Fev 19

FONTE: STIG ABC

written by FTIGESP

Fev 19

Com sérios problemas na coluna por conta do trabalho e ainda precisando do convênio médico da empresa para se cuidar, um gráfico acaba de ser demitido pela Guteplan, em Valinhos. O desligamento ocorreu dois meses após o INSS autorizar seu retorno ao serviço. Ele se encontrava inclusive em reabilitação profissional desde que voltou. Sem condições de atuar no setor de logística, área em que contraiu a doença ocupacional, passou a laborar como revisor de qualidade. E, agora, foi sumariamente demitido. Desesperado, e sem saber o que fazer, o profissional procurou o sindicato da categoria (Sindigráficos), entidade na qual nunca quis se sindicalizar, como a maioria dos funcionários dessa empresa, que, infelizmente, pensa que o sindicato não serve para nada ou nunca precisará. Abandonado e sozinho, o gráfico percebeu o erro cometido e foi atrás do órgão da classe. No local, foi acolhido e uma possível solução logo apareceu em seu favor. "Já acionamos a empresa para que desfaça a sua demissão e o reintegre imediatamente. O pleito tem o amparo em uma lei que protege o emprego quando volta do auxílio-doença ocupacional (código 91)", conta Jurandir, diretor do Sindigráficos. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Fev 19

Com a mudança da data da confraternização do dia 17 para o dia 24 de março no sitio, informamos que as inscrições permanecem até o dia 28 de fevereiro, porém, o prazo para pagamento mudou do dia 05 para o dia 15 de março.com isso o trabalhador terá mais 10 dias de prazo. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

written by FTIGESP

Fev 19

Estamos preparando mais um grande Campeonato de Society do Sindigráficos para os atletas de nossa base!O primeiro pontapé dos gráficos deve ser a realização da inscrição de suas equipes, que acontece de 13 a 22/3, na sede do Sindigráficos! LEIA MAIS 


FONTE: STIG BARUERI

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Fev 18

Gráficas devem oferecer um local para refeição e aquecedor do alimento

As condições de trabalho nem sempre são adequadas para a segurança e saúde dos gráficos. O Ministério do Trabalho, antes de ser extinto pelo governo atual, fazia inclusive fiscalizações para combater irregularidades. Os parques gráficos, com máquinas e produtos químicos, altos ruídos e temperaturas, são inadequados, por exemplo, para realização da refeição dos empregados, dada as condições insalubres e risco de contaminação. A fim de evitar que isso ocorra, a Federação Paulista da classe (Ftigesp) e sindicatos da categoria (STIGs) garantiram a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) onde obriga as gráficas a oferecerem um local apropriado para as refeições, bem como uma máquina para aquecê-las.

"Nossa convenção, que tem validade até agosto de 2020, regulamenta a questão, impedindo que as empresas do ramo transformem os gráficos em boias-frias da indústria, caso os obriguem a comerem a comida fria, no barulho, no calor, perto das máquinas e das tintas e solventes", conta Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. O trabalhador merece respeito e ser tratado com dignidade, devendo se alimentar com um certo conforto e segurança. Isso é o mínimo de proteção que precisa ser dado a todos.

A Ftigesp critica o fato da maioria das gráficas paulistas, especificamente as de pequeno e médio porte, que correspondem a 90% do total do setor, ainda não garantirem a seus trabalhadores nenhuma política de refeição, seja tíquete-refeição, convênio com restaurantes, ou forneça a comida por meio de refeitório próprio. Assim, o mínimo a oferecer é que haja um local correto para que os gráficos levem sua alimentação e possam esquentar.

"Por isso lutamos para a garantia e manutenção desta obrigação patronal em toda gráfica que ainda não garante alguma política de refeição ao seu empregado. Este dever das empresas, independente se tiver um gráfico, que evita a transformação dos trabalhadores em boias-frias da indústria, consta na cláusula 62º da convenção coletiva", destaca Del Roy. Ele lembra que além do local adequado, é preciso ter o aquecedor da comida.

Portanto, não é permitido a refeição no parque gráfico. E é um dever da empresa que a alimentação levada pelo trabalhador esteja quente na hora da refeição. Os custos com os aquecedores de marmitas ou micro-ondas, bem como sua manutenção, é exclusiva do empregador. Em caso de descumprimento, a Ftigesp orienta o trabalhador a denunciar ao STIG da sua região.

Muitas vezes essa obrigação patronal passa despercebido pelo gráfico. O trabalhador precisa estar atento ao seu direito. "Uma refeição quente e no local correto é o mínimo que a empresa deve garantir. Denuncie ao seu Sindicato se isto não estiver acontecendo", ratifica Del Roy.

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