Abr 02

Nesta segunda-feira, 1/4, após anúncio de falência da RR Donnelley Editora e Gráfica Ltda, o Sindigráficos reuniu os trabalhadores em Assembleia para informar e aprovar a pauta que definiu com a empresa em reunião, que aconteceu durante esta manhã. LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Abr 02

No domingo (31), 103 trabalhadoras das indústrias gráficas de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região decidiram que passar o dia no Sindigráficos. O órgão promoveu o tradicional Bingo da Mulher Gráfica, organizado pelo Comitê Feminino da categoria. O evento é exclusivo para as profissionais sindicalizadas. Além de contar com o sorteio de vários prêmios, inclusive convites para passar um final de semana gratuito no Recanto dos Gráficos na praia da cidade de Itanhaém, houve palestras sobre a reforma da Previdência e seus prejuízos sobre a mulher gráfica com a advogada previdenciária Ana Paula Silva de Oliveira e a presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas da região, Fé Juncal. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 02

STIG Guarulhos agradece gráficos pelos participação na festividade da categoria Agrademos a presença dos Trabalhadores e suas famílias. A participação de vocês abrilhantou a Celebração do Dia Internacional dos Gráficos. Vamos em frente, fortalecendo nossa categoria. Fica o convite a todos para as próximas ações do Sindicato. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

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Abr 01

Aonde a MP do governo, não aprovada ainda pelo Parlamento, local onde se faz leis, é maior que a Constituição Federal e a nova lei trabalhista? Alguma gráfica acha que estará segura com tal entendimento? Vejamos!

A Constituição Federal, no artigo 8º, deixa claro a obrigação da empresa de recolher em folha de pagamento dos gráficos as suas contribuições em favor do sindicato da categoria. Apenas uma mudança na legislação através de meios legais, como uma Proposta de Emenda Constitucional, pode alterar a lei. Ainda assim, há leis mais novas, como a da reforma trabalhista, onde eleva a validade legal da negociação entre os sindicatos patrões e laborais sobre a lei trabalhista (CLT). Logo, estarão irregulares todas as gráficas que seguirem uma recente Medida Provisória (873 MP) de Bolsonaro, que sequer mostrou urgência e relevância e ainda precisa passar pelo aval parlamentar. Portanto, as gráficas continuam obrigadas a fazer desconto em folha e repassar ao sindicato porque também consta na Convenção Coletiva de Trabalho da classe, válida até agosto de 2020.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) alerta para a insegurança jurídica das gráficas que optarem pela negação do artigo 8 da CF e da lei da reforma trabalhista no tocante ao negociado pela convenção da classe que sobrepõe as regras contidas na CLT, quanto mais em se tratando de somente uma nova MP que visa mudar a CLT referente ao desconto em folha, e que apresenta problemas de inconstitucionalidade e ilegalidade. O presidente da entidade, Leonardo Del Roy, orienta os 19 Sindicatos filiados (STIGs) a denunciarem o caso no Ministério Público do Trabalho (MPT). Os sindicatos devem primeiro conversar com as empresas, mas se insistirem nesta afronta com base na MP, o caminho deve ser o MPT. Ainda podem acionar a Justiça do Trabalho através de pedido de liminar.

A Ftigesp tentou inclusive, e ainda tenta convencer, o sindicato patronal (Sindigraf) a não insistir nesta insegurança jurídica que estará levando as suas empresas filiadas. A Federação protestou de forma contundente sobre os procedimentos adotados pelo patronal em desrespeitar direitos das Convenções Coletivas de Trabalho dos gráficos, que, por sua vez, é um ato jurídico perfeito. Protesta ainda pelo desrespeito das empresas às autorizações prévias e expressas dos seus empregados referente as suas autorizaram do desconto das mensalidades associativas.

