Jun 21

Quem pensa que todos os direitos gozados pelos trabalhadores gráficos já estão previstos por lei, está muito enganado! O Sindigráficos luta, e muito, para que a nossa categoria, através da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), tenha ainda mais garantias que proporcionem mais qualidade de vida aos trabalhadores. Além do aumento salarial, os gráficos contam com benefícios exclusivos conquistados e garantidos em CCT. Confira algumas diferenças entre a lei e nossa Convenção! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI

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Jun 21

O Sindicato dos Gráficos de Guarulhos e Região esteve reunido na Federação com as demais entidades sindicais do Estado de São Paulo para as primeiras tratativas sobre a Campanha Salarial 2018/2019. O endurecimento da legislação trabalhista contra os Trabalhadores, a conjuntura política e econômica certamente irão ter impacto relevante na Campanha Salarial. Não será nenhuma surpresa a postura do Patronal pela retirada de mais direitos e propostas de reajuste salarial perto de 0%. Ciente desta situação, o Sindicato dos Gráficos de Guarulhos e Região já se mobiliza e pede atenção a todos os Trabalhadores e Trabalhadoras. A única forma de mantermos nossos direitos e conquistar um aumento salarial minimamente digno é atuarmos de maneira unida, apoiando as lutas e nos mobilizando. LEIA MAIS

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jun 21

Embora o próximo feriado nacional seja só em setembro, muito gráficos têm o direito de elevar o dia do feriado sem redução salarial. Foi o que já ocorreu este ano para gráficos de várias empresas da região. O feriado-ponte mais recente elevou o feriado de Corpus Christi no final de maio. E mais gráficos têm reivindicado este direito após saberem que existe na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe. Os gráficos da SR Soluções, em Valinhos, passaram a cobrar. O direito é garantido a todos que compensaram horas durante os dias da semana do então feriado de Tiradentes. Como não era preciso compensar para evitar o trabalho naquele sábado, pois 21 de abril (sábado) era feriado, a gráfica precisa agora pagar 7h20 horas-extras, ou, à depender do caso, dar o feriado-ponte. O Sindicato da categoria (Sindigráficos) acredita que ainda existe mais gráficos nestas condições. Denuncie AQUI. O sigilo é garantido! LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jun 21

A Reforma Trabalhista elaborada pelos deputados e senadores dos partidos políticos PSDB, MDB, PMDB e DEM, em conjunto com o governo do golpe, está pondo fim às organizações sindicais no País para facilitar a retirada dos direitos dos trabalhadores pelos empresários e pelo próprio governo. Prova disso é o fim dos meios de custeio para manutenção das entidades sindicais, acabando com o sistema confederativo e com a possibilidade da cobrança das contribuições financeiras dos trabalhadores para essa finalidade. Sabedores de que infelizmente a maioria dos trabalhadores é muito desinformada sobre seus próprios direitos, e aproveitando da fragilidade da maioria dos dirigentes sindicais, o governo do golpe não pensou duas vezes para não num só golpe acabar com as conquistas históricas dos trabalhadores e com suas entidades representativas. Agora, com a nova legislação trabalhista, nenhum dos direitos que foram duramente conquistados estão assegurados, seja na lei ou nas convenções coletivas de trabalho. LEIA MAIS 

FONTE: STIG ABC

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Jun 20

Gráficos rejeitam banco de horas e o verde-amarelo dos patos da Fiesp

Antes ainda do empate da Seleção Brasileira de Futebol no domingo, as várias centenas de gráficos da Tilibra, em Bauru, não estão dispostos a pararem o serviço para assistirem aos jogos e terem de compensar tais horas depois. A decisão, que contraria até a vontade inicial da empresa, foi tomada na última quarta-feira (14), quando o Sindicato da categoria (STIG) interveio em favor dos trabalhadores, garantindo para eles que houvesse uma votação secreta e individual, e não mais lista em aberto, expondo a opinião de cada um sobre a compensação ou não das horas.

Nem mesmo o setor administrativo, que normalmente é mais próximo da direção da Tilibra, como a maioria deste segmento nas empresas, foram favoráveis a pararem algumas horas para assistirem os jogos do Brasil e depois compensarem essas horas por vários dias após o expediente. A maioria decidiu não parar. E os dois turnos da produção também foram contrários de forma majoritária. Pela proposta da empresa, a produção poderia ter que laborar até 12 horas depois, caso o Brasil fosse até a final da copa. E a compensação do setor Administrativo de até 15 horas.

Para Amilton Kaufman, presidente do STIG Bauru, que acompanhou as três votações, do setor do Administrativo e dos dois turnos produtivos, a decisão livre e democrática da grande maioria mostra a importância da unidade dos gráficos em torno do sindicato para a conquista de direitos ou para evitar perdas. "Sem a participação ativa da entidade garantido aos funcionários o direito de opinar individualmente e de forma sigilosa, todos puderam decidir pela não compensação de horas posterior", frisa.

Por conta disso, qualquer hora-extra realizada após o turno de trabalho continua sendo obrigatório o pagamento, conforme define a Convenção Coletiva de Trabalho da classe. "Portanto, graças a atuação sindical, e sobretudo possibilitando o começo da percepção dos gráficos da Tilibra de que precisam participar de todo processo em defesa de seus direitos, tendo inclusive de enfrentarem a posição da empresa, os trabalhadores rejeitaram jogos da Copa para impedirem um tipo de banco de horas", avalia Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe.

"Com tal feito, acredito que os gráficos da Tilibra também demonstraram a sua insatisfação com este verde-amarelo da CBF, símbolo dos patos manifestoches puxados pela Fiesp que apoiaram o golpe na presidente Dilma, na Democracia e contra os direitos trabalhistas", pontua Leandro Rodrigues, secretário-geral da Federação e presidente do STIG Jundiaí.

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