Mar 13

Embora Temer e seus deputados federais paulistas tenham concordado em adiar a votação da reforma previdenciária para não atrapalha-los na votação das eleições de outubro, esta medida pode ser restaurada logo após o referido pleito. Para isso, basta que a classe trabalhadora renove o mandado desses políticos através do voto na urna eleitoral. Mas, para impedir o golpe na aposentadoria futura de gráficos e mais profissionais, é preciso votar só em quem é contrário à reforma da Previdência e que quer a revogação da lei da reforma trabalhista, esta que também limita a aposentadoria por várias razões ainda enquanto se está trabalhando. Se alguém discorda que os políticos que apoiam a reforma previdência precisam ser caçados pelo voto do trabalhador, deve conhecer a história da gráfica Márcia Cristina Padin Caria Moreno, 52 anos com dois filhos. Ela começou a carreira em parque gráfico aos 15 anos. E mesmo após se aposentar, precisa continuar em atividade para sobreviver e cuidar da sua família, mesmo após os 37 anos de labor. Por esta razão, ela é uma das gráficas aposentadas homenageadas pelo Sindicato da classe em Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e região (Sindigráficos). Honraria esta pelo Dia Internacional da Mulher, por ser uma mulher símbolo de muita luta. LEIA MAIS 

FONTE:STIG JUNDIAÍ 

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Mar 13

Na última sexta-feira, 9/3, o STIG Sorocaba protocolou denúncias no Ministério do Trabalho contra a Urbanize Construções e Projetos Ltda., antigo Grupo Ecoplaca, situada em Sorocaba, e contra a Itu Industrial de Etiquetas Adesivas Ltda. EPP, de Itu. O Sindicato encontrou diversas irregularidades, como falta de pagamento e depósito de FGTS, não cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), trabalhador sem registro em carteira de trabalho, entre outras situações. "O nosso Sindicato realizou pesquisas para entender o grande número de denúncias registradas contra essas empresas. Foi quando constatamos que diversos direitos dos trabalhadores gráficos estavam sendo violados", explicou João Ferreira, presidente do STIG. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA 

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Mar 12

Depois de enfrentar tantos anos entre trabalho na Tilibra e em casa para conquistar a aposentadoria, Fátima Ferre, de Bauru, precisa continuar. E o governo ainda quer ampliar o tempo para as mulheres se aposentarem

De aprendiz de Encadernação à responsável direta pela implantação de sistemas de produção e qualidade da Tilibra em Bauru, a trabalhadora gráfica aposentada Fátima Ferre, de 53 anos, construiu uma carreia de sucesso ao longo dos 36,5 anos que trabalhou nesta empresa, inclusive como orçamentista e outras funções. Porém, apesar disso, como não é diferente do desafio enfrentado por todas as mulheres que trabalham, ela precisou se desdobrar para conciliar trabalho, estudo e cuidar da sua filha Beatriz Furtado, 22 anos. Fátima, que é divorciada, ainda enfrentou a sistemática desigualdade salarial em comparação aos trabalhadores do sexo masculino e a dificuldade de promoção por ser mulher. Mesmo após tanto esforço, o que lhe garantiu a sua aposentadoria, ela continua trabalhando em outra atividade. Apesar disso, Temer e os seus políticos aliados querem elevar o tempo de contribuição de qualquer mulher para ter a aposentaria, e esta é só uma parte mal da reforma previdenciária.

"Essa reforma é um grande erro. Se aprovada, afetará a vida da grande maioria da população, que já é onerada com os altos impostos diretos e indiretos, que não tem os direitos à saúde e educação da forma como deveriam", diz Fátima. Sem falar nos prejuízos para todos trabalhadores com a nova lei da reforma trabalhista, segundo ela destaca, que trouxe perdas de direitos e desmonte das formas de organização dos próprios empregados, com o enfraquecimento do sindicato de todas as classes.

A reforma também não é necessária, na urgência e na forma como está sendo divulgada pelo governo, inclusive com terrorismo contra parcelas mais vulneráveis. Usa-se falsos discursos em defesa da reforma via esta publicidade. Fática realça ainda que por enquanto, talvez neste ano, a proposta não seja apreciada no Congresso. Certamente, ocorreu devido o medo dos políticos com a proximidade das eleições gerais, para evitar a irá dos eleitores contra políticos favoráveis a medida antipopulação. Contudo, para que a reforma não volte em 2019, é preciso votar só em políticos que, já a partir de agora, são publicamente contrários à medida.

A classe trabalhadora precisa reagir. É preciso ter consciência dessas questões, assim como a demonstrada pela gráfica aposentada, que está sendo homenageada agora, durante este mês em que se celebra o Dia Internacional das Mulheres, pelo Sindicato da classe de Bauru. Ela foi sindicalizada à entidade e sempre defendeu a importância da categoria de se associar e participar das atividades sindicais, pois considera que somente assim, os trabalhadoras poderão buscar por mais melhorias no ambiente de trabalho e na vida, e garantir direitos específicos à mulher.

Fátima agradece a homenagem e frisa o orgulho de ser profissional do ramo gráfico, um setor que ela considera de grande honra e dignidade, porque é um ramo que gera milhares de emprego e elabora produtos que atendem a todos os níveis da sociedade. Aproveita ainda para dar um conselho às novas trabalhadoras gráficas: invistam na sua profissão estudando, que participem do seu sindicato, filiando-se e participando das assembleias e atividades realizadas pela entidade da sua categoria.

