Mar 08

Nesta quinta-feira, 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, refletimos a longa trajetória de lutas do gênero em busca de autonomia, igualdade e direitos!  Contudo, como se não bastasse o desemprego, às lutas diárias, as diferenças no mercado de trabalho, a mulher trabalhadora também foi atingida pela Reforma Trabalhista. A nova legislação permite que gestantes e lactantes continuem trabalhando em locais de insalubridade, colocando em risco suas vidas e a vida do bebê, entre outros prejuízos. Apesar disso, as mulheres sempre conseguiram historicamente superar muitas barreiras através de uma luta que ainda não acabou! O Sindigráficos parabeniza as mulheres pela força, pela coragem e pela garra com que lutam diariamente e pela história que construíram até aqui! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Mar 08

Nesta quinta-feira (8), mais outro gráfico do Jornal de Jundiaí (JJ) pedirá à Justiça do Trabalho o direito de demitir o seu patrão para garantir os seus direitos, já que a empresa não cumpre mais com várias obrigações trabalhistas. Atrasa sistematicamente até salário, mesmo após o fato ter sido questionado pelo Ministério Público do Trabalho. Não paga FGTS, além de outros problemas. Devido a essas e mais irregularidades, esse já será o 5º gráfico que, desde o fim de 2017, pedirá a rescisão indireta do local, através do setor Jurídico do Sindicato da classe (Sindigráficos). O jurídico do Sindicato tem sido muito acionado pelos gráficos do JJ nos últimos anos, como oito deles demitidos pelo jornal em 2016, sem pagar nenhum direito, sendo preciso acionar o Poder Judiciário para garanti-lo. Uma audiência de um desses ex-funcionários será inclusive realizada no dia 19 próximo. Apesar disso, a Câmara Municipal de Jundiaí resolveu desconsiderar toda essa afronta aos trabalhadores-eleitores da cidade e aos direitos trabalhistas deles, homenageando o JJ há poucas dias. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Mar 07

Do rápido crescimento à queda brusca e afronta aos direitos trabalhistas

Seis meses após a Justiça lacrar sem garantir a segurança numa antiga gigante do ramo gráfico no estado, diante do vasto passivo trabalhista e outros deixados, o cenário hoje é caótico dentro da Prol, empresa numa área de segurança vulnerável em Diadema, devido aos roubos e drogas. O prejuízo é significativo. Só restou sucatas, reduzindo o pouco bem da gráfica deixado para pagar seus milhões em passivos. Estima-se débitos na ordem de R$ 300 mi. Até agora, nenhum dos últimos 600 gráficos demitidos receberam nada. E outros 600 gráficos faltam receber alguns dos direitos. No total, são 1,2 mil gráficos com seus direitos pendentes

"A metade desse total de gráficos prejudicados pelo desrespeito às leis trabalhistas por parte da empresa, que tem ações judiciais através do setor jurídico do nosso sindicato para rever seus direitos, ficaram ainda mais vulneráveis diante do então sucateamento do parque gráfico", diz Francisco Campelo, trabalhador da Prol e secretário-geral do STIG ABC.

A entidade de classe revela que até tentou no início, mesmo com todo o risco à integridade física de alguns trabalhadores e dirigentes sindicais, como a de Campelo, fazer a segurança da entrada da empresa, sem poder entrar nela, já que estava lacrada judicialmente e era crime entrar. Porém, por se tratar de uma área próxima à venda e consumo de droga, não conseguiram permanecer por mais de alguns dias nesta localidade.

Contudo, embora o STIG também sofra com tal decisão judicial, mesmo alertado previamente aos representantes da Justiça sobre o risco aos componentes eletrônicos das máquinas se desligassem a rede elétrica e ainda a ameaça de roubo à empresa se não houvesse segurança (área próxima à venda e consumo de droga), conselhos estes não acatados, a entidade continuará buscando as formas legais em defesa dos gráficos. "Embora ficou mais difícil, vamos buscar, através da Justiça, rastrear outros patrimônios do dono da Prol, caso haja, a exemplo de máquinas vendidas antes de todo o ocorrido, imóveis e outros bens", diz Campelo.

A Federação estadual da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG ABC é filiada, lamenta por toda a situação dos ex trabalhadores da Prol (uma gigante do setor gráfico em SP, que cresceu rápido e à queda também), mas lembra aos gráficos que o STIG também é refém dessa situação, porém, o grande (in) responsável pelo caos atual é o dono da empresa, que deixou de cumprir com suas obrigações trabalhistas e outras mais. A falta de planejamento, segundo diz Campelo, foi o principal fator que, segundo ele avalia, levou à queda da Prol, que fez financiamentos sem controle para comprar parque gráfico de outros empresa que fechavam, a fim de abarcar a suposta demanda sem os estudos reais do mercado.

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Mar 06

Neste domingo (4), no Sítio Recanto Beira Rio, em Santa Isabel, o Sindicato dos Gráficos de Guarulhos e região promoveu o evento em celebração ao Dia Nacional dos Gráficos. Na ocasião, aproveitou o evento para chamar a atenção dos trabalhadores em relação aos deputados federais e senadores eleitos por São Paulo que votaram a favor da Reforma Trabalhista, prejudicando e retirando direitos de todos os Trabalhadores. Um banner com a foto e o nome de todos os deputados e senadores chamados pela categoria de "Traidores dos Trabalhadores e Anjos da Guarda de Temer e dos Patrões" ficou em exposição durante todo o evento. Para o presidente do Sindicato, Francisco Wirton (Chiquinho), a classe Trabalhadora dará o troco nas urnas, quando forem votar nas eleições deste ano.. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Mar 06

De única e forte mídia impressa de comunicação no passado, o jornal continua demonstrando hoje a sua relevância política, socioeconômica e informativa para a sociedade atual, porém, com a evolução tecnológica, ele tem disputado o espaço com as mídias impressas digitais, inclusive relativa aos anúncios publicitários. Com isso, a tiragem tem sido menor. Com tantas mudanças, que afetaram em cheio os profissionais do setor, muitos gráficos já perderam o emprego e/ou partiram para as indústrias convencionais do segmento. O fato é que os parques gráficos de jornais funcionam com um número bem pequeno se comparado ao do passado, sobretudo em jornais existentes em municípios do interior do estado. Em Cajamar, Jundiaí e Vinhedo e região, existem 70 gráficos atuando em uma dezena de jornais em cinco das 27 cidades que integram a área, mantendo o legado do impresso e os negócios dos donos dessa mídia, devendo, portanto, receberam seus justos salário e direitos sem atrasos. Um dos direitos coletivos e financeiros desses gráficos, por exemplo, é o benefício da Participação no Lucro e Resultados dos jornais. A PLR e um conjunto de direitos estão contidos na nova Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, renovado há poucas meses após uma longa e difícil negociação com o Sindicato dos Donos dos Jornais do Interior. Pela regra posta, a primeira parcela da PLR no valor de R$ 420 deve ser paga na próxima segunda-feira (5), junto do pagamento do salário deles, visto que o benefício deve constar na folha de pagamento de fevereiro. Já a 2ª parcela no mesmo valor deve constar na folha do mês de agosto. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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