Jun 04

Apesar do fim de cursos gráficos nas escolas Senai no estado por conta da falta de interesse dos trabalhadores nesta área devido o rebaixamento salarial pelas empresas, as gráficas continuam buscando os profissionais qualificados. A Gonçalves, gráfica em Cajamar com 460 funcionários, está com 10 vagas em aberto. Está selecionando técnico gráfico Senai e mais um impressor offset, auxiliar de produção (PCD), orçamentista, motorista CNHD/E, supervisor e analista de gestão, assistente de vendas, auxiliar de serviços gerais e analista de programação. Outras sete empresas da região, como de Vinhedo e Caieiras, e até mesmo de Jaguariúna, também estão selecionando gráficos qualificados para outras diversas funções. O Sindigráficos tem mapeado as vagas em aberto e divulgando para classe. A iniciativa sindical visa contribuir com os trabalhadores desempregados diante da crise econômica e do emprego ainda mais crescente no Brasil. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jun 04

Indústria recuou 0,7% no 1° trimestre de 2019, a queda foi puxada por indústria extrativa (-6,3%), construção (-2,0%) e indústria de transformação (-0,5%). A queda do PIB com relação ao trimestre anterior não acontecia desde o quarto trimestre de 2016 LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

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Jun 03

STIGs têm até 7 de julho para fazer assembleia de pauta de reivindicação

O reajuste salarial dos gráficos paulistas da maioria do estado acontecerá dois meses antes da tradicional data-base anual da categoria. O aumento este ano deve ocorrer em 1º de setembro e não em 1º de novembro. Terão o salário maior antes. É o resultado da negociação salarial liderada pela Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) na campanha do último ano. Em função disto, que demandará a antecipação da organização da nova campanha salarial por parte dos trabalhadores através de seus sindicatos nas regiões (STIGs), a Ftigesp decidiu antecipar a posse da nova direção.

A direção da entidade é composta por lideranças sindicais de todos os 19 STIGs existentes no estado de São Paulo. A nova direção foi empossada no último dia 29 de maio, na sua sede, na capital. "Adiantamos esta posse para tratarmos do interesse dos trabalhadores em relação a seus salários. Para isso, abordamos sobre os editais para as assembleias da categoria e datas para a definição e envio da pauta de reivindicação ao patronal", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Apesar da posse antecipada, a nova diretoria só assume oficialmente na terça-feira (18), quando acaba o mandato da direção atual. A maioria dos STIGs participou da posse. Dentre eles, todos os diretores executivos da atual e da nova direção da Ftigesp, bem como todos conselheiros fiscais. E os novos diretores da entidade dos STIGs de Jaú, Bauru, Araçatuba, Piracicaba e Ribeirão Preto, que não estiveram presentes, foram empossados logo na sequência. O atual secretário-geral, Leandro Rodrigues, foi a cada região com a missão

Em relação à campanha salarial, ficou definido que todos os STIG terão de realizar suas assembleias com a categoria e apresentarem a pauta de reivindicação até 7 de julho. A Ftigesp ficará encarregada de copilar essas demandas e montar uma pauta única a ser apresentada ao setor patronal. O objetivo da entidade é garantir um tempo necessário para as tratativas da nova campanha salarial, que terá mudanças para além da data-base.

Na campanha salarial anterior, a Ftigesp e os STIGs também garantiram que todos direitos contidos na Convenção Coletiva de Trabalho da classe continuam, sem qualquer nova negociação, até agosto de 2020. Portanto, as tratativas de 2019 focarão somente nas questões financeiras. Não só o salário, mas também as cláusulas econômicas da convenção, a exemplo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e Reajustes nos Pisos Salariais.

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Mai 31

Nesta sexta-feira (31), completa dois meses do mecanismo "fraudulento" usado pela multinacional RR Donnelley (RRD) para fechar suas unidades no Brasil e sem o pagamento de um único dos 960 trabalhadores no país, e sem ser incomodado por nenhuma autoridade, apenas pelos sindicatos.

