Mai 25
Dsc03542

Dsc03538

FOI REALIZADO NO DIA 15 DE MAIO O 2º ENCONTRO DE MULHERES GRÁFICAS DE SOROCABA E REGIÃO, EM COMEMORAÇÃO AO DIA NACIONAL DAS MULHERES (30 DE ABRIL). O ENCONTRO TEVE COMO OBJETIVO UNIR E FORTALECER NOSSA CLASSE TRABALHADORA, NA DIREÇÃO DA EFETIVA IGUALDADE DE DIREITOS ENTRE HOMENS E MULHERES QUE, NO ENTANTO, CAMINHA A PASSOS LENTOS.
O EVENTO CONTOU COM OS PALESTRANTES:
- NEUZA BARBOSA DE LIMA - DIRETORA DO SINDICATO DA ALIMENTAÇÃO E FEDERAÇÃO.
COM O TEMA – MULHERES E SEUS DILEMAS

- DR. ANTONIO SILVIO BELINASSI FILHO – ADVOGADO DE NOSSO SINDICATO
COM O TEMA – MILHERES EM DUPLA JORNADA, ONDE FOI DISCUTIDO AS CLÁUSULAS DAS MULHERES.

TAMBÉM ESTEVE PRESENTE, O PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO E CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS GRÁFICOS SR. LEONARDO DEL ROY; O STIG DE SÃO PAULO ESTEVE REPRESENTADO POR NOSSAS COMPANHEIRAS VALDETE E ELISÂNGELA.
FOI UM DIA DE GRANDE ALEGRIA, ONDE DESCOBRIMOS QUE O PRECONCEITO DE GÊNERO ESTÁ DENTRO DE CADA UM, ASSIM COMO AS CRENÇAS LIMITANTES QUE IMPEDEM AS MULHERES E OS HOMENS DE ALCANÇAREM SEUS OBJETIVOS.

written by FTIGESP

Mai 25
Cursos Gratuitos na Escola SENAI Theobaldo De Nigris

Estão abertas as inscrições para funcionários da indústria gráfica nos programas de desenvolvimento profissional gratuitos oferecidos pelo convênio entre o Sindigraf-SP e a Escola Senai de Artes Gráficas “Theobaldo De Nigris”. Os cursos disponíveis são: Corel Draw para pré-impressão, Produção Gráfica e Tecnologia de Impressão Offset. Mais informações diretamente nos Sindicatos de sua região.

Veja as propostas de mudança na Previdência
O governo quer discutir com as centrais sindicais duas propostas para acabar com o fator previdenciário (índice que reduz os benefícios de quem se aposenta mais jovem) para quem já está no mercado de trabalho. Para os futuros trabalhadores há somente uma proposta: idade mínima de 65 anos (para homens) e 63 (para mulheres).
Uma das alternativas estudadas para quem já está trabalhando é a adoção do fator 85/95 --que garante benefício integral quando a soma da idade com o tempo de contribuição der 85, para as mulheres, e 95, para os homens.
O fator 85/95 é mais benéfico para quem começou a contribuir cedo e sempre trabalhou registrado. Isso porque esse segurado atingiria antes a soma necessária. No entanto, o governo espera que a fórmula 85/95 aumente para quem estiver há menos tempo no mercado de trabalho. No futuro, ela poderia ser, por exemplo, de 95/105. Fonte: Agora Sp

Previdência Social estuda implantar idade mínima no lugar de fator previdenciário
SÃO PAULO – O Ministério da Previdência Social está estudando implantar, de maneira progressiva, a idade mínima para aposentadoria, conforme afirmou o ministro da pasta, Garibaldi Alves Filho, em audiência realizada no Senado nesta quarta-feira (18).
A ideia é uma opção ao fator previdenciário que, para o ministro, mais reduz o valor dos benefícios que adia a aposentadoria – considerado o principal objetivo do instrumento quando foi criado, em 1998.
De acordo com o ministro, o trabalhador que já contribui para a Previdência teria um prazo para fazer a opção entre o modelo atual e o novo. E aqueles que ingressarem no mercado a partir das mudanças só poderiam se aposentar com 65 anos.
Benefícios
Outro ponto que está sendo discutido pelo ministério, segundo Garibaldi, é aquele relacionado às concessões de pensões. Para o ministro, existem várias distorções no sistema atual, como ausência de carência para ter direito ao benefício, o fato de a viúva jovem receber a pensão por toda a vida, a dependência presumida do cônjuge e a concessão de valor integral sem levar em conta o número de dependentes.
O ministro também anunciou que a pasta estuda revisar as aposentadorias por invalidez com mais de dois anos de concessão e aquelas concedidas por incapacidade com base em decisão judicial, com o objetivo de suspender os benefícios daqueles que recuperaram a capacidade de trabalho.
Com essas medidas, o ministro espera que a Previdência economize cerca de R$ 2 bilhões.
Sem grandes mudanças
Apesar das medidas anunciadas, durante a audiência, Garibaldi descartou uma reforma ampla da Previdência. Fonte: Infomoney

