Abr 16

Todos os dias recebemos questionamentos de trabalhadores que não receberam o reajuste de novembro de 2018, PLR, cesta de alimentos com falta de itens, horas extras sem receber, etc. O fato mostra que o sindicato é ainda o que resta para o equilíbrio entre capital versus o trabalho, nossas ações tentam minimizar essa desigualdade. Cabe agora a decisão do trabalhador e da trabalhadora em fortalecer quem mais defende você e sua família. Sindicalize-se! LEIA MAIS


FONTE: STIG TAUBATÉ

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Abr 16

O gráfico que porventura venha a ganhar R$ 2.000 na aposentadoria por idade, perderá R$ 877 se a nova lei da reforma da Previdência estivesse aprovada e já em vigor LEIA MAIS


FONTE: STIG SOROCABA

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Abr 16

Em pleno domingo, no último de março, mês em comemoração ao Dia Mundial das Mulheres, dezenas de trabalhadoras sócias ao Sindicato dos Gráficos (Sindigráficos) lotaram a sede regional da entidade em Jundiaí. Muitas foram pela 1ª vez na entidade. Alguns se associaram na hora, ou pouco antes. Lá, a ex-servidora do INSS e advogada previdenciária, Ana Paula de Oliveira, e a presidente da Associação dos Aposentados de Jundiaí, Fé Juncal, detalharam para elas sobre a reforma da Previdência. E descobriram o quanto será ruim para a vida de toda classe trabalhadora, mas bastante pior para as mulheres. A maioria delas, que estão na faixa dos 40 anos de idade ou pouco menos, terão grandes dificuldades de ser aposentarem. Tudo porque Bolsonaro, mesmo sem garantir o emprego para elas agora e muito menos quando mais velhas, decidiu que apenas se aposenta aquela que tiver 40 anos de trabalho e contribuição ao INSS. LEIA MAIS
FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 15

STIG ainda garantiu baixa na carteira de trabalho e a liberação do FGTS, Seguro-Desemprego e do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

Nos próximos dias, após duas semanas da autodeclarada falência pela multinacional norte-americana Donnelley no Brasil, deixando centenas de gráficos das unidades de Osasco e de Barueri sem empregos e direitos, a empresa enfim dará início ao processo de encerramento dos contratos de trabalho e serão liberados alguns direitos. E isso só vai ocorrer devido os protestos dos trabalhadores e da ação sindical por dias. Os termos de rescisões e os cálculos das verbas rescisórias de cada empregado serão elaborados e entregues juntamente com a baixa na carteira profissional.

Com os termos de rescisão e a baixa na carteira de trabalho, os gráficos também terão a liberação para sacarem o FGTS na Caixa Econômica e darem entrada no Seguro-Desemprego. Estas condições foram cobradas pelo Sindicato da classe (STIG Barueri-Osasco) durante reunião na última semana com o advogado Fernando Ramos Borges, que é o administrador judicial da massa falida da RR Donnelley, indicado pelo Poder Judiciário.

Pelo acordado, a empresa contratou os técnicos de RH para elaborarem documentos dos desligamentos e fazerem cálculos das verbas rescisórias de cada empregado. Serão realizadas 25 rescisões diárias. A ordem de chamada será alfabética. O STIG ainda que continuará monitorando tudo. Com a baixa na carteira e a liberação do FGTS e seguro-desemprego, o gráfico estará livre para correr atrás de novas oportunidades de emprego. Contudo, a luta para o recebimento das verbas rescisórias permanecerá.

Joaquim Oliveira, secretário-geral do STIG fala que as verbas rescisórias devem ser convertidas em crédito da massa falida. Ou seja, será preciso manter a luta por mais tempo até conseguir garantir estes direitos, uma vez que o processo falimentar só está iniciando. O administrador judicial é quem responde ao juiz do caso sobre o processo. A empresa inclusive estimou na ação de autofalência ter algo em torno de R$ 180 milhões com as três unidades (duas em SP e uma em SC). Tudo precisa ser catalogado para ser vendido e depois repartido entre os credores da RR Donnelley.

