Jan 30

Há poucos dias, um dos donos da Clicherlux, empresa do ramo gráfico situada em Valinhos, com mais de 100 funcionários, atendeu o chamado do Sindicato dos Trabalhadores da categoria (Sindigráficos) para prestar contas sobre pagamentos de cestas básicas mensais e PLR anuais, ora pendentes desde 2015. O empresário Fabiano Machado, que fez acordo anteriormente com a entidade para pagar todo passivo, comprovou que vem quitando tudo com base no cronograma definido ainda em 2017. Os comprovantes foram expostos. Na ocasião, ainda honrou outro acordo. Definiu o prazo final para levantar a dívida com o FGTS de cada gráfico e para iniciar a negociação da quitação total. A clicheria também provou que deixou de atrasar o pagamento salarial e que garante todos direitos. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Jan 29

Na próxima segunda-feira (5), os trabalhadores das gráficas da Baixada Santista terão um reajuste menor do que era previsto para o adicional de insalubridade. Na região, todos empregados do segmento, independente da função que desempenham, recebem esse benefício financeiro depois de uma grande e extensa luta do Sindicato da categoria (STIG), iniciada ainda em 1986, e ampliada na sua base territorial a partir de 1996. Cada trabalhador recebe o adicional no valor de 20% do salário mínimo (SM) nacional. Alguns ganham até 40%. Mas, infelizmente, por conta do atual decreto de Temer, rebaixando mais uma vez o valor do SM para 2018, os gráficos terão o valor do adicional de insalubridade também reduzido. Com isso, este ano, os gráficos não terão nem R$ 4 de reajuste mensal no valor deste adicional. 

"Diferente do que faziam os governos antes de Temer, a começar pelo presidente Lula, que criou a lei de projeção e de valorização do salário mínimo, o atual governante ilegítimo não respeita essa política de interesse das camadas mais pobres da população, que vivem do SM ou tem direitos atrelados, como os aposentados e aqueles que recebem abono do PIS e até os gráficos a partir de seus adicionais de insalubridade", fala Jorge Caetano, secretário geral do STIG Santos.

O reajuste ficou abaixo do esperado por tal decisão absurda de Temer. O novo salário mínimo nacional, ora já até aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias, era de R$ 979, sendo reduzido para R$ 954. "Com isso, infelizmente, a partir deste mês, o adicional de insalubridade do gráfico da Baixada sobe apenas de R$187,40 para R$190,80", critica Caetano.

A Federação Paulista dos Gráficos, órgão que o STIG Santos é filiado, aproveita para endossar o repúdio ao atual governo ilegítimo que tomou a presidência do Brasil apenas para retirar os direitos dos trabalhadores e do povo empobrecido. A entidade estadual lembra inclusive que esse é o menor reajuste do salário mínimo desde que iniciou o real no país.

Contudo, apesar de todo retrocesso e impacto negativo que Temer tem provocado contra a classe trabalhadora, a Ftigesp faz questão de frisar o avanço que é o pagamento do adicional de insalubridade para todos os empregados das gráficas da Baixada Santista, conquistado a partir da luta sindical que tem garantido este direito desde a década de 1980. Caetano relembra que foi uma árdua e longa luta sindical e da categoria, iniciada em 1986 para os gráficos de Santos e São Vicente, base esta que o STIG representava oficialmente na época, sendo ampliada em 1996, quando se lutou por tal direito para o gráfico das demais cidades.

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Jan 26

Nesta semana, mais um bloco de gráficas da área de ação do Sindicato dos Trabalhadores da categoria (STIG) em Guarulhos e região deve ser chamado a responsabilidade pela entidade da classe para negociar o devido reajuste salarial, pendente desde 1º de novembro de 2017. O 1º bloco de 46 empresas, cada uma com menos de 50 funcionários, já foi fechado nos últimos dias, garantido um ganho real na remuneração dos empregados e a garantia na integra de todos direitos gerais dos gráficos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Além delas, 16 das 26 empresas da região com mais de 50 funcionários também concluíram a mesma situação. O STIG adianta que todas gráficas serão acionadas.

No planejamento do STIG, as negociações com os blocos de empresas continuarão esta semana. E elas seguirão até que todas participem. Os blocos de gráficas foram montados a partir das proximidades delas, a fim de facilitar a logística sindical para avançar nestas tratativas. "Desse modo, recomeçaremos por empresas do município de Itaquaquecetuba, Suzano, Mogi, Mairiporã, Guararema e outros até que todas negociem de verdade conosco", conta Francisco Wirton, presidente do sindicato. A tática está garantido um reajuste de 3% e a manutenção total da CCT.

As empresas que resistirem serão visitadas pelo STIG e incentivadas, de toda forma, a respeitarem a história e os direitos dos gráficos. "Todas sabem que não admitiremos alterar a CCT para pior, nem baixo reajuste salarial, como impôs o sindicato patronal dos gráficos no estado durante todo o processo da campanha salarial unificada dos STIGs paulistas, diz Francisco Wirton, presidente do sindicato. Ele listou até algumas poucas gráficas que serão visitadas por não dialogarem ou insistirem em manter tal proposta absurda do patronal, ou por piorarem o que já era péssimo.

"O STIG Guarulhos vem mostrando que existem outras novas maneiras e possíveis de negociar diante da intransigência do sindicato patronal que exigiu do início ao fim da campanha salarial unificada dos STIGs o fim de direitos dos gráficos e um pequeno reajuste na remuneração", diz Leandro Rodrigues, secretário geral da Federação Estadual da categoria (Ftigesp). O dirigente realça que a entidade vem mostrando tal questão, parabenizando pela coragem e protagonismo em defesa dos gráficos.

A Ftigesp destaca que este exemplo do STIG aponta inclusive para um movimento que pode fazer com que mais bases sindicais abandonarem futuramente a negociação com o sindicato patronal, caso ele continue só a defender a retirada de direitos, ao invés de negociar de forma efetiva.

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Jan 25

Emprego não é bico. Logo, salário, direitos e condições de trabalho dos empregados têm que ser respeitados pelas empresas, apesar do golpe posto na nova lei do trabalho dos congressistas aliados de Temer, como o deputado Miguel Haddad (PSDB), que aprovou a reforma trabalhista a qual deixa excluir direitos e reduziu 408 mil empregos só em dezembro. Porém, graças a luta da última campanha salarial, os 6 mil gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região mantêm os direitos convencionados e o direito de ter o seu sindicato (Sindigráficos) para lhes representarem. Assim, o sindicato fará várias blitz nas próximas semanas no intuito de fazer cumprir todos direitos da convenção coletiva de trabalho da classe. Todo gráfico não pode vacilar. Não aceite perder direitos. Sindicalize-se e acione o Sindigráficos.Denuncie a irregularidade. O sigilo é garantido. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Jan 25

Atento à pesada rotina dos trabalhadores da categoria, o Sindigráficos está realizando a associação dos gráficos através do WhatsApp, uma ferramenta prática, segura e rápida que facilitará o acesso dos trabalhadores ao Sindicato.Para ficar sócio, preencha a ficha de filiação, tire foto e envie para os seguintes números (11) 94003-1804 – Mineiro / (11) 94757-7829 – João Lopes! É rápido e fácil! Nossos diretores também estão passando em todas as empresas da nossa base com as fichas em mãos! Está esperando o que? Além de fortalecer a luta da família gráfica, você aproveita uma série de serviços na área da saúde, educação e lazer!
Contamos com você!

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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