Nov 21

Patronal quer retirar os direitos adquiridos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), vejam as propostas: Alteração do pagamento para o 5º dia útil; Banco de horas livres, sem a participação do Sindicato; Homologações nas Empresas; Retirar os 15 dias do aviso prévio para quem tem mais de 12 anos na Empresa. Trabalhador Gráfico não fique fora dessa luta, pois temos que "RESISTIR PARA AVANÇAR". Próxima rodada de negociação com o Patronal será no dia 24/11/2017. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SÃO PAULO 


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Nov 21

Infelizmente, o patrão está muito resistente, principalmente agora, com a Reforma Trabalhista em vigor, e insiste na retirada de direitos! Como já percebemos, essa Campanha Salarial não será fácil! No entanto, não vamos ficar acuados! Se houver exclusão de direitos e o ajuste não for considerável para o trabalhador gráfico, não haverá acordo! Seguimos na luta! A próxima reunião com o patronal será no dia 24/11! LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA 

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Nov 21

A data-base dos gráficos paulistas e os 87 direitos coletivos da classe, a exemplo da PLR, cesta básica e outros, continuam incertos. O patronal manteve o duro ataque na 3º rodada de negociação, realizada na última terça-feira (14). Apesar do crescimento da revolta da categoria diante do risco de descontinuidade dos direitos, onde já há notificações de greve em regiões distintas, como em Jundiaí, Guarulhos e Taubaté, os patrões desafiam seus funcionários. Ao invés de tratarem das reivindicações dos trabalhadores, atacaram agora o conjunto de direitos que acreditam que a classe deve perder em sintonia com a reforma trabalhista de Temer. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Nov 17

A reforma trabalhista passou a valer no sábado (11), mas antes disso o desejo patronal por retirada e redução de direito e salário do gráfico vem acontecendo. Um exemplo ocorre nos jornais do interior de São Paulo. Os profissionais gráficos dessas tradicionais empresas de Comunicação ainda não tiveram seus salários reajustados. Estão há quase 14 meses sem aumento, quando deveria ter sido feito desde 1º de outubro, mês da data-base de referência anual do reajuste. O sindicato patronal defende absurdamente que só haja aumento em outubro do próximo ano. E para renovar os direitos coletivos da classe, exige que seja excluído alguns deles, como aviso prévio especial, e reduzido o valor da multa por atraso salarial e ainda ampliado o prazo de tolerância antes da sua aplicação.

Além disso, o sindicato patronal optou este ano, sem explicar as razões, não reunir-se presencialmente para tratar da pauta de reivindicação dos trabalhadores com a Federação paulista da classe (Ftigesp) e todos os sindicatos da categoria (STIGs) envolvidos nesta campanha salarial. Um dos STIGs, por exemplo é o da Baixada Santista, que cansou de tolerar a postura intransigente do patronal. O STIG Santos inclusive realizou uma assembleia há poucos dias com todos os gráficos do A Tribuna, que é um dos principais e mais sólidos jornais do interior na atualidade. Os trabalhadores rechaçaram a pauta de retrocesso patronal e exigiram o reajuste salarial de 3%. A pertinente inflação anual do período foi 1,62%.

Na assembleia, que o STIG aproveitou ainda para lançar a Campanha Novembro Azul da entidade, para a conscientização dos trabalhadores sobre o risco do câncer de próstata, foi tomada a decisão da classe de levar para a direção do A Tribuna o descontentamento dos funcionários gráficos com o atual descaso e ataque da direção do sindicato patronal.

A postura dos gráficos do jornal A Tribuna de Santos fortalece a luta da categoria em todos os jornais do interior, muitos deles inclusive atrasa o salário dos trabalhadores. "A decisão da assembleia está em sintonia com a contraproposta da Ftigesp, que coordena essa negociação dos STIGs com o sindicato patronal", conta Jorge Caetano, presidente do STIG Santos e vice-presidente da Ftigesp. A federação enviou para o patronal uma nova pauta onde até aceita reduzir a pleito de reajuste dos salários de 4% para 3%, mas rejeita toda retirada e redução de direitos.

Dentre os direitos convencionados ora ainda atacados pelo patronal, já que ainda não respondeu a pauta da Ftigesp, está o aviso prévio de 45 dias para o gráfico, 15 dias a mais que as demais classes profissionais. "A convenção garante esse direito para quem tem a partir de cinco anos de serviço no jornal, ou, independente do tempo, que já tenha 45 anos de idade. O patrão também quer reduzir a multa por atraso salarial. Hoje é de 1/60 do piso salarial, mas querem baixar para 1/90. Exigem ainda, dentre os golpes, que a multa só seja aplicada a partir do 20º dia de atraso", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, rejeitando tal absurdo.

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Nov 16

Não houve acordo entre a bancada de trabalhadores e patrões na terceira reunião realizada em São Paulo, no dia 14 de novembro de 2017. Os patrões estão tentando aproveitar das mudanças da lei trabalhista para impor o desmonte de nossa Convenção Coletiva. A entidade sindical continua defendendo a manutenção da continuidade da convenção coletiva, o trabalhador não pode ficar alheio a tudo isso. Cessando às negociações, somente o movimento paredista poderá reverter a negativa patronal em respeitar o trabalhador gráfico. LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ 

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