Nov 01

Nesta quarta-feira (31), após vários dias de cobranças sistemáticas pelo Sindicato da classe (Sindigraficos), a Cunha Facchini (Itupeva) anunciou que pagará a 2ª parcela do bônus financeiro (PLR) dos trabalhadores. O pagamento era para ser feito por todas as gráficas desde o último dia 5. Por esta e outras razões, mesmo que pague agora, a entidade da classe garantiu que levará a gráfica a se explicar no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no próximo dia 13. A empresa tem criado dificuldades para se reunir com o sindicato e vem descumprindo reiteradamente outros direitos coletivos, como cesta básica e chegou a atrasar o pagamento do adiantamento quinzenal da categoria. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Nov 01

Nos dias 7 e 8 de novembro, o Sindigráficos realizará eleição de renovação da diretoria para os próximos 5 anos. A eleição contará com oito urnas. Uma estará na sede do Sindigráficos, localizada na Rua Firmo de Oliveira, 97, centro de Barueri, das 9h às 17h. As outras sete urnas estarão rodando as principais empresas da base do sindicato, das 6h até meia noite. LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Out 31

Cipolla veio de Presidente Prudente e funciona onde era a gráfica Ideal

No último mês, todos os trabalhadores da gráfica Cipolla, em Campinas, passaram a receber a cesta básica mensal. O benefício alimentício está definido pela Convenção Coletiva de Trabalho da classe. Porém, desde que a empresa veio de Presidente Prudente, há 18 meses, funcionando nas instalações da antiga gráfica Ideal, ela descumpria a obrigação legal. O Sindicato da categoria (STIG Campinas) entrou no caso e pressionou a Cipolla que, além de garantir a refeição diária a seus 45 trabalhadores já há alguns meses, passou a distribuir agora a cesta básica mensal.

"Foi preciso ameaçamos de levar o caso ao Ministério do Trabalho para que a Cipolla passasse a cumprir o direito coletivo da cesta básica", fala Mococa, presidente do STIG Campinas. Ele conta que a gráfica inclusive já teve problemas com atraso salário, bem como com a falta de registro de gráficos, o que levou a ser fiscalizada e autuada por fiscal do Trabalho.

A empresa ainda barganhava mais tempo para poder dar a cesta básica, uma vez que, segundo ela, já garantia a refeição diária aos funcionários. A Cipolla ainda dizia que em Presidente Prudente só a refeição bastava. O STIG Campinas, por sua vez, alertou a gráfica para manter a refeição e ainda da obrigatoriedade referente à distribuição da cesta de alimentos. Apesar disso, ela só queria entrega-la a partir de janeiro de 2019, mas o sindicato reagiu duramente e o benefício começou a ser dado em outubro.

Mococa também teve outra importante atuação para garantir a qualidade do alimento servido diariamente na empresa. Os gráficos se queixavam das marmitas distribuídas. O sindicato atuou até que fosse implantado uma cozinha na Cipolla e a refeição fosse produzida e oferecida todo dia no local. O bom desempenho do STIG em favor da categoria é resultado, segundo Mococa, da unidade e participação dos próprios gráficos da Cipolla, onde a maioria deles inclusive eram trabalhadores da antiga Ideal. Dos 45 empregados registrados, 12 deles estão sindicalizados à entidade.

Para Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), órgão na qual o STIG Campinas é filiado, o sindicato mostra a importância e o papel do movimento sindical em defesa do cumprimento dos direitos dos trabalhadores, apesar de toda campanha difamatória. "A realidade dos gráficos seria bem mais difícil se não houve um sindicato para protege-lo do arbítrio patronal. O fato mostra que o STIG continua sendo o único caminho para a garantia de seus direitos", fala Del Roy.

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Out 30

Aproveitando a oportunidade da presença das Companheiras na Assembleia realizada na última sexta feira foi possível estar conscientizando tanto as mulheres e os homens presentes sobre a prevenção do câncer de mama, que, aliás, pode atingir os homens também. LEIA MAIS 


FONTE: STIG SANTOS 

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Out 30

Pode parecer óbvio: uma pessoa que trabalha em excesso fica cansada e, portanto, mais propensa a sofrer um acidente no trabalho. Mas provar essa relação é impressionantemente difícil. Um estudo que analisou 13 anos de registros de trabalho nos Estados Unidos descobriu que "trabalhar em empregos com horas extras estava associado a uma taxa de risco de lesões 61% maior em comparação com trabalhos sem hora extra". Esse estudo não chega a dizer que o cansaço é a principal causa do aumento de risco, mas há amplas evidências disso. Por exemplo, se você acordou às 8h e ficou de pé até 1h do dia seguinte (ou seja, ficou acordado por 17 horas seguidas), seu desempenho físico provavelmente será pior do que se você tivesse uma concentração de 0,05% de álcool no organismo. Essa é a média que um homem de 73 kg teria se tivesse bebido duas latas de 355ml de cerveja. É isso: você está "bêbado" de cansaço. LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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