Dez 14

Com ataque a direitos trabalhistas e ao Ministério do Trabalho, Bolsonaro prejudicará consumo e economia, piorando a vida da classe trabalhadora

Enquanto cresce o número de pobres no país diante do esfacelamento do mercado de trabalho, conforme mostra os dados do IBGE, causado pela falta de ações governamentais para retomar a econômica e baixar juros, o futuro presidente Bolsonaro diz que difícil mesmo é a vida do patrão. Ou seja, para ele, quem sofre são os donos das empresas, estes que têm as suas riquezas produzidas pelos trabalhadores. Já os empregados, sofrem com desemprego, rotatividade e com ampliação do rebaixamento salarial e de direitos desde a validade da nova lei do trabalho que tem precarizado o emprego e dificultado a ação dos sindicatos para fiscalização dos direitos.

Já são 54 milhões de pobres no País. Aqueles abaixo do nível da pobreza também cresceram, segundo a pesquisa do IBGE. O órgão verificou que a média da renda familiar do brasileiro é pouco superior a R$ 1,5 mil. O piso salarial do trabalhador gráfico paulista, por exemplo, é quase isso. É de R$ 1.630,20. "A vida dos desempregados e também dos empregados piorou muito diante do cenário econômico agravado com a concentração de renda gerada pela nova lei do trabalho, onde precarizou o emprego e reduziu a renda e os direitos dos trabalhadores empregados, enquanto favoreceu bastante o empresariado", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação dos Trabalhadores Gráficos do Estado de São Paulo (Ftigesp).

Ao invés de defender os patrões com a declaração que exclui o verdadeiro sofredor no Brasil, que é o trabalhador, face ao agravamento econômico, desemprego, retirada de direitos e rebaixamento salarial, Del Roy cobra de Bolsonaro uma atuação eficaz para reaquecer a econômica, a qual só pode ocorrer com a produção e o consumo. Mas só se compra se houver a distribuição de renda com os trabalhadores através do emprego com os salários e direitos justos, não só a concentração do lucro para os patrões.

Bolsonaro, porém, já vem prometendo a falsa solução do emprego no país com mais ataque a classe trabalhadora. Segundo ele, é preciso retirar ainda mais direitos para garantir o trabalho. Del Roy adiante que o caos vai ser ainda maior. Segundo o sindicalista, a medida somente elevará a concentração do lucro patronal e reduzirá a distribuição de renda para os trabalhadores, imobilizando a economia com baixa produção e consumo. "A solução do emprego não se dá através da folha de pagãmente salarial da empresa, mas através da demanda produtiva que vem do consumo da sociedade. Portanto, acatar o trabalhador só a economia", diz o dirigente. Del Roy ilustra que no setor gráfico, por exemplo, a renda do trabalhador equivale somente a 20% de toda a folha de pagamento das empresas.

Bolsonaro, porém, já vem prometendo a falsa solução do emprego no país com mais ataque à classe trabalhadora. Segundo ele, é preciso retirar ainda mais direitos para garantir o trabalho. Del Roy adianta que o caos vai ser ainda maior. Segundo o sindicalista, a medida somente elevará a concentração do lucro patronal e reduzirá a distribuição de renda para os trabalhadores, imobilizando a economia com baixa produção e consumo. "A solução do emprego não se dá através da redução da folha de pagamento salarial da empresa, mas através da demanda produtiva que vem do consumo da sociedade. Portanto, atacar e flexibilizar os direitos do trabalhador só propiciará efeitos negativos na própria economia e não gerará emprego", diz o dirigente.

Del Roy ilustra que no setor gráfico, por exemplo, a renda do trabalhador equivale somente a 20% de toda a folha de pagamento das empresas. E diz que o setor gráfico sempre manteve a tradição de sanar problemas da categoria através de suas representações econômicas e profissional, as qual têm a faculdade de definir os rumos da normatização da relação de trabalho, como tem ocorrido nos últimos anos. Portanto, o respectivo relacionamento e a normatização das convenções coletivas nunca foram motivos para gerar deficiência nas empresas, mas pelo contrário, quanto mais se flexibilizar os direitos, mais o setor beneficiará as empresas que buscam não cumprir com as negociações de seus representantes legais.

