Jan 29

Nesta quarta-feira (30), após conclusão da vitoriosa ação judicial coletiva do Sindicato em favor dos direitos dos gráficos negados pela ArtPress em Valinhos, o trabalhador do local poderá saber quanto receberá. O dinheiro a receber, que depende da ida dos gráficos na sede regional do sindicato em Vinhedo, às 18h, nesta quarta, é proveniente dos anos de negação patronal aos direitos convencionados da categoria (PLR, cesta básica e etc.) e outros como o FGTS pendente desde 2012 e o 13º salário de 2016, além de várias multas à empresa, a exemplo da multa diária pelo atraso salarial, conforme consta na Convenção Coletiva de Trabalho da classe. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Jan 29

Em virtude de uma dedetização, informamos a todos que não haverá expediente no Sindicato nesta terça-feira, dia 29. Devido ao Consultório Dentista que mantemos no Sindicato, o serviço precisa ser acompanhado pela Vigilância Sanitária que somente atende em dias de semana. O atendimento retorna na quarta-feira normalmente.

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jan 29

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Jan 28

Entidade também questiona as primeiras medidas do novo governo contra trabalhadores ativos e inativos através de recém medidas em poucos dias

Na última semana, no Dia Nacional dos Aposentados, a Associação dos Trabalhadores Aposentados na Indústria Gráfica de São Paulo (Ataigep), entidade que representa os profissionais do segmento não mais na ativa, aproveitou a data para se posicionar contra a proposta da reforma da Previdência defendida pelo novo governo, bem como as medidas em que atacam trabalhadores que necessitam de algum benefício previdenciário.

"Não estamos de acordo com esta reforma porque ela vai atingir mais os trabalhadores das indústrias, da iniciativa privada no geral, enquanto vai beneficiar setores privilegiados do funcionalismo público, a exemplo dos políticos e magistrados, bem como militares das forças armadas", disse Sebastião Santana, mais conhecido como Tião, presidente da Ataigesp.

Para Roque Barbieri, vice-presidente da entidade, a medida só reforça o privilégio hoje já garantido para alguns poucos enquanto prejudica uma grande maioria dos brasileiros. Basta observar que a maioria dos atuais aposentados e dos pensionistas só recebem um salário mínimo - valor bem abaixo das necessidades de quem já trabalhou uma vida inteira.

Uma reforma previdenciária, nos moldes que estão postos para elevar a idade de quem trabalhar, inviabilizará a concessão da aposentadoria no país. "Ademais, não é verdade, como a CPI da Previdência já mostrou, que a Previdência Social tem um déficit de caixa para justificar qualquer mudança", realça Baroni, secretário-geral da Ataigesp. O novo governo deveria focar na real cobrança dos patrões que sonegam a contribuição obrigatória ao INSS dos seus funcionários, e que ainda se apropriam das contribuições retiradas do salário mensal desses mesmos trabalhadores.

Não bastante todo absurdo, o novo governo ameaça o trabalhador inativo e viúvas(os) com medidas onde pode retirar e limitar vários benefícios da Previdência. "Bolsonaro editou uma Medida Provisória (871) onde não vai só combater as irregularidades em benefícios já postos. Suspenderá sem ter provas concretas de falha, bem como endurecerá as regras da pensão de morte, auxílio reclusão e aposentadoria rural para não as conceder", critica Leonardo Del Roy, presidente da Federação dos Trabalhadores Gráficos na ativa em empresas em todo o Estado de São Paulo (Ftigesp).

Além disso, o governo já estuda uma outra medida para que os gráficos e demais profissionais em auxílio-doença não mais tenha esse tempo em que estão afastados do serviço como válido para contar na aposentadoria.

A Ftigesp se solidariza com o posicionamento da Ataigesp em prol dos aposentados e alerta ao gráfico da ativa que acompanhe com atenção e protestem nas situações que alterem suas condições laborais e direitos. "É necessário ficarmos atentos e não sermos levados por propostas que possam nos atingir. A lei deve ser para todos com os fins dos privilégios em prejuízos dos que contribuem para terem seus direitos", diz Del Roy.

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Jan 25

Ftigesp está preocupada com a nova postura dos gráficos sobre os seus direitos após a demissão. Desinteresse começou após nova lei trabalhista

Após a nova lei da reforma trabalhista, válida há um ano e dois meses, a Federação dos Gráficos Paulista (Ftigesp), entidade que reúne todos os sindicatos da classe no estado, tem constatado um novo comportamento nocivo da maioria da categoria após a demissão. Diferente do que ocorria antes, os trabalhadores deixaram de procurar seu sindicato para verificar se todos as verbas rescisórias e o FGTS foram pagos pelo empregador.

A nova lei favoreceu a falta da conferência, pois retirou a obrigatoriedade da homologação da rescisão contratual no sindicato. O fato só aumentou o risco de falhas e sonegações dos direitos. Assim, consequentemente, deveria aumentar a procurar dos trabalhadores ao sindicato para verificar a situação, mas, infelizmente, tem ocorrido o inverso e prejuízos em geral.

Até o sindicato patronal, após reivindicação da Ftigesp e todos sindicatos envolvidos na última campanha salarial, reconheceu os problemas diante da flexibilização da então obrigatória homologação da rescisão contratual do gráfico no sindicato. "Entendendo ser importante tal processo para o cumprimento de todos os deveres das empresas do segmento, o patronal incluiu na nova convenção coletiva de trabalho, válida até agosto de 2020, a recomendação expressa para que as gráficas paulistas homologuem. O fato é que muitas empresas não estão fazendo isto com base na nova lei, gerando especulações sobre o não cumprimento de todos os direitos, já que tem evitado o processo transparente através da fiscalização sindical.

"Já o trabalhador, que deveria ser o principal interessado na fiscalização de seus direitos, podendo ser feita mesmo quando a homologação não é feita, pois bastaria levar o termo de quitação entregue pela empresa, não tem demonstrado mais tanta preocupação com isso após sua demissão", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. A informações do dirigente é resultado dos dados dos sindicatos dos gráficos em todo o estado. Tem sido baixo o número de trabalhadores que procuram se certificar que tudo foi devidamente pago. E, quando vão, normalmente, descobrem falhas. É quando então os sindicatos acionam amistosamente ou judicialmente tais empresas para elas realizarem os pagamentos como define a legislação.

A Ftigesp e os sindicatos estão preocupados com esse desinteresse dos trabalhadores com os seus direitos. Sem saber da situação, as entidades não podem representa-los e defenderem tais direitos trabalhistas. Procure o sindicato. Denuncie a empresa que não fizer a homologação da rescisão contratual no órgão sindical. O patronal precisa saber quais empresas não seguem a sua recomendação. E, não deixem de levar o termo de quitação para a conferência do sindicato e a cobrança posterior em caso de falhas.

A Federação e os sindicatos envolvidos fizeram suas partes garantindo 84 cláusulas coletivas de direitos acima da CLT, como a reposição salarial de 4%, tendo piso salarial inicial de R$ 1.630,20, enquanto o salário mínimo do governo é de R$ 998,00. Outra cláusula garantida foi a cesta básica, bem como a PLR, hora extra de 65% (enquanto a lei geral é de 50%) e o adicional noturno de 35% (lei 20%). "Tudo isso pode ir por água abaixo, se, na hora da demissão, o gráfico não certificar que tudo foi pago pela empresa na hora da rescisão contratual. Tá aí nossa preocupação", fala.

written by FTIGESP

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