Ago 20

Os ataques de Jair Bolsonaro a leis de combate ao trabalho escravo podem se tornar uma dor de cabeça aos empresários que atuam corretamente caso resultem no afrouxamento do enfrentamento a esse crime. Pois isso significará a perda de credibilidade das políticas que, hoje, impedem o boicote a setores econômicos. "Empresas que trabalham dentro das normas de trabalho, respeitando acordos e normas de segurança do trabalho, podem perder, com a medida do governo, muito financeiramente e em produção, e aumentar o desemprego, já em alta. Segurança no trabalho é fundamental para trabalhador e toda sua família. Pense nisso!", diz o presidente do STIG Sorocaba, João Ferreira. LEIA MAIS

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Ago 20

Gráficos sindicalizados crescem 400% na empresa RR Etiquetas após STIG São Paulo garantir um Programa de Participação nos Resultados LEIA MAIS
FONTE: STIG SÃO PAULO

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Ago 20
T
odos os direitos, conquistas da categoria e os benefícios aos associados e seus dependentes estão no site do Sindicato. Entre nele e confira: www.stigabc.org.br! Muitas vezes criticam nosso trabalho sem participar e conhecer quem somos e o que fazemos. Nós aceitamos sugestões e críticas, desde que sejam construtivas e venham somar ao nosso aperfeiçoamento na prestação de serviços a todas e todos da categoria. Nossa Diretoria acaba de ser reeleita com mais de 96% dos votos válidos dos mais de 1.200 associados e associadas. Temos a confiança de que nossa categoria vai dar resposta para mais esse desafio que está posto para todos nós, categoria e Diretoria. Lutar sempre é nosso papel. LEIA MAIS


FONTE: STIG ABC

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Ago 20

O STIG Guarulhos realizara a festa do Dia das Crianças dos filhos dos gráficos sindicalizados no dia 13 de outubro. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 27 de setembro. Entre em contato com o sindicato através do WhatsApp 96476-4026 ou pelo telefone 2443-1294 e fale com a Renata LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

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Ago 19

Quase morre pela perda de sague, mas vive graças a cirurgia de 18 horas. Trabalhador da empresa em Osasco passou por três unidades de saúde. Apesar disso, a gráfica, há anos é denunciada por precárias condições de trabalho, ainda entregou o CAT ao STIG, que acionou MTE, MPT e Cerest LEIA MAIS

No último mês, um gráfico da Braspor/LeoGraf em Osasco, quase perde a sua vida em um acidente de trabalho. Ele teve a mão decepada por uma máquina de corte e grampeadora. Perdeu muito sangue. Passou por três unidades de saúde. Foi necessária uma cirurgia de 18 horas. O Sindicato da região (STIG) já iniciou as investigações do ocorrido. Solicitou explicações para empresa. Exigiu Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT), obrigatório nestas situações para preservar o direito do gráfico, ainda não entregue. Auditores federais do Trabalho também foram notificados pelo sindicato, que acionará ainda o Ministério Público do Trabalho (MPT) e mais órgãos.

Talvez o grave acidente de trabalho poderia ter sido evitado se não fosse o fim do Ministério do Trabalho (MTE) pelo governo Bolsonaro neste ano. No órgão, desde 2016, há um processo do STIG onde denuncia a Braspor e ainda a Leo Gráfica, ambas situadas no mesmo endereço em Osasco, por condições mínimas de dignidade no serviço, precárias condições de saúde e higiene, falta de treinamento e uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), quarteirizações de mão de obra, terceirizações ilegais e falta de registro na Carteira Profissional. "Estima ter hoje uns 200 gráficos terceirizados sem o seu registro", diz Joaquim Oliveira, presidente o STIG.

Tais problemas serão inclusive denunciados também ao MPT, órgão onde o STIG notificará sobre o gravíssimo acidente recente contra o gráfico. O CAT será solicitado outra vez a empresa de forma oficial pelo sindicato, visto que este comunicado do acidente de trabalho ainda não foi entregue. A gráfica, há pouco tempo, teve de fazer termo de ajustamento de conduta por conta de vários problemas de jornada extensiva de seus funcionários. "Porém, muitos dos problemas continuam e fará parte da nova denúncia, como longas jornadas e dias de trabalho, em finais de semana e feriados, e ainda sem o pagamento adequado das horas-extras", destaca Joaquim.

Diante do grave acidente e das condições laborais é possível que a saúde e a segurança de outros gráficos dessas empresas possam está correndo perigo. Desse modo, o STIG também acionou o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) de Osasco, estando ciente do acontecido.

Joaquim tem mobilizado ainda outros entes públicos que poderão ajudar. O sindicato já vinha atuando contra a precária situação do trabalho nestas gráficas e garante que continuará, a fim de evitar inclusive acidente contra trabalhadores como acaba de ocorrer. "Pedimos que os órgãos públicos acionados possam agir para reduzir mais problemas na vida dos gráficos em função das condições laborais na Braspor e Leo Gráfica", diz Joaquim.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) se solidariza com o gráfico acidentado e com a luta do STIG para obtenção da proteção da categoria. A entidade aproveita para orientar os gráficos diante de qualquer acidente sofrido. "Claro, procure logo o atendimento médico emergencial, mas não esqueça depois de iniciar o importante processo de modo a protege-lo no âmbito legal para a garantia dos seus direitos e de seu emprego e renda", alerta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele diz que deve acionar logo o sindicato do ocorrido, mesmo que o patrão der a assistência e diga que tudo está certo. Informe sobre o acidente ao STIG para evitar notícias ruins depois. O sindicato sabe quais os mecanismos para a sua proteção.

A Ftigesp alerta ainda ao caráter preventivo que deve ser acompanhado e apurados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). E aos casos que não sejam solucionados pela gráfica, mas que devem ser também comunicados às eventuais irregularidades ao STIG para exigir da Braspor manutenções das máquinas para se evitar novos acidentes. E, em caso de ocorrerem, demostrar que são as condições inseguras e não o ato inseguro do trabalhador o gerados dos acidentes. As jornadas excessivas, as quais os gráficos são submetidos, com 12 horas diárias, pode ser uma condição insegura. "Estamos acompanhando o desenrolar
do caso na Braspor para que se apurem eventuais responsabilidades da empresa e o que esperamos por justiça e por direito", realça Del Roy.

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