Abr 24

O Companheiro Alberto Cesar Palermo, funcionário da Seal Serigrafia que fez questão de efetuar o pagamento diretamente na sede do Sindicato, embora a empresa não ter feito o desconto na folha de pagamento dos empregados. Alberto diz que fez questão de contribuir porque tem a consciência da importância do Sindicato, sem ele não teremos o poder de negociação diretamente com o patrão. É preciso manter o único órgão que nos representa que é o Sindicato finalizou Alberto. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS

written by FTIGESP

Abr 24

O Magic City, o mais novo parceiro do Sindigráficos, traz desconto imperdível para os associados do Sindicato! São APENAS R$ 45 na compra do passaporte individual para o parque aquático (promoção válida até 30 de junho), desconto de mais de 60%. Localizado em Suzano, apenas 60km da capital paulista, o parque aquático do Magic City reúne diversas atrações para todas as idades! São cinco toboáguas, tirolesa, bolha gigante flutuante e muito mais! Para mais informações sobre essa parceria, ligue para nossa sede (11) 3699-1555. LEIA MAIS

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

Abr 23

Uma nova estratégia em defesa da garantia dos direitos coletivos dos gráficos paulistas passou a ser usada pelos Sindicatos da classe (STIG) para evitar que os patrões deixem de pagar todas as pendências com o FGTS do trabalhador. A medida pioneira vem do STIG Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região. A entidade observou que todos os gráficos do Brasil que tem mais de cinco anos de FGTS correm sério risco de só receber os últimos cinco anos, independente do tempo anterior, mesmo que seja 30 anos. E isso passou a ser possível desde que em 2014 o Supremo Tribunal Federal decidiu reduzir de 30 para 5 anos o prazo prescricional para cobrança do saldo do FGTS. Em outras palavras, buscar na Justiça o direito de receber os anos que o patrão deixou de depositar o FGTS.

Assim, a fim de evitar esta injustiça, o STIG passou a usar outra lei onde reconhece o seu poder de representar coletivamente a classe, passando assim a representá-los por empresa enquanto substituto processual de modo que, ainda em tempo, pois a mudança da jurisprudência se deu há quatro anos, possa garantir uma modulação do tempo desta prescrição. "Com isso, a Justiça pode condenar o patrão a pagar toda a pendência no FGTS do trabalhador, mesmo que superior aos últimos cinco anos", diz Leandro Rodrigues, presidente do STIG Cajamar, Jundiaí e Vinhedo.

A ação tem surtido efeito. E é necessária porque a maioria dos gráfico só descobre o não depósito no FGTS depois que sai da empresa, ou até sabe da pendência mais deixa para cobrar na justiça só após demissão. O problema dessa segunda condição é que antes podia cobrar até os últimos 30 anos não recolhidos pelo patrão, que mudou para cinco anos. Aliás, ainda há uma maneira de poder resgatar os anos anteriores, mas, para isso, é preciso correr contra o tempo e adotar a estratégia do STIG.

Faz poucos dias, por exemplo, que mais duas decisões judiciais deram o direito aos gráficos de empresas da área de ação do STIG a receber o FGTS completo, incluindo todos os anos pendentes, períodos superiores aos cinco últimos anos. As gráficas Brasprint e RossPrint já foram comunicadas destas sentenças judiciais. Com isso, os trabalhadores do local, onde todos continuam empregados, poderão continuar tranquilos quando ao direito de até recorrer na justiça a cobrança de todo FGTS.

O secretário-geral da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig), Joaquim Oliveira, parabeniza o STIG pela combativa atitude na defesa da categoria, sobretudo quando a entidade se utiliza de um instrumento da própria lei, que é a possibilidade do STIG representar os gráficos na condições de substituto processual (ou seja, substituindo os gráficos na ação judicial), para evitar que um outro entendimento da lei retire deles o seu direito de receber todo o FGTS sonegado por anos pelos patrões.

