Set 12

#PAGACIVITA - Gráficos, jornalistas e administrativos cobrarão direitos. Comissão de demitidos ainda tentará sensibilizar o administrador judicial

Nesta sexta-feira (14), um mês após cerca de 500 gráficos, jornalistas e administrativos da editora Abril serem demitidos sem nada receberem e sem previsão, está programado um grande protesto na frente da empresa. Os trabalhadores e familiares já enfrentam dificuldades enquanto a Abril continua operando como se nada ocorrera. A decisão foi tomada na última semana durante uma reunião da comissão dos profissionais desligados e dos sindicatos das três categorias, na sede do Sindicato dos Jornalistas, que contou com a presença da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp). A manifestação busca chamar atenção para tal absurdo ora resguardado por uma então recuperação judicial da Abril contra os direitos trabalhistas.

O gráfico da Abril e sindicalista, Daniel Golveia, membro da comissão, convoca todos os demitidos e os familiares para participarem do protesto, inclusive os 300 profissionais desligados antes dos 500 no último mês. Daniel, que é dirigente do Sindicato dos Gráficos da capital (STIG-SP), tem participado ativamente da comissão junto ao presidente da Ftigesp, Leonardo Del Roy, e outros sindicalistas das demais classes envolvidas. "Conclamamos a todos que participem desta manifestação. Será preciso pressão para revertermos esta injustiça contra o trabalhador. Há denúncia inclusive que a editora pretende reativar o 3º turno e contratar 50 gráficos com contratos de trabalho precários da nova lei trabalhista", diz Del Roy.

Antes do protesto de sexta quando será entregue uma carta conjunta de todos os demitidos à empresa com a cobrança, intitulada PAGA CIVITA, será realizada já amanhã uma reunião da comissão com o responsável pela recuperação judicial da editora. O objetivo é tentar sensibilizá-lo a incluir nos cálculos dos créditos da recuperação (dívidas) uma multa para a empresa em favor de todos os demitidos no valor de um salário nominal.

A multa está em consonância com a lei trabalhista. E ocorre toda vez que as verbas rescisórias não são pagas no prazo legal, como ocorre no caso. Porém, em reunião com a empresa, ela se recusa a cumprir tal obrigação. Mas caso o administrador judicial não ache pertinente incluir, a comissão já decidiu que entrará com um processo coletivo para buscar esse direito. Os sindicatos estão buscando todas as formas para evitar a redução dos valores pertinentes aos direitos de cada trabalhador demitido. Eles temem que com a recuperação judicial, a Abril busque um deságio dos valores.

Em relação ao ajuizamento individual de ações, o advogado dos sindicatos dos gráficos e dos jornalistas, Raphael Maia, que está cuidado coletivamente do caso dos profissionais demitidos, alertou que não deve ser feita agora. Primeiro, ele destaca que não é necessário, pois já há a confirmação da divida trabalhista como credor na lista da recuperação judicial da Abril, inclusive dos 40% da multa do FGTS; segundo, havendo ação trabalhista individual pode prejudicar o andamento da recuperação judicial que corre na Justiça Cível, trazendo prejuízos para o conjunto de trabalhadores. O aviso do jurista foi dado durante a reunião da comissão na última semana.

A Ftigesp, STIG-SP e os sindicatos dos distribuidores e dos jornalistas conclamam a todos os demitidos e seus familiares a estarem presentes na porta da Abril nesta sexta-feira (14), a partir das 12h. "Mais que a cobrança para que a empresa cumpra com suas obrigações trabalhistas o mais breve possível, o protesto se dará diante do descaso e pela falta de compromisso da editora com os seus trabalhadores. Vamos lutar em busca desses objetivos", convoca Del Roy. #PAGACIVITA!

