Jun 28

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Jun 28

Há algum tempo, os servidores do Ministério do Trabalho vêm denunciando descaso do governo, o que ameaça o atendimento em agências de todo Brasil. Os problemas vão desde condições precárias no ambiente de trabalho, como sanitários sujos e lixo acumulado, até deficiência no fornecimento de materiais, como papel, caneta equipamentos de impressão e combustível para o trabalho de fiscalização. Os problemas afetam diretamente os servidores do Ministério e, consequentemente, uma prestação de serviço eficiente para o trabalhador brasileiro.O STIG Barueri/Osasco, sempre presente em fiscalizações de gráficas da região, também parou de ser chamado. "Antes, éramos solicitados em todas visitas realizadas nas empresas", afirmou nosso presidente do STIG, Álvaro Ferreira da Costa. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Jun 28

FONTE: STIG ABC

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Jun 28

Três anos após a gráfica HRosa se instalar na cidade de Cajamar, vinda da capital paulista, os 80 profissionais da empresa ainda não se filiaram à entidade da categoria (Sindigráficos) e começam a sentir os prejuízos. A empresa percebeu o afastamento dos trabalhadores ao sindicato e já iniciou a aplicação de intransigências, conforme apontam as primeiras denúncias da classe. Para evitar o mal, o Sindigráficos promoverá uma campanha de sindicalização dentro da empresa, baseada na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), para fortalecer a luta no combate às falhas contra os funcionários do local. Pelas queixas, a H Rosa aplica diferença salarial entre gráficos com mesmo função e condições. Decidiu retirar os bancos de suporte aos trabalhadores do setor de Acabamento e ela tem dificultado até o recebimento de atestado médico dos seus empregados. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jun 27

Campanha salarial será unificada no estado para a garantia dos direitos

Embora falte quatro meses para a data de referência do reajuste salarial e a definição dos direitos coletivos dos 80 mil gráficos paulistas, a classe corre sérios riscos diante da aplicação da nova lei do trabalho de Temer. Cientes disto, os presidentes de todos os Sindicatos da classe no estado (STIGs), atendendo a convocação da Federação estadual da categoria (Ftigesp), reuniram-se recentemente para adiantar a campanha salarial. O objetivo é ter mais tempo para organização da classe a fim de que ela perceba as novas e maiores ameaças sobre os seus direitos coletivos, e, a depender da consciência de cada um, possa resistir unificadamente.

Neste sentido, os presidentes dos STIGs decidiram manter a campanha de forma unificada da capital ao interior do estado. Ficarão de fora só os STIGs Santos e ABC, pois nestas regiões existe outro sindicato patronal diferente do restando do território paulista. Portanto, a campanha salarial vai reunir os gráficos da base de representação de 17 dos 19 STIGs do Estado de São Paulo. Os dirigente ainda decidiram antecipar a pauta de reivindicação coletiva. Para isto, farão em cada região as assembleias com a categoria até o dia 5 de agosto, sendo copiladas pela Ftigesp e entregue na sequência para o sindicato patronal dar logo uma resposta.

Nos indicativos de pauta a serem discutidos com os trabalhadores, tem uma orientação que parte do princípio da reivindicação pela manutenção de todos os direitos coletivos existentes na atual Convenção Coletiva do Trabalho dos Gráficos, esta que já vence no próximo dia 31 de outubro. Focaram-se ainda na luta contra os retrocessos da nova lei do trabalho sobre os referidos direitos. Para isso, há indicativos de pleitear cláusulas de barreiras a esta legislação, a exemplo de barrar o banco de horas e os contratos de trabalho precários, como o serviço de modo intermitente, bem como manter a homologação de rescisões contratuais no sindicato.

"A participação do trabalhador neste processo de proteção dos direitos é indispensável. Sem isso, a nova lei do trabalho ameaçará a todos, seja quem acabou de entrar e recebe o piso salarial ou quem está no topo", alerta Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. A entidade pede que os gráficos percebam todo risco que se aproxima e entre na luta. "É preciso que a classe tenha a mesma disposição de luta e solidariedade demonstrada para com o greve dos caminhoneiros. O Brasil mudou para pior. Portanto, chegou a hora dos gráficos lutarem para a preservação dos seus próprios direitos. E começa pela Campanha Salarial", pontua Leonardo Del Roy, presidente desta Federação dos Gráficos Paulistas.

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