Ago 12

Desde 2017, STIG-SP tem fechado acordo com RR Etiquetas de Itaquera, onde tem garantindo um salarial adicional para todos os gráficos do local

Em três anos, após o sindicato conseguir implementar e manter um bônus financeiro anual para todos gráficos da unidade paulista da RR Etiquetas, em Itaquera, na capital do estado, a adesão dos profissionais ao órgão da categoria cresceu muito. O número dos gráficos associados ao STIG-SP se ampliou em 400%. Dos atuais 103 trabalhadores do local, todos agora são sócios. E a razão dessa unidade foi proporcional ao reconhecimento da atuação sindical em favor deles. Os gráficos passaram a receber um salário extra anual desde 2017, quando o STIG garantiu com a empresa o Programa de Participação nos Resultados (PPR) dentro desta unidade.

"Este PPR reconhece a importância de cada trabalhador na sua produção diária. Pelo negociado com a gráfica, cada um recebe um salário nominal a mais quando atingem as metas definidas para o ano. E ganha também um plus de 1,85% sobre este salário. A meta financeira da RR para este ano é faturar certa de R$ 43 milhões. Nos anos anteriores, todas as metas foram atingidas. E foi repartido parte do lucro com os gráficos com a PPR", informa o atual secretário-geral do STIG-SP, Alexandre Reis (Alemão).

Alemão, que está no sindicato desde 2008, atuando antes como o diretor de base justamente nesta localização a RR Etiquetas, foi um negociador direto na conquista do PPR, juntamente com o vice-presidente do STIG, Sebastião Viana. A ação sistemática na porta da gráfica por ambos, cada vez mais se aproximando do trabalhador, foi indispensável para melhoria do direito dos empregados, bem como na ampliação da unidade de todos junto ao sindicato. "Em 2017, eram só 23 gráficos sócios, hoje somos 103, mas chegamos a 117, antes dos desligamentos de 14 companheiros", diz.

O Sindicato também garantiu uma proteção para os trabalhadores da RR em caso das metas não serem atingidas. Se isso acontecer, nenhum dos gráficos ficam no prejuízo. Todos ganharão o maior valor da Participação nos Lucros e Resultados, definida pela Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. "É uma garantia importante, mesmo o nosso objetivo sendo a de que todos batam a meta e recebam o PPR, como nos últimos anos", ressaltou Alemão ao lado da presidente do STIG-SP, Elisângela Oliveira.

"Sempre defendemos a atuação sindical junto à base, de modo sistêmico e próximo, pois, assim, acreditamos numa resposta dos gráficos junto ao sindicato. Basta perceber a entidade em sua defesa através de ações em favor da melhoria de sua vida e das condições de trabalho", fala Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos gráficos (Ftigesp). É isto que o STIG-SP fez na RR nos últimos anos, e, consequentemente, todos os gráficos de lá fizeram também, formando uma aliança forte da classe.

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Ago 09

Operação iniciou há poucos dias. Antes, a empresa se reuniu com o STIG e ficou acertado como regra a homologação sindical em caso de rescisão. Além da TeleSena, Esdeva ainda imprime a Carteira de Trabalho

Na última semana em Cajamar, começou a operação da nova unidade da gráfica mineira Esdeva, especializada no segmento Editorial e ainda em Impressos de Segurança. A empresa, que já possui 800 trabalhadores na sua matriz em Juiz de Fora, segundo foi repassado por sua equipe de RH durante a 1ª reunião presencial com o Sindicato da classe (STIG Jundiaí) na nova planta, visa ampliar seu mercado dentro do estado de São Paulo. Com isso, novos postos de trabalho já foram gerados e devem crescer na medida em que a demanda e produção da unidade avancem, de acordo com as metas anunciadas durante o encontro. A empresa também deixou uma marca importante quanto à transparente e respeito aos direitos dos trabalhadores e ao sindicato. Um acordo já foi firmado para que, em caso de alguma demissão, a rescisão contratual passará pela análise do STIG.

A homologação sindical da rescisão contratual foi estabelecida como via de regra para legitimar a conclusão do desligamento do trabalhador. Este mecanismo evita, por exemplo, que um gráfico seja demitido com direitos não computados ou quitados, sem que a entidade fique sabendo e possa atuar para reverter a situação. A homologação dificulta ainda a demissão dos empregados doentes ou sequelados por algum acidente de trabalho.

"A primeira impressão foi positiva. A coordenadora de Departamento de Pessoal (Roberta Cardoso) e a gerente de RH e Serviços da empresa (Elisa Vitoretti), juntamente com suas equipes vieram de Minas Gerais, e, na reunião conosco, afirmaram que o compromisso da Esdeva não é só com os clientes e fornecedores, mas também com os seus trabalhadores, com o nosso sindicato", diz Leandro Rodrigues, presidente do STIG da região. Eles ratificaram que a Esdeva será uma grande gráfica no solo paulista através da sua unidade de Cajamar. Inicialmente, arrendaram por 4 anos a Metro Print, que é uma gráfica recém-fechada com foco em impressão de Segurança. A operação iniciou no último dia 1º com 15 trabalhadores. Mais currículos de gráficos já foram entregues pelo Sindigráficos durante o encontro. A meta é contratar muito mais mediante à evolução planejada.

A chegada de novas gráficas e, com isso, a abertura de novos postos de trabalho, sobretudo em um cenário de desindustrialização e desemprego crescendo, é muito positiva. A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) deseja sucesso para Esdeva e a congratula pela sensibilidade em atender ao STIG. "Fica garantida a proteção sindical da classe via a homologação da rescisão contratual, coisa que a nova lei trabalhista tirou absurdamente e que muitas gráficas se aproveitam para sonegar direitos do empregado demitido; e que o sindicato patronal não manteve na convenção da classe, mas apenas trouxe a recomendação que tem pouca aplicação na prática", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele aproveita para orientar os gráficos da Esdeva para que se sindicalizem, ampliando sua proteção.

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Ago 08

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Ago 08

Na quinta-feira que antecedeu o recente feriado de Santana em Vinhedo, cidade onde 650 gráficos trabalham na Log&Print, uma possível tentativa de constrangimento a trabalhadores pode ter ocorrido dentro da empresa. As denúncias já foram enviadas ao Sindicato da classe (Sindigráficos) por meio de um diretor da entidade que trabalha na gráfica e que as recebeu dos seus colegas de profissão. As reclamações apontam que um apoiador de supervisão da produção, mesmo não sendo permitido uso de celulares no local pelos operadores e ajudantes em geral, como define normas internas, estava fotografando trabalhadores que aguardavam a chegada de serviço junto às máquinas. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Ago 08

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