Dez 06

Apesar de novembro, mês marcado pela campanha anual de prevenção contra o câncer de próstata, já ter terminado, o cuidado com a saúde do homem continua em qualquer época do ano. Neste sentido, o Sindicato dos Gráficos da Baixada Santista (STIG), entidade filiada à Federação paulista da categoria (Ftigesp), realizou a 2ª Campanha Novembro Azul. A maioria dos gráficos da região foram visitados nas suas empresas por Jorge Caetano, que é o presidente do Sindicato, conscientizando-os e levando as informações sobre os riscos que os homens estão sujeitos.

"Os gráficos precisam quebrar o tabu do preconceito sobre a realização do exame de toque. Temos que cuidar mais de nossa saúde e seguir o exemplo das mulheres, que, embora com a vida mais atribulada que a nossa, procuram regularmente os médicos para os exames preventivos, com a realização de vários bem mais constrangedores", fala Caetano. Ele orienta os trabalhadores para procurarem o médico especialista em qualquer mês do ano. O importante continua sendo a prevenção do mal.

A novidade este ano durante a Campanha Novembro Azul do STIG foi ampliar a conscientização de homens para além da categoria gráfica. O sindicato levou as informações também para a comunidade - localidade onde vive a classe operária e o movimento sindical precisa resgatar sua atuação nas áreas onde residem os trabalhadores. Desse modo, o STIG conversou na última semana com moradores do bairro Jardim Dolores, na periferia da cidade de São Vicente, na Associação Família de Deus.

Na ocasião, Caetano aproveitou a oportunidade e a proximidade dos moradores de São Vicente, que é um dos municípios de abrangência de atuação do STIG, para falar de outro assunto que merece total atenção da população da região. O sindicalista abordou sobre a nova lei federal (13467/2017), que validou a reforma trabalhista, mudando mais de 100 artigos da CLT em prejuízo da classe trabalhadora, sendo necessário que todos estejam informados de modo a resistir a injusta implantação.

Outra terrível reforma proposta pelo atual governo, a da Previdência, foi também exposta rapidamente pelo sindicato na periferia de São Vicente. "Enquanto Temer e seus congressistas aliados insistirem em votar uma reforma previdenciária, que em nosso entendimento é prejudicial aos empregados, como esta sendo a reforma trabalhista, precisamos reagir", concluiu Caetano, bastante satisfeito com toda a programação realizada na 2ª Campanha Novembro Azul do Sindicato dos Gráficos de Santos.

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Dez 05

Não aceitaremos que retirem nossos direitos! Estaremos firmes em mais uma rodada de negociação com o sindicato patronal  nesta terça-feira (5), às 14h. De acordo com João Ferreira, presidente do Sindicato do Gráficos (STIG) de Sorocaba, ainda não há nenhuma proposta concreta por parte do patronal. "Querem retirar direitos nossos em troca de correção de INPC, ou seja, reposição salarial de 1,8%", explicou o sindicalista. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA 


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Dez 05

A diretoria do STIG Guarulhos esteve reunida no último sábado para atualizar o panorama sobre a Campanha Salarial e tratar sobre a previsão orçamentária para 2018. A campanha segue travada porque além de oferecer um reajuste humilhante, patrões querem retirar direitos previstos na Convenção.

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Dez 05

O último mês do ano já começou. E veio com uma boa notícia para os gráficos da Fcinco, empresa situada no Shopping Maxi em Jundiaí. Cada um dos funcionários, depois da intervenção direta do Sindicato da categoria (STIG), passou a receber o direito da cesta básica mensal contida na Convenção Coletiva de Trabalho da classe (CCT). O benefício estava sendo sonegado desde o ano passado, mas isso agora mudou depois que o trabalhador resolveu denunciar a situação irregular ao sindicato. A CCT tem 87 direitos para todo trabalhador de gráficas de qualquer tamanho ou lugar no estado, a exemplo das cidades de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Dez 04

Entidade sindical dos gráficos e demais categorias da Baixada Santista decidem manter as mobilizações programadas para terça-feira no Brasil


Embora a cúpula das centrais sindicais suspenderam as paralisações da classe trabalhadora nesta terça-feira (5) contra a votação da reforma da Previdência, já que o governo federal recuou da intenção de a Câmara dos Deputados apreciá-la nesta quarta-feira (6), sindicatos e federações de classes distintas pelo país decidiram manter as suas programações. Um exemplo é o movimento sindical da Baixada Santista, composta por diversas categorias, a exemplo da entidade dos gráficos (STIG), filiada à Federação dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Ftigesp). O movimento assim decidiu em reunião na sexta-feira.

"Entendemos que o recuo deste governo durará somente enquanto ele não tiver os votos suficientes para aprovar a reforma trabalhista. Assim, o nosso foco continuará sendo a pressão sobre os deputados federais conta o absurdo ataque ao direito do trabalhador de se aposentar", fala Jorge Caetano, presidente do STIG Santos e vice-presidente da Ftigesp.

Desse modo, já nesta segunda-feira, o movimento sindical da Baixada promoverá uma reunião no Sindicato dos Rodoviários da região. Todos os deputados estaduais e federais de lá foram convidados para ouvirem a posição dos sindicalistas contrários a tal reforma, bem como para que os políticos possam se expor. O encontro também servirá para acertar os últimos detalhes dos protestos públicos que ocorrerão no dia seguinte.

Não haverá paralisações amanhã. O foco das mobilizações na região será sobre os deputados federais. A data ainda não foi definida, mas a ação será concentrada na frente das casas desses políticos. "Uma bateria de escola de samba nos dará o apoio na atividade a fim de chamar mais atenção da sociedade", conta Jorge. A manifestação está programada para ser realizada na casa do deputado Beto Mansur e Marcelo Squassoni. Já no caso de João Paulo Papa, apesar dele ser do PSDB - partido este que ajudou no golpe e na aprovação da reforma trabalhista e outras mazelas atuais -, o deputado anunciou que não votará favorável a nova lei da reforma previdenciária.

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