Nov 14

No domingo (12), depois do sindicato patronal voltar a ameaçar esta semana os gráficos com o fim dos seus 87 direitos coletivos, vencidos desde 1ª de novembro – data-base da classe -, ainda não garantida, bem como exigir o fim da PLR para se tornar um frágil abono, os gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região participaram de uma assembleia para a organização dos comandos de greve rumo à greve geral nas empresas. A assembleia foi sindicato da classe. O órgão já está inclusive convocando os empregados direto nas gráficas desde a última quarta-feira e continuará durante todo o dia da última sexta-feira (10), que se somou as mobilizações que ocorreram pelo Brasil contra a reforma trabalhista, que passou a valer desde sábado para destruir mais de 100 direitos da CLT. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ  


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Nov 14

Nesta terça-feira (14), teremos outra reunião! Até hoje, continuamos mobilizados e realizamos assembleias nas portas das empresas, dizendo que não vamos abrir mão de nossas reivindicações, que são a manutenção de nossa Convenção Coletiva, reposição da inflação e aumento real. Nenhum direito a menos!", destacou João Ferreira, presidente do STIG Sorocaba. Na última terça-feira (7), o STIG se reuniu pela segunda vez com o setor patronal, que persistiu na mudança da data base dos gráficos e não avançou com as negociações da Campanha Salarial.

FONTE: STIG SOROCABA 

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Nov 14

Assembleia dos trabalhadores gráficos do jornal A Tribuna realizada ontem a noite. Trabalhadores repudiam a atitude dos patrões em retardar as negociações deste ano. Ha mais de um mês do vencimento da data base o patronal sequer agendou uma reunião para as tratativas da renovação da convenção coletiva de trabalho. Foi tomada a decisão de levar a direção de A Tribuna o descontentamento de seus empregados com a atual situação de descaso da direção do sindicato patronal. A assembleia foi muito proveitosa, onde além da negociação salarial foi possível dar esclarecimentos aos trabalhadores sobre a reforma trabalhista que entra em vigor a partir do próximo dia 11. Aproveitamos também para lançar a Campanha Novembro Azul para a conscientização sobre o risco do câncer de próstata.

FONTE: STIG SANTOS 

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Nov 13

Uma tentativa de golpe na negociação salarial ameaça todos os direitos convencionados da categoria. Profissionais serão alertados da manobra

A reforma trabalhista mal entrou em vigor no último sábado e já provoca o acirramento entre patrões e trabalhadores nas maiores empresas de Comunicação do país. Os gráficos dos jornais paulistas Folha, Estadão e a Editora Abril, que produz as maiores revistas brasileiras, acabam de ter atacada a sua data-base de referência para o reajuste salarial anual e para renovação dos direitos convencionados, a exemplo da PLR e etc. Apesar da data-base ser em 1º de outubro, bem antes do último sábado, o sindicato representante dessas empresas, que, através do presidente já havia reconhecido previamente tal data-base antes da negociação com as entidades sindicais dos trabalhadores (Ftigesp, STIGs Barueri e São Paulo), passou a recuar nesta garantia para pressionar pela retirada da PLR e da obrigatoriedade do pagamento da hora-extra dos gráficos.

Além da situação de golpe na então negociação da campanha salarial, ora provocada pelo patronal a fim de extinguir os direitos dos gráficos, inclusive cancelou a sua participação na mesa de negociação da última quinta-feira, a Federação Paulista da categoria (Ftigesp) informa que o cenário, baseada na entrada em vigor da reforma trabalhista, provocará uma situação de mais tensão. "O sindicato patronal inclusive, ao invés de garantir a renovação da nossa Convenção Coletiva de Trabalho, que tem data-base anterior a validade da nova lei federal anti-trabalhador, decidiu exigir a inclusão de cláusulas para regulamentar tal legislação contra os gráficos", repudia Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Diante deste absurdo, a Ftigesp reagiu de imediato. O patronal já foi notificado pela entidade. "Se o sindicato dessas empresas não mudar esta posição descabida, iniciaremos a consulta junto aos trabalhadores para colocar claro que este processo não se trata mais de negociação, mas de um enorme oportunismo diante do atual cenário, que, por si só, é mais que suficiente para gerar uma intranquilidade jurídica e política", realça Del Roy, perguntando se já não basta todos os efeitos da nova lei em vigor que fragilizará a convenção coletiva de trabalho da categoria?

Uma nova rodada de negociação está suspensa até que o patronal responda o questionamento da Ftigesp e dos dois STIGs. "Aguardamos um novo posicionamento sobre nossa contestação à tentativa de incluir em nossa Convenção Coletiva de Trabalho, que tem a data-base em 01/10, a regulamentação dos contratos precários de trabalho da reforma trabalhista, como o Intermitente e o Tempo Parcial", diz Del Roy. Ele alerta que as entidades dos gráficos adiantam que se as empresas não mudarem de posição, evitando o golpe na data-base já garantida antes, e renovando por um ano todos direitos da convenção, inclusive a PLR e o pagamento da hora-extra, o processo em questão será radicalizado.

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Nov 09

Nesta terça-feira (7), o Sindigráficos esteve em mais uma rodada de negociação com o setor patronal, que, mais uma vez, continuou com a mesma balela: propôs a retirada dos direitos dos trabalhadores, como da PLR, e a mudança da data base da categoria para fevereiro, quando teríamos a garantia da Convenção Coletiva de Trabalho por três meses.Obviamente, o Sindicato rejeitou novamente essa proposta e continua em estado de alerta para greve! Exigimos a manutenção de nossos direitos já garantidos em nossa Convenção Coletiva de Trabalho e não aceitaremos menos que isso! Se os empresários estão de olho na nova legislação, nós continuamos focados nos direitos dos trabalhadores! Ninguém vai tirar o que já é nosso por direito! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO 

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