Jul 27

Durante a prestação de contas da Ftigesp, entidades debateram sobre meios para a participação dos trabalhadores na manutenção dos STIGs

Na última semana, 16 dos 19 Sindicatos dos Gráficos (STIGs) do estado de São Paulo se reuniram na capital paulista para tratarem da prestação de contas da Federação estadual da classe (Ftigesp). Apesar da pauta definida, o debate girou em torno dos impactos da nova lei do trabalho sobre a sustentabilidade econômica e política das entidades. Pois, caso não haja mais a participação dos trabalhadores na manutenção desses órgãos, restringindo as condições mínimas de funcionamento em defesa da classe nas regiões, a sobrevivência dos STIGs e, consequentemente, o salário, direitos e condições laborais dos trabalhadores correm risco. O debate contou com a assessoria da jurista Zilmara Alecar, especialista em contribuição sindical e sobre direitos trabalhistas de forma ampliada.

Na ocasião, foram abordados vários meios de encontrar soluções para a manutenção dos STIGs, inclusive caminhos jurídicos para a legitimidade do imposto sindical, desde que de forma livre e autônoma da categoria. Também foi destacada a relevância das campanhas de sindicalização, forma que garante finanças, mas também o corpo político da entidade - indispensável para a conquista e a manutenção dos direitos trabalhistas.

"Procurei mostrar aos STIGs presentes que o imposto sindical, embora seja indispensável defendê-lo para a operacionalidade das entidades, praticamente acabou com esta nova lei do trabalho, em prejuízo para os próprios trabalhadores enquanto a maioria deles não notar o mal disso sobre eles e a classe", falou Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Dos 19 STIGs em SP, só não estavam presentes os de Ribeirão Preto, do ABC Paulista e ainda o Sindicato dos Trabalhadores Gráficos de Jaú.

Del Roy, que ainda apresentou a prestação de contas de 2017 em dia, destacou que agora é importante os STIGs buscarem focar também em outras formas de financiamento e representatividade dos gráficos nas 19 regiões organizadas sindicalmente. Ele priorizou a ação sindical de base como meio de aproximação dos gráficos, muitos já distantes há anos.

Um trabalho inicial, por exemplo, pode ser buscar meio de se aproximar daquele gráfico na hora (ou depois) da sua rescisão contratual, hoje não mais homologada de forma obrigatória no sindicato devido a nova lei. A fiscalização dos direitos da categoria é um ponto central do sindicalista e isso aproxima o empregado do STIG. Outra forma de ampliar a ligação do trabalhador com sua entidade de classe é através da comunicação. Não basta fazer a ação sindical, mas é preciso dar visibilidade para que saibam. Tudo isso é relevante para que participem da vida do sindicato.

Apesar disso, Del Roy considera indispensável as ações sindicais mais voltadas também para o processo de negociação coletiva de direitos e salário dos trabalhadores junto aos patronais. Para ele, esse ponto é de suma importância porque poderá manter as conquistas hoje existentes. Ademais, na reunião, também ocorreu à prestação de contas onde se verificou toda a transparência e eficiência na utilização dos recursos em 2017, sendo usados inclusive nas assessorias jurídicas e comunicação da Ftigesp, sem falar nas negociações coletivas garantindo conquistas na convenção para o conjunto dos trabalhadores nas regiões do estado.

Del Roy frisa a relevância da Ftigesp no processo de está coordenando o processo de negociação coletiva e alerta a categoria para comparecer nas assembleias de campanha salarial deste ano em todos as regiões do estado para garantir a manutenção dos direitos coletivos e empregos. A entidade destaca também para a importância dos gráficos terem plena consciência de suas participações como sindicalizado e custeando seus sindicatos para a manutenção da Ftigesp e das entidades filiadas. Estas iniciativas para fundamentais para o combate às investidas patronais e das gráficas para poder garantir e ampliar as 94 cláusulas da convenção coletiva de trabalho, que só ocorrerão com a participação da categoria.

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Jul 26

Apesar de muito pouco tempo instalada na região, a empresa SP Placas em Itupeva já passou a respeitar a Convenção Coletiva de Trabalho dos gráficos diante do monitoramento do Sindicato da classe (Sindigráficos). A entidade demonstrou essa obrigação empresarial através da referida carta sindical onde engloba e protege todos os trabalhadores em que as atividades econômicas das empresas têm serviços gráficos em seus processos, a exemplo da impressão não só em papel, mas também em plástico ou qualquer outro tipo de materiais, bem como nas respectivas etapas produtivas anteriores e posteriores às referidas impressões. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

written by FTIGESP

Jul 26

A partir de um trabalho realizado em conjunto com a Federação dos Gráficos (Ftigesp), coordenamos grandes Campanha Salarial que contaram com resultados muito positivos e já garantiram mais de 80 cláusulas em Convenção Coletiva de Trabalho. É a Contribuição Sindical que permite força ao Sindicato para trabalhar pelo gráfico! Além de dificultar nosso trabalho, o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, imposta pela Reforma Trabalhista, dificulta, consequentemente, a manutenção dos direitos trabalhistas e a luta por melhores condições de vida, deixando o trabalhador na mão do patrão! LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

Jul 25

Pré-pauta de reivindicação, que dependerá da adesão dos gráficos, quer dos patrões reajuste de 7% e elevação do adicional noturno para 40%.

