Set 20

O auditório da sede regional em Jundiaí do Sindicato dos Gráficos (STIG) da região ficou pequeno diante da grande quantidade de trabalhadores presente na 1ª assembleia da campanha salarial onde definiu a pauta de reivindicação para este ano. A prioridade é a garantia dos direitos atuais. A data-base da categoria é em 1º de novembro, no mesmo mês em que a reforma trabalhista de Temer passa a valer. Dessa forma, cientes de que a nova lei dá mais poder aos patrões nas negociações salariais para flexibilizarem a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe, os trabalhadores decidiram lotar o sindicato, mostrando unidade em defesa dos direitos, bem como pela luta para garantir a recomposição salarial.

"Esse Sindicato vai manter o mesmo perfil combativo das campanhas anteriores, ainda mais agora com esta qualificada participação da classe na nossa assembleia de abertura da negociação salarial de 2017", falou Leandro Rodrigues, presidente do STIG Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região. Ele garante que a luta seguirá firme nas atividades na porta das gráficas e jornais junto com os trabalhadores. A pauta de reivindicação aprovada pela categoria defendeu a manutenção integral da CCT e que os gráficos se comprometeram em interagir e participar nesta campanha.

Frente a nova legislação trabalhista, a grande maioria dos trabalhadores presentes mostraram já conhecer vários dos nefastos prejuízos sobre os direitos da CCT se não houver uma maior participação na campanha. E o advogado do STIG, Luis Carlos Laurindo, aprofundou um pouco mais. Contudo, diante dos termos da reforma, é estimulada a luta e a vitória de quem tiver o maior poder de organização de mobilização. Assim, mesmo com o setor patronal saindo na frente com um lei em seu favor e em um período de crise econômica, será a unidade dos trabalhadores em torno do STIG que definirá quem será o vencedor ou perdedor da campanha.

Presentes na assembleia, muitos dos gráficos sabem que vivem tempos de crise, mas acham possível até avançar nos direitos frente uma forte participação da classe já na 1ª assembleia. "Temer e os seus políticos aliados fizeram uma reforma para enfraquecer os sindicatos e os direitos dos trabalhadores, mas o que vejo aqui, se a participação dos gráficos continuar e crescer nas assembleias nas empresa, com o trabalhador se sindicalizando, o efeito pode ser o contrário", bradou Rodrigues após a aprovação da pauta de reivindicação, a qual será incorporada à pauta dos demais STIGs do estado, através da campanha salarial unificada. A Federação Paulista da categoria (Ftigesp) coordenará todo o processo.

O presidente da Ftigesp, Leonardo Del Roy, participou da assembleia e fez questão de orientar e motivar os trabalhadores para participarem das atividades da campanha salarial. O experiente sindicalistas alertou para as dificuldades que serão encontradas com mudanças da lei trabalhista. Ele lembrou que se houver participação, sindicalização e enfrentamento dos gráficos, este último quando necessário diante do acirramento dos empresários, as dificuldades poderão ser superadas pela classe, perfil inclusive comum do STIG Jundiaí e dos gráficos da base nas últimas campanhas salariais. Será preciso resistir para garantir os direitos da convenção, como cesta básica, PLR e mais 85 cláusulas. Ao resistir, os gráficos conseguirão avançar neste período sinistro do país. Por esta razão que a campanha salarial coletiva se chama 'resistir para avançar'.

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Set 19

Em poucas semanas, após gestores da Print Lazer assumirem a gestão da Log&Print, em Vinhedo, muita coisa mudou no perfil da nova direção relativa ao respeito dos direitos e conquistas dos gráficos. Da 1ª reunião feita em junho com o Sindicato da classe (Sindigráficos) até a última, no último mês, os controladores da empresa mudaram seus discursos de evolução em negócios e empregos para atacar os 420 funcionários. O planejamento continua otimista em relação a ampliação da produção, mas tornou-se negativo referente aos direitos dos trabalhadores. A meta agora é exigir mais dos gráficos, com horas-extras recorrentes, inclusive nos domingos, mas sem pagar por elas ou pela maioria delas. E querem acabar com as folgas remuneradas consolidadas ha muito tempo entre outras conquistas. Este radical desejo de recuar sobre direitos e conquistas, em sintonia com a reforma trabalhista do Temer, passou a ser defendido pelos novos gestores. O Sindicato já enviou ofício reprovando tais medidas. Fez uma assembleia com os gráficos na última sexta (15), preparando-os para o enfrentamento, se necessário.. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Set 19

Reuniao de diretoria, é preciso uniao e força para o enfrentamento do dia a dia.

FONTE: STIG GUARULHOS

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Set 19

Reunião da Confederação Nacional dos Trabalhadores Gráficos realizada nos dias 12 e 13 de setembro em São Paulo serviu para abordar com profundidade o que a Lei Nº 13.467/2017 que entrará em vigou no dia 11 de novembro que mudará com certeza a vida dos trabalhadores com a aplicação da Jornada Intermitente, do trabalho avulso e banco de horas que as empresas poderão estar negociando individualmente com os trabalhadores. Na oportunidade a Palestrante, Dra Zilmara Alencar especialista em Direitos do Trabalho deu um parecer aos Diretores presentes na reunião de como os Sindicatos devem se preparar para enfrentar essas novas modalidades, especialmente sobre as mudanças que envolvem jornada de trabalho. Outro assunto abordado foi a proposta de mudança da Reforma Previdenciária, onde Dr. Sergio Pardal alertou para o pacote de maldades elaborada pelo governo, onde trabalhadores ativos, aposentados e pensionistas serão seriamente prejudicados, caso a reforma seja aprovada. 

FONTE: STIG SANTOS 

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Set 18

Apesar de conseguirem a sinalização do sindicato patronal do segmento gráfico da Baixada Santista e do ABC de que será mantida a validade da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe por mais um ano, as duas entidade obreiras da categoria (STIGs) dessas regiões puderam confirmar durante uma reunião na última semana com os empresários do setor que os empregados enfrentarão ataques na Participação dos Lucros e Resultados (PLR). Além disso, embora a inflação esteja baixa, os patrões deixaram claro que não estão dispostos a reajustar um único centavo do salário. A data-base da categoria é em 1º de setembro.

"O sindicato patronal foi enfático de que será zero de aumento salarial e que a PLR deve reduzir de valor", informa Jorge Caetano, presidente do STIG Santos. O dirigente, que estava presente na reunião na sexta-feira (15), conta que os empresários ainda não anunciaram de quanto será tal proposta de redução. Os sindicalistas reagiram e convocam os gráficos para se envolverem. Outra reunião será realizada nesta terça-feira (19).

Além de defenderem a manutenção de todos os direitos da CCT, logo, sem que haja qualquer redução no valor da PLR dos trabalhadores, os sindicatos não aceitaram também esta história de zero de reajuste nos salários dos gráficos. "Exigimos ao menos a recomposição salarial com base na inflação para os pisos normativos e diferenciados, bem como fórmulas de reajustes para outras faixas de salários", adianta Caetano.

Ademais, independente do processo das negociações, mesmo que até avance, os sindicalistas sabem que precisam dialogar sobre maneiras para neutralizar os efeitos negativos sobre vários direitos da convenção depois que a reforma trabalhista entrar em vigor no dia 11 de novembro. "Continuaremos dialogando com o sindicato patronal sobre o tema", dizem os STIGs. A direção da Confederação Nacional dos Gráficos (Conatig) se reuniu inclusive este mês para debater sobre a busca de meios onde as convenções possam ter cláusulas de barreiras contra esta reforma.

written by FTIGESP

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