Abr 19

O cancelamento das férias coletivas dos gráficos da Inapel em Jundiaí, já pela 2ª vez em um curto intervalo de tempo, prejudicando viagens e outras programações dos funcionários, conforme apontam as denúncias, acendeu o alerta sobre o modelo para a concessão do descanso anual no local. O Sindicato da classe (Sindigráficos) foi alertado e entrou no caso. A empresa foi notificada para tratar do impasse criado após recuar outra vez das férias programadas para o mês atual. A justificativa usada pela Inapel, assim como já ocorreu no mês janeiro deste ano, segundo queixas, atrela-se à demanda produtiva que não baixou como se previa. Além disso, outras reclamações dos trabalhadores garantem que houve o trabalho até em um dia de folga. E ainda sem o devido pagamento das horas-extras, conforme previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Abr 19

Nesta terça-feira (17), o presidente do STIG Sorocaba, João Ferreira, e a diretora Ester Pedro da Costa, estiveram na empresa Cobra Metais, localizada em Itu, conversando com os trabalhadores e orientando sobre a importância do Sindicato na defesa de seus direitos. "É essencial nossa orientação aos trabalhadores! Somos nós, Sindicato e gráficos, que lutamos juntos pela manutenção de nossos direitos! Em nossa Convenção Coletiva de Trabalho consta 84 cláusulas e lutaremos bravamente por elas", afirmou João.

FONTE: SOROCABA

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Abr 19

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Abr 18

Sindicato cobrou da gráfica inclusão de benefícios frente as demissões. A Ftigesp ajudou o STIG no processo de negociação. Em assembleia, os gráficos, que reconheceram o esforço sindical, aprovaram o pacote

Apesar do terrível processo de encerramento, até o final deste ano, de uma unidade da gráfica multinacional Idemia, situada em Taubaté, como já foi anunciado pela empresa, o Sindicato dos Trabalhadores da classe na região (STIG) continua ativo em defesa dos 426 funcionários do local. Embora não possa manter os empregos, mesmo que lutando para isso, a entidade passou a cobrar da empresa o oferecimento de benefícios financeiros adicionais para o gráfico que for sendo desligado no período. E conseguiu. Mas já adianta que monitorará tudo de forma sistemática.
Na última semana, o STIG garantiu que haverá um pagamento de uma PLR e vale alimentação e com valores elevados. E bônus por cada ano laborado. Os trabalhadores aprovaram a proposta durante assembleia.

"Um bônus financeiro para cada gráfico no valor do atual piso normativo da categoria no estado (R$ 1.567) é um tipo de prêmio que garantimos para o trabalhador diante dos anos dedicados a empresa", conta Sandro Ramos, diretor do STIG Taubaté. O valor ajudará ainda para enfrentar os primeiros momentos no período em que estiver desempregado. Pelo acordado com a empresa, a cada ano de serviço, limitado a 12 anos, o empregado ganhará mais R$ 1.567,00, além dos direitos trabalhistas e rescisórios que já têm diante de todo o tempo que trabalhou na gráfica.

Entretanto, o Sindicato alerta para os riscos que estão colocados pela Idemia na realização deste acordo. "Tal prêmio está condicionado a total quitação de verbas rescisórias. Em outras palavras, a empresa definiu que o gráfico não poderá entrar depois com qualquer ação trabalhista para pleitear algo que ele perceba que faltou neste pagamento. Aliás, pode até entrar, mas serão mínimas chances de êxito", explica Ramos. Assim, é indispensável analisar bem, com a ajuda do sindicato, se todos os direitos e demais questões de garantias trabalhistas foram quitadas.

Alem desse prêmio, o STIG também garantia uma Participação no Lucro e Resultados (PLR) maior que a maioria das demais gráficas paulistas.
O valor ficou definido em R$ 2.720. A empresa, por sua vez, insistiu em manter umas metas de produtividade para garantia do montante integral. Ainda assim, mesmo que não cumpra nenhuma meta, o gráfico ganhará R$ 906,67. Cumprindo 66,60% das metas, o valor sob para R$ 1.813,33.