Salário-família: Prazo para apresentação do comprovante de frequência escolar termina este mês
Quem recebe salário-família tem até o fim de maio para apresentar o comprovante de frequência escolar de seus filhos entre 7 e 14 anos de idade. O trabalhador deve apresentar o documento na própria empresa em que trabalha para garantir a continuidade do pagamento do benefício.
Os pais aposentados com mais de 65 anos, os aposentados por invalidez e os beneficiários de auxílio-doença que recebem o salário-família devem levar o documento à agência da Previdência Social responsável pelo pagamento de seu benefício.
O salário-família é pago aos segurados empregados, exceto os domésticos, e aos trabalhadores avulsos com salário mensal de até R$ 862,11, para auxiliar no sustento dos filhos de até 14 anos de idade ou inválidos de qualquer idade. O valor do benefício é de R$ 29,41, por filho de até 14 anos incompletos ou inválido, para quem ganha até R$ 573,58. Para o trabalhador que recebe de R$ 573,59 até R$ 862,11, o valor do salário-família por filho de até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade é de R$ 20,73.
Em novembro, o comprovante de frequência deverá ser apresentado novamente. Também em novembro, os trabalhadores com filhos menores de 7 anos devem apresentar o atestado de vacinação das crianças para continuidade do recebimento do salário-família. Fonte: INSS

Deficit da Previdência Social sobe 79% em abril
SÃO PAULO – O deficit da Previdência Social teve um aumento significativo em abril, na comparação com igual período do ano passado. Balanço divulgado nesta terça-feira (24) mostra que o saldo entre arrecadação e pagamento de benefícios fechou negativo em R$ 5,729 bilhões no mês passado, o que representa alta de 79% em relação ao mesmo mês de 2010.
No confronto com março, houve aumento de 81,4% no deficit.
Em abril, o setor urbano registrou deficit de R$ 910,6 milhões. O montante considera o passivo judicial e a Comprev (compensação previdenciária) e exclui as renúncias com o Simples Nacional e entidades filantrópicas. O setor rural ficou com as contas negativas em R$ 4,81 bilhões.
Os valores foram deflacionados pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Arrecadação e pagamento
Na área urbana, a arrecadação atingiu R$ 18,06 bilhões no quarto mês do ano, um aumento de 6,7%, em relação ao mesmo mês de 2010. Os benefícios pagos, por sua vez, atingiram R$ 18,9 bilhões no mês passado, valor 18,6% maior que o do quarto mês de 2010.
Já na área rural, a arrecadação apresentou alta de 14,1%, na comparação de abril de 2011 com 2010, atingindo R$ 482,2 milhões. Em contrapartida, as despesas com benefícios também aumentaram. No mês passado, os pagamentos somaram R$ 5,301 bilhões, valor 16,4% maior que o de abril de 2010.
Quadrimestre
Em relação ao acumulado dos primeiros quatro meses do ano, a arrecadação líquida ficou em R$ 72,166 bilhões, o que representa alta de 9,3%, frente ao mesmo período de 2010. Já as despesas com benefícios previdenciários somaram R$ 87,495 bilhões, o que gerou um deficit de R$ 15,329 bilhões no período.
No acumulado dos últimos 12 meses, entre maio de 2010 e abril de 2011, a arredação líquida ficou em R$ 229,93 bilhões, enquanto as despesas com benefícios previdenciários somaram R$ 272,38 bilhões, o que gerou um deficit de R$ 42,457 bilhões no período. Fonte: Infomoney

