Nov 27

Os Trabalhadores Gráficos podem contar com assessoria jurídica oferecida pelo Sindicato. Conferindo algumas rescisões efetivadas sem a supervisão do Departamento Jurídico do Sindicato, respaldadas pela Reforma Trabalhista que tirou essa obrigatoriedade, verificou-se que algumas empresas vêm se aproveitando da nova legislação para causar prejuízos aos Trabalhadores, deixando de pagar direitos. Conforme explica o advogado Dr. José Maria, muitas vezes o Trabalhador desconhece seus direitos. "Muitos assinam o recebimento do valor constante do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho, dando quitação, entretanto, nada recebem. Uma verdadeira fraude", alerta. LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS

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Nov 27

Tramita no Senado Federal uma nova proposta que altera a atual legislação trabalhista para gestantes, implementada em 2017 pelo governo de Michel Temer. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 230/2018 determina às mulheres grávidas o direito de serem afastadas do trabalho e proíbe que se exerçam atividades insalubres em grau máximo. No entanto, apesar de revogar a "reforma" trabalhista, o PLS não garante às lactantes os mesmos direitos. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Nov 26

Sindicalistas com gráficos e jornalistas demitidos pela editora usaram os seus corpos para barrarem a saída de caminhões da Veja na sexta-feira

Na última sexta-feira (23), os caminhões com a Revista Veja tiveram que ficar no pátio da empresa diante do protesto dos sindicatos de classes de profissionais demitidos há meses pela editora Abril e que ainda não receberem seus direitos trabalhistas. Para isso, mesmo com a presença da polícia no local, os manifestantes se deitaram na frente do centro de distribuição e bloquearam a saída dos veículos por horas, atrasando a entrega dos exemplares aos pontos de distribuição e comercialização.

"O ato é uma forma de chamar atenção pública e da editora para ela desistir da manobra jurídica em curso que busca abrigo na recuperação judicial para não pagar as dívidas trabalhistas de 1,5 mil profissionais de várias áreas", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade presente no ato em prol das centenas de gráficos desligados e sem o recebimento dos direitos trabalhistas.

O mais grave é que além de não pagar, a Abril não dá perspectiva de que fará, mesmo diante da sistemática insistência dos setores jurídicos dos sindicatos para que os débitos trabalhistas sejam quitados à parte dos demais credores dessa recuperação judicial da editora. Para piorar, os trâmites iniciais da recuperação judicial tiveram até aval judicial para recomeçarem só no próximo ano, dificultando a vida dos trabalhadores sem emprego e que passam dificuldades por não receberem os direitos.

"Não é justo incluir os direitos dos trabalhadores como se fosse o credor normal da empresa, como bancos e fornecedor. Os gráficos, jornalistas, administrativos e distribuidores laboraram por vários anos e há leis que os protegem que devem ser garantidas", disse Del Roy no ato ao lado da presidente do Sindicato dos Gráficos (STIG) de SP, Elisângela Oliveira, e do presidente do STIG Jundiaí, Leandro Rodrigues. O jurista do STIG-SP, Raphael Maia, que também é do Sindicato dos Jornalistas (SJSP), também estava presente, ao lado do presidente do SJSP, Paulo Zocchi, além de Domingos, presidente do sindicato dos Administrativos.

Desse modo, o movimento sindical antecipa que a pressão política deve aumentar enquanto a Abril não adiantar parte ou a totalidade das dívidas trabalhistas, independente da recuperação judicial. Para avaliar o ato de sábado e fazer o planejamento de novos protestos, o movimento já fará uma reunião no STIG-SP nesta terça-feira (27).

No último sábado, tiveram 60 pessoas no ato, mas a lista de demitidos é bem maior, com 800 só em agosto. Portanto, os sindicatos esperam contar com mais pessoas nos novos protestos. "Os demitidos que não participarem jogam contra si mesmos, reduzindo a pressão crucial para que a justiça seja feita através do pagamento das dívidas", fala Del Roy. Também é vital nesta luta por justiça o apoio dos trabalhadores da Abril que continuam empregados. Afinal, não existe garantia de emprego para ninguém, tampouco que sofram o mesmo que ocorre com os demitidos.

Ademais, a editora penaliza todos com a recuperação judicial, inclusive os que continuam trabalhando. Afinal, embora a Ftigesp e o STIG-SP já tenham garantido o direito convencionado da PLR a todos os gráficos, a editora adiantou R$ 700 para todos à título de PLR, mas descontará tal valor do 13º salário, passando por cima de tudo, pois manobrou e incluiu a PLR numa lista dos créditos trabalhistas da dita recuperação judicial. E já passou a cobrar do filho dos gráficos para ele usar o plano de saúde.