A assiduidade ao serviço também é um critério atrelado ao acordo. Nele, é definido que de zero a quatro faltas, considera-se 100% de presença; de cinco a sete (80%); oito a nove (50%) e acima disso equivale a 0%. O STIG lembra o gráfico que não devem ser contabilizadas ausências devido cirurgias, internação, acidente de trabalho e licença maternidade.

O trabalhador também receberá um vale alimentação mensal de R$ 380. "Ficou acordado ainda que tal crédito ofertado pela empresa não pode ser descontado depois por ela na rescisão do gráfico, ou sobre as faltas quando devidamente justificadas", diz Sandro. Além disso, independente da situação da Idemia, a empresa precisa considerar todos os direitos de gráficos em vias de aposentadoria, baseada na convenção da classe.

Em caso de qualquer gráfico pedir demissão, nenhum dos benefícios acordados será pago pela Idemia. Independente disso, o STIG reforça que é um dever da empresa quitar todas as verbas rescisórias. E ainda pagar a multa do FGTS daqueles a ser demitidos durante este processo. A entidade continuará à disposição dos empregados em relação a todo esse doloroso processo de desligamento dos gráficos com a empresa.

O STIG, que é filiado à Federação Paulista da classe (Ftigesp), contou com a orientação direta do presidente da entidade, Leonardo Del Roy. Na ocasião das negociações, o dirigente estadual inclusive pontuava que não restava dúvida de que tal processo de anúncio de fechamento da empresa já se trata do perverso mecanismo criado pela nova lei do Trabalho onde favorece o capital para reformular o processo produtivo com vistas só de baixar os custos, sem considerar nem os funcionários.

É isto que já acontece, por exemplo, no referido caso, a Idemia continua tendo produção e um quadro funcional qualificado para isso, mas fala em fechamento, porém quer contratar gráficos em regime temporário. "O STIG e nós da Ftigesp vamos acompanhar de perto todo desenrolar da questão, defendendo os direitos da classe, no cumprimento do pacote de benefícios determinado, mas também no âmbito geral", diz Del Roy.

O STIG Taubaté aproveita para reforçar que continuará prezando pela empregabilidade, com a manutenção e criação de postos de trabalho. E se manterá firme na defesa dos direitos coletivos e individuais da classe, bem como pela renda e saúde e segurança do trabalhador, entre outras questões de interesse da categoria. Porém, reafirma que é um momento triste para os gráficos do local e de todo o Brasil, pois sabe do motivo do fechamento da unidade da Idemia, a qual está atrelada a permissividade de uma política ultraneoliberal do governo Temer através da nova lei do Trabalho e demais, a qual conta com o apoio da mídia e vários setores.

"Contudo, entendemos que nós, trabalhadores e sindicatos, precisamos nos reinventar na luta de classe, pois só assim conseguiremos reverter tanto mal produzido em tão pouco tempo deste governo golpista", realça Ramos. Todavia, ele adianta que o STIG Taubaté continuará firme na luta, assim como aqueles que continuam dispostos à lutar em defesa da classe trabalhadora. O sindicalista aproveita para reafirmar que jamais abandonará o legado deixado pelos gráficos heróis do 7 de fevereiro, os responsáveis por garantir direitos coletivos para classe pela primeira vez no Brasil, mesmo com o governo e todo o setor empresarial contrários. "A luta sempre continua. E nós vamos manter este legado de luta", finda.

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Abr 17

Os gráficos da Brasprint, localizada em Cajamar, há anos, não têm o FGTS depositado corretamente, pois, a empresa não cumpre a sua obrigação determinada por lei. Com isso, já têm profissionais por lá que não o recebem há cerca de 20 anos. Porém, ao invés de cumprir a lei, conforme exigiu o Sindicato da categoria (Sindigráficos) através de uma ação judicial coletiva em favor dos trabalhadores desse local, o patrão tentou usar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que limita o prazo de cobrança só dos cinco últimos anos do FGTS. O objetivo patronal era de não pagar a maior parte dessa dívida acumulada no tempo com seus funcionários (R$ 150 mil). E ainda tentou na Justiça do Trabalho, também sem êxito, desvalidar o direito do Sindicato da classe (Sindigráficos) de representar e defender coletivamente o interesse desses empregados, o que evitou tal absurdo. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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