Apesar de desconsiderar o sofrimento do trabalhador com tais intenções, Bolsonaro ainda quer ampliá-lo. Seu governo de transição já confirmou a intenção de extinguir/desmembrar o Ministério do Trabalho - órgão vital para a fiscalização dos direitos trabalhistas, auxílio na negociação coletiva anual dos salários e direitos dos trabalhadores, registro sindical e etc.. "Seu fim representará a consolidação do projeto político-patronal iniciado com a reforma trabalhista para retirar a proteção da classe trabalhadora em troca de uma suposta abertura de empregos, os quais na prática não aconteceram, senão através de trabalhos muitos precários. O real objetivo disso é proteger o patronal e deixar o trabalhador submisso", diz Del Roy.

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Dez 13

Nesta quarta-feira (12), uma semana depois de ter pago apenas R$ 200 aos gráficos ao invés do salário completo, sendo preciso a intervenção do sindicato no dia seguinte para a Cunha Facchini garantir o restante, terá uma reunião entre a empresa e a entidade para regularizar a situação. No local, onde há um bom número de trabalhadores associados, o sindicato buscará a garantia de que não haverá atrasos no salário de dezembro. A segunda parcela do 13º salário também será cobrada, já que a 1ª metade foi paga fracionada, contrariando a lei trabalhista. A correção da entrega da cesta básica também será cobrada, devendo ser garantida dentro do mês, coisa que não ocorreu em novembro e houve atrasos anteriormente. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Dez 12

Novo salário normativo e os demais direitos foram defendidos pelo STIG

No último dia 5, uma outra parcela de gráficos paulistas recebeu os seus salários com reajuste. Os trabalhadores de Campinas, que negociam em separado do restante da categoria no estado por terem uma entidade patronal específica, tiveram um aumento de 4% - percentual que garantiu a recomposição das perdas inflacionárias sobre o salário nos últimos 12 meses. Com isso, os gráficos no município passam a receber o maior piso normativo de SP. O valor subiu para R$ 1.716. As negociações foram realizadas e concluídas entre os sindicatos patronal e dos trabalhadores locais (STIG Campinas).

Mococa, presidente do STIG, orienta os gráficos que não receberem seus salários com o novo valor para denunciarem ao sindicato, uma vez que o reajuste é retroativo a 1º de novembro, pois é a data-base da categoria na cidade, bem como dos gráficos da maioria do estado de São Paulo.

O piso para os gráficos iniciantes também foi reajustado. O valor agora é de R$ 1,1 mil. Este piso é exclusivo nas empresas do ramo no município. Com o desfecho da campanha salarial também foi atualizado o piso para os trabalhadores de reprodução/reprográfica. O menor salário subiu para R$ 1,4 mil. Denuncie ao STIG se os valores não estiverem sendo pagos. Além da atualização dos pisos normativo, iniciante e diferenciado, todas as demais faixas salariais elevadas devem ter o mesmo aumento de 4%.

Todos direitos sociais e econômicos da classe também foram mantidos. Dentre eles, os índices percentuais da hora-extra superiores à lei geral do trabalho (CLT). Pela nova Convenção Coletiva de Trabalho na cidade, o serviço em hora adicional, realizado de segunda-feira a sábado, dever ser acrescido de 65%; e de 100% quando ocorrer em domingos e feriados.

O adicional noturno dos gráficos em Campinas também continua elevado. O trabalho realizado a partir das 22h e até às 5h deve ser acrescido de 35%. Na CLT, o percentual é de somente 20%. O STIG Campinas espera contar com o reconhecimento do conjunto dos trabalhadores da categoria. Para isso, a entidade pede que os gráficos se sindicalizem, fortalecendo assim o sindicato para que possa continuar na defesa de toda a classe.

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Dez 11

As centrais sindicais farão um protesto contra a extinção do Ministério do Trabalho anunciada pelo novo governo. O ato será realizado, às 10 horas, em frente a sede da Superintendência do Trabalho, na Rua Martins Fontes, 109, São Paulo/SP. LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Dez 11
O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou recentemente o fim do Ministério do Trabalho. A medida é um indicativo de que a manutenção dos direitos trabalhistas e a fiscalização para o cumprimento das leis que protegem os Trabalhadores não será uma das prioridades do futuro governo. Não se trata aqui de torcer contra o futuro governo, trata-se de se posicionar firmemente em defesa dos Trabalhadores. Aos apoiadores mais simpáticos de Bolsonaro, uma reflexão: não existe nenhum político Mito. Mito somos nós trabalhadores que sobrevivemos com salários baixos, acordamos cedo e vamos dormir tarde para mantermos nossas famílias com dignidade. LEIA MAIS 

FONTE; STIG GUARULHOS 

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