"Parabenizamos Fátima por seu trabalho como gráfica, mas também na condição de dirigente sindical na qual emprestou todo seu empenho nas melhorias do conjunto dos trabalhadores da categoria", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Estadual da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Bauru é filiada. A partir do exemplo de Fátima, o sindicalista realça a necessidade das mulheres estarem engajadas no Sindicato de modo permanente, pois este é o único mecanismo para poder enfrentar o poderio econômico para as melhorias e garantias de direitos coletivos.

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Mar 09

Conselho foi dado por uma ex gráfica do jornal A Tribuna de Santos em entrevista à presidenta do STIG local, Sueli Reis. A entidade já fez uma homenagem à trabalhadora por ela ter conseguido a sua aposentadoria - direito que será raro se aprovada a reforma previdenciária de Temer

"Por que trabalhar 50 anos para se aposentar como desejam os políticos aliados de Temer na reforma da Previdência, se eles se aposentam com muito menos? A solução é aposentá-los com nosso voto nesta eleição!", aconselhou uma ex empregada gráfica do A Tribuna de Santos, que, apesar de ter começado a trabalhar em 1977 e ter aposentado em 2004, precisou trabalhar até o último ano, completando 40 anos de serviço. Tal aposentada, Maria de Lourdes Ferreira, foi inclusive homenageada pelo Sindicato da categoria (STIG Santos) quando completou seus 30 anos de trabalho nas artes gráficas, durante a então festa do Dia da classe.

"Portanto, o trabalhador que visa proteger o seu direito de se aposentar, precisa seguir esse conselho e votar só em quem é contra tal reforma, a fim de que ela não seja aprovada na próxima legislatura do Congresso Nacional. Para isso, deve votar em candidatos a deputados e senadores que são publicamente contrários à reforma previdenciária já na eleição", ressalta Sueli Reis, presidenta do STIG Santos. A dirigente entrevistou a aposentada nos últimos dias, a fim de também referendar a importância dela na defesa da Previdência Social, bem atacada pelo governo Temer.

Maria de Lourdes tem 65 anos, dois filhos e seis netos. Ela trabalhou a vida inteira no jornal A Tribuna de Santos, iniciando como tecladora e foi para a função de digitadora com o avanço tecnológico. Apesar de todos os desafios culturais contra a mulher no mercado de trabalho na década de 1970, o Estado de Bem-Estar Social era menos atacado que o atual, flexibilizado, por exemplo, com a injusta nova lei da reforma trabalhista, prejudicando ainda mais as trabalhadoras que já sofrem toda a gama de preconceitos, discriminações e assédios por ser mulher. Maria lembra que, à época, foi contratada pelo jornal com cinco meses de gravidez, além de todo apoio financeiro quando um de seus filhos se acidentou.

Apesar disso, a trabalhadora, hoje aposentada, sempre foi consciente de que a unidade dos gráficos era a única forma de proteger os seus direitos e de todos. Foi sindicalizada de 1986 até a sua aposentadoria. "Aliás, mesmo após sua aposentadoria, ela continuou sócia do sindicato mais 13 anos enquanto permaneceu trabalhando no jornal, até 2017", revela Sueli. A sindicalista conta que na conjuntura atual é preciso haver mais trabalhadoras(es) com a consciência de classe semelhante à de Dona Maria, com participação nas atividades sindicais, bem diferente da maioria das atuais profissionais, as quais dificilmente estão presentes ou se filiam ao STIG, embora todas(os) dependem das negociais sindicais e dos benefícios postos da Convenção Coletiva de Trabalho da classe.

Contudo, Sueli aproveita para alertar a totalidade da classe gráfica em Santos, bem como em todo estado e País, que se votarem em políticos aliados de Temer, jamais vão conseguir se aposentar, pois a reforma da Previdência será uma das primeiras medidas a ser votada no Congresso em 2019. "Muito dificilmente conseguirão se aposentar com a idade de Dona Maria de Fátima, até porque é raríssimo o caso de quem ao longo da vida entra no emprego e fica até se aposentar. Afinal, a rotatividade ficou ainda pior com a lei da reforma trabalhista do Temer. Ou seja, mal entra no emprego e logo em seguida é demitido e demora até ter outro, inviabilizando o tempo de contribuição ao INSS para se aposentar", diz.

"Parabéns a trabalhadora aposentada Maria de Lourdes pela trajetória no jornal e sua participação no STIG Santos, servindo de exemplo para as demais profissionais, mostrando que o Sindicato é o único caminho para o fortalecimento da luta e assim para a manutenção e as garantias dos direitos", congratula Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG é filiado. Assim como Maria de Lourdes demonstrou sua consciência política de classe, a Ftigiesp e o STIG Santos realçam que todas as gráficas aposentadas ou não precisam se posicionar contra os deputados e senadores que, até o momento, trabalharam contra os direitos dos trabalhadores. Tenha bastante cuidado para não apoiar quem vai destruir seus direitos. Votem apenas em que se compromete com trabalhadoras(es) gráficas e outros.

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Mar 08

É com muita satisfação que a Secretaria da Mulher do Sindicato dos Gráficos do Estado de São Paulo convida o Comitê de Mulheres desta conceituada entidade a participarem do evento do "Dia Internacional Da Mulher", que será realizado no dia 10 de Março na Colônia dos Gráficos na Praia Grande. Contamos com vossas presenças  para que juntas possamos fazer deste dia um grande Evento.

FONTE: FTIGESP

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