Set 04

No último sábado, o STIG Guarulhos realizou a Premiação e a confraternização com os Trabalhadores e Trabalhadoras que participaram do 15º Campeonato dos Gráficos de Guarulhos e Região. Sempre é muito bom ver a casa dos trabalhadores cheia. Mesmo em momentos adversos não abdicamos de nossa tarefa maior que é oferecer mais qualidade de vida aos trabalhadores. Parabéns a Todos os Gráficos. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Set 04

Nas próximas semanas, até parte de outubro, a maioria dos funcionários da BrasGraphics devem ser considerados como gráficos, conforme vem defendendo o sindicato da classe (Sindigráficos) ao dono da empresa. E os profissionais podem vir a ter reajuste salarial e melhorias em direitos se filiarem-se para legitimar o enquadramento sindical enquanto gráfico. O trabalho começou no mês de julho, e, desde então, o Sindigráficos já deu um passo importante, demonstrando que todos aqueles que atuam na impressão, pré-impressão e acabamento gráfico do local devem ser considerados gráficos. Agora, a intenção é de finalizar as tratativas com o empresário e também com a maioria dos respectivos trabalhadores. A previsão do sindicato é de que se sindicalizarem até outubro, passarão a conquistar um conjunto de direitos e maiores salários já no referido mês. LEIA MAIS


FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Set 03

Embora havia dito que pagaria todos demitidos, agora confirma blindagem com a recuperação judicial para continuar publicando a revista Veja e outros, enquanto aplica o golpe do 'devo não nego, pago quando puder'

Na última semana, a Editora Abril, do grupo Civita, onde há a maior gráfica do país, confirmou para centenas de gráficos, jornalistas e administrativos demitidos no início de agosto, que recuou do compromisso firmado sobre o início do pagamento das verbas rescisórias, multa do FGTS e garantia do convênio de saúde, odontológico e vale-refeição. Também disse que não pagará a multa de um salário nominal pelo descumprimento da lei em relação ao atraso do pagamento de verbas incontroversas. A confirmação do golpe foi repassada na reunião dos representantes das três categorias com um diretor da empresa, responsável pelo quadro dos trabalhadores. Os sindicatos, por sua vez, adiantaram que vão brigar junto dos demitidos de modo a pressionar interna e externamente para que tudo seja quitado.

No geral, embora a dívida trabalhista corresponda só a 6,87% do débito total da editora, a empresa condicionou o referido pagamento a uma nova promessa de um suposto empréstimo que, por ventura, venha a conseguir, mesmo já devendo milhões a vários credores. Outra vez prometeu, como fez antes de se abrigar na recuperação judicial - mecanismo que impede o pagamento imediato das dívidas -, que os trabalhadores eram prioridade. Limitou-se, porém, a prometer que tentará pagar uma parte significativa do débito, sem falar quanto ou quando, mas só se conseguir empréstimo. Ademais, de imediato, negou a continuidade do plano odontológico e do vale-refeição, que havia garantido antes da manobra judicial. E avisou que acabará o convênio médico. Só ficará quem pagar depois do aviso-prévio.

Nem mesmo no Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho dos gráficos e demais profissionais desligados, que ficou de ser feito apenas na última sexta-feira, haverá descrito todos direitos pendentes. A Abril já disse que não incluirá os valores relativos à multa indenizatória de 40% do FGTS e da multa consonante ao não pagamento das verbas no período correto. Os advogados dos sindicatos das três categorias, como Dr. Raphael Maia dos gráficos e jornalistas, estarão ajudando todos na conferência de tudo. A intenção é enviar os ajustes para a editora, indicando valores pendentes das respectivas multas e outras verbas rescisórias para que esses ajustes sejam inseridos em tempo no conjunto de dívidas da recuperação judicial.

O golpe era previsto pela Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), que, desde que tomou conhecimento da recuperação judicial (RJ), denunciou que se tratava de uma manobra para buscar legalizar o não pagamento dos direitos dos trabalhadores demitidos e continuar publicando revistas sem punição por conta das controversas proteções dadas às empresas com o RJ. "Foi este o então motivo alegado agora pela editora para não pagar nada e nem prometer o pagamento de nada, nem prazo ou quantia, bem como para descumprir todos compromissos antes acertados sobre os direitos e benefícios", critica Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Mas, se depender da Ftigesp e dos sindicatos dos profissionais demitidos, onde uma comissão já se reuniu no dia seguinte à confirmação do golpe, haverá muita luta e pressão para que a Abril pague as dívidas trabalhistas. Além da assistência jurídica a fim de evitar que direitos sejam sonegados nos termos de rescisão que serão inseridos pela empresa na RJ, haverá campanha publicitária pelas redes sociais com os slogans ABRIL DEMITE E NÃO PAGA! e PAGA CIVITA! Uma carta aberta está sendo feita. Além disso, serão produzidas reportagens sobre os efeitos negativos dessas demissões e não pagamentos na vida dos trabalhadores e suas famílias.

