Fev 08

Há anos, o direto é garantido para todos da categoria na Baixada Santista

Nesta semana, além de receber o primeiro salário de 2019, assim como aconteceu com os gráficos de todo o estado de São Paulo, toda a classe na Baixada Santista ainda recebeu adicional de insalubridade. Na região, após anos de luta sindical no passado, todos os gráficos das cidades de Santos, Guarujá, Cubatão, S Vicente, Bertioga, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe tem direito a este bônus financeiro no valor de 20% do salário mínimo nacional em função de prejuízos pelo serviço insalubre.

"Como o salário mínimo aumentou desde 1º de janeiro, embora o reajuste de Bolsonaro ficou abaixo até mesmo do já pequeno acréscimo anunciado pelo governo anterior, os nossos gráficos terão o igual direito ao reajuste do adicional de insalubridade. O aumento deve ser automático e imediato, pois está atrelado ao mínimo nacional", conta Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos

Dessa forma, o adicional de insalubridade subiu para R$ 199,60. "Confira se este valor consta na sua folha de pagamento. Se não, nos procure aqui no sindicato", fala Sueli Reis, presidente da entidade dos gráficos do local.

O STIG aproveita também para criticar o baixo reajuste do salário mínimo que impactou, para baixo, no aumento do referido benefício financeiro. "O valor poderia ser maior caso o atual governo tivesse mantido a política de valorização do salário mínimo criado nos governos do PT. Se fosse dado continuidade, estaríamos com um adicional de insalubridade maior", diz.

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Fev 07

Novamente chegou mais um 07 de Fevereiro, Dia do Gráfico. Um dia simbólico que devemos refletir sobre nossas atitudes. Esse "dia do gráfico" nasceu depois de 1923, depois de uma greve histórica. Foram muitos trabalhadores e trabalhadoras que lutaram para que seus direitos fossem respeitados. Nos últimos anos direitos trabalhistas foram atacados, o Brasil retrocedeu em relação aos direitos dos trabalhadores. A história mostra que sempre haverá lutas para defender nossos direitos. Hoje nossa comemoração é por ter conseguido manter nossa Convenção Coletiva de Trabalho, ameaçada com a "nova lei trabalhista", que de novo não tem nada. Quem faz sindicato forte é o trabalhador! Sindicato aparelhado é trabalhador forte, sua participação é fundamental para que no futuro nossas conquistas permaneçam. LEIA MAIS 


FONTE: STIG TAUBATÉ

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Fev 07

Nesta quinta-feira (7) é considerado o Dia Nacional do Gráfico no Brasil. É feriado para a classe em vários estados do país. A data remonta ao ano de 1923, quando a categoria realizou em São Paulo uma greve de quase dois meses em resposta ao não reconhecimento dos patrões ao sindicato da classe (UGT), contra a jornada diária de trabalho superior a 8 horas e diante da não garantia de direitos iguais aos trabalhadores nas empresas. A categoria venceu. O problema é que agora, na véspera do 7 de fevereiro de 2019, 97 anos depois, o Brasil quer criar uma lei (PEC 300) para voltar a ter jornada diária de 10 horas. Não é à toa que a Log&Print já mudou de forma radical a jornada no local, pressionando por mais horas de trabalho e trocando a folga dos gráficos sem votação secreta do trabalhador e etc. Além do risco da PEC, o governo já criou a lei da reforma trabalhista para isolar o sindicato do trabalhador de várias maneiras, que pode extingui-lo. Sem Ministério do Trabalho e sem sindicato, quem defenderá os gráficos? LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Fev 06

Legado do 7 de Fevereiro depende do combate à desinformação da classe

Embora esteja bem claro para a maioria dos sindicatos dos trabalhadores o retrocesso sobre os direitos trabalhistas com a volta da classe patronal no governo do Brasil, ainda não é perceptível para grande parte da classe trabalhadora. Eis a razão do atual contexto do retrocesso em direitos. O empregado, estimulado por campanhas de desinformação (Fake News), tem se voltado até contra si mesmo ao apoiar governos, incentivados por setores patronais, que extinguem o Ministério do Trabalho, acabam com direitos trabalhistas, limitam benefícios previdenciários e reduzem o poder dos sindicatos em defendê-lo. Apesar disso, o movimento sindical não vai abandonar a luta dos trabalhadores. Para isso, é urgente ganhar a mente e o coração deles outra vez, pois precisam diferenciar aliado dos algozes.

A luta pelos direitos só ocorre no coletivo. Sozinho e isolado ninguém é capaz. Foram juntos que os gráficos paulistas, em 7 de fevereiro de 1923, reagiram à imposição patronal e governamental do emprego sem direitos e longas jornadas. A categoria, liderada pela União dos Trabalhadores Gráficos (UTG), órgão não reconhecido legalmente por patrão e governo, realizou uma grande greve de quase dois meses. Com isso, os gráficos tornaram-se a primeira categoria profissional brasileira a ter reconhecido o seu sindicato e conquistaram direitos coletivos nas empresas do ramo.

Hoje, quase 100 anos depois, o governo atual volta a defender emprego sem direitos e, curioso, muitos gráficos o apoio, enquanto criticam o seu sindicato. É preciso diferenciar quem são os reais inimigos dos amigos, ou os retrocessos crescerão ainda mais contra a classe trabalhadora. Não foram os sindicatos que defenderam e aprovaram a nova lei trabalhista, a qual retirou mais de 100 direitos históricos, mas os políticos empresários e apoiados por setores patronais; Não foram os sindicatos que acabaram com o Ministério do Trabalho, mas o atual governo patrocinado por patrões.

"Toda classe trabalhadora preciso ter a consciência da realidade. Precisa deixar de acreditar em Fake News e reagir contra os ataques aos direitos", orienta Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp). O movimento sindical, por sua vez, a exemplo dos 19 sindicatos dos gráficos (STIGs) no estado de São Paulo devem iniciar ou intensificar o diálogo direto com o trabalhador. É preciso conscientizá-lo de que seus direitos correm risco enquanto se afastar do sindicato e apoiar os algozes.

Del Roy recorda que o legado do 7 de Fevereiro para os gráficos retrata a luta pelo direito da representação da categoria e mais conquistas. Essa luta se tornou uma tradição do movimento sindical da classe. E não será diferente agora, apesar de tanta limitação imposta às entidades sindicais com a lei da reforma trabalhista. Portanto, a Ftigesp avalia que os STIGs, além de continuar defendendo os direitos da classe, precisam combater campanhas de desinformação contra o movimento sindical, que continua levando ao afastamento do trabalhador de sua representação de classe. Os diretos conquistados no 7 de Fevereiro dependem disso. A luta precisa continuar.

Apesar das adversidades contemporânea, inclusive até afastamento de grande parte dos trabalhadores a seus sindicatos, a Ftigesp continuará mantendo a resistência para que o legado do 7 de Fevereiro siga firme. "Temos a consciência e o compromisso da luta sempre para defender os gráficos e seus direitos, tanto que mantemos e ampliamos a convenção coletiva até hoje. Se necessário para defende-la, comeremos terra", diz Del Roy, repetindo o lema utilizado pelos gráficos na greve de 1923.

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Fev 05

"Live será nesta quinta-feira (7) às 19h, na homepage do STIG Guarrulhos", antecipa Francis Wirton, presidente da entidade. LEIA MAIS

FONTE: STIG GUARULHOS  

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