Jun 26

A Gráfica Bragança, na cidade de mesmo nome, precisou recuar após cinco meses da redução ilegal do salário dos trabalhadores. O recuo é resultado direto da pressão do Sindicato da classe (Sindigráficos) e do risco de fiscalização do Ministério do Trabalho na empresa, à pedido do sindicato. Além do restabelecimento do salário original a partir deste mês, o sindicato ainda exigiu o ressarcimento da diferença salarial dos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio, bem como a diferença também em relação ao valor do FGTS e do INSS deste período. E a gráfica começará a pagar a partir de 5 de julho. Nesta data, a empresa ainda aceitou pagar a 1ª parcelada da PLR, pendente desde 5 de abril. O sindicato ainda garantiu o reajuste de 11% sobre o vale-alimentação. O Sindicato fez a sua parte. Falta agora os gráficos da Bragança fazerem também. Sindicalizem-se e protejam a entidade para que continue ativa. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Jun 26

"Chamamos a atenção dos trabalhadores e trabalhadoras para esse momento decisivo, onde os trabalhadores precisam decidir sobre a real importância do Sindicato em sua vida. Caso o Sindicato não tenha mais como manter sua estrutura, a quem interessa isso? Esse questionamento deve ser feito por trabalhadores e trabalhadoras. Hoje a instituição chamado Sindicato é o porto seguro dos trabalhadores. Alguns trabalhadores, conscientes tentam manter seu Sindicato forte e atuante, outra parte crescente parece que foi convencido pelo governo e patrões que seu sindicato não o representa mais", diz o novo presidente do STIG Taubaté, Sandro Ramos. LEIA MAIS

FONTE: STIG TAUBATÉ

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Jun 26

O Sindicato dos Gráficos de Guarulhos e Região esteve na Gráfica Kawagraf no mês de junho para promover assembleia com os Trabalhadores e Trabalhadoras da empresa. Em pauta o debate sobre a regulamentação do intervalo para almoço. Conforme acordo firmado entre Sindicato e Empresa, os funcionários farão apenas meia hora de almoço em troca de sair meia hora mais cedo do Trabalho e folgarem um sábado sim e outro não. Aprovado pela maioria, o acordo já está vigente. "Vivemos um tempo de adaptações e o Sindicato está sempre atento a essas mudanças. O objetivo é impedir que os Trabalhadores sejam prejudicados. Esse tipo de acordo que envolve todos os Trabalhadores precisa da mediação do Sindicato", explica Francisco Wirton (Chiquinho), presidente do Sindicato.

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jun 25

Ações judiciais, movidas pelo STIG Marília, tem garantido todos direitos

Apesar da InterQuality Serigrafia insistir, com todo o apoio da Federação Paulista das Indústrias (Fiesp), que pertence ao ramo das costureiras quando sua atividade econômica é do segmento gráfico, como qualquer outra serigrafia, o Sindicato dos Gráficos (STIG) de Marília, local onde a empresa está instalada, tem garantido na Justiça todos direitos e salário desses trabalhadores como sendo gráficos. Enquanto a empresa nega o devido enquadramento sindical há anos, o STIG vem alertado todos os funcionários da empresa que eles são gráficos tendo direitos e salários superiores. Com isso, depois que são demitidos, eles procuram o STIG que têm acionado então a Justiça através do advogado Henrique Neves.

"Já são várias sentenças judiciais em favor dos gráficos onde obrigam a InterQuality a pagar tudo que deixou de quitar no período em que esses trabalhadores atuavam na empresa sem o reconhecimento dos direitos e salário contidos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da categoria (Ftigesp), entidade na qual o STIG Marília é filiada. Em uma sentença, por exemplo, o dirigente conta que a serigrafia precisou desembolsar R$ 40 mil, valor este correspondente a direitos e diferença salarial negados.