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Set 11

Segundo Juízes do Trabalho mais de 50 milhões de brasileiros serão afetados, em um novo tipo de escravidão pós-moderna. Precarização, fuga de responsabilidades e Quarteirização. É mole? VEJA AQUI

FONTE: STIG SANTOS

written by FTIGESP

Set 11

Na última semana, um dos donos da gráfica Helius, acompanhado de seu advogado, confirmou aos dirigentes do Sindicato da classe (Sindigráficos) que estão com vários trabalhadores contratados ilegalmente, conforme a denúncia do órgão sindical ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em reunião no MTE em Campinas, a empresa confessou ter seis gráficos como Pessoa Jurídica (PJ), quando deveriam estar contratados legalmente como os demais funcionários. Justificou que só os contratou como PJ por conta da orientação dada pelo escritório de Contabilidade Veiga e Postal, de Valinhos. Independente disto, até terça-feira (18) da próxima semana, o Sindigráficos cobrou da Helius que todos os contratos sejam corrigidos. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Set 10

Com uma mão na frente e outra atrás depois de anos de trabalho. Sem pagamento e previsão de receberem seus direitos, centenas de gráficos demitidos alertaram os ainda empregados dos mesmos riscos que correm

Na última quinta-feira (6), o Sindicato dos Gráficos da capital (STIG-SP) entregou carta aos profissionais empregados da Abril. Nela, denunciaram a manobra da editora através da Recuperação Judicial para não pagar as verbas rescisórias, multa de 40% do FGTS e etc. dos gráficos demitidos. Na ocasião, surpreendentemente, o diretor sindical Peninha foi abordado por gráficos. Eles diziam que era mentira porque a empresa já tranquilizou a todos, garantindo que os demitidos receberiam em até 60 dias. Mas, em consulta ao advogado dos gráficos e jornalistas demitidos, Raphael Maia, que se reuniu com diretor da editora, a Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) diz que a empresa mente, pois limitou a prometer o pagamento de uma só parcela das dez programadas, mas desde que consiga algum financiamento, mesmo já devendo milhões aos bancos e outros credores. A Abril sabe disso, mas tenta segurar uma revolta do conjunto dos atuais funcionários, que não têm qualquer garantia de que passem pelo mesmo.

"O fato mostra que a Abril tenta desmobilizar o movimento dos demitidos que lutam pelos seus direitos. Ela sabe que a reação pode ter um efeito dentro da empresa. Basta que os empregados se coloquem solidários aos demitidos depois de perceberem que o futuro deles também é incerto, já que a editora não está pagando centenas dos colegas recém desligados e que continua publicando as revistas, como se nada estivesse ocorrido", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Del Roy e Elisangêla de Oliveira, presidente do STIG-SP, orientaram Peninha a continuar a entrega da carta no horário da manhã, como também com os gráficos do 2º turno.

"A carta entrou como uma bomba dentro da Abril. A empresa tenta reduzir a visibilidade das consequências ruins sobre os demitidos e familiares por conta do não pagamento das obrigatórias verbas rescisões e direitos. A única coisa que a editora fez foi liberar as guias do Seguro-Desemprego e do FGTS já depositado ao longo dos anos nas contas dos funcionários", diz Del Roy. Ele conta que o movimento sindical e a comissão de gráficos, jornalistas e administrativos demitidos continuarão lutando pelos direitos. E continuarão mostrando aos que continuam trabalhando as dificuldades que estão vivendo os companheiros demitidos e abandonados pela Abril.

Uma nova carta está programada para ser distribuída aos gráficos nesta segunda, a fim de mostrar a situação e em busca da solidariedade para ampliar a pressão sobre a Abril para que pague os seus ex-trabalhadores. Os demitidos das três categorias inclusive vão entrar com uma ação para que a empresa pague também a multa pela demissão sem o pagamento das verbas rescisórias. Além disso, a comissão de demitidos e sindicatos estão finalizando os preparativos para um grande ato com os desligados e familiares na frente da empresa nesta sexta-feira (14). Na ocasião, uma carta conjunta será entregue para a direção da empresa. # PAGA CIVITA!

written by FTIGESP

Set 06

Termina agosto e chega setembro! Muitos trabalhadores têm ligado para o Sindicato cobrando quando vai ter dissídio coletivo. Uns, ligam para saber quando é a data de oposição para não contribuir com o sindicato. Isso chega ser até engraçado como o ser humano é oportunista, frio e calculista! Querem coisas que muitas vezes nem sabe o que elas são e o quanto elas custam para serem conquistadas. Hoje, com essa onda de trabalhador não mais querer "bancar" seu sindicato, só lhes restará uma coisa: vão ficar sem 100% das conquistas que o sindicato tem nas convenções coletivas que beneficia a todos. Estão cobrando dissídio? Nossa recomendação é: Aguardem! Até ver se irá ou não ter dissídio! Assim que algo for acertado, todos serão informados como sempre foram. LEIA MAIS 


FONTE: STIG ABC

written by FTIGESP

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