Jul 03

Confira algumas vagas de emprego na Gráfica Gonçalves em Cajamar. Preferencialmente morar na região de Cajamar ou ter fácil acesso. Vejam as vagas: operador de off set; operador de corte e vinco; coordenador de PCD; auxiliar de serviços gerais; orçamentista; e ajudante de off set.

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Jul 03

Nesta semana, os gráficos da NovaFlex em Itupeva terão restabelecido o FGTS. A empresa, depois de ser acionada pelo Sindicato da categoria (Sindigráficos), comprometeu-se em quitar todos os meses em atraso no próximo sábado (7). Embora há meses voltou a regularizar o depósito mensal do FGTS dos seus funcionários, após a superação de uma crise financeira específica, ela ainda mantinha pendências em alguns meses de 2017 e de um mês neste ano. Toda gráfica é obrigada a depositar mensalmente o FGTS no valor de 8% sobre a remuneração do gráfico. O Sindicato tem feito a sua parte para a proteção da classe. Espera que os trabalhadores da Nova Flex também. A entidade vai até a empresa convocá-los para que sindicalizem-se e mantenham o sindicato ativo. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jul 03

Com a presença do palestrante Edu Vela, o Sindicato promoveu no sábado, dia 16, mais uma edição da Formação Sindical direcionada aos diretores que trabalham nas empresas Gráficas. Objetivo é qualificar a representação dos Trabalhadores na defesa dos direitos da categoria. O Sindicato considera importante colaborar com a conscientização política da categoria, sempre de maneira democrática, ouvindo lideranças e dando voz aos Trabalhadores e Trabalhadoras. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS

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Jul 02

Sindicato tem consultado a categoria de Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe sobre a necessidade da sindicalização ou desvinculação com a entidade

Nos últimos dias, os profissionais das gráficas em Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe, cidades a 60 km de distância da sede do Sindicato da classe (STIG Santos ), estão sendo alertados pela direção da entidade sobre a importância da ação sindical para preservação de seus direitos, salários e condições laborais. Nestes locais, por exemplo, que só foram incluídos à base de representação sindical do quase centenário STIG em meados da década de 1990, os gráficos recebiam salário mínimo e não tinham nenhum dos direitos coletivos da categoria - situação que mudou após tal representação sindical. Apesar disso, hoje poucos dos trabalhadores estão sindicalizados. Assim, a entidade tem feito assembleias com todos eles dentro de cada uma das empresas em que laboram para consultá-los se preferem se conscientizar da relevância do sindicato, associando-se e fortalecendo a luta, ou não terão mais a representação do órgão.

A ação começou pelas gráficas da cidade de Itanhaém. A assembleia foi feita nas empresas Itanhaém e Belas Artes. O resultado foi mediano, já que houve uma grande receptividade dos empregados da Belas Artes, enquanto profissionais da Itanhaém foram arredios e desinteressados, embora ficaram de analisar a situação melhor e responder dias depois. Houve o caso de um impressor em processo de aposentadoria que fez uma carta no local dizendo não ter interesse algum na proteção sindical e nem quer nenhum direito coletivo conquistado pelo STIG. "Tomar esta atitude agora, indo se aposentar após todos anos de proteção sindical, é pura ingratidão e injusto com que quem continua na ativa e precisará de proteção", criticou Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos. Já a receptividade na Belas Artes foi outra. Houve três filiações de imediato e outras ocorrerão. O dirigente acredita que quase todos se associarão.

Todavia, se não houver 70% dos gráficos dessas cidades associados, o STIG Santos revela que não há mais condições financeiras e política de continuar defendendo o interesse desses trabalhadores caso eles virem as costas para o sindicato que tem se dedicado muito para protegê-los. "E não adianta se esconder atrás da crise para negar a sindicalização, pois, apenas de adicional mensal de insalubridade, que nenhum desses profissionais recebiam antes da nossa representação sindical, cada um ganha valor adicional de R$ 190,82 - um valor bem maior que a filiação", diz Caetano. O STIG ainda realizará novas assembleias nas gráficas das cidades pendentes. Contudo, já tomou a decisão de entregar para a Federação Estadual da classe (Ftigesp) a respectiva representação em caso de não atingir o percentual de sindicalizados nestas três cidades.