"Aonde uma medida provisória do governo, ainda não aprovada pelo Parlamente, que é o local onde se faz lei, é maior que a Constituição e a nova lei trabalhista? Alguma empresa acha que estará segura com esse entendimento? E ainda estará segura ao tirar o direito da liberdade sindical dos trabalhadores, garantida na Constituição com literal descrição em relação ao desconto das mensalidades dos sócios ao STIG na folha de pagamento? Acho que não vale à pena se ariscar sem que tenha custo algum em fazê-lo!", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Portanto, a gráfica que optar pelo caminho da insegurança jurídica através do descumprimento da convenção da categoria no tocante a este assunto e contra a Constituição Federal e a nova lei trabalhista, o sindicato deve acioná-la junto ao MPT. Esse é o posicionamento da Ftigesp. Não quer cumprir lei, deve ser denunciada, onde o Ministério Público pode descobrir alguma nova irregularidade trabalhista existente no interior das empresas.

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Mar 29

Apesar de anos dedicados à defesa dos direitos dos trabalhadores, tenho me surpreendido com tantos ataques que vejo na reforma da Previdência, diz Jorge Caetano, do STIG Santos, após palestra do jurista Sérgio Pardal

Nesta sexta-feira (29), em Cubatão, na Sociedade de Melhoramentos da Ilha de Caraguatá, o jurista e professor em Direito Previdência Sérgio Pardal, que é advogado do Sindicato dos Gráficos de Santos (STIG), fará outra palestra sobre os prejuízos da reforma previdenciária de Bolsonaro. Nela, ele apresenta as cinco razões para rejeitar tal reforma. O encontro, que começa às 18h30, é voltado para os gráficos e demais classes profissionais, bem como à população em geral. Esta será a sétima palestra de Pardal em diferentes locais da Baixada Santista em menos de duas semanas. A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) parabeniza o STIG Santos, Pardal e as demais entidades pela iniciativa, que é vital para a sociedade tomar conhecimento dos prejuízos e reagir em tempo.

"Todos os STIGs paulistas devem seguir o exemplo do STIG Santos e do professor Pardal" ressalta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. As entidades e os juristas devem encabeçar esta luta para dar visibilidade pública sobre o único fim nefasto desta reforma previdenciária: restringir à aposentadoria do trabalhador ao máximo, bem como reduzir o valor do benefício dos poucos que conseguirem; e ainda destruir de forma ilegal alguns direitos trabalhistas, como o PIS dos gráficos que recebem e o FGTS dos trabalhadores já aposentados mas que continuam na ativa.

Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos, aproveita para convidar todos os gráficos de Cubatão e cidades do entorno para participarem da palestra de Pardal na Sociedade de Melhoramentos da Ilha de Caraguatá. "Apesar da grande participação da população nas atividades anteriores, com destaque às mulheres, como no encontro do dia 18 na Associação de Base dos Trabalhadores do Estado de São Paulo, que fica próximo do STIG Santos, o número de gráficos foi baixo, mesmo a categoria sendo bem prejudicada com a reforma pelo fim da aposentadoria especial e etc".

Jorge fala que tem saído das palestras de Pardal cada vez mais convicto de que esta reforma de Bolsonaro é bem pior do que imagina. E olhe que o sindicalista atua há bastante anos em defesa dos direitos dos gráficos. Portanto, o trabalhador, este que muitas vezes desconhece seus próprios direitos, deveriam se preocupar com tudo isso. "Participem e descobrirão o "saco de maldades" contra você, como diz Pardal; e depois engrossem a luta do movimento sindical e social contra a aprovação desta reforma", convida Sueli Reis, presidente do STIG Santos. Ela inclusive tem feita a divulgação das palestras nas empresas, mas também nas comunidades.

Palestras
Além da palestra de Pardal hoje na Sociedade de Melhoramentos da Ilha de Caraguatá, em Cubatão, e da primeira realizada na Associação de Base dos Trabalhadores do Estado de São Paulo, em Santos, houve outros encontros com o jurista e professor na sede do Conselho Sindical da Baixada Santista (dia 20), no Instituo Federal em Cubatão (dia 21), na Comunidade Cristo Redenção (dia 23), na Delegação Regional de Saúde em Santos (dia 26) e no Sindicato dos Jornalistas em Santos (dia 28).

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