Outra lei nefasta que foi só para destruir os direitos trabalhistas e até os STIGs foi a nova lei do Trabalho. "Porém, apesar disso, o STIG Jundiaí continua firme na luta, mostrando seu papel de representante da classe, seja individualmente, seja coletivamente, como demonstrado na tática para evitar prejuízos no FGTS dos trabalhadores de várias gráficas", diz Leonardo Del Roy, presidente da Conatig e da Federação Paulista da classe (Ftigesp). O sindicalista inclusive orienta que mais STIGs tomem a mesma atitude, bem como outras no sentido de continuar em defesa da categoria, a qual ficará cada dia mais difícil diante dos efeitos da nova lei do Trabalho, caso o conjunto dos gráficos não se sindicalizem.

written by FTIGESP

Abr 20

A posse da direção pode ocorrer ainda neste mês ou no início do outro. Dentre os eleitos, os 50 mil gráficos da capital do estado contarão com a nova presidente do STIG-SP Elisângela de Oliveira, acompanhada do seu vice, Sebastião Santana, bem como Augusto Neto (tesoureiro), José Vicente (tesoureiro adjunto), Alexsandro dos Reis (secretário), Alex Patez (sec. adjunto), Daniel de Gouveia (diretor social) e muitos outros

Nas últimas gestões, frente conflitos interno e externo de várias ordens, o maior Sindicato de Gráficos (STIG) do Brasil e da América Latina, que representa quase 50 mil trabalhadores na capital de São Paulo, servindo de referência para os demais STIGs no país, não vinha atuando como em seus tempos áureos. Faltava o protagonismo em defesa da classe. Faltava a liderança característica da entidade em organizar a categoria. Porém, agora, depois de um longo processo eleitoral, finalizado nos dias 27 e 28 do último mês, a Federação Estadual da categoria (Ftigesp) tem esperança de que diversos problemas tenham sido sanados e deposita sua expectativa que a nova direção, a qual trás uma mulher e negra pela primeira vez ao comando do STIG-SP, possa resgatar tal protagonismo.

A Ftigesp não está só neste desejo. A Confederação Nacional da classe (Conatig) também reafirma, dada a relevância do comportamento deste que é o maior dos STIGs no Brasil. Tudo que ele faz ou deixa de fazer tem reflexo direto na vida dos mais de 200 mil gráficos brasileiros. Ele é a referência nas negociações entre patrões e empregados de todo país. "É um desejo de todo setor gráfico que o STIG-SP retome a sua linha de frente como vanguarda na organização e luta dos gráficos brasileiros", frisou Joaquim Oliveira, secretário-geral da Conatig e diretor da Ftigesp.

Para Leonardo Del Roy, que preside a Ftigesp e a Conatig, é urgente e fundamental que o STIG-SP volte a se comportar e a figurar no hall dos STIGs mais combativos, o qual sempre foi historicamente. "E é preciso devido o momento que estamos vivendo diante do ataque ultraneoliberal dos empresários com a institucionalização do governo Temer e aliados.. Precisamos que, a partir desta nova direção, o protagonismo ressurja. Não é apenas uma expectativa, mas é uma necessidade", frisa Del Roy.

Hoje pouco temos daquele STIG-SP, órgão herdeiro direto do heroicos gráficos que criaram a primeira convenção coletiva no Brasil através da histórica greve que originou depois o Sete de Fevereiro (Dia Nacional da categoria). Tampouco existe aquela entidade que ajudou a fortalecer e até a criar STIGs brasileiros, sempre focado na defesa dos gráficos. Mas a expectativa de grande parte do movimento sindical do setor gráfico é que isso seja resgatado. "Muitos STIGs paulistas e de mais estados se colocaram à disposição da nova direção que tem, dentre as novidades, Elisângela na presidência do STIGs, e outros destacados líderes, como Augusto na tesouraria e Alemão na secretário-geral", ressalta Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp e de Comunicação na Conatig.

written by FTIGESP

Abr 19

Nesta sexta-feira (13), o STIG Barueri, Osasco e região, representado pelo diretor Joaquim de Oliveira e coordenador do Conselho do Enlace da UNI Brasil, esteve presente, junto a outras entidades como a Confederação dos Trabalhadores Gráficos do Brasil (Conatig), da qual o Sindicato é filiado, na Embaixada do México aqui no Brasil, localizada em São Paulo, para protestar contra a posição de algumas áreas do governo mexicano para destruir direitos de 60 mil profissionais de telecomunicação da empresa pública Telmex, frente à abertura dela para iniciativa privada.Organizada pelo Sindicato UNI Global, ações como esta em São Paulo estão ocorrendo nas embaixadas mexicanas de todo mundo. O Sindigráficos, juntamente com a Conatig e a UNI Global, não se esquivará do papel em defesa da classe trabalhadora, independente de qual seja a categoria ou do país. "Entendemos a importância da coletividade na representação sindical do Brasil e do mundo, e, através dela, fortalecemos ainda mais as nossas lutas em defesa do trabalhador", afirmou Joaquim. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO 

written by FTIGESP

Ir para página início  10 11 12 13 14 15 16 17 18 19  última