Fev 20

Por volta das 5h da última sexta-feira (16), diretores do STIG Guarulhos estiveram na gráfica Innovapack, em Itaquaquecetuba. "Como lobo em pele de cordeiro, os patrões se fazem de amigo dos trabalhadores, mas na prática oferecem um aumento salarial miserável de 1.8%, além de retirar direitos, como hora extra e Participação nos Lucros", denunciam os sindicalistas. LEIA MAIS

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Fev 19

Após a plena adesão dos 250 gráficos da Máxima Cadernos, situada em Itapetininga, junto ao Sindicato da classe (STIG Sorocaba), filiando-se à entidade, tem sido sanada irregularidades, algumas que duravam anos. A demonstração de unidade e organização deles, que elegeram até uma trabalhadora do local na condição de dirigente sindical, Marília Graciela, deram condições necessárias para o STIG, presidido por João Ferreira, ter força suficiente para exigir da empresa a correção de irregularidades, a exemplo da regularização do pagamento das férias na conta bancária do empregado, bem como a quitação do salário mensal até o dia 5, e o pagamento das horas-extras no trabalho realizado aos domingos. Além disso, houve avanços sobre a regularização do FGTS de todos, direito este que não vinha sendo depositado na conta do funcionário há anos.

"Com 100% dos 250 gráficos da empresa sindicalizados e fechados com o STIG em defesa do cumprimento de seus direitos, foram necessárias duas reuniões na unidade do Ministério do Trabalho em Itapetininga", diz Ezequias Silva, diretor sindical que participou das tratativas em ambos os encontros. A primeira foi realizada no mês de novembro e a segunda na última semana. Ele lembra que na 1ª foi colocado o problema do não pagamento das férias na conta dos gráficos. Daí por diante, não houve mais denúncias sobre a falha, tendo a Máxima cumprido o exigido pelo STIG. Antes dessa reunião, várias foram as movimentações do STIG, cobrando esta e outras irregularidades no local, hoje já resolvidas, como pagar os salários até o dia 5, como conta na convenção da categoria, e ainda o pagamento da hora-extra (100%) no serviço feito aos domingos.

Mas, revela o dirigente, o problema do FGTS pendente continuava. Foi por isso que se fez outra reunião recente no Ministério do Trabalho. "De forma enérgica, como tem acontecido ao longo de 2017 para sanar uma série de irregularidades no local, foi cobrado o cumprimento da lei", fala o dirigente. Ele conta que os representantes da empresa apresentaram um contrato de financiamento junto à Caixa Econômica de modo a poder viabilizar o pagamento, em breve, do FGTS em atraso de todos gráficos em atividade na empresa, alguns com até quatro anos pendentes. Já o pagamento de quem é demitido, a empresa garantiu pagar de imediato.

"Como sempre falamos, um Sindicato forte e atuante bate de frente com as empresas que não respeitam os trabalhadores e traz conquistas para a categoria!", afirmou o presidente do STIG. Para Ferreira o gráfico deve entrar em contato com o sindicado caso a sua empresa esteja irregular com algum direito. A direção do STIG aproveita para parabenizar o perfil e participação dos gráficos da Máxima Cadernos por se manter juntos entre si e com o sindicato na intenção de garantir todos os seus direitos.

A Federação Paulista dos Gráficos, entidade na qual o STIG Sorocaba é filiado, parabeniza os sindicalistas pelo discernimento e atuação na sua base, junto dos gráficos, mostrando que, de fato, representa a categoria, a qual fortalece a entidade de classe, com sindicalização e participação. "Não resta outro caminho para a classe trabalhadora e aos sindicatos: ou fortalecem estas questões, ou só o patrão tem a ganhar", diz Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Associe-se no STIG Sorocaba.

Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, lembra inclusive que quando o STIG assume a luta pela manutenção dos direitos dos trabalhadores da sua base, a exemplo do caso da Máxima, os empregados reconhecem a participação do Sindicato, sindicalizando-se e fortalecendo sua entidade de classe para garantir a luta constante. E, segundo congratula Del Roy, foi exatamente isto o que ocorreu com os gráficos da Máxima Cadernos.

