Set 26

À medida que se aproxima 11 de novembro, dia da reforma trabalhista entrar em vigor, o movimento sindical amplia sua luta contra a aplicação dessa nova lei que destruirá a CLT para retirar direitos hoje existentes, inclusive deixando sem efeito até as Convenções Coletivas de Trabalho. Os gráficos, por exemplo, podem perder PLR, pagamento da hora-extra em dinheiro, cesta básica e muito mais – direitos contidos na convenção. Assim, mesmo apesar da insegurança para as empresas que adotarem tal lei frente as notórias violações constitucionais e mais jurisprudências protetivas ao direito que devem surgir após judicializações por juristas e sindicalistas, o Sindicato da classe (Sindigráficos) em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região decidiu fortalecer ainda mais a categoria, ficando muito perto das empresas através da instalação de estrutura móvel chamada de Tenda da Resistência. No local serão tiradas dúvidas sobre os efeitos da reforma e coletadas assinaturas de gráficos interessados em revogá-la através de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip). Além disso, a Tenda será um espaço para tirar dúvidas diversas e de sindicalização. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Set 26

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA INDÚSTRIA GRÁFICA, DA COMUNICAÇÃO GRÁFICA E DOS SERVIÇOS GRÁFICOS DE SANTOS, SÃO VICENTE E REGIÃO - Neste ato representado pelo Sr. JORGE CAETANO FERMINO, inscrito no CPF sob o nº 018.357.758-29, com endereço para correspondências na Rua Bittencourt, 153 – Vila Nova, Santos-SP, CEP: 11013-300, CONVOCA todos os seus trabalhadores sindicalizados, quites e em pleno gozo de seus direitos sindicais, integrantes da Base Territorial nos Municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente, em obediência ao Estatuto Social desta Entidade, conforme disposto no Capítulo VI, do Regulamento Eleitoral SEÇÃO I LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Set 26

Nesta sexta-feira, 22, seguimos realizando melhorias na sede do Sindicato, casa dos Trabalhadores Gráficos. Sede estará com pintura nova para a Festa Das Crianças, dia 28 de Outubro.

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Set 25

Foram necessários cinco meses para a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo responder o pedido de esclarecimentos e critica da Federação Paulista dos Trabalhadores Gráficos (Ftigesp), através da carta-repúdio enviada pela Confederação Nacional da classe Conatig), referente a verificada truculência policial contra sindicalistas da Baixada Santista, na região do Porto, durante a greve geral em abril - período quando o Brasil parou literalmente contra a reforma trabalhista. Contudo, apesar do demorado mas cordial retorno ao pleito do órgão dos gráficos, o conteúdo exposto só pode ser legitimidade pela classe e o movimento sindical quando os abusos praticados pelos policiais forem combatidos publicamente, assim como a carta sugere ter agido para combater em Santos o que chamou de excessos dos sindicalistas a fim de garantir a ordem e a segurança pública - dos manifestantes e do público em geral.

"Esta carta teria legitimidade se a autocitada função social da PM, dita na carta como para servir à sociedade, funcionasse publicamente e de forma sistemática para coibir a violência e toda forma de criminalidade praticada contra sociedade no cotidiano", diz Jorge Caetano, presidente do Sindicato dos Gráficos da Baixada Santista (STIG), que participou ativamente da greve geral no local da verificada truculência em questão, com inclusive várias imagens gravadas e fotografias da violência policial.

Leonardo Del Roy, presidente da Conatig e da Ftigesp, autor da carta de repúdio enviada à secretaria paulista, não esteve neste local da greve, mas, infelizmente, concorda com Caetano que é sistemático este tipo de comportamento truculento da polícia contra os movimentos paredistas ao longo da história. O experiente sindicalista inclusive reconhece que a PM pode combater os excessos de qualquer movimento, desde que seja dentro da legalidade, com o respeito de fato ao cidadão, este, que aliás deve ser protegido, inclusive quando faz greve em prol dos direitos da classe trabalhadora, até mesmo dos policiais e de todo conjunto social. Assim, ele diz que PM deve iniciar pelo combate dos excessos policiais.

