Set 06

Os trabalhadores gráficos da Baixada Santista até o momento estão sem amparo da Convenção Coletiva de Trabalho, uma vez que a data base da categoria é no dia 1º de setembro e até o momento o Sindicato Patronal sequer enviou um calendário indicativo para a realização das reuniões de negociação salarial deste ano. Sueli Reis, presidente do STIG Santos, diz que a pauta de reivindicação foi protocolada no Patronal no dia 26 de julho e que até o momento não fomos chamados para a negociação e isso demonstra, certo descaso com os trabalhadores LEIA MAIS 


FONTE: STIG SANTOS 

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Set 06

O que melhorou para você desde a mudança da lei trabalhista? A resposta é fácil: nada, muito pelo contrário, desemprego em alta e direitos perdidos. Gráfico, cuide para que seu Sindicato fique forte, assim sendo o trabalhador e trabalhadora poderá não perder os benefícios que conquistamos à anos. LEIA MAIS


FONTE: STIG TAUBATÉ

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Set 06

Nos últimos anos, bem antes da validade da atrasada nova lei trabalhista do Temer em 2017, importantes direitos dos gráficos da Cunha Facchini foram retirados intransigentemente e ilegalmente, como o café da manhã, conquista dos trabalhadores originária da greve de 2013. A cesta básica também tem atrasado com frequência. E tem-se reduzido o dinheiro das verbas rescisórias dos demitidos. Na última semana, por exemplo, se não fosse a atenção de um dos ex-funcionários indo até ao sindicato da classe (Sindigráficos) com o termo de rescisão, ele jamais saberia que recebeu R$ 3,7 mil a menos. A entidade da categoria cobrou o valor pendente e alerta a empresa que se não pagar, acionará a Justiça e denunciará ela ao Ministério Público do Trabalho (MPT), bem como os (in)responsáveis da Câmara Arbitral onde as rescisões são feitas com os direitos à menos. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Set 06

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Set 05

Jornais devem pagar 2ª parcela no valor de R$ 420 nesta quarta-feira (5). A Federação Estadual dos Gráficos (Ftigesp) notificou as empresas

Independente do retrocesso nos direitos postos pela nova lei do trabalho de Temer e seus aliados, os gráficos dos jornais e revistas do interior de SP continuam recebendo sua compensação financeira anual para além do 13º salário. Há muito tempo, duas vezes ao ano, ganham valores relativos a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), garantida na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) do segmento - um conjunto de direitos superiores à CLT, negociadas pelos Sindicatos dos Gráficos (STIGs) e a Federação Paulista dos categoria (Ftigesp). A PLR equivale a 6% do salário mensal de quem recebe o piso normativo do segmento e 5% da remuneração de quem ganha piso funcional nestas empresas.

Pela CCT, a primeira parcela no valor de R$ 420 deveria ter sido paga desde 5 de março. Denuncie ao STIG da sua região se não recebeu. "Já a segunda parcela com o mesmo valor deve ser quitada nesta quarta-feira (5). O montante deve ser pago junto com o salário. Denuncie caso a empresa descumprir a convenção que tem força de lei", orienta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, entidade que todos os STIGs paulistas são filiados. O dirigente já notificou todas os jornais e revistas.

Este ano o movimento sindical conseguiu garantir a PLR, cesta básica e outros direitos coletivos, ora atacados pela leia da reforma trabalhista. Contudo, como ocorre todo ano, a CCT precisa ser renovada por mais um ano para garantir o conjunto de direitos convencionados para 2019, aliás, a partir de 1º de outubro deste ano, que é a data-base da classe. Sem isso, os gráficos dos jornais e revistas deixarão de receber a PLR e demais direitos se não forem renovados na nova convenção coletiva.

A conquista ou a perda de direitos dependerá somente da participação ou da ausência respectivamente dos gráficos na campanha salarial. O tamanho da luta será proporcional ao das conquistas. Del Roy conta que a batalha será dura em função dos retrocessos contidos na nova lei do trabalho também sobre as negociações coletivas. "Ninguém pode vacilar nesta campanha. Vamos juntos lutar para garantir a PLR e o conjunto de direitos, bem como reparar outros perdidos com essa nova lei", orienta.

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