Fev 08

Dia Nacional do trabalhador gráfico é comemorado em Santos com assembléia de conscientização dos trabalhadores sobre as grandes dificuldades que teremos para defender os direitos conquistados. Este não temos o que comemorar e sim "conscientizar pra lutar. Viva o dia do gráfico!!! 

FONTE: STIG SANTOS 

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Fev 08

Nesta quarta-feira (7), por hoje ser o Dia do Gráfico Brasileiro, é feriado para um terço dos gráficos de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e mais cidades circunvizinhas – única região do estado que a categoria tem esse direito conquistado pela ação sindical. O feriado é garantido aos trabalhadores através de Acordo Coletivo de Trabalho com cada empresa envolvida. E o Sindigráficos continua na luta para incluir o feriado a todos da região. Mas, após Temer na Presidência e sua nova lei trabalhista, apoiados por políticos do PMDB, DEM e PSDB, a exemplo do deputado federal da região, Miguel Haddad, toda classe já notou que essa e outras questões ficam mais difíceis a cada dia. E ocorre porque cresceu os ataques ao emprego e direitos, se comparados ao Dia dos Gráficos ora já passados, apesar de mal começar o dia de hoje – data de celebração dos gráficos pela luta da classe quando há 95 anos iniciava no 7 de fevereiro a greve geral de quase dois meses que garantiu, pela 1ª vez no Brasil, direitos coletivos e a representação sindical aceita pelo setor patronal e governo. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Fev 08

Nesta quarta-feira (7), completa 95 anos do início da 1ª grande e exitosa greve da classe trabalhadora, que, depois de quase dois meses de luta, resultou na criação e garantia dos direitos coletivos para uma categoria profissional no Brasil, inclusive, pela primeira vez, os patrões e governo reconheceram a organização sindical obreira. Este é o legado do gráfico nacional. E por isso que hoje é Dia Nacional da classe. É feriado para os gráficos até em certos estados. Todavia, diferente de todo esse tempo, a partir da validade da lei da reforma trabalhista de Temer, os direitos e até sindicatos estão sendo destruídos, o que põe em xeque a existência da própria classe. Contudo, os gráficos de 1923 deixaram outro legado: não há vitória sem a luta. Estavam conscientes da força da sua unidade e da organização e disposição da luta em busca dos seus direitos. Não à toa o lema que ficou marcado à época foi: se necessária, comeremos terra. Portanto, a luta dos gráficos da atualidade e manter o conquistado. É o que a Confederação Nacional dos Gráficos (CONATIG) faz há 25 anos. Inclusive esteve ontem no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, para defender a validade de jurisprudências e precedentes normativos legais de modo a proteger o trabalhador. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA E BARUERI/OSASCO

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Fev 08

Nós, Gráficos, somos os profissionais responsáveis pela impressão de embalagens, livros, gibis, panfletos, revistas e jornais lidos todos os dias por milhões de brasileiros.Além de contribuir para que a sociedade se mantenha informada, ao lado dos jornalistas, escritores e demais produtores de conteúdo, os gráficos cuidam de registrar a história. Celebra-se hoje, 07 de fevereiro, o Dia Nacional dos Trabalhadores Gráficos. O momento não nos é fácil, assim como acontece com as demais categorias, estamos sob ataques de um governo elitizado que age para precarizar nossas condições de Trabalho. Nossa consciência e relevância para o País são combustível para nos mantermos firmes e não nos dobramos. LEIA MAIS 

FONTE: STIG GUARULHOS

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Fev 07

Nestes 95 anos do Dia dos Gráficos, a Ftigesp fez uma carta aqui  para todos os gráficos do estado de São Paulo, chamando a responsabilidade de cada um para o que possa vir a acontecer de positivo ou de negativo a todos

Quase cem anos depois, o setor patronal conseguiu agora, em partes, vingar-se dos gráficos que impuseram uma histórica derrota há 95 anos, quando iniciaram no dia de hoje, 7 de fevereiro, a greve geral de quase dois meses, resultando, a partir da luta sindical que acabou sendo aceita pelos patrões, na criação da 1ª espécie da direitos trabalhistas para toda categoria, o que hoje chama-se Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), renovada a cada ano pelos sindicatos (STIGs) na campanha salarial. É por isso que hoje, diante da força dessas conquistas, é o Dia do Gráfico. Mas tais conquistas estão agora sendo restringidas pelo setor patronal, a partir da aprovação da lei da reforma trabalhista de Temer, a qual tem poder de acabar tais direitos da categoria porque destrói a unidade do trabalhador e sua organização via seu STIG, como tem sido estimulado.

Desse modo, neste dia simbólico de hoje para a classe, a Federação paulista dos Gráficos (Ftigesp), que representa todos os 19 STIGs do estado, totalizando 90 mil gráficos na base, alerta a todos que o patrão vencerá com a retirada dos direitos coletivos em breve, se cada gráfico continuar seguindo o discurso da mídia contra seu próprio sindicado, o qual faz o próprio trabalhador desistir de fortalecer o seu STIG, entidade tal que defende seus direitos coletivos, salário e condições de trabalho.

A Ftigesp, órgão que completa 45 anos este ano, período que ajudou a criar várias STIGs para organizar a luta nas regiões em prol do gráfico, a exemplo de Guarulhos, Barueri/Osasco, ABCD e muitos no interior, é responsável direito nas conquistas que fizeram evoluir para os atuais 89 direitos coletivos para os 90 mil gráficos, como cesta básica, PLR, pisos salariais, valores maiores para a hora-extra e o adicional noturno e etc. Assim, espera que a classe volte a fortalecer político e financeiramente os STIGs, seja não se opondo à contribuição anual, seja principalmente se sindicalizando, ou então será questão de tempo para a Ftigesp e os STIGs fecharem e, na sequência, a destruição dos direitos coletivos dos gráficos, diante da força da nova lei trabalhista de Temer e dos patrões.

"A decisão é sua ou mantém seu sindicato vivo ou não tenho dúvidas: perderá todos benefícios que foram conquistados não por este governo golpista, mas pelos seus STIGs e pela Ftigesp", destaca Leonardo Del Roy, presidente da Federação. Além disso, ele lembra aos gráficos que sempre há vantagem em fortalecer a luta sindical, sobretudo porque a contribuição é sempre bem menor em relação ao que se ganha com os direitos econômicos e faixas salariais em comparação ao posto na CLT.

"Se o gráfico continuar seguindo só o que a mídia fala de mal contra os sindicatos, estimulando a não participação e contribuição financeira do trabalhador à sua entidade de classe, apesar da mídia não falar do mal da retirada do conjunto de direitos que a reforma trabalhista permitiu e que só a luta sindical dos trabalhadores pode enfrentar tamanho ataque, será o fim dos sindicatos e também dos direitos coletivos da categoria", pontua Álvaro Ferreira, diretor de Comunicação da Ftigesp. Infelizmente, mal começou a validade da reforma trabalhista e já se vê a redução da estrutura e da ação sindical dos STIGs em defesa dos gráficos, como já observar Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Ele convoca a categoria para se sindicalizarem em massa para reverter esta situação.

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