"Portanto, a luta é de todos, sejam demitidos ou da ativa, pois quanto mais companheiros se fizerem presentes nestes movimentos, mais será a possibilidade dos sindicatos buscarem junto à direção da empresa antecipar o mais rápido o pagamento dos direitos pendentes", finaliza Del Roy. #PAGACIVITA!

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Nov 23

Sindicato tem tradição de luta, mas será preciso redobrar a atuação junto dos gráficos nas 300 empresas para enfrentar desafios do novo período

Na última sexta-feira (9), após dois dias de eleição junto aos gráficos nas empresas da região, a classe elegeu o gráfico Joaquim Oliveira pra voltar à presidência do Sindicato (STIG) da categoria em Barueri e Osasco. O sindicalista, que ocupou o mesmo cargo de 2006 a 2014, retorna ao posto em substituição do atual presidente Álvaro Ferreira, que será o secretário do órgão, ao lado de Aulerino Silva (vice-presidente), Cleberson Machado (2º secretário), João Lopes (tesoureiro), Eliane Campos (tes. Adjunta), Lourenço da Silva (diretor social) e mais 13 dirigentes novos e antigos que estarão todos responsáveis para defender a classe. O novo mandato, que terá duração até 2024, só começará no próximo ano a partir de 1º de maio.

Barueri e Osasco é uma das regiões paulistas onde mais cresceu o setor gráfico. Há cerca de 300 empresas e aproximadamente 12 mil gráficos. A região com maior número de trabalhadores da categoria depois da capital do estado. Além disso, tem uma característica diferenciada do segmento gráfico nas demais regiões do estado e do Brasil. Ao invés de concentrar um grande número de micro e pequenas empresas com até 10 gráficos, cerca de 57% das empresas em Barueri, Osasco e entorno são grandes. Há quase uma dezena de gráficas com mais de mil trabalhadores cada.

Esta realidade já é bastante conhecida de Joaquim, Álvaro e toda direção sindical. "O STIG tem toda tradição de luta, mas frente os desafios contra a classe trabalhadora em razão da reforma trabalhista do governo Temer e retrocesso maior com o novo governo eleito, que anuncia mais ataques, o sindicato precisará redobrar sua postura e atuação junto da categoria", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe, órgão do qual o STIG Barueri e filiados. Del Roy aproveitou para parabenizar a nova direção do sindicato eleição e Joaquim pela retomada à presidência.

Joaquim, que inclusive quando foi presidente liderou um grande processo de luta e conquistas para os trabalhadores, revertendo terceirizações nas empresas e reduzindo a jornada de trabalho da maioria da classe através de Acordos Coletivos de Trabalho por gráficas, tem conhecimento e clareza de que não resta outro caminho para o sindicalismo senão a intensificação da ação de base junto com os gráficos nas empresa em prol dos direitos.

"O foco de nossa ação sindical será trabalho de base, presença com os gráficos nas empresas. Apostaremos no trabalho de conscientização e sindicalização dos trabalhadores", adiantou Joaquim. Para Del Roy, um dos incentivadores/fundadores do STIG Barueri, o futuro do sindicalismo dependerá justamente dessa retomada redobrada junto à base da classe. Desse modo, o STIG está no caminho certo para superação dos desafios. Contudo, adianta que será preciso muita unidade e responsabilidade dos antigos e novos sindicalistas e da classe pra enfrentarem o novo período. Del Roy também espera contar com o sindicato para dar sustentação à Ftigesp nas negociações coletivas anuais com o patronal nas campanhas em defesa do emprego, salários, direitos e condições laborais da classe.

Nova direção do STIG

A nova direção do STIG Barueri/Osasco também é composta por Carlos Freitas, Renata Bueno, Marcel Silva, Marcos de Santana, Anderson de Melo, Cláudio da Silva e Valdenor Souza, todos na suplência da direção. E ainda Luiz de Souza, Jorge Nascimento e José da Silva no Conselho Fiscal, tendo como suplentes Bruno da Silva, Jamiro de Almeida e Marcos dos Santos. Todos eleitos durante o pleito da categoria na última semana.

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Nov 22

A fim de evitar ajuizamento de falhas trabalhistas que voltaram a surgir na gráfica Horizonte, como o assédio moral e a compensação ilegal de dias das férias dos funcionários, já registradas no passado pelo Ministério do Trabalho e então reconhecidas pela empresa, a dona da gráfica se reuniu agora com o Sindicato da classe (Sindgraficos) e garantiu que corrigirá as irregularidades. A entidade da categoria também chamou a atenção da proprietária para o atual não recolhimento do FGTS dos trabalhadores. LEIA MAIS 
FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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