Nesta quinta-feira (26), após alguns dias da reunião entre as lideranças dos Sindicatos dos Gráficos (STIGs) da Baixada Santista e do ABC para a pré-definição da pauta de reivindicação da categoria, os trabalhadores participarão da primeira assembleia geral de campanha salarial 2018. O encontro dos gráficos da Baixada será realizado em Santos na sede da entidade da classe. A pré-pauta defende um reajuste de 7% para todas as faixas salariais e para todas as cláusulas econômicas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe, como no vale-compras e na PLR.

Além disso, apesar do grande retrocesso político e socioeconômico que avança no Brasil desde o golpe de Temer e companhia em 2016, e em 2017, com o golpe na classe trabalhadora com a nova lei do trabalho onde ampliou o desemprego, rebaixou salário e exterminou dezenas de direitos de quem ainda trabalha, os STIGs defendem que será preciso que a categoria defenda a inclusão de algum novo benefício na CCT, a exemplo de aumentar o percentual do adicional noturno para 40%, como já até acontece em algumas gráficas de embalagens na região do ABC.

Já há dois anos seguidos, período de duração do governo Temer após o golpe dado sobre a presidenta eleita Dilma Rousseff, que os gráficos da Baixada e do ABC não têm conseguido nada de novo. Pelo contrário, até o reajuste salarial tem sofrido. Na campanha de 2016, o reajuste foi de forma parcelada e outros prejuízos à depender da faixa do salário do trabalhador. E em 2017, ano da aprovação da nova lei do trabalho, nem aumento ocorreu. Foi dado um bônus financeiro, que, embora naquele período foi positivo para quem recebia até R$ 3 mil, trouxe prejuízos.

Uma das perdas, por exemplo, é que a base de negociação salarial com o patronal este ano. O parâmetro será o do salário recebido em agosto de 2016 - último período que houve reajuste contido na CCT. "Sem falar nas perdas sobre o FGTS e mais direitos onde o salário incide de forma direta, inclusive na aposentadoria", fala Jorge Caetano, secretário-geral do STIG Santos, entidade que representa hoje cerca de 700 gráficos em toda a Baixada - número que vêm caindo diante do nova lei do Temer. No ABC, a quantidade de trabalhadores é maior. Segundo informações que Jorge recebeu de Isaías Karrara, presidente do STIG ABC, existe hoje 5,8 mil gráficos, tendo grandes empresas como Valid, Bemis e etc.

Apesar da difícil conjuntura de desemprego e queda em direitos frente à nefasta nova lei do trabalho de Temer, os sindicatos avaliam que, se conscientes do papel na história e na economia, trabalhadores podem reverter esta situação, desde que atuem juntos e em torno dos STIGs. "A luta será necessária diante da dor geral, pois a sobrevivência de cada gráfico, através da manutenção do seu emprego e direitos mínimos para sustentar-se e a própria família, dependerá de todos na assembleia de amanhã e na luta durante toda a campanha salarial. Não deixem que a categoria e os STIGs acabem", alerta Jorge. E o dirigente lembra que o tamanho da conquista sempre será proporcional ao tamanho da luta.

Por falar em luta e desafios, eles serão maiores nesta campanha diante da validade da nova lei do trabalho já há nove meses com seus efeitos já perversos sobre a categoria e fazendo com que os patrões estejam sedentes em retirar os direitos daqueles que estão empregados. Desde fevereiro desde ano, por exemplo, os STIGs têm lutado para evitar com que isso aconteça, mas os empresários querem excluir quase a metade das cláusulas da CCT hoje existentes e válidas até o mês de setembro, já que a data-base da classe é em 1º de setembro. Querem mexer em 31 cláusulas entre exclusão completa e mudanças delas, desconfigurando-as. Portanto, ou a classe toma consciência em tempo do desafio e 'entra de cabeça' nesta campanha salarial para impedir este mal ainda maior, ou 'morrerão' juntos com os STIGs que nada poderão fazer sozinhos.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual os STIGs ABC e da Baixada Santista, está solidária à luta dos referidos sindicatos e entende que todos os esforços para a manutenção dos direitos dos trabalhadores depende da participação efetiva da classe. "Se os gráficos não seguirem nesta direção, as pretensões patronais de retirar direitos podem prevalecer. Porém, não acreditamos que a categoria permitirá", avalia Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Ele diz que a garantia do emprego é muito importante para os gráficos, mas entende que não pode preceder de estar sendo desvalorizado, condição que os gráficos também precisam compreender e reagir, sendo necessário a categoria seguir a histórica tradição de unidade e luta contra os retrocessos", diz Del Roy esperando e acreditando numa resposta positiva dos gráficos.

Título escrito por Jorge Caetano - secretário-geral do STIG Santos

written by FTIGESP

Jul 24

A empresa está te coagindo para assinar uma lista ou abaixo-assinado? Seu chefe está te pressionando para aceitar algum acordo ou mudança na sua jornada de trabalho? Está em dúvida com alguma atitude tomada pela empresa? Procure nosso Sindicato! Não assine ou aceite nenhum acordo sem antes conversar com o Sindigráficos! Você pode ligar anonimamente para (11) 3699-1555 ou nos procurar no endereço Rua Firmo de Oliveira, 97, Centro de Barueri, para tirar qualquer
dúvida!

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

written by FTIGESP

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