Sinthoresp aponta que os funcionários, majoritariamente jovens, ficariam o dia todo em uma "sala de break" das lojas, aguardando serem chamados, sem receberem por isso. A empresa remuneraria apenas o tempo em que os trabalhadores estão em efetiva atividade.
Outro problema apontado pela entidade é o pagamento de salário abaixo do mínimo - por volta de R$ 300. Os trabalhadores também estariam sofrendo assédio moral e sexual na rede que emprega perto de 50 mil pessoas.
Também na quarta, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB-AP) discursou no plenário da Câmara dos Deputados a respeito das condições degradantes de trabalho encontradas no McDonald's. A deputada pediu providências às comissões da Casa e propôs que os brasileiros "façam seus lanches onde os jovens são respeitados e a legislação brasileira é obedecida".
Procurada, a empresa não se manifestou até o fechamento da matéria.
Irregularidades conhecidas
Em janeiro de 2011, o Ministério Público do Trabalho multou o McDonald's em R$ 13,2 milhões, depois de constatar irregularidades na empresa.
Entre os problemas, o MPT encontrou funcionários de franquias cujo expediente ultrapassava o limite legal de duas horas extras diárias, inexistência de descanso semanal previsto em lei, ausência de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e da emissão de Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT), além da falta de vestuário e de fornecimento de alimentação inadequada aos funcionários.
A multa deverá ser paga em nove anos e foi dividida em R$ 11,7 milhões à promoção de campanhas publicitárias contra o trabalho infantil e R$ 1,5 milhões à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) para a aquisição de equipamentos de reabilitação física.
Antes, em 2008, o MPT e a empresa já haviam firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com prazos para a adequação das condições de trabalho dos funcionários da rede. (Fonte: Rede Brasil Atual)
 
Alimentos e serviços puxam alta da inflação nos últimos 12 meses
Rio de Janeiro – Os aumentos nos preços dos alimentos e de serviços, como colégios e empregados domésticos, foram duas das principais influências para a alta da inflação nos últimos 12 meses. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em setembro, a inflação acumulada em 12 meses ficou em 7,31%, a maior desde maio de 2005, que havia sido 8,05%.
Apenas neste ano, os alimentos acumulam alta de 4,17%. Desde janeiro, por exemplo, as carnes apresentam aumento de preços de 12,53%; o frango, de 11,78%; e o açúcar refinado, de 20,95%. Os serviços também tiveram altas consideráveis, como é o caso dos colégios (8,09%), aluguéis (8,47%), empregados domésticos (8,65%) e médicos (7,87%).
“Os serviços, em geral, têm uma influência forte da renda. Quanto maiores a renda e a disponibilidade de emprego, mais espaço têm os serviços para aumentarem e ficarem mais caros”, destacou a coordenadora de Índices de Preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos.
Os transportes também têm tido forte impacto sobre a inflação neste ano, com alta de 5,53%. Entre os combustíveis, que contribuem para o aumento de preços na categoria, a gasolina registrou taxa acumulada de 6,69% e o etanol, de 13,85%.
A inflação acumulada em 12 meses pelo IPCA está bem acima da meta estipulada pelo governo para a inflação oficial este ano e em 2012, cujo centro é 4,5%, com limite inferior de 2,5% e teto de 6,5%.
Em setembro, o IPCA registrou variação de 0,53%. Entre janeiro e setembro deste ano, a taxa acumulada chega a 4,97%. Fonte: Agência Brasil