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Fev 16

Em assembleia, gráficos da Baixada Santista aprovaram fortalecimento da quase centenária entidade da classe (STIG), com contribuição anual no valor de um dia de trabalho e necessidade da sindicalização de todos

Uma carta intitulada 'Conscientizar para lutar' está sendo distribuída aos gráficos em todas as empresas do setor na Baixada Santista. Anexada à ela está uma ficha de associação ao STIG Santos - entidade da classe, que após 87 anos organizando a categoria para defender seus direitos, pode fechar diante das dificuldades geradas a partir das regras da nova lei trabalhista. Somente a retomada da conscientização plena da classe, conforme foi demonstrada pelos trabalhadores presentes na assembleia no Dia da Classe, no último dia 7 no STIG, poderá ser capaz de evitar a extinção do STIG e na sequencia a perda de direitos e salários de todos.

"Sem festa alguma, como anunciada na convocatória para assembleia, nos animou ver uma participação considerável de gráficos no local, até maior que na assembleia de fechamento da campanha salarial", conta Jorge Caetano, secretário-geral do STIG e um dos idealizados da carta voltada à conscientização da classe sobre os efeitos negativos da nova lei trabalhista, dentre eles, até o golpe sobre a manutenção do sindicato. Na ocasião, ao lado da presidente do STIG, Sueli Reis, ele detalhou os malefícios da reforma trabalhista e a vulnerabilidade maior dos gráficos de defenderem os seus direitos e salários atacados pela nova lei, pois os STIGs também estão sendo golpeados pela lei, sendo necessário e urgente a plena unidade de toda categoria para manter o sindicato ativo.

Desse modo, depois de consultados se consideram o STIG importante para continuar a luta em defesa de toda categoria, os gráficos decidiram que a classe deverá continuar contribuindo financeiramente em favor do sindicato, seja filiado ou não, com o valor anual de um dia do trabalho de cada gráfico das empresas da Baixada Santista. Com isso, Caetano diz que enviará essa cobrança para todas empresas, anexando a lista dos gráficos presentes na referida assembleia, como orientou o jurídico da Confederação Nacional da classe. Ele explica que a ação visa legitimar tal processo, mesmo com a atrasada lei da reforma trabalhista, que além de destruir direitos da classe, ataca os STIGs para que não defenda-os.

"Mas a contribuição não será suficiente para enfrentar os efeitos contra os direitos dos gráficos, como está posto pela reforma trabalhista, sendo necessário o fortalecimento econômico, mas sobretudo político em torno do STIG, que se dá através da sindicalização coletiva da categoria", diz Sueli. É por isso que cada carta tem sido entregue com a ficha de sócio.

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Fev 15

Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão? Escola Paraíso do Tuiti leva à Avenida, em forma de cultura, reflexão sobre o ataque que a classe Trabalhadora sofre desde que o Presidente Ladrão chegou ao poder com seus comparsas. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Fev 15

Não é porque é a semana carnavalesca que o direito dos gráficos deixa de ficar ameaçado e precisa ser protegido. Neste sentido, em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região, o Sindicato da classe (Sindigráficos) tem feito blitz para coibir as sonegações empresariais contra os trabalhadores. E não demorou para se descobrir problemas. Há poucos dias, a entidade investigou uma situação denunciada na gráfica Nova Flex, em Itupeva. A empresa deixou de fazer o depósito mensal do FGTS dos empregados, como trata a lei no valor de 8% sobre o valor da remuneração do gráfico. O Sindigráficos notificará a empresa para tratar dessa e mais questões caso aparecem. "Apesar de não ter muito tempo na nossa região, sendo enquadrada só há cinco anos, não é a primeira vez que defendemos os funcionários da Nova Flex, que é do setor de rótulo de etiqueta gráfica", conta Jurandir Franco, diretor sindical que atua diretamente neste caso. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

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