Set 26

A crise econômica continua acentuada. O desemprego também continua recorde. São cerca de 14 milhões de profissionais sem emprego, cenário diferente de 2014, quando o País registrava recorde no número baixo de desempregados, próximo a 4 milhões. De lá pra cá, a indústria gráfica já encolheu em 50 mil postos de trabalho. E, com a medida do atual governo em reduzir recursos para a impressão de livros didáticos, a coisa só piora. Não à toa, apesar de o setor está na tradicional época de alta produção, período onde deveriam haver muitas contratações, isso não ocorre ou se faz reduzidamente. Na Emepê, por exemplo, foi reduzido o turno da noite. A Log&Print parou de contratar. Mais gráficas dão férias para não demitir, como na Vinhedense e na Rami. Todavia, tem havido parte da reposição da mão de obra demitida. E, como o sindicato também representa o interesse dos gráficos sem empregos, a entidade desenvolveu uma ação continuada em busca dos processos seletivos, recebe currículos dos candidatos às vagas e envia às gráficas. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP