Set 27

Embora a gráfica Izabel em Pedreira seja uma pequena empresa com cinco trabalhadores, todos eles são gráficos como os demais da região e merecem receber os mesmos direitos e padrões salarias. Neste sentido, o Sindicato da classe (Sindigráficos) lançou uma campanha para mapear todas as empresas nas 27 cidades da atuação da entidade. Ela tem o objetivo de regulamentar as gráficas referente ao enquadramento dos profissionais enquanto gráficos no campo de seus direitos e da representação sindical. Apenas por conta dessa campanha lançada nos últimos meses, o sindicato descobriu a gráfica rápida e de comunicação visual com o nome fantasia de Izabel, então ligada à indústria gráfica. LEIA MAIS
FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by FTIGESP

Set 26

Com nova lei, nem a Justiça pode rever direitos retirados na demissão

Já pensou em ser demitido e só receber a metade do aviso-prévio e não ter o direito ao seguro-desemprego? E não é só isso. E só ganhar metade da multa do FGTS e só 80% do valor depositado no Fundo de Garantia? E o pior que não adianta acionar depois a Justiça do Trabalho procurando os seus direitos, como diziam muitos patrões antes da nova lei trabalhista. Com a atual legislação, aprovada em 2017 pelos deputados e senadores aliados a Temer e dos mesmos partidos de Alckmin e Bolsonaro, o patrão não precisa mais se preocupar em deixar de pagar e dizer "vá procurar seus direitos" porque foi criada uma forma para regulamentar tais perdas.

A forma em questão é o chamada pela nova lei de "acordo mútuo". Mas, na prática, isso jamais poderia se chamar de mutuo, pois só quem perde é o trabalhador, mesmo sob a justificativa de evitar os acordos informais impostos pelos patrões aos trabalhadores. Essa nova lei oficializa a perda dos direitos. Sem falar, que esse tal acordo pode ser usado ainda de arma da empresa para pressionar o gráfico até que ele saia com essas perdas.

Além disso, como a nova lei também retirou a obrigação das gráficas de fazerem a homologação da rescisão contratual dos trabalhadores nos sindicatos, as entidades têm perdido o controle sobre as demissões e a fiscalização do pagamento das verbas rescisórias, FGTS e mais direitos. Assim, preocupada com todos gráficos, a Federação Estadual da Classe (Ftigesp) alerta para o prejuízo daqueles que aceitarem o 'acordo mútuo', que, na verdade, é a versão patronal piorada do "vá procurar seus direitos".

Contudo, a Ftigesp alerta à categoria que nenhum trabalhador é obrigado a aceitar esse acordo mútuo. "O gráfico que estiver sendo pressionado na empresa a aceitá-lo deve procurar o sindicato na sua região e denunciar", orienta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. E muita atenção porque depois de assinado, segundo a nova lei, não adianta depois procurar seu sindicato e nem mesmo a Justiça do Trabalho, pois nada poderão ajudar.

A situação exige muita atenção sobretudo do trabalhador que está sendo demitido. Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp, chama atenção inclusive para patrões inescrupulosos no referido processo. "Cuidado em tudo que for assinar nesta hora, pois pode ser um acordo mútuo ao invés da devida rescisão contratual", alerta o sindicalista. E se este golpe vier a ocorrer, o trabalhador ficará sem seguro-desemprego, perderá metade do aviso-prévio indenizado e ainda da multa do FGTS, bem como perde boa parte do recurso do FGTS que ficará preso com o governo federal.

Del Roy reitera que é necessário que o trabalhador estar ciente que este tipo de "acordo mútuo" só beneficia as empresas. Porém, nem mesmo nestas condições precária, o acordo permite a quitação das verbas rescisórias de forma parcelada. "Portanto em qualquer situação que seja apresentada pela empresa, é necessário que o empregado demitido leve o termo de quitação da rescisão para a conferência no Sindicato", diz o experiente sindicalista. E reforça para que não aceitem de forma algum o "acordo mútuo", pois além dos prejuízos com a demissão ainda terá a redução de vários dos seus direitos.

written by FTIGESP

Set 25

written by FTIGESP

Set 25

Cabe ao trabalhador e trabalhadora acordar e ter consciência de quanto foram enganados pelos noticiários de rádio e TV, que diariamente atacam o movimento sindical e enaltecem as reformas trabalhistas e da previdência, que deve ser votada logo após as eleições. Fica aqui o alerta! Sem sindicato quem vai ficar pior é você, trabalhador, e não o empresário, pois são os sindicatos que lutam diariamente para melhorar a vida dos trabalhadores. Hoje, com essa onda de trabalhador não mais querer "bancar" seu sindicato, só lhe restará uma coisa: ficar sem as conquistas nas convenções coletivas que beneficiam a todos e à mercê da exploração do patrão. LEIA MAIS


Por Isaías Karrara, presidente STIG ABC
FONTE: STIG ABC

written by FTIGESP

Set 25

written by FTIGESP

Ir para página início  2 3 4 5 6 7 8 9 10 11  última