Ago 13

STIG e mais entidades juntos ao Conselho Municipal de Saúde fizeram um fortíssimo ato na cidade, fazendo a prefeitura recuar do fechamento

Há duas semanas, cerca de mil pessoas ligadas ao movimento sindical e popular tomaram uma praça central de Guarulhos (Getúlio Vargas) e seguiram depois para a secretaria de Finanças da cidade contra o então processo de fechamento do Hospital Municipal de Urgência e também pra exigir o pagamento dos servidores. A iniciativa foi do Conselho de Saúde local, que recebeu o apoio do Sindicato dos Gráficos da região (STIG) como uma das demais entidades sindicais e sociais lá presentes. Com a pressão, já no final do mesmo dia do ato, diante da repercussão inclusive midiática e judicial, visto que o movimento conseguiu até uma liminar para a manutenção do equipamento público, a prefeitura garantiu que o hospital continuará em funcionamento.

A conquista, embora o movimento continuará vigilante, demonstra toda força da população quando unida e mobilizada por uma pauta comum em benefício da sociedade. "O prefeito tem que saber que tem muita luta quando estamos juntos. O Conselho Municipal de Saúde não está sozinho. Estaremos na retaguarda e na linha de frente. Os sindicatos, como o STIG Guarulhos, historicamente nunca se esconderam de suas responsabilidades e não será agora", disse de cima do trio elétrico na então praça Getúlio Vargas, o presidente do Sindicato, Francisco Wirton.

Se não fosse o protagonismo do movimento sindical e popular, cerca de 1,4 milhões de habitantes de Guarulhos e outros milhões das cidades vizinhas estão agora desassistidas do referido Hospital. Contudo, todo o problema em saúde no município e demais locais do estado e do país não estão resolvidos. Pelo contrário, a situação piora significativamente desde a chegada de Temer na Presidência do Brasil e os congressistas aliados aprovarem uma lei para congelar por 20 anos os investimentos em saúde e todas políticas públicas. Tais políticos fizeram isto mesmo nascendo milhões de crianças todo ano, e outros milhões envelhecendo - faixas etárias que mais necessitam do atendimento médico e de saúde.

"Mudar nem sempre é para melhor", lembrou Wirton, ainda em cima do trio elétrico na praça de Guarulhos, fazendo referência aos caos atual na saúde da cidade derivada da troca do prefeito na eleição há dois anos. Todavia, esta análise também pode se encaixar ao Palácio do Planalto, diante da troca abrupta e ilegal da presidente Dilma por Temer, gerando grande caos para todos os brasileiros, como tem sido observado hoje. O presidente do STIG aproveito para lembrar que daqui a dois meses tem eleição, devendo a população saber escolher melhor seus candidatos.

"O próximo presidente, deputados e senadores precisam revogar todas as medidas antipovo e antitrabalhador decidas por Temer e companhia", orienta Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Guarulhos é filiada. O sindicalista diz que a população precisa votar somente em quem diz que revogará a lei do congelamento de recursos em saúde e outras políticas por 20 anos; que revogará a nova lei do trabalho, que destruiu dezenas de empregos e ampliou o desemprego e subempregos; e que se comprometam em não atacar a Previdência Social para prejudicar futuras aposentadorias.

O fato atual é que hoje está de parabéns o STIG Guarulhos junto a todo o movimento sindical-social presente no protesto do Conselho Municipal de Saúde. "Essas entidades, através de seus dirigentes, deram grande demonstração de resistência e luta em defesa da saúde pública atacada na cidade e em todo o Estado e Brasil com as políticas de Temer e seus políticos-partidos aliados", pontua Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Ele defende que tal iniciativa seja exemplo para todos STIGs paulistas e brasileiros, sendo reproduzidas também em suas regiões.

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Ago 10

STIG Barueri realça que será a chance da classe poder votar para retirar da política os deputados e senadores que destruíram diversos direitos

Este mês começa a campanha eleitoral e a propaganda na rádio e TV. Será o tempo onde novos e antigos políticos disputarão o voto do povo, tendo assim a chance de mudar o atual cenário de crise econômica, desemprego e fim de direitos sociais e trabalhistas. Logo, a depender de quem escolher através do voto nos candidatos, a situação ruim pode continuar ou mudar. Assim, a Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o Sindicato dos Trabalhadores da categoria (STIG) na região de Barueri é filiada, chama atenção a este importante momento.

É preciso votar bem para presidente e governador, mas também para deputados estaduais, federais e senadores, pois são estes responsáveis por leis onde atrasam a vida do trabalhador e dos pobres ou melhoram. "No caso da atual maioria dos deputados, senadores e presidente, estes só melhoraram a vida dos ricos e patrões através da nova lei derivada da reforma trabalhista e do congelamento de políticas em educação e saúde por 20 anos", pontua Álvaro Ferreira, presidente do STIG Barueri. O dirigente orienta os trabalhadores a protestarem contra estes políticos na hora da votação em 7 de outubro: votem contra todos estes aliados de Temer que levaram ainda ao aumento da luz, gás, gasolina e juros.

Para Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, a eleição será a hora em que a classe trabalhadora e a população em geral precisam deixar só os deputados e senadores que votaram contra tais medidas de Temer. "Será tempo de renovar o Congresso Nacional e a Presidência do país. O momento de retirar os políticos ligados aos patrões e eleger somente aqueles vinculados aos trabalhadores e aos movimentos populares", diz.

"Votar em políticos que ajudaram Temer e dar um golpe para retirarem os nossos direitos trabalhistas e sociais é pedir para continuar sofrendo e agravar a crise atual contra si mesmo e contra o Brasil", avalia Álvaro. O dirigente orienta os gráficos e demais profissionais a votarem somente em políticos que defendem o interesse da classe trabalhadora. Ademais, lembra ele, será necessário votar em candidatos que já vem prometendo a luta para a revogação das medidas aprovadas por Temer e os aliados.

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Ago 09

Na manha do último domingo (5), embora estivesse bem frio, 90 gráficos de dezenas de empresas e municípios de Cajamar, Jundiaí, Valinhos e região defenderam seus direitos coletivos durante a assembleia inicial da campanha salarial da categoria. Aprovaram a pauta de reivindicação que será agregada ao pleito dos demais gráficos do estado e enviada para o sindicato patronal até o final do mês. Os trabalhadores defendem a volta do reajuste salarial com ganho real. Pedem 3% acima da inflação anual. E querem o mesmo índice sobre a PLR, já sem aumento há três anos, bem como nos demais direitos coletivos econômicos existentes. A bandeira central da campanha será ainda a volta da obrigatoriedade da homologação da rescisão contratual dos gráficos no Sindigráficos, direito retirado pela nova lei derivada da reforma trabalhista do Temer. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Ago 09
FONTE: STIG ABC

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Ago 09

Em outubro, o Brasil vai às urnas em mais uma eleição que escolherá um novo presidente da República, senadores e deputados federais e estaduais. "Mais do que nunca, é primordial estarmos atentos aos políticos que pisaram nos direitos dos trabalhadores e dos brasileiros como um todo. Os últimos anos não foram fáceis! Congelamento de gastos públicos e a precarização de serviços básicos para a população; aprovação da terceirização irrestrita; os direitos trabalhistas esmagados e liquidados pela Reforma Trabalhista, só para citar alguns exemplos do que estamos passando!", diz o STIG Barueri, Osasco e região. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

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