Mai 08

Se o trabalhador teve pouco o que festejar neste 1ª de Maio por conta da retirada de seus direitos devido à nova lei do trabalho e enquanto o governo Temer e seus aliados políticos continuarem sendo eleitos pela própria classe trabalhadora, pense na situação ainda mais terrível para os gráficos da Armi. A empresa foi descoberta pelo Sindicato da classe (Sindigráficos) há um ano e sem identificação dentro de um edifício de luxo em um bairro nobre de Jundiaí para negar direitos dos profissionais. Há várias denúncias, inclusive a falta de registro na carteira de trabalho. E, agora, a empresa foi flagrada pelo sindicato tentando se esconder em um novo endereço na mesma cidade. Continua atuando sem qualquer identificação, sendo que agora em um casebre no bairro de Agapeama. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Mai 08

O XXIII Campeonato de Futebol Society do Sindigráficos chega ao fim neste domingo, 6/5. Os jogos da grande final acontecem a partir das 9h, na quadra do Metal Clube (Clube do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região), no Rochdale, em Osasco. O Campeonato, que teve início em 8/4, contou com a participação de 20 equipes que se enfrentaram em jogos muito disputados. Neste ano, a Margraf e a Plural disputarão o ouro. Já o terceiro lugar está entre a Brasilgráfica B e a Sociedade Bíblica, que definirão para quem vai o bronze. O Sindigráficos parabeniza as equipes Aquarela, Antilhas, Autopel, Brasilgráfica A, Brasilgráfica B, Braspor, Brogotá, Ibratec, Fingerprint, Folha SP, Formapack, Laborprint, Leograf, Margraf, Málaga, Sennegraf, Sociedade Bíblica, RR Donnelley, Plural e Unitec pelo Campeonato!

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

Mai 07

Nenhum trabalhador gosta de ser demitido. Mas, desde que a nova lei do trabalho passou a valer há cinco meses, acabando com a obrigação da homologação da rescisão do contrato de trabalho pelo sindicato da categoria (STIG), o gráfico tem enfrentado um novo problema, maior até que o desligamento. Várias empresas, mesmo sem nenhum custo extra, tem apostado, de forma mal-intencionada, no afastamento do Sindicato deste processo. Sem tal homologação, direitos previdenciários (INSS), fundiários (FGTS) e convencionados (PLR, cesta básica e etc.) têm sido sonegado na rescisão, reduzindo o valor da verba rescisória do gráfico. O trabalhador deve procurar o STIG antes de assinar a rescisão, pois, depois de assinado, fica difícil reverter a situação até mesmo na Justiça.

O problema tem sido identificado até em empresas que tradicionalmente cumpriam todos direitos, como no caso do jornal A Tribuna de Santos. Recentemente, o STIG local foi procurado pelos gráficos demitidos. Eles desconfiaram do afastamento imposto pelo jornal ao STIG justamente neste processo de fiscalização da rescisão contratual. Não deu outra, através de cópias dessas rescisões, o sindicato descobriu a omissão da 1ª parcela da PLR e do abono para gráficos próximos da aposentadoria, sendo cobrado e pago pelo jornal. "A categoria deve desconfiar sempre que a empresa afastar o sindicato deste processo. Não assina nada sem o STIG olhar. Leve ao sindicato que continua analisando", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da categoria (Ftigesp).

Embora a nova lei do trabalho veio para permitir a ampliação de fraudes, ou melhor, criou um mecanismo para que isso ocorra sistematicamente, situação na qual várias gráficas estão apostando, os trabalhadores não podem aceitar a perda de seus direitos. "A lei mudou para pior, mas o STIG continua fazendo essa fiscalização. Portanto, a empresa que não homologar a rescisão no sindicato, o gráfico deve procurar o sindicato antes de oficializar o desligamento", reforça Leandro Rodrigues, que é o presidente do STIG Jundiaí e secretário-geral da Federação Estadual.

Rodrigues lembra ainda que todos os direitos ao INSS, FGTS e direitos trabalhistas gerais, como férias, 13º salário, aviso prévio, além daqueles convencionados, como PLR, cesta básica e outras dezenas continuam válidos, mesmo com prejuízos com a nova lei do trabalho. Outro direito que se mantêm e deve ser observado durante este processo de rescisão é a multa por descumprimento do pagamento das verbas rescisórias. As multas costumam ser no valor do salário nominal do gráfico demitido.