"A carta-resposta do cel. da PM, Francisco Leopoldo, chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Segurança Pública, é um postura adequada e é um dos meios que a polícia deve agir como demonstração de respeito efetivo à sociedade - padrão que precisa se repetir sempre no dia a dia pelas ruas ao abordar o cidadão, inclusive os sindicalistas quando fazem greve, um direito constitucional", agradece Del Roy. O dirigente reafirma que a Conatig e a Ftigesp se manterão vigilantes no que está ocorrendo na sociedade em busca da promoção da justiça e paz social verdadeira.

Caetano até reconhece o gesto do coronel da PM ao responder a carta de repúdio da Conatig/Ftigesp, mas julga que o conteúdo não trás nada de novo, a não ser a extensão das quatro páginas. Para o dirigente, em síntese, a carta-resposta reforça tão somente que as coisas continuarão como está, ou seja, a criminalização do movimento sindical por defender os direitos e salários da classe trabalhadora contra a opressão patronal, bem como continuará a truculência policial que autojulga sigilosamente os seus abusos ao sabor de seu juízo de valor - violência esta praticada contra os sindicalistas na greve geral em Santos que desencadeou a pancadaria e o fim da manifestação então pacífica no porto da cidade.

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Set 22

A empresa Informes Formulários, em Taboão da Serra, encerrou suas atividades no último mês, deixando os 35 gráficos do local abandonados literalmente. Os trabalhadores foram desligados do serviço sem rescisão contratual, tampouco a devida homologação no Sindicato da categoria (STIG Barueri/Osasco). Até o momento, nenhum pagamento das verbas rescisórias foi realizado. Além disso, como não houve demissão oficial, conforme determina a lei, nenhum dos então empregados poderão sacar o dinheiro já depositado na conta do FGTS deles, acumulado durante os anos laborados. E também não podem requerer o Seguro-Desemprego. A fim de reverter esta injustiça, o STIG já recorreu à Justiça do Trabalho.

"Entramos com dos tipos de processos em socorro dos gráficos que se dedicaram ao desenvolvimento da Informes Formulários, sendo agora abandonados pela empresa", diz Álvaro Ferreira, presidente do STIG. Uma ação emergencial coletiva para buscar uma autorização judicial do saque do FGTS e a solicitação do Seguro-Desemprego, mesmo sem a demissão oficial pela gráfica e a homologação da rescisão contratual. A resposta desta ação cautelar pode sair a qualquer momento. O STIG deu entrada desde o mês passado, logo quando descobriu o problema. Os trabalhadores não podem continuar prejudicados devido seu patrão.

Em outra frente, o setor Jurídico do Sindicato está entrando com ações individuais na Vara do Trabalho de Taboão da Serra em defesa de cada gráfica interessado em garantir o recebimento das verbas rescisórias. "Não é justo que, após tantos anos de dedicação à empresa, saiam sem nada, com uma mão na frente e outra atrás", comenta Ferreira. O STIG até entende que a Informes Formulários enfrenta grandes dificuldades financeiras, conforme alegou o proprietário, ressaltando não ter dinheiro nem para pagar mais o aluguel do imóvel onde fica a gráfica. Mas, ainda assim, a entidade de classe entende que é injusto repassar os prejuízos para os trabalhadores, aliás, isso é irregular e vai de contra a legislação.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), órgão que o STIG é filiado, parabeniza o Sindicato pela acertada decisão de socorrer os gráficos - função social esta que condiz com o papel do sindicalismo de verdade. "É, infelizmente, só neste momento de desespero e abandono patronal que muitos trabalhadores lembram da entidade de classe, que, por sinal, não se esquiva de apoiá-los, mesmo quando muitos só fazem criticar os sindicatos e não se associam", diz Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Ele espera que com mais esta demonstração, todos gráficos descubram em tempo que os discursos da mídia e dos patrões contra os sindicalistas - narrativa esta bastante reproduzida pelos empregados só tem um único objetivo: fragilizar os órgãos de classe e os trabalhadores.

written by FTIGESP

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