Jun 19

Responsável por auxiliar o Impressor de Offset Planas e executar ajustes no equipamento sob sua orientação, visando o melhor acerto de cor e registro, com a máxima economia, sem prejuízo da qualidade requerida. • Auxiliar o Impressor de Offset Planas nos ajustes do equipamento e na operação; • Substituir o Impressor de Offset Planas em sua ausência, pelo tempo máximo de 30 dias, assumindo interinamente suas atribuições, sob orientação direta do Supervisor de Produção; • Participar da conservação do equipamento sob orientação do Impressor. Os interessados poderão enviar o currículo para o e-mail akemi.shida©ftd.com.br, mencionando no campo assunto o título da vaga e no corpo do e-mail o últimos salário e pretensão salarial. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jun 19

Em blitz sindical pelas gráficas em Caieiras, o Sindigráficos descobriu, mediante denúncias, que existe uma gráfica, a Nova Dampex, instalada na cidade e que não tem reconhecido a seus gráficos os iguais direitos e salários do restante classe na região e no Estado. O problema é que tal empresa, embora no seu próprio site revela que atua com o mercado de tranfers, estando na atividade econômica do segmento da Comunicação Gráfica Visual, conforme é demonstrada na classificação (CNAE, 2.0), reconhecida pelo Ministério do Trabalho, ela tem se esquivado do seu correto enquadramento sindical na área. O caso já chegou na capital do estado, onde a empresa tem escritório. A Federação Paulista da classe (Ftigesp) também entrou neste caso e tem assessorado tecnicamente o Sindicato dos Trabalhadores de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jun 19

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Jun 18

Mesmo com dificuldade de encontrar os verdadeiros donos da empresa e intimá-los, o Departamento Jurídico do STIG Marília tem garantido na Justiça do Trabalho que os gráficos recebam as suas verbas rescisórias

Na última semana, depois de mais de um ano do fechamento do Jornal Diário, do Grupo Central Marília de Notícias (CMN), pela Polícia Federal em cumprimento a uma das fases da Operação Lava Jato, os gráficos começaram a receber as verbas rescisórias, através de acordo judicial. E o recebimento agora de seus direitos só está acontecendo graças ao persistente e exitoso trabalho de investigação do Departamento Jurídico do Sindicato da classe (STIG) Marília, liderado pelo advogado Henrique de Arruda Neves, que conseguiu identificar certos responsáveis pela empresa, já que os laranjas foram presos pela PF, o que levou ao fechamento do jornal à época e o desligamento abrupto de todos os profissionais, sem qualquer proteção e recebimento de direitos.

"Desde 2017, quando houve o fechamento, estamos atuando de forma a reduzir o sofrimento dos trabalhadores", diz José Aparecido Sousa, que é presidente do STIG Marília. Como ninguém poderia voltar ao trabalho em face o fechamento pela Lava Jato devido as várias irregularidades, o sindicato acionou logo a Justiça do Trabalho para dar certas garantias aos então ex-funcionários que ficaram sem documentação de demissão. O jurídico da entidade garantiu para todos aqueles que procuraram o STIG o direito de receber o FGTS já depositado e que dessem entrada no Seguro-Desemprego. Tudo isso foi conquistado por alvarás judiciais.

O segundo passo foi buscar as verbas rescisórias de todos eles. Porém, um grande problema estava posto: quem responderia pela empresa se a polícia havia revelado que a empresa era de "laranjas?". "Foi ai que se destacou o Departamento Jurídico outra vez", parabeniza Leonardo Del Roy, presidente da Federação estadual da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Marília é filiada. O advogado conseguiu identificar certos responsáveis de modo que agora estão fazendo acordos judiciais para pagarem as verbas rescisórias dos gráficos do Jornal Diário em Marília.

Souza revela que já foi alcançado este objetivo em várias audiências na Justiça. O acordo de parcelamento das verbas rescisórias tem sido feito em favor de cada gráfico. O STIG também passou a acompanhar cada um. "Com isso, depois de tudo devidamente pago, colocamos um ponto final neste processo de angústia que tem vivido os trabalhadores", diz o presidente do Sindicato. Embora lamente profundamente a perda dos empregos, ele acredita ter feito o seu papel de defensor da categoria. O dirigente aproveita ainda para convocar todos gráficos da região para se sindicalizarem e contribuírem na manutenção de um STIG firme e forte.

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Jun 15

A empresa tem imposto ilegalmente até que os gráficos compensem nos domingos alguns dias sem produção devido a greve dos caminhoneiros

Na quinta-feira (21), o Ministério do Trabalho em Itapetinga, cidade onde fica a gráfica Máxima Cadernos, cobrará explicações da empresa sobre uma série de irregularidades contra os trabalhadores que será exposta pelo Sindicato da classe (STIG) Sorocaba. A entidade solicitou a reunião diante das várias denúncias dos gráficos que continuam acontecendo, mesmo depois do STIG ter solicitado à empresa a regulação das falhas por diversas vezes. A lista é grande. Vai do descumprimento de direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria até contra leis relativas às férias e ao FGTS. O Sindicato não descansará até revolver.

"E, agora, tem obrigado gráficos a laborarem ilegalmente nos domingos para compensarem os dias parados devido a greve dos caminhoneiros", critica João Ferreira, presidente do STIG Sorocaba. O dirigente alertou à empresa que a CCT tem regras específicas para as compensações, não podendo ser definida à revelia do Sindicato. Adiantou ainda que é 100% o valor do trabalho realizado no domingo, conforme devido a convenção. A entidade garante que cobrará que a lei seja cumprida nesta questão.

Além disso, os trabalhadores não tem culpa da greve de outra categoria. Portanto, é injusto que sejam penalizados. "Ninguém tem culpa. Logo, a empresa precisa encontrar uma solução para a compensação negociada com os gráficos a partir do STIG", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp). Porém, o dirigente é categórico quanto ao trabalho no domingo: se laborou neste dia é obrigatório que seja pago 100% por cada hora trabalhada. Está na convenção. Isto é lei.

O dever patronal de pagar cesta básica mensal e PLR também está na CCT dos gráficos. A empresa, por sua vez, deixou de quitar a cesta nos últimos dois meses e não pagou a 1ª parcela da PLR, vencida desde 5 de abril. O STIG diz que cobrará a multa da CCT pelo descumprimento.
Além disso, a gráfica Máxima Cadernos também descumpre as férias dos trabalhadores. Segundo às denúncias, tem pago atrasado. Ao invés de quitar até dois dias antes de entrar de férias, como diz a lei, paga só 15 ou 20 dias depois. A lei fundiária também é descumprida. Não paga o FGTS a muito tempo. Tudo isso será cobrado no Ministério do Trabalho.

"Atuaremos ao máximo para regularizar a situação na Máxima. Sempre defendemos os gráficos até a última instância e assim continuaremos", destacou Ferreira. Porém, o dirigente lembra que o STIG forte são todos os trabalhadores que podem fazer isso. Participe e Sindicalize-se AQUI!

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