Deficit da Previdência cai 17% no acumulado do ano
O deficit da Previdência chegou a R$ 15,329 bilhões nos primeiros quatro meses deste ano, valor que representa uma queda de 17,2% na comparação com o mesmo período de 2010 (deficit de R$ 18,507 bilhões). Os dados consideram a inflação no período medida pelo INPC.
De janeiro a abril, a arrecadação teve avanço de 9,3%, para R$ 72,166 bilhões, enquanto o pagamento com benefícios atingiu R$ 87,495 bilhões, uma alta de 3,5% em relação ao mesmo período de 2010.
Em abril, o deficit foi de R$ 5,729 bilhões, alta de 79% na comparação com mesmo mês do ano passado (deficit de R$ 3,201 bilhões), sempre descontando a inflação.
Dados divulgados pelo Ministério da Previdência Social apontam que a principal razão para o aumento do deficit de abril foi o pagamento de R$ 3,221 bilhões em precatórios.
Geralmente quitados em janeiro, os passivos previdenciários junto à Justiça foram este ano adiados para abril.
A arrecadação líquida em contribuições previdenciárias teve alta real de 6,8% perante abril de 2010, somando R$ 18,546 bilhões.
Já o pagamento de benefícios previdenciários urbanos e rurais totalizou R$ 24,275 bilhões, com ampliação de 18,1% na comparação com 2010. *(Com informações do Valor)

Salário atrasado por dois meses motiva rescisão indireta e indenização
O atraso no pagamento de salários por dois meses possibilita a rescisão indireta do contrato de trabalho por culpa do empregador. Esse foi o entendimento da Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao julgar o recurso de revista de um empregado da Gipsocar Ltda.. Ele parou de comparecer ao serviço e ajuizou ação trabalhista depois de ficar dois meses sem pagamento e saber que o INSS e o FGTS não estavam sendo recolhidos.
O trabalhador recorreu ao TST após o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) ter considerado que o caso era de demissão voluntária, e não de rescisão indireta ou abandono de emprego. Com essa decisão, o autor da reclamação não teria direito à indenização prevista no artigo 483, alínea “d”, da CLT, que garante a rescisão indireta quando o empregador não cumprir as obrigações do contrato. Para o Regional, a inobservância de regularidade no pagamento dos salários no período indicado pelo trabalhador não podia ser, efetivamente, causa para o fim do contrato.
Para essa decisão, o TRT se baseou no prazo de três meses estipulado no parágrafo 1º do artigo 2º do Decreto-Lei 368/68, que considera como mora contumaz “o atraso ou sonegação de salários devidos aos empregados, por período igual ou superior a três meses, sem motivo grave e relevante, excluídas as causas pertinentes ao risco do empreendimento”.
No TST, porém, o entendimento foi diverso. Segundo o relator do recurso de revista, ministro João Batista Brito Pereira, o conceito de mora contumaz aplicado pelo TRT/PE destina-se apenas a orientar procedimentos de natureza fiscal, “não interferindo nos regramentos do Direito [b]do Trabalho relativos à rescisão do contrato de trabalho”.
Natureza alimentar
Na avaliação do ministro Brito Pereira, não é necessário que o atraso se dê por três meses para que se justifique rescisão indireta do contrato de trabalho. O relator citou diversos precedentes com esse posicionamento, nos quais, além de se destacar que o prazo estabelecido pelo Decreto-Lei 368/68 repercute apenas na esfera fiscal, o período de três meses é considerado extremamente longo diante da natureza alimentar do salário.
Em um dos precedentes, o ministro Lelio Bentes Corrêa, da Primeira Turma, afirmou não ser crível que um empregado “tenha que aguardar pacificamente mais de noventa dias para receber a contraprestação pecuniária pelo trabalho já realizado”. Para o ministro Lelio Bentes, o atraso, desde que não seja meramente eventual, caracteriza inadimplemento das obrigações contratuais e justifica o fim do contrato por ato culposo do empregador.
Já o ministro Pedro Paulo Teixeira Manus, da Sétima Turma, considera que, se o salário tem natureza alimentar, “não é razoável exigir do empregado que suporte três meses de trabalho sem a competente paga, para, só depois, pleitear em juízo a rescisão do contrato, por justa causa do empregador”. Para o ministro Manus, o atraso de apenas um mês já é suficiente para causar transtornos ao trabalhador - privado de sua única ou principal fonte de renda e, consequentemente, impedido de prover o próprio sustento e de seus familiares e de honrar seus compromissos financeiros.
Ao tratar do mesmo tema, em outro precedente em que o trabalhador deixou de receber pagamento também por dois meses, o ministro Horácio Senna Pires, à época na Sexta Turma, ressaltou não apenas a natureza alimentar do salário, mas também o princípio da proporcionalidade. Ele lembrou que, de acordo com as leis e a jurisprudência trabalhistas, o descumprimento da obrigação do empregado de comparecer ao serviço por período de apenas trinta dias – metade do prazo em que o empregador, no caso, descumpriu seu dever de pagar os salários – já é suficiente para caracterização da justa causa por abandono de emprego. Fonte: TST

