Fev 06

O STIG de Santos convoca para esta quarta feira todos os trabalhadores gráficos da região, o que poderia ser uma grande festa, isso porque o dia 7 de fevereiro é comemorado o Dia Nacional dos Gráficos, data conquistada na grande greve realizada no ano de 1923. Mas devido às últimas consequências que o atual governo vem impondo sobre os trabalhadores, a Assembleia será para chamar a atenção dos trabalhadores para a necessidade de conscientização dos problemas que estaremos enfrentando a partir deste ano. Em meu primeiro ano no comando da Presidência do Sindicato, seria muito bom estar podendo dar uma festa para todos os trabalhadores e seus familiares. Mas infelizmente no momento não temos o que comemorar. Temos sim a necessidade de conscientizar os trabalhadores da necessidade da manutenção e existência do Sindicato, que é o único órgão que defende os trabalhadores de fato e de direito diz Sueli Reis, que assumiu a Presidência do Sindicato no início deste ano. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Fev 06

A maioria dos gráficos ainda não sabem, mas, infelizmente, depois que Temer tomou a Presidência do país, até mesmo o Ministério do Trabalho tem deixado de orientar os gráficos e demais profissionais sobre os seus direitos. Tem deixado de fazer até a homologação da rescisão contratual do funcionário com os devidos pagamentos. Essa precarização afeta até na fiscalização de direitos trabalhistas daqueles que estão empregados. O governo briga até na justiça para nomear como ministra do Trabalho a deputada Cristiane Brasil, ora condenada por sonegação dos direitos de alguns ex-funcionários. E o que seria dos gráficos se não houvesse mais o seu Sindigráficos? – entidade formada pela categoria e mantida por ela através da própria sindicalização para se autodefender. Sem isso, o que seria do gráfico? Certamente estaria mais vulnerável frente o isolamento e por não ter a quem recorrer. Por sinal, embora 130 gráficos da Alpha Clicheria (Valinhos) ainda não se sindicalizarem, talvez por não saberem dos riscos que correm a partir da lei da reforma trabalhista, já começam a procurar o sindicato para reclamar de problemas na empresa. Filie-se!. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Fev 06

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Fev 05

Ftigesp parabeniza o STIG Santos pelo lançamento da campanha de conscientização com gráficos da sua região para se protegerem juntos contra os efeitos, neste ano, da aplicação da lei da reforma trabalhista

A sobrevivência dos 90 mil gráficos paulistas e de suas famílias, se não combaterem nas empresas a aplicação da lei da reforma trabalhista dos congressistas aliados de Temer, válida desde o fim do último ano, estará ameaçada diante da significativa retirada de direitos e redução salarial. Sozinho, infelizmente, o gráfico pouco poderá fazer contra essa situação em 2018. E não poderá diante do poder econômico do dono do trabalho, o patrão, e também diante do grande desemprego no Brasil. E o gráfico não poderá combater tal ataque patronal, legitimado na lei, porque essa reforma ainda enfraqueceu a estrutura sindical, com o apoio da mídia, mesmo sendo o sindicato (STIG) a única entidade formada por gráficos, com suporte jurídico e de outros, para defender a classe trabalhadora. E porque a nova lei também restringiu a Justiça do Trabalho e o Ministério do Trabalho, órgãos de apoio institucional à proteção dos empregados.

Frente as mudanças contra o gráfico que estão ocorrendo rapidamente, o STIG Santos, responsável pela classe na região da Baixada Santista, declarou guerra a aplicação à lei da reforma trabalhista. Mas sabe que para poder sair vitorioso do combate, os gráficos precisam entender que só a sindicalização pode salvar seus direitos e salário diante da nova lei, Assim, embora haja hoje um grande desinteresse por parte da categoria, o ativo STIG, ciente do seu papel, está lançando uma Campanha de Conscientização dos Trabalhadores para sobrevivência deles mesmos, que passa pela existência do sindicato para manter a luta em defesa da garantia dos direitos já conquistados e ainda avançar em outras frentes.