A comissão dos demitidos e os sindicatos prometeram ainda reunir todos os afetados pelo golpe na próxima semana. A intenção é ir até a porta da Abril e realizar um protesto para sensibilizar inclusive os profissionais que continuam empregados. Alertará para o risco que eles também correm, enquanto continuam produzindo para esta empresa que não quer pagar. Aliás, produzindo para que a editora ganhe pelas revistas, mas na hora do pagamento dos seus então demitidos se limita a dizer "devo não nego, pago quando puder". ABRIL DEMITE E NÃO PAGA! PAGA CIVITA!

"Só nos resta um caminho: unidade para estabelecer iniciativas públicas consistentes contra a editora Abril para ela quite todos os débitos com os seus trabalhadores. É importante também darmos visibilidade a este abandono que a empresa está submetendo os profissionais desligados e aos respectivos familiares, sem o pagamento dos direitos trabalhistas", diz Del Roy. Desse modo, antes que se esgotem os poucos recursos financeiros que os demitidos ainda possuem, todos estão convocados para participarem com seus familiares de um protesto na porta da Abril na próxima semana, bem como compartilharem esta matéria em suas redes sociais e pedirem a ajuda de seus amigos para fazerem o mesmo, além da carta intitulada ABRIL DEMITE E NÃO PAGA! PAGA CIVITA!

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Ago 31

STIG Piracicaba identifica pendências na rescisão de uma trabalhadora

Na última semana, uma trabalhadora demitida pela gráfica Varoni &Silva na cidade de Rio Claro conseguiu reaver todos direitos convencionados não pagos enquanto ela estava empregada. Apenas de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) garantiu mais R$ 605,72 que não constavam originalmente nos cálculos das suas verbas rescisórias. Também foram inseridas mais duas cestas básicas, ora negadas nos meses anteriores, mas que agora se somaram ao conjunto de seus direitos gerais, além do FGTS e da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. E tudo só foi garantido devido a homologação feita no STIG Piracicaba.

Apesar da demonstrada relevância da obrigatoriedade da homologação da rescisão contratual pelo sindicato, garantindo a fiscalização e todo o pagamento dos deveres patronais com relação as leis gerais e também os direitos convencionados, a nova lei trabalhista retirou essa obrigação. Com isso, cada vez menos, o Sindicato dos Gráficos (STIG) Piracicaba tem podido proteger a classe, como acaba de fazer com a trabalhadora da Varoni & Silva - empresa que continua agora com sete profissionais.

A queda das homologações tem sido elevada, mesmo com demissões crescentes, após a validade da nova lei do trabalho de Temer e aliados. Em 2017, por exemplo, quando a legislação ainda estava em discussão, entrando em vigor somente no final do ano, o STIG Piracicaba realizou 168 homologações de rescisões, evitando a perda de direitos da classe. Já agora, nestes oito primeiros meses de 2018, só foram realizadas 31, mesmo restando apenas quatro meses para o ano terminar. Com isso, os demitidos que não passam pelo STIG, podem estar perdendo muito.

Se não fosse a competente atuação dos sindicalistas Bianor dos Santos, Eugenio de Jesus, Celso Mariano e pelo advogado da entidade da classe, Alexandre Lambertucci, a perda sobre os direitos convencionados e outros mais seria o caminho da profissional da gráfica Varoni & Silva. O STIG fala que foram feitas inclusive algumas reuniões com a empresa antes da homologação a fim de que todos os direitos fossem garantidos. As cestas básicas tiveram até de ser levadas no ato da homologação.

É por conta disso que a volta dessa obrigatoriedade da homologação da rescisão contratual é uma das principais bandeiras de luta de todos os STIGs paulistas durante a campanha salarial unificada. Enquanto a luta continua, o STIG Piracicaba orienta os gráficos a denunciarem ao órgão se a empresa não fizer a referida homologação, bem como para levarem a quitação contratual para a verificação pelo sindicato e devida cobrança à empresa em caso de alguma irregularidade ou ausência dos direitos.

Para a Federação Paulista da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Piracicaba é filiada, o sindicato está de parabéns pela ação. E Leonardo Del Roy, presidente do órgão estadual, aproveita a situação para alertar os gráficos sindicalização ou não sócios para levarem para conferência dos sindicatos seus termos de quitação da rescisão contratual em caso de não ter sido homologada pelo STIG: "Se a rescisão for na empresa, não deixe de procurar o STIG para uma conferência dos seus direitos, não confiando que a empresa possa estar cumprindo com seus direitos".

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Ago 30

O saldo não está sendo positivo para gráficos da Redoma após optarem pelo afastamento da proteção da entidade sindical (Sindigráficos), esta que há 15 anos vinha combatendo a tentativa da empresa em implantar o banco de horas ilegal ao invés de pagar pela hora-extra de trabalho. Após estimular os empregados a se oporem a contribuir financeiramente com o sindicato, a fim de enfraquecê-lo, sendo então atendido por parte dos trabalhadores, a gráfica voltou a obrigar os funcionários a laborarem além do expediente normal sem que recebam mais em dinheiro. E pior, até um ponto de serviço alternativo tem sido usado para evitar o registro. Além disso, com o retorno do período de aumento produtivo de agendas até o final do ano, a empresa já voltou a contratar gráficos temporários e, segundo as denúncias, vários sem registro na carteira e até menores. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by FTIGESP

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