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 25
Quem recebe salário-família tem até o fim de maio para apresentar o comprovante de frequência escolar de seus filhos entre 7 e 14 anos de idade. O trabalhador deve apresentar o documento na própria empresa em que trabalha para garantir a continuidade do pagamento do benefício.
Os pais aposentados com mais de 65 anos, os aposentados por invalidez e os beneficiários de auxílio-doença que recebem o salário-família devem levar o documento à agência da Previdência Social responsável pelo pagamento de seu benefício.
O salário-família é pago aos segurados empregados, exceto os domésticos, e aos trabalhadores avulsos com salário mensal de até R$ 862,11, para auxiliar no sustento dos filhos de até 14 anos de idade ou inválidos de qualquer idade.
O valor do benefício é de R$ 29,41, por filho de até 14 anos incompletos ou inválido, para quem ganha até R$ 573,58. Para o trabalhador que recebe de R$ 573,59 até R$ 862,11, o valor do salário-família por filho de até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade é de R$ 20,73.
Em novembro, o comprovante de frequência deverá ser apresentado novamente.
Também em novembro, os trabalhadores com filhos menores de 7 anos devem apresentar o atestado de vacinação das crianças para continuidade do recebimento do salário-família. Fonte: INSS

written by FTIGESP

Mai 24
PETRÓLEO I – Para conter a alta no preço dos combustíveis que vem assolando os norte-americanos, o presidente Barack Obama apresentou medidas que podem provocar protestos de grupos ambientais e empresas de energias renováveis. No último final de semana, o presidente norte-americano anunciou novos planos para estimular a produção de petróleo nos Estados Unidos.

PETRÓLEO II – Obama afirmou que a administração deve estabelecer meios para acelerar a permissão da extração de petróleo, lançando leilões anuais de arrendamento para a Reserva Nacional de Petróleo do Alasca e para o Golfo do México. Além disso, o governo pretende criar novos incentivos para encorajar as petrolíferas a explorarem locais já arrendados por elas.

PETRÓLEO III – O presidente garantiu que a Casa Branca vai apressar uma análise sobre o impacto da exploração de petróleo na costa atlântica. “Estou dirigindo o Departamento do Interior para conduzir as vendas anuais de arrendamentos na Reserva Nacional de Petróleo no Alasca, respeitando os pontos sensíveis, e acelerar a avaliação de reservas de petróleo e gás no meio do e no Sul do Atlântico”, afirmou ele em um discurso.

PETRÓLEO IV – De certa forma, a decisão pode ser considerada uma vitória dos republicanos, que vêm pressionando o governo para aumentar a produção de petróleo nos Estados Unidos para combater a alta nos preços dos combustíveis. Recentemente, a oposição apresentou três novos projetos de lei para gerar um ‘afrouxamento’ na regulamentação de extração de petróleo. Fonte: CarbonoBrasil