"Chegou a hora da dor. O gráfico que não se associou pelo amor terá que se filiar pela dor para assim manter o único órgão que o representa de verdade, ou terá que conviver com as exigências dos empresários", fala Jorge Caetano, secretário geral do STIG Santos. O dirigente explica que a dor deriva da nova lei trabalhista, pois ela não só retirou direitos e permitirá a redução de mais, mas desmontou o movimento sindical, com a flexibilização da contribuição anual de todo trabalhador, além de ações para limitar a atuação da Justiça e Ministério do Trabalho, já em curso.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) parabeniza a ação do STIG Santos, deseja êxito, e orienta os demais STIGs a seguira tal campanha. "Não há outro caminho. Com a aplicação da nova lei trabalhista, ou cada gráfico entende que apenas com o STIG, fortalecido pela sindicalização dos trabalhadores, será possível garantir sua sobrevivência, ou verá o seu sindicato desaparecer em um futuro próximo, e com ele, talvez até antes disso, os seus próprios direitos trabalhistas e salários sumirem, sem que o STIG possa fazer muita coisa diante da fragilidade posta pela nova lei e falta de unidade da classe", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. O dirigente alerta que, no último ano, apesar da dificuldade, mas como a nova lei só foi implantada depois da data-base da classe, o movimento sindical, na campanha salarial unificada da maioria dos STIGs do estado, ainda conseguiu garantira os direitos convencionados.

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Fev 02

Ftigesp participou do processo eleitoral desses três sindicatos (STIGs), dando legitimidade na apuração dos votos e na validação dos mandatos

Nas últimas semanas, três dos 19 STIGs dentro do estado deram início aos novos mandatos de suas direções depois de passarem pelo recente processo eleitoral, aonde a classe pode escolher os seus dirigentes que conduzirão às entidades nos próximos quatro anos - período de grandes desafios frente os efeitos da aplicação da reforma trabalhista, que deve ser combatida pelos sindicalistas e todos trabalhadores de cada região. Os mandatos foram renovados no STIG Franca (10 de janeiro/18 a 9 de janeiro/22), STIG Araçatuba (23 de dezembro/17 a 22 de dezembro/21) e ainda no STIG Campinas (30 de dezembro/17 a 29 de dezembro/21).

As eleições foram realizadas em dezembro (STIGs Araçatuba e Franca) e em novembro (STIG Campinas). Após cada processo, que contou com o suporte da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), em especial do presidente Leonardo Del Roy, confirmando cada vitória das respectivas chapas 1, que elegeram, respectivamente, para o comando dos STIGs, José Aparecido, André Machado e José Benedito Vieira (Mococa). "Nós parabenizamos esses presidentes e os seus dirigentes eleitos e ficamos felizes em contribuir para legitimação jurídica do processo", diz Del Roy.

Na região de Araçatuba, a eleição e apuração foi realizada no último dia 4 de dezembro. Houve três votos em branco e um nulo. A urna móvel passou em todas empresas com trabalhadores aptos para o processo, iniciando na gráfica Rodrigues, em Penápolis, finalizando na Nova Pack, em Biriqui. Além de José Aparecido (pres.), a direção do sindicato está composta por Wagner Lima (tesoureiro) e secretário (José Manfrinatti), além dos suplentes, Antenor Justino, Maria de Fátima e Genivaldo Pinto.
E o conselho fiscal titular tem Jaime Santos, Cristiane Pinto e Fernando, composto ainda pelos suplentes Farley Lima, Ellen Dias e Valter Rocha.

Em Franca, a eleição e a apuração se deu no último dia 7 de dezembro. Houve só um voto em branco. A urna itinerante circulou por toda região. Iniciou pela gráfica Cristal Impressos e terminou na Vaccari Embalagem, ambas na cidade de Franca. André Machado presidirá o STIG, junto aos seus tesoureiros geral (Edvaldo Taveira) e adjunto (Oscar Campos) e de seus secretários geral (Sandra Ribeiro) e adjunto (José Rubens) e ainda do diretor social Dani Porfírio. Eles contam ainda com a direção suplente formada por André Silva, José Anselmo, Valnei Antunes, Sílvio Lemes, José Benedito, José Leopoldo e Paulo Boldrin. E no conselho fiscal tem Carlos Orlando, Romualdo Menezes e Ivo Pereira, além dos respectivos suplentes, os gráficos Dorgival Dias, Reginaldo Menezes e Ivan Carlos.

Na região de Campinas, a eleição aconteceu um pouco antes, no último dia 22 de novembro - mês da data-base da classe. Só houve dois votos em branco. Mococa continua como presidente do STIG. A direção eleita ainda é composta por Rodney Guinaldeli (sec. geral), Eliomar Messias (sec. adjunto), Antônio Boscolo (tesoureiro geral) e Jucilande dos Santos (tesoureiro adjunto). A suplência desta direção é formada por Gabriel Barboza, José Cláudio Gomes, Grisante Guilhermino e William Ferreira. Já no conselho fiscal titular, estão Cláudio Correa, João Guizzo e Maria Regina, acompanhados de Dionísio Natal e Celso Moreira, na suplência.

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