Especialista em estudos sindicais diz que terceirização tira proteção do trabalhador
O professor doutor Anselmo Luis dos Santos, do Centro de Estudos Sindicais de Economia do Trabalho do Instituto de Economia do Estado de Campinas (CESIT/IE/Campinas), ao expor ontem (04) na audiência pública sobre terceirização no Tribunal Superior do Trabalho, conduziu seu pronunciamento no sentido de contestar a ideia de que a terceirização teria papel relevante na determinação de níveis mais elevados de competitividade e eficiência. Para ele, tal relação não existe, visto que o foco da terceirização é principalmente a redução do custo de trabalho, que não se daria pela elevação da produtividade do trabalho, do investimento, da inovação tecnológica, mas sim por meio da redução dos direitos dos trabalhadores, da redução dos salários e de contribuições sociais.
O especialista salientou que as empresas podem elevar a produtividade reduzindo custos de forma compatível com a elevação do custo do trabalho, dos salários e dos direitos trabalhistas e sociais, a exemplo do que ocorreu no período pós-guerra, marcado por um capitalismo regulado, quando os trabalhadores tinham um respeito e uma importância política muito maior. Ao referir-se à ampliação da terceirização no Brasil, o professor Anselmo frisou que, junto com esse processo, vieram também escândalos de trabalho análogo à escravidão, trabalho infantil, etc., caracterizando uma volta a expressões do trabalho dos séculos XVIII e XIX.
Na conclusão de sua fala, o professor enfatizou que, a seu ver, a permissão da terceirização nas atividades-fim tem o mesmo sentido de eliminar a CLT para uma parcela dos trabalhadores brasileiros, ou seja, de eliminar a proteção do Estado de Direito na relação assimétrica do contrato de trabalho. “Também tem o sentido, para mim injustificável, de permitir a ampliação da desigualdade social num país já tão injusto, a redução do padrão salarial num país de baixos salários, a redução de direitos num país de escolhidos, sem garantir a competição e avanços concretos e sustentáveis no sentido do desenvolvimento”, concluiu. Fonte: Notícias do TST
 
Alienação parental: o que é?
Por Marianna Perri, filha de Rita e José
A separação não é fácil, ainda mais quando ela é entre um filho e um de seus pais. Mas esta situação pode se agravar ainda mais quando uma das partes procura se vingar do ex-parceiro (ou parceira) usando a criança, a 
chamada Síndrome de Alienação Parental (SAP). O termo pode ser novo para muitas pessoas, mas as conseqüências que ele traz são velhas conhecidas de muitas famílias: uma das partes faz com que os pequenos se virem contra o outro – na maioria dos casos, os pais –, fazendo com que a criança cresça com uma imagem falsa da pessoa acusada.
A primeira descrição da síndrome foi feita por Richard A. Gardner em 1985 e, desde então, ela tem ganhado destaque nos tribunais. No Brasil, o caso de Elaine César ficou conhecido depois que ela criou o blog Câncer, Gravidez e Alienação Parental.
Mentiras implantadas
Os casos de alienação parental podem se agravar com a implantação de memórias falsas nas crianças, como casos de abuso sexual e emocional. A criança acaba tomando como verdade as informações passadas pelo genitor alienador, o pai ou a mãe que querem prejudicar a relação da criança com o outro, e as transmite para o outro.
Muitas vezes, os pequenos repetem o que o pai ou a mãe alienador fala, e acaba também manifestando desinteresse no outro, por uma questão de sobrevivência, já que, na maioria dos casos, a criança vive com o alienador.
Os efeitos desta briga entre os pais nas crianças podem se manifestar de muitas maneiras. Segundo François Podevyn, especialista no assunto, as crianças podem desenvolver depressão crônica, incapacidade de adaptação, sentimento de culpa e isolamento.
Na justiça
É comum que os pais alienadores entrem na justiça, impedindo que o outro tenha acesso à vida das crianças. Mesmo em casos de guarda compartilhada, o pai perde o direito a conviver com a criança, passando a ter apenas visitas monitoradas.
Ainda segundo Podevyn, medidas legais e terapêuticas podem ser tomadas nos casos leves, médios e graves de alienação parental. A Associação de Pais e Mães Separados disponibiliza o material aos interessados. Fonte: Revista Pais & Filhos

Jorge Caetano Fermino

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Out 07
Calendário de Reuniões de Negociação Salarial
19/10/11 - ás 11:00 horas
26/10/11 - ás 11:00 horas

Na sede do Sindicato Patronal em São Paulo

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