Plural mantém primeira posição no Ranking do Prêmio Fernando Pini no segmento de rotativas
A Plural continua em posições de grande destaque no Ranking do Prêmio de Excelência Gráfica Fernando Pini 1991 – 2010: 1º lugar no segmento Rotativa e 2º lugar no segmento Jornais.
As pontuações foram publicadas na revista ABIGRAF, edição 251, janeiro/fevereiro de 2011, confirmando a liderança da Plural entre as gráficas nacionais de rotativas offset.
Na categoria de Rotativas a Plural é a número 1, com diferença superior na pontuação de 37,5% em relação ao segundo colocado. No ano passado esta diferença era de 28% em relação ao mesmo concorrente, o que significa que cada vez mais a Plural está à frente em seu segmento e reconhecida pelo “Oscar” da indústria gráfica nacional,
No ranking geral do Prêmio Fernando Pini, que reúne 180 empresas classificadas, a Plural está em 10º lugar, com 16 troféus.
Em 2010, a Plural foi destaque por ser a gráfica com maior número de produtos finalistas nas categorias de rotativas offset, tendo conquistado 3 troféus na premiação.
Critérios utilizados na pontuação do ranking
Foram computados 10 pontos para cada primeiro lugar conquistado desde a primeira edição do prêmio, em 1991. As menções honrosas, critério válido até 1997 e, depois, os segundo e terceiros lugares, que vigoraram até 2000, receberam 5 pontos cada. Os finalistas, na formatação elaborada a partir de 2011, somam 5 pontos, excetuando as empresas vencedoras, que recebem os 10 pontos. Fonte: Plural

SP: sindicato repudia “mordaça” em jornalistas nas redes sociais
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo emitiu uma nota, na última quarta-feira (18), em que repudia a adoção de manuais e guias com diretrizes para o uso das redes sociais por jornalistas. Segundo a entidade, estes guias servem para cercear a liberdade de expressão dos jornalistas no uso das redes sociais.
"O Sindicato acredita que decisões como estas não coadunam com os discursos liberais dos empresários de comunicação, que se consideram os detentores da liberdade de expressão, mas que na prática amordaçam seus profissionais", declara a nota publicada no site.
Foram citados casos recentes, em que jornalistas foram demitidos ou punidos por declarações feitas em redes sociais. Um desses casos é o do jornalista Alec Duarte, da Folha de S.Paulo, e de Carolina Rocha, do Agora SP. Os dois foram demitidos por postar comentários no Twitter.
Os tuites criticavam os procedimentos realizados pelos veículos durante a cobertura do falecimento de José Alencar. Outra demissão foi a de Felipe Milanez editor da revista National Geographic, ligado ao grupo da editora Abril. Milanez ganhou a rua por criticar uma matéria da revista Veja, ligada à Abril.
UOL, Globo e Folha de S.Paulo adotaram manuais que regulamentam o uso institucional das redes sociais. Algumas das orientações passadas são: evitar posições partidárias e políticas, não antecipar o conteúdo de reportagens que serão publicadas, e não fazer declarações sobre os bastidores das redações.
Meios de comunicação internacionais também criaram sua própria legislação como a Reuters, Associated Press, Wall Street Journal, New York Times, Washington Post, ESPN e Bloomberg. O manual com melhores práticas para jornalistas em redes sociais pode ser baixado no site da Asne, associação nacional de editores de notícas dos EUA.
Sem contrapartida
Guto Camargo, presidente do sindicato, explica o posicionamento da entidade contra os manuais para as redes.
"Hoje, com o forte impacto que a internet tem, as empresas obrigam os jornalistas a produzir conteúdo para a internet. Com isso, a empresa agrega valor e prestígio para seu veículo, mas não há contrapartida financeira para o jornalista", explica. "Agora querem regular a priori o que é publicado nas redes".
Com a internet, o controle da informação ficou mais difícil, pois não necessariamente passa pelo crivo editorial dos veículos, como sempre aconteceu com os impressos. Para Camargo, a intenção desses manuais é controlar a informação.
"A internet abriu um novo flanco, onde o jornalista pode escrever algo sem o crivo da empresa, podendo publicar algo que o jornal não publicou. Hoje ele pode divulgar informações que o jornal se recusaria por meio destas novas tecnologias. Os manuais impedem a possibilidade do jornalista de divulgar de forma independente", diz.
Ele reitera que a responsabilidade por possíveis transgressões na prática jornalística não deve ser transferida para a empresa, mas sempre ser balizada pelo Código de Ética. "Todo jornalista deve seguir o Código de Ética e estar ciente que tem responsabilidade pelo que publica. Tem que se pautar pelos parâmetros éticos. Isso a sociedade e o leitor pode, e deve, cobrar".
Camargo diz não concordar com a dinâmica e sua eficácia no combate às infrações. "Primeiro, deve-se responsabilizar devidamente quem publica e punir a transgressão se for necessário. O direito de liberdade do jornalista implica no dever de arcar com as consequências do que divulgar. Isto é uma prerrogativa do jornalista, e não da empresa." (Fonte: Portal Imprensa)