O mecanismo usado foi a autofalência, diferente do também controverso processo da Recuperação Judicial (RJ) utilizado pela editora Abril, mesmo em ambos os casos tais empresas/donos tendo bilhões em outros países. Eis aí uma das justificativas desses mecanismos usados pela RRD e pela Abril de serem classificados como "fraudulentos" pelos 960 demitidos da RRD no Brasil e os 1.254 da Abril, já que eles continuam sem receberem os seus direitos. Por sinal, hoje faz 23 dias, que parte deles, liderada pelo movimento sindical, foi até a Polícia Federal (PF) em São Paulo. Lá pediram para que o Ministério da Justiça abra ação investigatória junto à direção da RRD no país e na matriz, nos EUA. Uma apuração rigorosa é mais que necessária e urgente dada às situações, como a possível vinda do presidente da RRD ao país, três dias antes do anúncio da autofalência no Brasil, liberando do caixa da empresa R$ 50 milhões para os bancos internacionais credores.

Os demitidos da RRD e da Abril, no último dia 8 após protesto em frente da Abril e depois na frente da Polícia Federal em SP, protocolaram um pedido de abertura de investigação. Representados pela Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) e o Sindicato dos Gráficos (STIG) de Barueri/Osasco, o pedido dos trabalhadores foi direcionado para o diretor Regional da PF, Lindinalvo Almeida. Sob o protocolo 08500.020135/2019-81, foi solicitado que o ministro da Justiça brasileira, Sérgio Mouro autorize a investigação. E que elabore um Projeto de Lei para criminalizar as empresas nacionais ou multinacionais que transferem seus lucros para outros países para se livrarem da obrigação de pagarem os empregados através do fraudulento mecanismo da autofalência ou do processo de Recuperação Judicial (RJ).

"A RRD (com autofalência no Brasil) e a Abril (com a RJ em andamento) têm bilhões em outros países, mas se protegeram por tais mecanismos para não usarem pequena parte do seu recurso para pagar trabalhadores. A dívida com os 1.254 demitidos da Abril representa, por exemplo, só 1% da fortuna em 2016 dos donos (irmãos Civita) da editora até bem pouco tempo. A fortuna era de R$ 3,3 bilhões de dólares, como revelou a Forbes. É preciso criminalizar todas as empresas que premeditam o esvaziamento do referido caixa financeiro/patrimonial e intencionalmente, na sequência, pedem RJ ou autofalência, sem a justiça considerar essas transferências na hora da obrigação do pagamento de seus trabalhadores", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp e da Confederação Nacional dos Gráficos.

Antes da RJ da Abril em meados de 2018, os Civita venderam por R$ 1,3 bilhão a Abril Educação, que fazia parte do grupo econômico da editora. O dado foi revelado pela investigação do Ministério Público do Trabalho. O órgão também mostrou que os acionistas da editora levaram para casa R$ 117,6 milhões de 2013 a 2017. Depois de preservado os seus capitais diante do esvaziamento no caixa da Abril, a empresa pede Recuperação Judicial e assim demonstra não ter condições de pagar os trabalhadores.

"Não esqueçamos ainda da suspeita retirada de R$ 50 milhões do caixa da RRD para os bancos internacionais, três dias antes da autofalência da gráfica no Brasil. O processo de autofalência da RRD e a RJ da Abril é ou não um premeditado mecanismo fraudulento? Mouro precisa mandar logo a PF investigar", espera Del Roy e Joaquim Oliveira, presidente do STIG, sindicalistas que subscreveram o pedido de abertura de investigação do governo brasileiro, através do Ministério de Justiça e Segurança Pública.

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Mai 30

Houve um tempo em que o teto salarial nas gráficas era superar ao salário de metalúrgicos e até de bancários. Hoje, porém, empresas têm aplicado um arrocho sobre a remuneração do trabalhador. E só não é pior porque existe um piso salarial de R$ 1.630,20, definido pela Convenção Coletiva de Trabalho da categoria (CCT). Porém, os salários acima do piso estão sendo atacados sistematicamente pelos patrões. Como a lei não permite o rebaixamento salarial de quem já está contratado. As gráficas improvisam para atingir este objetivo. Diante da grave crise econômica e desemprego, tem pressionado os gráficos a serem demitidos e readmitidos com menor remuneração. Assim, o patrão diminui sua folha de pagamento às custas do trabalhador. Não só o gráfico, mas todo o setor pena diante desta ação. O desinteresse de ser gráfico cresceu. E, por isso, hoje já não há mais os cursos gratuitos do Senai oferecidos em parceria com a Federação Paulista da classe. As empresas sentem dificuldade de encontrar profissionais qualificados, bem como acumulam os prejuízos pela mão de obra não especializada. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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