"Lamentamos ver que alguns gráficos não valorizam o trabalho do STIG em favor deles mesmos e da classe como um todo", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. O dirigente lamenta ainda ao ver que muitos desses profissionais têm tomado tal atitude errada de enfraquecimento dos seus próprios direitos através do abandono ao sindicato, seguindo a manipulação midiática em defesa do empresariado, sendo enganados significativamente. Se continuarem assim, não perderão só o adicional de insalubridade, mas, segundo a Ftigesp, o prejuízo será significativo. Dentre eles, os próprios direitos coletivos negociados pelo Sindicato.

Para Del Roy, o grande risco de prejuízo e em um curto prazo de tempo é certo, caso continuem com uma postura de afastamento do sindicato. "Isolar o sindicato da intermediação entre o trabalhador e o patrão é uma atitude que só vai beneficiar a empresa. Portanto, isso não é prudente. Assim, o STIG Santos está de parabéns no alerta aos trabalhadores que estão seguindo o caminho errado, porque depois não adianta chorar no o 'leite derramado', dizendo que ninguém avisou antes. Sindicalizem-se!

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Jun 29

Sandro Ramos assuma a presidência após 20 anos como sindicalista. O dirigente critica a nova lei do trabalho de Temer e pergunta aos gráficos, através de um artigo, a quem interessa o enfraquecimento do sindicato?

Nesta terça-feira (26), os gráficos da Vale do Paraíba passaram a contar com a nova direção do Sindicato da categoria (STIG Taubaté) na região. A direção, presidida pelo gráfico Sandro Ramos, foi eleita há dois meses com a maioria dos votos da classe. Apesar da demonstração eleitoral da unidade dos profissionais, o sindicato enfrentará grande dificuldade nos próximos cinco anos - período de duração do novo mandato. O primeiro desafio é enfrentar o afastamento dos trabalhadores à própria entidade de classe, pondo em risco os seus próprios empregos, direitos, salários e condições laborais. Este perfil suicida tem sido generalizado no estado e no país depois da forte e a alienante campanha midiática nos últimos anos em favor dos patrões com a atual nova lei neoliberal do trabalho, ora aprovada em 2017 para destruir direitos trabalhistas e os sindicatos.

"Teremos que atuar para conscientizar o gráfico que não haverá direitos coletivos e salários superiores à CLT, defendidos pelo sindicato, se não houver a unidade e a participação dos trabalhadores junto ao STIG", diz Sandro. Bastante preocupado, mas disposto a encontrar uma solução para este e outros desafios, sobretudo como combater os efeitos da lei do trabalho de Temer, o dirigente agradece a conscientização daqueles gráficos que continuam sindicalizados, sabendo da importância de lutar juntos, mas reconhece que tem caído muito o número dos associados. A nova lei do trabalho inclusive já trouxe graves prejuízos na região, como o anúncio do fechamento da maior gráfica, a multinacional Morpho. Por conta disso, até a direção sindical teve a redução de dois integrantes.

A nova direção fica no comando do STIG Taubaté até junho de 2023. No período, a sobrevivência da entidade e consequentemente a proteção sindical dos direitos e salários dos gráficos dependerão unicamente dos próprios trabalhadores através da filiação ao órgão da classe. O fato é que o quadro de filiados caíram pela metade. "Se continuarem crendo no falso discurso da nova lei do trabalho como moderna, induzindo-os a acreditar que não precisam mais de sindicato, afastando-os do mesmo, a queda nos direitos, salário e condição laboral é certa", frisa Sandro.

Em poucos meses da nova lei trabalhista em vigor, o Brasil já tem quase 14 milhões de desempregados, cresceu a informalidade e os trabalhos precários com baixos salários e direitos. Além disso, os direitos coletivos de quem está empregado têm sido pressionados pelos patrões com o respaldo desta legislação, a qual também tem permitido a sonegação de direitos com a desobrigação da homologação da rescisão no sindicato.

Para Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG Taubaté é filiada, o dirigente Sandro e toda sua diretoria sindical está de parabéns. A Ftigesp também confia na continuidade do trabalho do sindicato em defesa da classe na região. "Para nós, enquanto Ftigesp, é de fundamental importância ter um STIG combativo como este Sindicato dos Gráficos ativo no Vale do Paraíba, como já deu demonstrações efetivas do compromisso com a categoria", diz Del Roy. Deste modo, o sindicalista propaga para que os gráficos da região mantenham o apoio irrestrito nas ações do Sindicato, sobretudo diante da nova campanha salarial para que todos tenham êxito por meio do enfrentamento aos desafios para a garantia e a ampliação de diretos. "Vamos em frente companheiros, só unidos é que seremos fortes", frisa.

written by FTIGESP

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