Ipea: apenas 29% dos trabalhadores domésticos têm carteira assinada
Dos 7,2 milhões de empregados domésticos brasileiros, apenas 29% contam com carteira assinada. Para os trabalhadores em geral, o índice chega a 70%.
Os dados foram apresentados pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, durante o seminário "O futuro do emprego doméstico no Brasil", realizado na última quarta-feira (18), na Câmara.
Na opinião do presidente do Ipea, a única forma viável de aumentar a formalização do trabalhador doméstico é prever sua contratação por meio de empresas.
Segundo o especialista, essa mudança é necessária porque a ocupação tem a especificidade de ser realizada dentro dos domicílios, que "ainda se revestem de uma cultura que se origina na colônia, nas relações autoritárias de patriarcalismo, mantida até os dias atuais".
Direitos negados
Ter a carteira assinada também não garante aos empregados domésticos todos os direitos trabalhistas.
Conforme destacou a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Alves Miranda Arantes, o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo, é opcional para a categoria. "Essa é a única lei de que tenho conhecimento no mundo de aplicação optativa", ressaltou.
O coordenador-geral de Políticas Sociais da Secretaria de Políticas Especiais do Ministério da Fazenda, Arnaldo Barbosa, disse, por sua vez, que a ampliação dos direitos trabalhistas pode resultar em demissões.
De acordo com o especialista, um aumento de R$ 55 nos custos do empregador reduziria a demanda por trabalhadores domésticos em 9,41%.
Na concepção do presidente do Instituto Doméstica Legal, Mario Avelino, a aprovação de cinco projetos de lei já votados no Senado e em análise na Câmara - PLs 6.465/09, 6.707/09, 7.082/10, 7.156/10 e 7.279/10 - pode levar à formalização de cinco milhões de trabalhadores domésticos em apenas em 120 dias.
De acordo com Avelino, uma das propostas mais importantes é o PL 7082/10, que prevê a redução das contribuições para o INSS tanto para empregadores quanto para empregados. Para o patrão, a contribuição passaria de 12% a 6%, e para o funcionário, de 20% a 12%.
Remuneração
A média de remuneração dos domésticos também encontra-se abaixo do salário mínimo, segundo Pochmann. Em 2009, últimos dados disponíveis, a média salarial da categoria foi de R$ 386,45, quando o mínimo era de R$ 475.
A desigualdade racial é expressiva nesse grupo de trabalhadores. Segundo o presidente do Ipea, em 2009, enquanto as trabalhadoras brancas recebiam, em média, R$ 421, às negras eram pagos R$ 365, na média.
O presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Dr. Paulo César (PR-RJ), disse ainda que é preciso incluir o trabalhador doméstico na luta pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
O deputado Luciano Moreira (PMDB-BA) ressaltou que outra característica do trabalho doméstico é a prevalência absoluta de mulheres (são 93% do total).
Tendências
A principal tendência do setor, segundo os especialistas, é o crescimento do número de diaristas, que já respondem por um terço dos trabalhadores domésticos.
Se por um lado essa mudança é positiva, uma vez que esse tipo de empregado tem mais autonomia e melhores rendimentos - cerca de quatro vezes mais que o dos domésticos -, por outro há em consequência um aumento da informalidade.
Os participantes do seminário afirmaram acreditar que, no futuro próximo, esse tipo de trabalho será mais valorizado. Conforme lembrou o presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Vitor Paulo (PRB-RJ), a escassez crescente de mão de obra vai valorizar esse profissional.
Já o secretário-executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Mário Lisboa Theodoro, ressaltou que a melhoria das políticas educacionais proporciona aos jovens melhores oportunidades de emprego. (Fonte: Agência Câmara)

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 23
ECONOMIA I – O número de famílias que declarou ter dívidas aumentou, em maio, na comparação com maio do ano passado. Neste ano, o índice ficou em 64,2% e, no ano passado, neste mês, o percentual das famílias que se declararam endividadas foi 58,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada na quarta-feira (18), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

ECONOMIA II – Na comparação com abril, também houve aumento, já que, no mês passado, o indicador registrou 62,6%. A pesquisa mostra ainda que, em comparação a abril, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, em maio, aumentou, passando de 23,4% para 24,4%. O percentual, porém, é menor do que o registrado em maio de 2010, quando ficou em 25,1%.