O STIG Marília, presidido por Sousa, garante que continuará alertando os gráficos do local a procurarem a entidade, que, de imediato, acionará a Justiça para alcançar este mesmo fim. Dessa forma, a Ftigesp volta a orientar a InterQuality que reconheça o devido enquadramento sindical dos seus trabalhadores enquanto gráficos. "Não vale a pena continuar perdendo tanto dinheiro, pois, além de ter de pagar tudo corretamente após sentença judicial, ainda tem todo o custo e multa na Justiça do Trabalho, órgão este que tem garantido os direitos e os salários dos trabalhadores em conformidade com a CCT dos Gráficos", fala Del Roy.

O STIG Marília vem buscando há quatro anos que a empresa reconheça o enquadramento sindical adequado dos trabalhadores gráficos do local. A InterQuality se recusou à época. Ela alegou ter um documento emitido pela Fiesp, garantido que a empresa era do segmento de costureiras. O argumento não tem abrigo com base na CCT das categorias e tampouco na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 2.0) e etc. Apesar disso, ela insiste em manter a irregularidade, mesmo depois até de algumas mediações no Ministério do Trabalho. O resultado disso tem sido as ações judiciais reconhecendo que os funcionários são gráficos e o consequente levado prejuízo às finanças da empresa. Enquadre-se!

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Jun 22

Projeto de Lei (PL), de autoria do deputado Vicentinho (PT), elaborado no STIG Jundiaí, teve parecer favorável na última comissão da Câmara Federal. Milhares de empregos gráficos poderão ser mantidos e criados

Na semana passada, os gráficos brasileiros, sobretudo os paulistas que possuem uma das principais indústrias do setor no mercado editorial, tiveram um importante resultado na Câmara Federal para a manutenção e criação de novos postos de trabalho no segmento. A deputada Maria do Rosário (PT/RS), relatora do PL do Livro na última comissão da Casa Legislativa antes de seguir para o Senado, foi favorável a este projeto de lei que impede o governo federal, maior cliente das gráficas, de produzir os livros didáticos dos alunos fora do Brasil - cenário que, infelizmente, vem ocorrendo há anos, causando a demissão de muitos trabalhadores.

"Se tudo der certo até o final e o projeto virar lei, milhares de empregos serão mantidos e outros mais criados para garantir a produção destes livros didáticos do governo", ressalta Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp). A entidade estima que isso vai beneficiar milhares de antigos e novos trabalhadores gráficos deste segmento. Várias regiões do estado serão beneficiadas, sobretudo onde já possuem as industrias do mercado editorial. Em Jundiaí e região, tem, por exemplo, as gráficas Log&Print, D'art, Oceano e H Rosa; na capital temos a Editora Abril e a LeoGráfica; em Barueri/Osasco e região temos a Plural e a Margraf; no ABC tem a Santa Marta/Intergraf; em Guarulhos tem a editora FTD, dentre outras empresas em todo o estado paulista.

O projeto foi elaborado pelo paulista deputado federal Vicentinho (PT) à pedido do Sindicato dos Gráficos (STIG) de Jundiaí e Região em 2014. Batizado de PL do Livro, o projeto legislativo "assegura a manutenção e o fomento do emprego nas indústrias gráficas e disciplina a aquisição de livros adquiridos pelo Poder Público por meio do PNLD – Programa Nacional do Livro Didático, e similar, bem como a produção e impressão de livros contemplados com o incentivo fiscal da Lei Rouanet".

"Com a apresentação, na última semana, do relatório final na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara, o PL do Livro (7867) pode ser votado a qualquer momento", disse o deputado Vicentinho para Leandro Rodrigues, presidente do STIG Jundiaí e secretário-geral da Federação Paulista dos Trabalhadores Gráficos (Ftigesp). O sindicalista não esconde o entusiasmo e torcida para que seja aprovado depois de tanta luta que começou em 2013 para sua elaboração. No ano seguinte, a luta na Câmara iniciou na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, sendo aprovado e seguindo para a Comissão de Cultura e depois para de Educação, chegando agora na atual comissão. "Se aprovado agora, segue direto para o Senado", informa Vicentinho.

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