Nov 13

Presidente do STIG Marília Souza, esteve em mais uma Reunião junto ao Conselho do INSS no dia 31/10/2018. LEIA MAIS 


FONTE: STIG MARILIA 

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Nov 13

Após denúncia ao Ministério do Trabalho, novas diligências do Sindicato da classe (Sindigráficos) na gráfica Bentech (Cajamar) descobriu que ela fechou os dois barracões onde funcionava, meses depois de ser flagrada explorando o trabalho de imigrantes haitianos e de brasileiros sem registro na Carteira de Trabalho, e descumprido todos os direitos coletivos da classe. Na investida mais recente, o sindicato acaba de descobrir a Bentech em outro bairro da mesma cidade, na Avenida José Marques Ribeiro, 1020, em Guaturinho, mas sem registrar seus gráficos, mostrando que a mudança foi para continuar desafiando a lei trabalhista. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Nov 13

A Chapa 1 – Trabalho de Verdade foi reeleita a nova diretoria do Sindigráficos com 96% dos votos válidos. Joaquim de Oliveira assume a presidência do Sindicato e o atual presidente, Álvaro Ferreira da Costa, assume como secretário-geral. LEIA MAIS 
FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Nov 12

Apesar das demissões, nenhuma rescisão contratual foi feita no STIG

Seis anos após assumir o controle total do centenário jornal A Cidade em Ribeirão Preto, a afiliada da Globo no interior de SP e sul de MG (EPTV) demitiu jornalistas e gráficos e encerrou a impressão no último dia 30/10. O Sindicato dos Gráficos na região (STIG) foi pego de surpresa. Lamenta a situação e se coloca à disposição dos trabalhadores demitidos. O EPTV, que manterá o jornal apenas na versão digital (ACidade ON), informa que manterá o parque gráfico operacional para a produção de terceiros, mas isso não implica na manutenção do emprego da maioria dos funcionários.

"Apesar das informações reveladas pela mídia, até o momento, nenhum gráfico, tampouco a EPTV comunicou o STIG sobre estas demissões e nem sobre homologações das rescisões contratuais pelo sindicato", disse Aristeu de Menezes, presidente do STIG Ribeirão Preto (RP) a Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp). Ambos os sindicalistas temem que a empresa se apoie na nova lei do trabalho para não homologar rescisões, onde pode haver perdas para os gráficos.

Segundo um dos gráficos mais antigos do jornal Benedito "Da Guia", também demitido, ficarão somente seis gráficos. Revela ainda que deve ocorrer a homologação do conjunto dos demitidos nesta quinta-feira. Ele reconhece que as causas do encerramento do jornal impresso podem ter relações diante dos prejuízos que vinha ocorrendo com a publicação.
Contudo, realça que nos finais de semana o jornal era impresso com 38 a 40 páginas e um número grande de páginas de anúncios classificados.

O jornal A Cidade, já com 114 anos de fundação, era um dos principais do interior paulista. Pertenceu integralmente a família Orestes Lopes de Camargo dos anos de 1936 a 2005, quando a EPTV adquiriu metade da empresa. Diante das dificuldades enfrentadas, o jornal já havia reduzido sua circulação de terça à sábado. A Ftigesp espera que a EPTV mantenha uma relação altiva com os gráficos demitidos, muitos bastante antigos na empresa. É preciso que homologue a rescisão de todos no STIG de modo que garanta a transparência necessária do pagamento de todos direitos.

Também é necessário esclarecer como será o tratamento com os gráficos que continuarão na empresa, já que a EPTV planeja manter o seu parque gráfico em funcionamento para terceiros, como bem com os trabalhadores do setor da pré-impressão que continuarão empregados para a produção da versão digital do jornal (ACidade ON). A empresa informou através da mídia que inclusive tentará migrar os assinantes do impresso para digital.

A Ftigesp lamenta pelo então desaparecimento de mais um dos principais jornais do estado diante das inovações tecnologias e comportamental da sociedade. O jornal A Cidade já foi líder regional de mercado e integrou a Associação Paulista de Jornais (APJ). A entidade se solidariza com todos os trabalhadores demitidos e se coloca à disposição do STIG da região.

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Nov 09

Empresas Stilo Paper e Papel e Cor pagam direitos coletivos dos gráficos

Nos últimos três meses, enquanto durou o silêncio dos gráficos da Stilo Paper e da Papel e Cor, ambas no mesmo parque industrial em Bauru, as empresas descumpriam os direitos coletivos de pagarem o salário dia 5 de cada mês e o adiantamento quinzenal (vale) até o dia 20. Porém, a situação mudou após a denúncia recente dos trabalhadores ao sindicato da classe (STIG). No final do último mês, após notificação sindical, elas não só pagaram o vale atrasado, como também pagaram outro direito convencionado pendente, a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a qual estava atrasada desde o começo de outubro.

As empresas possuem 90 funcionários e situam-se em Duarlina. "A PLR deveria ter sido paga em 5 de outubro, conforme a Convenção Coletiva de Trabalho da classe, bem como define as datas do pagamento salarial e do vale", diz Amilton Kauffman, presidente do STIG que atuou no caso junto da sindicalista Vera Regina. Notificaram as gráficas no último dia 25. Na ocasião, eles conversaram com o diretor dessas empresas, onde constataram estas irregularidades. Foi então realizada uma assembleia dentro da produção com todos os trabalhadores poucos dias depois.

No último dia 29, quando ocorreu a assembleia, o STIG constatou que as pendências do vale e a 2ª parcela da PLR já estavam sanadas. A Stilo Paper e Papel e Cor pagaram tudo. Elas se comprometeram em não mais atrasarem o vale e o salário de seus trabalhadores. Kauffman aproveitou para esclarecer todos os funcionários sobre a importância do sindicato para a proteção dos direitos da categoria, como o que acabara de ocorrer no local. "O gráfico teve a quem recorrer, a quem denunciar, e prontamente atuamos até resolver a questão", frisaram os sindicalistas.

Contudo, apesar dessa demonstração da função do STIG na defesa do direito do gráfico, os trabalhadores haviam dado as costas ao sindicato pouco tempo antes. Fizerem oposição para não contribuírem financeiramente com a entidade, dificultando a manutenção do órgão. Mesmo assim, o STIG não vacilou nesta hora de atuar em defesa deles. "Está mais que demonstrado para estes gráficos o papel do sindicato, único instrumento de luta em proteção da categoria", endossou Kauffman. Ele espera que a partir de agora todos possam fortalecer o órgão para que continue por muito tempo operativo em proteção de todos os direitos de cada gráfico.
Para Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da categoria (Ftigesp), entidade na qual o STIG Bauru é filiada, enaltece a posição do sindicato em dar prioridade aos direitos dos trabalhadores, mesmo que, por muitas vezes, os profissionais se afastam do seu órgão da classe, fragilizando seus próprios direitos coletivos. "O STIG acerta em defender e confiar que os trabalhadores saberão e farão uma reflexão necessário no fortalecimento do sindicato, o qual é o único mecanismo jurídico e político que garante os direitos dos trabalhadores", ressalta sindicalista.

written by FTIGESP

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