ECONOMIA III – O percentual das famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas também subiu, passando de 7,8% para 8,6%, de abril para maio. Comparando os mesmos meses (maio de 2011 com maio de 2010), porém, foi identificada certa estabilidade já que, em maio do ano passado, o percentual chegou a 8,5%.

ECONOMIA IV – De acordo com a CNC, os números da pesquisa mostram uma alta moderada da inadimplência e que “o crescimento dos empréstimos em ritmo mais rápido do que o da renda, o aumento do custo do crédito e o espaço reduzido para elevações nos prazos de financiamento estão levando a um maior comprometimento da renda das famílias brasileiras com dívidas”. Fonte: Agência Brasil

Sacolas se afirmam como ferramenta de Marketing
Cada vez mais criativas, as embalagens são verdadeiros outdoors ambulantes, que promovem marcas e transmitem a identidade das empresas. Com o aumento da demanda por ações sustentáveis, elas também representam uma oportunidade para as marcas que desejam criar sacolas retornáveis para manter-se por mais tempo nas ruas e na vida dos consumidores. O Boticário, Richards e Pão de Açúcar são alguns dos muitos exemplos de marcas que apostam em embalagens cheias de atitude e podem chamar tanta atenção quanto os produtos que carregam. Com a crescente preocupação com o meio ambiente, no entanto, as empresas têm vivenciado o desafio de transformar suas sacolas de vilãs para mocinhas. Uma alternativa é criar embalagens que podem ser utilizadas como ecobags. Foi o que a Richards fez. Quem compra as roupas da marca carioca de moda masculina recebe uma sacola que pode servir posteriormente, por exemplo, para uma ida à praia. Ganha o consumidor, o meio ambiente e, principalmente, a marca, que aumenta o tempo de vida da sacola que estará sendo desfilada por aí. Mundo do Marketing

Prefeito de São Paulo sanciona proibição do uso de sacolas plásticas na cidade
São Paulo – A proibição de distribuir sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo foi sancionada hoje (19) pelo prefeito Gilberto Kassab. A medida só entra efetivamente em vigor em janeiro de 2012. Mas, durante esse período de adaptação, os estabelecimentos terão de fixar cartazes com a mensagem: "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis".
O texto foi aprovado na Câmara Municipal na última terça-feira (17). O descumprimento da norma acarretará em multa de R$ 50 a R$ 50 milhões, de acordo com o faturamento da loja infratora. A fiscalização será feita pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.
A norma não se aplica, no entanto, às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos alimentícios vendidos a granel e nem às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Fonte: Agencia Brasil

A Informalidade e o Movimento Sindical: uma agenda para o século XXI
As mudanças das últimas décadas conferiram características peculiares quanto à estruturação do mercado de trabalho em praticamente todos os países. Observou-se uma redefinição das relações de trabalho, com uma diversificação crescente dos tipos de contratação, das formas de inserção dos trabalhadores na estrutura produtiva e, ainda, a persistência de importantes segmentos em atividades produtivas tradicionais. Diante disso, a relação padrão de assalariamento não pode mais ser considerada a única e inexorável forma de inserção produtiva e de inclusão social.
Recentemente, a reconhecida complexidade que envolve o tema e a crescente interação entre as atividades desenvolvidas pelo setor informal e os setores dinâmicos da economia propiciaram maior relevância ao debate. Também estimularam a formulação de novas concepções e categorias de análise, voltadas para o desafio de incrementar a proteção social no âmbito de pequenos empreendimentos e das atividades cooperativadas, e fomentaram avanços sistêmicos para o combate à precarização do trabalho assalariado.
Nesse sentido, o DIEESE, por meio de projeto específico sobre o tema , vem desenvolvendo estudos e debates para refletir sobre os impactos da informalidade; elaborar diagnósticos atualizados; e identificar soluções direcionadas à forma específica de inserção ocupacional (seja como assalariados, trabalhadores por conta-própria, pequenos empregadores, trabalhadores domésticos, cooperativados, não remunerados, dentre outros), dada a premência de se equacionar não só as questões relacionadas ao financiamento da rede de proteção social, mas também de se criar um ambiente voltado ao desenvolvimento com inclusão social.
A dimensão do mercado de trabalho brasileiro e a grande heterogeneidade aí observada colocam o país como importante referência para a investigação sobre informalidade e o seu enfrentamento, por meio do diálogo social e da construção de um quadro regulatório adequado e de políticas públicas inovadoras e inclusivas. Para o movimento sindical, este desafio implica na formulação de estratégias adequadas à dimensão e à complexidade do problema.
Esta Nota Técnica está organizada em duas partes. Na primeira, apresentamos brevemente as dificuldades conceituais que sempre marcaram o debate sobre informalidade, as quais implicam em divergências na própria aferição do fenômeno. A partir das recomendações da OIT e das concepções adotadas, buscou-se dimensionar o fenômeno no Brasil.
Na segunda parte, são propostas formas alternativas de atuação do movimento sindical brasileiro para o enfrentamento da informalidade, considerando-se uma nova tipologia de agregação das situações encontradas na realidade decorrentes: das relações entre o setor formal e informal, da dinâmica da atividade produtiva e das condições específicas da inserção ocupacional.
Veja a íntegra do trabalho aqui ou direto no site do DIEESE: www.dieese.org.br.

