Jul 16

Máxima Cadernos reconheceu falhas diante da ação do STIG Sorocaba. Atraso de férias e do FGTS de gráficos também ficaram de ser sanados

Há poucos dias, a Gráfica Máxima Cadernos em Itapetininga confirmou, por duas vezes diante de um auditor fiscal do Ministério do Trabalho e do Sindicato da categoria (STIG Sorocaba), suas várias irregularidades nos direitos dos funcionários. E apresentou a solução frente à cobrança sindical permanente em atendimento ao pleito dos empregados do local. Entre as pendências nos direitos convencionados que tiveram soluções estão os pagamentos da cesta básica mensal, PLR anual, horas-extras e da compensação de hora-extra de serviço. Comprometeram-se ainda em sanar falhas no pagamento das férias e do FGTS dos trabalhadores.

Na última quinta-feira (5), a empresa ficou de pagar as horas-extras dos empregados que foram obrigados a compensar horas em domingos sem qualquer negociação legal baseada na Convenção Coletiva de Trabalho da classe. "Caso não haja o pagamento constando no holerite, o gráfico deve comunicar o STIG", avisa João Ferreira, presidente do Sindicato. A empresa ficou também de apresentar, dentro das regras da convenção, a sua sugestão para que os gráficos junto ao sindicato analisem os dias que ainda precisam ser compensados frente à falta dos gráficos em dias da greve dos caminhoneiros. O calendário será exposto na sexta (20).

Também agora em julho começa a ser paga a PLR pendente da classe. "Ficou acordado que o total pendente será pago em três vezes com uma multa no valor de 10% por conta do atraso", fala Ferreira. Desse modo, o restante será pago em agosto e setembro. O atraso da cesta básica mensal foi outro direito convencionado resolvido. A Máxima apresentou os comprovantes de todas as cestas entregues, ficando pendente uma, sendo quitada no último dia 29, dia posterior a segunda reunião no MTE.

Nas duas reunião no Ministério, o STIG também cobrou da empresa sua correção em relação à concessão e pagamento das férias dos gráficos. A Máxima se comprometeu em cumprir a lei pertinente. Portanto, terá de avisar as férias do trabalhador com 30 dias de antecedências e pagá-la com até 48 horas antes de seu início. "Não assinem recibo de férias com data retroativa, tampouco entrem de férias sem o dinheiro na conta", diz Ferreira. A Máxima Cadernos também ficou de realizar o levantamento da pendência sobre o FGTS e mostrar os comprovantes de pagamento.

"Está provado que a ação do Sindicato é fundamental para rever direitos dos gráficos. O STIG tem mostrado o seu papel para os trabalhadores e a classe precisa fazer também sua parte, sindicalizando-se para manter a luta sindical em defesa dos interessas da categoria", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da categoria (Ftigesp), entidade na qual o STIG Sorocaba é filiada. O dirigente reforça a necessidade da sindicalização por todos(as), sobretudo agora aos gráficos da Máxima. A Ftigesp parabeniza a ação sindical feita e diz que todos os STIGs devem seguir igual caminho aproximando a classe do sindicato e demonstrando aos trabalhadores que são mais fortes só quando juntos do sindicato.

written by FTIGESP

Jul 13

STIG Guarulhos aciona justiça por redução ilegal antes ainda da nova lei e exige compensação desta supressão do intervalo interjornada no local

Embora a nova lei do trabalho de novembro de 2017 flexibiliza direitos, até o tempo da refeição, nenhuma gráfica pode alterar a jornada laboral sem a negociação de um acordo através do Sindicato da classe (STIG). Apesar disso, a empresa Orbis na região Norte do Grande São Paulo, no distrito de Bonsucesso em Guarulhos, resolveu reduzir tal intervalo já há dois anos, sem nenhum acordo coletivo negociado com o STIG local. A gráfica reduziu para 30 minutos do tempo do almoço de seus gráficos.

"Para evitar a continuidade desta arbitrariedade e ainda para que todos os 120 funcionários da Orbis venha a receber através de hora-extra todo o tempo retirada deles, acionamos a Justiça do Trabalho", diz Francisco Wirton, presidente do STIG Guarulhos. O sindicalista explica que a ação judicial também visa restabelecer preceitos legais a fim de que a gráfica para de tentar desmobilizar a unidade dos gráficos com a imposição de uma mudança no intervalo do almoço sem os acordos com o sindicato.

Dessa forma, inevitavelmente fazendo seu papel de guardião do direito da categoria, o STIG Guarulhos não hesitou em processar a empresa e espera que haja um positivo resultado desta ação coletiva em favor dos gráficos da Orbis. Nela, o sindicato pede uma indenização para todos os funcionários da gráfica no valor de uma hora diária nos últimos dois anos. A entidade pede em favor até mesmo daqueles trabalhadores que ainda não se sindicalizaram. A maioria são sócios, mas 50 deles ainda não se filiaram. O STIG espera que todos se unam ao órgão nesta luta. Caso o processo seja vitorioso, como espera Wirton, serão beneficiados até mesmo os trabalhadores da Orbis que saíram da empresa nos dois últimos anos, a partir do período que a gráfica reduziu arbitrariamente o tempo da refeição de todos os profissionais sem qualquer acordo legal.

"A Orbis ou qualquer outra gráfica não podem tirar do STIG e da classe a palavra final sobre a redução ou não do horário do almoço, nem com a nova lei do trabalho que destruiu vários direitos", destacou Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Guarulhos é filiada. O dirigente congratula Wirton pela ação judicial para resgatar o direito negado para os trabalhadores e alerta aos gráficos que ainda não sindicalizaram-se para que façam e ajudem a fortalecer o sindicato para continuar defendendo o interesse da classe.

written by FTIGESP

Jul 12

Os trabalhadores perdem não contribuindo com seu Sindicato! Novamente a pergunta, "a quem interessa o enfraquecimento do Sindicato? A resposta é simples e direta: "Você trabalhador e trabalhadora". Você com certeza pensa que somente a obrigatoriedade do Imposto Sindical a nova lei trouxe, isso é que foi muito, mas muito, veiculado pela mídia que é patrocinada pelos patrões. Outra mentira: "com a modernidade da lei haverá mais empregos e o próprio trabalhador negociará com seu patrão". LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ 

written by FTIGESP

Jul 12

Basta preencher a ficha, imprimir, assinar e mandar para os e-mails: sindigraficos©uol.com.br; cleber_gmachado@hotmail.com; mineiro.sindigraficos@gmail.com. 
Ou no WhatsApps dos diretores Mineiro (11 – 94003-1804) ou João Lopes (11 – 94757-7829).Depois do envio, aguarde as orientações do Sindigráficos para retirada de carteirinha! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

Jul 12

No desejo de buscar reduzir o custo de produção de toda forma, mesmo que sonegando os direitos dos empregados e contrariando a Convenção Coletiva de Trabalho que regula a atividade empresarial, a gráfica Direct Design em Valinhos seguiu a irregularidade da gráfica Clique Imagem, substituindo ilegalmente o seu enquadramento sindical enquanto gráfica. Ambas as empresas, talvez mal-orientadas pelos escritórios contábeis, embora predominem em suas atividades econômicas o serviço gráfico, trocaram arbitrariamente o seu enquadramento sindical para o comercio. A ação visa reduzir salários e excluir direitos coletivos dos trabalhadores gráficos, como PLR, cesta básica e etc, não obrigatórios ao comerciário. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by FTIGESP

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