"É uma etapa longa que requer muita unidade, organização e persistência de cada trabalhador junto do sindicato para evitarmos perdas. Todavia, assim como estivemos junto a todos nesta primeira etapa, de protestos e das primeiras negociações, continuarem no decorrer de todo o processo de falência onde os empregados se habilitarão como credores para que possam receber os seus direitos trabalhistas", explica o dirigente sindical.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade da qual o STIG é filiado, está solidária com todas as ações dos empregados da Donnelley. "Também estamos fazendo gestões em busca de apoio internacional por meio dos diretores da UNI Sindicato Global junto à direção da empresa em Chicago, nos EUA. O nosso objetivo é buscar garantir a negociação do pagamento imediato das verbas rescisórias dos demitidos", ressalta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele lembra que as verbas têm natureza de verba alimentar, devendo ser paga de imediato. Portanto, a decretação de autofalência pode ser classificada como uma tentativa de golpe nestes direitos trabalhistas de Barueri, Osasco e de Blumenau/SC.

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Abr 12

Pelo acordo do Sindicato de Barueri/Osasco, o gráfico da antiga Orberthur recebe piso normativo extra, ou 80% do salário quando é maior que o piso

Na última semana, gráficos da unidade da multinacional francesa Idemia em Cotia, antiga Orberthur que se fundiu à Morpho, reuniram-se com os dirigentes do Sindicato da classe (STIG Barueri/Osasco) e aprovaram a renovação de um acordo coletivo de trabalho onde garante um benefício financeiro para todos. O valor varia a depender das metas atingidas pelo Programa de Participação dos Resultados (PPR). No geral, cada gráfico pode receber o valor de um piso normativo da categoria (mais de R$ 1,6 mil) ou a quantia de 80% do salário nominal quando é superior ao piso.

Para Joaquim Oliveira, secretário-geral do STIG, a entidade demonstra outra vez seu compromisso com cada gráfico da empresa, mesmo depois da transformação da Oberthur em Idemia. A manutenção do benefício financeiro através desta renovação de um novo acordo é a prova disto. Não à toa que o número de sindicalizados no local cresce assim como a quantidade de empregados. Duas centenas de gráficos são associados. Apesar disso, o sindicato espera que mais trabalhadores sigam o mesmo caminho, sobretudo agora depois da renovação outra vez deste acordo.

Além desse acordo, o STIG tem garantido um outro bastante importante. Ninguém na empresa trabalha mais de 40 horas semanais, e, em caso de laborar adicionalmente, recebe pela hora-extra. "Na Idemia, como era na Orberthur, continua em vigor a chamada jornada espanhola. Ou seja, não trabalham todos os sábados, mas folgam alternadamente. E o conjunto de trabalho mensal corresponde a 40 horas semanas", conta Joaquim.

Quanto ao pagamento do Programa de Participação dos Resultados, que foi estabelecido no ano passado, as metas não foram atingidas em 100%. Apesar disso, nenhum dos trabalhadores que recebem o piso normativo ganharão menos de R$ 1.310. E para quem tem o salário nominal maior, o benefício também é superior. Recebem 70% da referida remuneração. "Ou seja, um gráfico com salário mensal de R$ 3 mil, tem direito a ganhar R$ 2,1 mil", explica Joaquim. A empresa já tem mais de 540 funcionários.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG Barueri/Osasco é filiado, felicita o STIG e os empregados contemplados por esta iniciativa sindical e principalmente diante dos resultados obtidos superiores a Convenção Coletiva de Trabalho, que já garante benefício financeiro anual (PLR). "A ação sindical está comprovando o importante papel do STIG e que, quando o gráfico está integrado entre si e com o sindicato entidade, todos ganham: trabalhadores e empresa", comenta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp.

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