Prévia da inflação oficial fica em 0,70% em maio
Rio de Janeiro - A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), diminuiu para 0,70% em maio, depois de registrar alta de 0,77% um mês antes. De acordo com dados divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acumula alta de 3,86% no ano. Já nos últimos 12 meses, a elevação acumulada chega a 6,51%, superando o teto da meta estabelecida pelo Banco Central para a inflação em 2011 (6,5%). O centro da meta é 4,5%, com variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Em maio de 2010, o IPCA-15 chegou a 0,63%.
De acordo com o levantamento do IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelos alimentos e bebidas, cuja taxa passou de 0,79% para 0,54%, e pelos transportes (de 1,45% em abril para 0,93% em maio).
No caso dos alimentos, a redução foi puxada pelos produtos in natura e por aqueles consumidos fora do domicílio. O tomate, por exemplo, ficou 9,18% mais barato no mês. As frutas (-2,90%) e as hortaliças (-1,51%) também pesaram menos no bolso do consumidor. Já a taxa referente às refeições fora de casa diminuiu de 0,91% em abril para 0,47% em maio. Também ficaram mais baratos os lanches consumidos fora de casa (de 0,54% para - 0,63%).
O documento aponta que, por outro lado, o consumidor passou a pagar mais por outros itens, como a batata-inglesa (de 10,05% para 24,22%), o feijão-carioca (de 5,99% para 7,27%), o leite pasteurizado (de 1,58% para 3,82%) e o café moído (2,10% para 3,02%).
No grupo transporte, a redução na taxa foi influenciada pelo preço do litro do etanol, que ficou praticamente estável em maio (0,01%), depois de ter subido 16,40% em abril. Já a gasolina, ficou ainda mais cara, com alta de 5,30%. Um mês antes, a elevação havia sido de 4,28%. O produto foi responsável por um impacto de 0,21 ponto percentual, o maior do mês, representando 30% do IPCA-15.
Os produtos não alimentícios tiveram elevação de 0,75%, praticamente repetindo o resultado de abril (0,76%). A alta em itens como remédios, que tiveram reajuste médio de 4,77% em 31 de maio, energia elétrica (1,14%), além de água e esgoto (1,64%), impediram que houvesse redução da taxa desse grupo.
Regionalmente, Goiânia registrou o maior índice (1,07%), puxado pela alta na taxa de água e esgoto (2,49%), reajustada em 5,93% em 1º de maio, além da gasolina (6,71%). O menor resultado foi observado em Belém (0,36%), onde os remédios apresentaram variação de 0,68%, a mais baixa de todas as regiões pesquisadas.
Para calcular o IPCA-15 de maio, foram coletados preços no período de 13 de abril a 13 de maio e comparados aos vigentes entre 16 de março e 12 de abril.
De acordo com o IBGE, o indicador refere-se às famílias com rendimento de até 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba e do Rio de Janeiro, além das cidades de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está apenas no período de coleta dos preços. Fonte: Agencia Brasil

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

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