Jan 25

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written by FTIGESP

Jan 24

Houve também a recomposição salarial e a garantia dos pisos e da PLR

Apesar de enfrentarem um dos maiores ataques do sindicato patronal de jornais e revistas da capital contra seus direitos, frente a validação da lei da reforma trabalhista desde novembro do ano passado, os gráficos da Editora Abril e jornal Estadão acabam de conseguir evitar a flexibilização dos seus direitos coletivos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho da área. A CCT foi renovada por mais um ano, retroativo a 1º de outubro de 2017 (data-base do segmento), graças à condução e ao desempenho da Federação Estadual dos Trabalhadores (Ftigesp) nesta longa e difícil negociação que durou quatro meses. Também foi fundamental o apoio dado por atuais e antigos dirigentes do Sindicato da classe (STIG-SP) e ainda valiosas informações repassadas pelos gráficos dessas empresas.

"Evitamos muitos males exigidos contra os direitos desses empregados, uma vez que as empresas estão sedentas por aplicar os prejuízos da lei da reforma trabalhista, sobretudo as empresas maiores, como a Abril e o Estadão", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele cita que o sindicato patronal deles queria, por exemplo, excluir piso salarial funcional, que estabelece salários superiores para quem mantêm 12 e 24 meses na empresa.

Mas também queria reduzir valor da hora-extra em 15%, criar novas regras para inviabilizar o pagamento da PLR, limitar o vale-refeição e cesta básica para parcela de trabalhadores ao condicionar critérios específicos. E ainda criar um piso menor do que o atual para determinadas funções, dentre mais mazelas exigidas. Uma delas foi exigir piso salarial com valores mensais por hora e por dia, que propiciaria a alteração dos contratos de trabalho sem a participação do Sindicato através de um Acordo Coletivo de Trabalho.

Estas e outras ofensivas aos direitos e à renumeração dos empregados foram reiteradamente defendidas pelo patronal do decorrer dos últimos meses. A Ftigesp e a STIG-SP, no entanto, não abriram mão de rejeita-las, garantindo agora todos os atuais direitos e os três pisos existentes, sem que nenhum novo piso menor fosse criado, ou qualquer legitimação da lei da reforma trabalhista dentro da convenção coletivo do segmento.

"Embora exista essa onda conversadora e golpista contra a democracia no país para retirada de direitos trabalhistas e sociais, nós, sindicalistas gráficos jamais aceitaremos, sem lutar, retroagir em nossas conquistas", frisou Augusto Barros, presidente do STIG-SP, depois do fechamento da campanha salarial, após a reunião com o patronal na última semana. O dirigente ressaltou que nunca legitimará contratos precários para baixar salários e direitos, como o parcial e intermitente, apesar desses tipos de prejuízos já estarem contidos na nova lei trabalhista do Temer, aprovada em 2017 por seus congressistas aliados, em validade desde novembro.

Também foi garantida a recomposição salarial, em déficit desde outubro. O reajuste com base na inflação anual do período (1,63%) foi estendido para todas faixas salariais. A diferença salarial deve ser paga já na folha de pagamento de janeiro. Logo, além do salário maior do mês atual, é preciso pagar a diferença dos meses de outubro, novembro, dezembro e ainda do 13º salário de 2017. Sobre os novos valores, o piso salarial (para gráficos com menos de um ano na empresa) foi para R$ 1.538,56; o piso funcional para quem tem mais de 12 meses subiu a R$ 1.692,03; e o piso funcional para o gráfico com dois anos chegou a R$ 1.923,74.

O patronal queria criar um piso menor de R$ 1.266 para certas funções, mas foi rejeitado de maneira contundente pela Ftigesp e pelo Sindicato, pois esta situação geraria a possibilidade da empresa efetuar a dispensa em massa dos atuais quadros efetivos para serem contratados novos empregados pelo valor desse piso menor. Ainda foi barrada a intenção deles de reduzir em 15% o valor da hora-extra da categoria. Continua sendo de 65% para os dias úteis e de 100% quando trabalhos em feriados e no descanso semanal.

A PLR também corria um risco de ser extinta ao atrelá-la aos critérios de lucratividade das empresas. Porém, a PLR continuará a ser paga, mesmo que haja prejuízo operacional, assim havendo, o valor será de R$ 750. E se não houver esse problema, o valor da PLR é de R$ 944,13 em duas partes iguais (março e setembro).

written by FTIGESP

Jan 23

Na última semana, o STIG Guarulhos fechou o reajuste salarial para mais uma empresa. "Dessa vez fechamos com a Grif Etiquetas e Rótulos no percentual de 3% por cento. Parabéns aos trabalhadores da Grif que confiou no Trabalho do seu sindicato. E parabéns também a direção da empresa que entendeu que matéria prima mais importante na cadeia produtiva é a matéria humana", diz o STIG local. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jan 23

Em cerimônia realizada no último dia cinco, tomou posse a diretoria eleita em 28 de novembro de 2017 com mandato até o dia 04 de janeiro de 2023. A Posse aconteceu na sede da ASSOJUBS em Santos numa solenidade simples, mas muito importante no ponto de vista da responsabilidade devido o atual momento em que passa o movimento sindical.A solenidade marcou a despedida do companheiro Jorge Caetano do cargo de Presidente o qual ocupou por quatro mandatos consecutivos e a transição do cargo para a companheira Sueli Reis, que tem a grande responsabilidade de juntamente com seus pares de diretoria conduzir os destinos da entidade nos próximos cinco anos. Jorge Caetano agradeceu o apoio da categoria e de todos os diretores que trabalharam com ele durante os mandatos o qual teve a honra de representar a categoria gráfica da baixada santista. Diz que Sueli está preparada para enfrentar os desafios que serão enfrentados com as novas investidas do governo e do grande capital contra os sindicatos. Sueli é a primeira mulher a assumir a Presidência do Sindicato ao longo de seus 87 anos de fundação. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS

written by FTIGESP

Jan 23

Em nosso dia a dia e, principalmente, após a aprovação da Reforma Trabalhista, os diretores e colaboradores do Sindicato Paulista dos Gráficos de Barueri, Osasco e Região sentem que muitos trabalhadores têm dúvidas em relação a atuação do movimento sindical como um todo. "Por que devemos contribuir com o Sindicato?" tem sido um questionamento recorrente de todas as categorias. Esclarecemos que a função primordial de todos os sindicatos é defender os interesses e direitos das respectivas categorias. Somos uma importante ferramenta para os trabalhadores que não querem ficar nas mãos dos patrões, mas que buscam valorização, reconhecimento e a manutenção dos direitos conquistados e ganhos salariais reais. Nosso Sindicato fica cada vez mais forte quando temos mais sindicalizados. Lutando de forma coletiva, temos muito mais força na queda de braço com o setor patronal do que individualmente. Quando o trabalhador filia-se ao Sindicato, crescemos, temos mais representatividade, mais voz e mais poder de pressão. LEIA MAIS 

FONTE: CONATIG

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