"Tudo isso continua sendo fácil de provar judicialmente que a empresa sonegou", diz Del Roy. Mas para que isso ocorra é preciso que o gráfico não assine a rescisão sem antes levar para a análise do seu sindicato. Além de garantir o pagamento completo das verbas rescisórias, sem as fraudes das empresas, o trabalhador ainda ajuda o STIG a identificar as gráficas que estão adotando esta prática, fazendo com que sejam ainda mais monitoradas pela ação sindical e denunciadas aos órgãos públicos.

written by FTIGESP

Mai 04

Trabalhador faz questão de contribuir financeiramente com STIG Santos para fortalecer a entidade na defesa dos direitos e salários da categoria

Há poucos dias, um experiente gráfico da Baixada Santista demonstrou a sua plena consciência de classe em contraponto à posição de grande parcela dos trabalhadores que, enganados pelo governo Temer e mídia a partir da nova lei do trabalho a mando do setor patronal, continua se afastando e enfraquecendo política e economicamente o seu sindicato, pondo em risco seus direitos, salários, condições laborais e empregos. O exemplo da consciência de um gráfico, reagindo à essa manipulação das elites que a maioria dos profissionais mais jovens estão seguindo, vem do trabalhador Alberto Palermo, da Seal Serigrafia, em Santos. De forma autônoma, mesmo com a empresa deixando de descontar a sua contribuição financeira em favor do seu Sindicato (STIG), ele não só decidiu fazê-la, como deu publicidade a sua ação pra convencer outros.

Alberto fez questão de efetuar o pagamento diretamente no Sindicato. Na ocasião, ele destacou que sabe da importância da sua contribuição para manter o STIG com poder para enfrentar o patrão nas negociações salariais e da renovação da convenção coletiva de trabalho dos gráficos. "Ele demonstrou consciência de que a única entidade que representa a classe é o sindicato, devendo, portanto ser mantido pela própria classe, caso queira manter seus direitos", diz Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos, entidade filiada à Federação Estadual da classe (Ftigesp).

Não foi à toa que a nova lei do trabalho desobrigou todas as empresas de fazerem justamente o desconto anual dessa contribuição na folha de pagamento dos empregados. Muitos gráficos estão dando um tiro no pé ao deixarem de contribuir. "Não faz sentido comemorar essa suposta economia com o fim de uma contribuição no valor de um dia do trabalho anual, enfraquecendo o órgão sindical que trás benefícios financeiros e direitos socioeconômicos bem superiores através da garantia anual da convenção coletiva", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

Sueli Reis, presidente do STIG Santos, lembra inclusive que a entidade fez uma assembleia no Dia Nacional dos Gráficos, em 7 de fevereiro, a fim de "conscientizar (a classe) para lutar e enfrentar os novos desafios". Porém, infelizmente, poucos trabalhadores entenderam o recado e apelo feito a todos frente à necessidade da manutenção da estrutura sindical. Apesar disso, a sindicalista parabeniza todos que de forma consciente autorizaram o desconto da contribuição e ainda aproveita para convocar a categoria a fortalecer o STIG para sua autodefesa, sindicalizando-se.

Não abandonem seu sindicato porque a consequência será a perda do poder da entidade de representar os interesses da classe trabalhadora, inclusive com suspensão e até o fim da prestação de serviços diversos. "A nova lei do trabalho, em menos de cinco meses de validade, já tem mostrado o potencial de reduzir direitos e empregos. Logo, mais do que nunca o momento carece de maior unidade e organização dos gráficos junto ao STIG, a fim de tornar o órgão forte para conseguir enfrentar o poderio econômico patronal que foi ampliado com esta nova legislação. Sem a participação dos gráficos, inclusive contribuindo financeiramente e sindicalizando, os direitos e salários sucumbirão", realça Del Roy.

written by FTIGESP

Mai 03

Por todo o Brasil o 1º de maio deste ano foi marcado apenas por manifestações e atos políticos que condenaram a Reforma Trabalhista imposta pelo atual governo a toda classe trabalhadora. Na Baixada Santista não poderia ser diferente, uma vez que é a região do estado de São Paulo onde houve maior numero de desempregados. Principalmente no Polo de Cubatão que lidera o numero de demissões na região. Jorge Caetano, Secretário Geral do Sindicato dos Gráficos diz que infelizmente o trabalhador não tem o que comemorar. Esse é um dia de reflexão e conscientização para resgatar todas as forças e resistir para reconquistar nossos direitos que nos tiraram passando por cima como um rolo compressor. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

written by FTIGESP

Ir para página início  7 8 9 10 11 12 13 14 15 16  última