Fev 01

Gráficos da Máxima Cadernos denunciaram a empresa ao sindicato pelo descumprimento do acordo para regularização da PLR e FGTS pendentes

Dias antes da oficialização da extinção do Ministério do Trabalho (MTb) pelo novo governo do país, o Sindicato dos Gráficos (STIG) em Sorocaba notificou a Máxima Cadernos, em Itapetininga, pelo descumprimento de um acordo realizado no ministério para a regularização da PLR e do FGTS de gráficos. A entidade de classe também buscou uma mediação do MTb na cidade em que a empresa está localizada. Mas, diante dos efeitos da primeira medida do governo Bolsonaro com o fechamento do órgão, ainda não foi realizada a mediação e nem se sabe quando ou se acontecerá. O setor jurídico do STIG já estuda inclusive acionar o Ministério Público do Trabalho (MPT) diante da situação e da repetição de falhas pela empresa.

"Alguns gráficos nos procuraram há algumas semanas e informaram que não receberam a 2ª parcela da Participação de Lucro e Resultados (PLR) e o FGTS não está sendo recolhido", diz João Ferreira, presidente do STIG. A denúncia é grave pela falha e elevada porque a empresa havia firmado um acordo no Ministério, assumido a regularização da situação. Além de uma nova mediação solicitada ao MTb, apesar das incertezas quanto ao funcionamento do órgão após a medida de Bolsonaro, o STIG ainda requereu a fiscalização por parte dos auditores fiscais do trabalho.

O sindicato tem uma relação muito próxima e forte com os gráficos nesta região de Itapetininga e garante que não deixará a classe sem proteção de seus direitos. A Máxima Cadernos possui 250 funcionários, onde um deles é a diretora sindical Marília. Na região, existem 235 sindicalizados. João revela que, embora aguarda o desdobramento das solicitações no MTb, o STIG estuda e já conversou com o advogado da entidade sobre a possibilidade de entrar com uma queixa-crime referente ao caso no MPT.

"Continuaremos na briga continua diante da postura do patrão contra os direitos da classe. Exigimos que a Máxima corrija o caso imediatamente", diz João. O dirigente também participou de um manifesto recente contra a extinção do Ministério do Trabalho, puxado pela central Força Sindical. Os trabalhadores só têm a perder com o fim do órgão que dá um suporte fundamental as ações sindicais, como visto no caso da Máxima Cadernos.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG Sorocaba é filiado, aproveita para lamenta as condições que levaram o governo a esfacelar as condições do Ministério do Trabalho. "Já vemos como resultado as empresas buscando evitar fiscalizações e trazendo, com isto, enormes prejuízos para os direitos dos trabalhadores", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele critica ainda a Máxima por não cumprir com seus compromissos assumidos com os trabalhadores.

A entidade dos gráficos entende que tudo isso é um resultado da política neoliberal que está sendo adotada pelo atual governo com posições que permitem as empresas explorarem cada vez mais os direitos trabalhista. "Portanto, gráficos do estado, o único caminho para enfrentar a situação é se sindicalizando para fortalecer o seu sindicato", orienta Del Roy.

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Jan 31

Lazer, festival esportivo, piscina, natureza, churrasco e diversão para as crianças. Essas e outras atrações estão no roteiro da festa em celebração ao Dia Nacional dos Gráficos. O evento acontece no sábado, dia 17 de março, a partir das 8h, em um sítio na cidade de Santa Isabel – mesmo local do ano passado. LEIA MAIS 


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Jan 31

Com o fim do Ministério do Trabalho pelo governo atual, a importância do sindicato de trabalhadores na organização da categoria em proteção aos respectivos salários, direitos e condições laborais só tende a aumentar. É o que acaba de acontecer para os gráficos da Nova Flex em Itupeva. Se não fosse a ação do sindicato da classe do local (Sindigráficos), o FGTS continuaria com pendências. Há meses, o órgão monitora e tem cobrado da empresa o recolhimento do direito não quitado em um período de 2017. Felizmente, após uma negociação com a gráfica no final do último ano, todos empregados começaram a receber o passivo a partir do mês atual. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jan 31

A Diretoria do STIG Santos fechou convênio com a Clínica Acesso Saúde para atendimento de seus associados e familiares, onde o associado vai pagar uma consulta no valor de R$88,00 para atendimento com médicos de várias especialidades, exames e ontologia e estética. Sueli Reis diz que no contrato a Clinica se compromete também a realizar testes de glicemia e medição de pressão aos trabalhadores no próprio local de trabalho para facilitar o acesso dos gráficos a um atendimento preventivo. LEIA MAIS 
FONTE: STIG SANTOS 

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Jan 30

Possível ausência de direitos são averiguados pelo STIG em Santos, que lembra que acúmulo de função demanda pagamento de diferença salarial

Apesar dos jornais A Tribuna de Santos e o Expresso Popular da Baixada Santista continuarem na versão impressa, com 10 mil exemplares diários cada um, o grupo empresarial decidiu avançar no plano do fechamento do seu parque gráfico e demitiu todos trabalhadores do setor da empresa. O Sindicato da categoria do local (STIG), por sua vez, não abandonou os trabalhadores. A maioria deles sempre foi associada à entidade de classe. Mesmo demitidos e sem poderem contribuir financeiramente com o órgão, a direção sindical continua dando assistência a todos na defesa dos seus direitos, fazendo a revisão dos termos da rescisão do contrato de trabalho.

"Como a empresa, antes ainda do fechamento do parque gráfico, havia decidido não mais homologar rescisões dos trabalhadores no STIG, em consonância com a atrasada lei da reforma trabalhista e em prejuízo dos empregados demitidos, convocamos os gráficos para levarem até nós os seus termos de rescisão de contrato, elaborados unicamente pelo jornal", fala Sueli Reis, presidente do Sindicato local. Ela conta que o pedido foi feito para analisar cada documento de modo que nenhum direito deixe de ser listado e pago, sobretudo porque a maioria deles laboravam no local há bastante anos.

Na fiscalização sindical, todas as verbas rescisórias indicadas nos termos haviam sido pagas adequadamente. Porém, segundo revela o secretário-geral da entidade dos gráficos, Jorge Caetano, surgiram algumas outras questões duvidosas. "Constatamos um acúmulo de função e necessidade de equiparação salarial de trabalhadores", conta. Dessa forma, ninguém será abandonado pelo STIG, mesmo desempregados. A entidade decidiu encaminhar as demandas para o jurídico que presta serviço ao sindicato.

O STIG critica a empresa pelo fechamento do parque gráfico enquanto continua mantendo a versão impressa e lamenta pela demissão de todos os trabalhadores da classe. O parque gráfico do jornal A Tribuna de Santos foi extinto no último mês, dia 17, depois de 123 anos de atuação.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG Santos é filiado, lamenta pela decisão do jornal em eliminar seu parque gráfico e a demissão de todos trabalhadores. "A empresa contava com profissionais altamente capacitados que sempre se dedicaram o máximo durante anos para que A Tribuna se mantivesse à frente no processo de comunicação", pontua Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Porém, em resposta a isso, o dirigente critica a empresa que toma uma posição contrária aos gráficos, aumentando o desemprego para obter mais lucro.

written by FTIGESP

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