Set 15

O mês começou com uma forte postura dos gráficos de Barueri, Osasco e região contra qualquer perfil patronal retrógrado na campanha salarial. Em assembleia na 1ª sexta-feira de setembro, os trabalhadores ouviram explicações do advogado da Federação Paulista da categoria (Ftigesp), Raphael Maia sobre os retrocessos contra os direitos trabalhistas se não houver reação da classe contra a materialização da reforma trabalhista do governo Temer, aprovada por seus deputados e senadores aliados. Assim, diante das ameaças às 87 cláusulas na Convenção Coletiva de Trabalho dos gráficos, aprovada da campanha salarial passada, os trabalhadores aprovaram, por unanimidade, a renovação da convenção e a garantia do espírito de luta para resistirem ao desmonte dos direitos.

A assembleia foi coordenada pelo atual presidente e o secretário-geral do Sindicato da categoria (STIG), Álvaro Ferreira e Joaquim de Oliveira respectivamente. A manutenção dos direitos e a recomposição salarial compuseram a pauta de reivindicação dos gráficos da região, que assim como nos STIGs das demais regiões de SP, integrará uma pauta única. A campanha salarial dos gráficos paulistas será unificada outra vez. A correlação de força sempre foi importante para resistir qualquer pressão patronal por retirada de direitos ou achatamento da remuneração. "Este ano, a unidade e mobilização da categoria será ainda mais fundamental para resistir também aos ataques políticos a toda classe trabalhadora desde quando Temer se apropriou da Presidência", ressalta Ferreira.

Além dos cerca de 100 trabalhadores presentes na abertura oficial da campanha salarial deste ano, o presidente do STIG Barueri/Osasco fez questão de frisar a necessidade de mais gráficos aderiram as atividades que irão ocorrer na base em busca da reposição de perdas inflacionárias sobre o salário e com foco na luta para impedir a retirada de direitos da convenção, como está posto na reforma trabalhista. O jurista Raphael Maia, que também advoga pelo STIG, aproveitou para detalhar de forma direta e objetiva os vários pontos desta reforma que tem como objetivo o desmonte de direitos e prejuízos aos gráficos e de mais empregados.

Não houve outra finalidade por parte do governo Temer ao aprovar a reforma trabalhista e a sua pressa de aprovar a reforma da Previdência, senão o retrocesso total sobre os direitos trabalhistas e a aposentadoria dos trabalhadores. "Com esse pacote de maldades, com a permissão inclusive de todo patrão aplicar uma jornada intermitente, home office, trabalho temporário e etc., a renda dos brasileiros e a arrecadação vão cair", frisa Ferreira. Essa situação, como alertou o sindicalista, elevará o rombo fiscal do governo, o que tende a legitimar o discurso de Temer e de seus políticos aliados para aprovarem a reforma previdenciária com a justificativa de diminuir o então rombo que eles mesmos vão causar. A reforma trabalhista, aprovada em julho, passa a valer 11 de novembro. A fim de neutralizar seus efeitos, será preciso resistir para depois avançar.

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Set 14

Nesta terça-feira, 12/9, o presidente do Sindigráficos, Álvaro Ferreira da Costa, e o diretor do Sindicato e também secretário-geral da CONATIG (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria Gráfica), Joaquim de Oliveira, estiveram presentes na reunião organizada pela CONATIG para discutir a atual conjuntura do país e demandas da categoria. Na ocasião, sindicalistas de todo o país pautaram as medidas da Reforma Trabalhista, que passam a valer em novembro; e os próximos passos do governo para aprovar a Reforma da Previdência. "Continuaremos mobilizados, somando forças e trabalhando fortemente contra a onda de retrocessos na qual o governo quer inserir o trabalhador", finalizou Álvaro.

FONTE: STIG BARUERI 

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Set 14

Na última semana, ao invés de mostrar ao Sindicato (Sindigráficos) sua dívida individualizada com o FGTS de cada gráfico, que somam R$ 411 mil, segundo cálculo da Rotaplan, em Valinhos, a empresa abandonou o acordado. Os dados comporiam o processo judicial coletivo do Sindicato em defesa da garantia efetiva do pagamento do FGTS dos empregados. Mas, curiosamente, no lugar do referido processo coletivo, foi elaborado um de outro tipo (uma reclamação plúrima) e dado entrada na Justiça do Trabalho através de um advogado particular. O caso chama atenção por que, como em tempo de crise econômica, os funcionários prefeririam arcar com honorários advocatícios com consequente redução do valor de seu FGTS no fim da causa, quando seria gratuito com o advogado do sindicato? Porém, e se o jurista particular for pago pela gráfica, qual o interesse da empresa nisso? Além disso, neste processo (0011885-85-2017.5.15.0094) estão de fora as cobranças de contribuições sociais e os demais encargos, ou seja, o FGTS perderá ainda mais dinheiro. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Set 14

No primeiro sábado deste mês, o sindicato dos graficos participou do ato multi religioso pela paz, cedendo a estrutura de carro de som.

FONTE: STIG GUARULHOS

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Set 13

No final do mês passado, no dia 25, mais de 70 profissionais gráficos da capital paulista, entre dirigentes e profissionais da base, realizaram a 1ª assembleia deles para a campanha salarial unificada da classe em SP. Na ocasião, aprovaram a pauta de reivindicação onde privilegiará a luta pela renovação e garantia da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) a partir da data-base da categoria em 1º de novembro. A luta será ainda para que todos direitos da CCT continuem a partir de 11 de novembro, dia quando passará a valer a nefasta reforma trabalhista. A assembleia, que ainda defendeu a recomposição salarial, foi realizada pelo Sindicato da classe (STIG) da cidade, que reúne a maioria dos gráficos paulistas.

"Além da aprovação da nossa pauta de reivindicação, é indispensável que os gráficos das centenas de empresas da cidade se unam conosco nesta campanha salarial, pois, teremos o desafio da reforma trabalhista além dos tradicionais problemas para o bom andamento do processo de negociação", informa Augusto Barros, presidente do STIG São Paulo. O sindicalista reafirma a participação na campanha salarial unificada para ampliar a correlação de força dos gráficos para alcançar bons resultados no final de tudo. O STIG aprovou que marchará junto aos demais STIGs na campanha, gerida pela Federação Estadual da classe (Ftigesp). Ao todo, 16 sindicatos gráficos de regiões distintas estarão juntos nesta luta.

Para a Ftigesp, é fundamental contar em mais uma campanha salarial com a adesão do STIG São Paulo, entidade que reúne mais de 50% dos gráficos do estado, sendo o maior sindicato da classe na América Latina em número de trabalhadores. "A unidade da categoria continua mantida e firme para enfrentar qualquer ataque patronal caso venha a se aparar na absurda reforma trabalhista que entra em vigor dia 11 de novembro", ressalta Leonardo Del Roy, presidente da referida federação estadual.

"É relevante agora que o STIG São Paulo se mantenha focado na ações da campanha salarial através da busca da mobilização dos empregados nas centenas de gráficas da capital", diz Del Roy, líder dos STIGs todos os anos durante a mesa negocial com os representantes patronais. Ele e o presidente do maior sindicato dos gráficos paulistas têm a convicção de que somente a resistência da classe trabalhadora pode neutralizar os efeitos negativos da reforma trabalhista neste processo de negociação da renovação da convenção coletiva de classe e do reajuste do salário. Eles e diversos outros sindicalistas de outras regiões de SP já decidiram que será preciso que toda a categoria resista para avançar. Este será inclusive o slogan da campanha salarial unificado dos gráficos paulistas.

written by FTIGESP

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