Abr 04

Nesta quarta-feira (3), os trabalhadores da gráfica RR Donnelley, com o apoio do STIG, realizaram nova manifestação da porta da empresa na unidade Osasco. Os manifestantes demonstraram sua indignação com o anúncio de falência da empresa, que recorreu ao expediente de simplesmente fechar as portas alegando sequer ter condições para pagar as verbas rescisórias dos trabalhadores. No dia anterior, os trabalhadores paralisaram a Rodovia Anhanguera, na altura do km 18, em Osasco. As manifestações são uma das respostas ao anúncio de falência da empresa, que afirmou também não ter condições para pagar as verbas rescisórias dos gráficos. LEIA MAIS


FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Abr 04

No último domingo, dia em que o governo Bolsonaro orientou militares a comemorarem os 55 anos do Golpe Militar no País, dezenas de mulheres gráficas lotaram a sede Jundiaí do Sindicato da categoria (Sindigráficos) para repudiar essa atitude contra a Constituição brasileira e dizer Ditadura Nunca Mais. E, segundo essas mulheres, o repúdio delas se estende a outra mulher, uma desembargadora que permitiu judicialmente este tipo de culto às violências contra os direitos humanos e à democracia. Afinal, diferente do que defende Bolsonaro e seus apoiadores para tentar mudar a história, o golpe militar (de 1964 a 1985) foi um triste período de censura da mídia, dissolução do Congresso Nacional e intervenção de sindicato. E junto a isso, exílio, mortes e torturas de homens e mulheres que lutavam por direito e volta da democracia. Nem idosos e crianças foram poupados. LEIA MAIS



FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 04

Novamente, sob a proteção sindical, trabalhadoras e trabalhadores tem seu Sindicato para a vigilância de seus direitos. O Sindicato dos Gráficos, dando sequência no acordo celebrado em 2018, com a Empresa MORPHO DO BRASIL, que teve sua sucessão para a Empresa IDEMIA, renovou o acordo para a continuidade da proteção ao trabalhador até 31 de dezembro de 2019. LEIA MAIS 


FONTE: STIG TAUBATÉ

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Abr 04

O Sindicato dos Gráficos segue inovando e abrindo novos canais de comunicação com os Trabalhadores e Trabalhadoras. Criamos neste mês um canal do Youtube. Iremos usar a ferramenta para divulgar as ações e manter os associados informados. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS

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Abr 03

Em 2ª reunião do empresário com os sindicatos dos gráficos, jornalistas, administrativos e distribuidores, o pagamento total dos débitos foi cobrado

No próximo dia 17, será realizada a assembleia dos trabalhadores demitidos da editora Abril que não receberam seus direitos e dos demais credores da empresa. Uma nova versão com o nome e valores pendentes da dívida foi publicada pela Justiça. Outra revisão da lista será feita a fim de evitar prejuízos, em atendimento aos pleitos dos sindicatos das quatro categorias profissionais afetadas, a exemplo a dos gráficos (STIG-SP). As entidades também voltaram a se reunir com o novo dono da empresa, Fábio Carvalho. E cobraram o pagamento integral e imediato de todos os débitos trabalhistas de todos envolvidos. E lembraram da proposta inicial do empresário para pagamento, que inseriu condições e novas propostas.

Antes ainda dos órgãos reguladores aprovaram a venda da Abril para ele, Carvalho adiantou que pagaria as dívidas de cada trabalhador com um teto de até R$ 250 mil. Isso foi passado por ele aos sindicatos na primeira reunião em fevereiro. Na nova reunião em março, a proposta foi lembrada. Porém ele colocou condições. Falou que poderia pagar até metade desse valor após o juiz homologar o plano de recuperação, se for aprovado pelos trabalhadores e demais credores na assembleia no próximo dia 17.
A outra metade depois dos prazos recursais contra este plano no Tribunal de Justiça. Se tiver recurso, ele disse que não paga. Mesmo que não haja recurso, a proposta exclui 47 trabalhadores que a empresa deve mais de R$ 250 mil em dívidas, pois estes profissionais passaram década na Abril.

Carvalho também sinalizou que pode fazer um adiantamento da parcela da dívida com os empregados demitidos. Porém, com valores menores. O modelo que ele estuda é o mesmo feito pelos irmãos Civita quando a Abril adiantou somente 70% do valor da rescisão até o teto de R$ 15 mil, sendo tudo abatido do total do débito com cada trabalhador demitido.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual o STIG-SP é filiada, reafirma o compromisso da luta dos sindicatos pela cobrança do pagamento integral das dívidas trabalhistas e o mais breve que possível. "Lembramos inclusive dos casos especiais dos trabalhadores com sérios problemas de saúde que devem receber todos os direitos com urgência", frisa Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Uma lista foi apresentada para Carvalho, que ficou de analisar a situação e responder rapidamente.

Del Roy aproveita para lembrar ao trabalhador demitido que ainda não fez a procuração para que o sindicato possa represente-lo na assembleia de credores no próximo dia 17, que faça urgentemente. Com isso, o movimento sindical tem mais poder de negociação durante o encontro. E quem já fez sua procuração anteriormente, não precisa fazer novamente.

"A cada dia fica plenamente comprovado que a presença dos sindicatos nos processos de negociação é de fundamental importância. O sindicato é o único instrumento legal que os trabalhadores dispõem para rever os seus direitos, daí porque é necessário que cada vez mais o trabalhador gráfico se conscientize disto, pois, sindicato é aquele que conta com a participação maciça dos trabalhadores. Até a vitória final companheiros da Abril", destaca Del Roy.

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