Jun 08

STIG integra movimento em solidariedade aos caminhoneiros autônomos e pela volta da política de preço baixo de combustíveis e gás de cozinha

Na última semana, quando caminhoneiros conseguiram chamar atenção dos brasileiros sobre a insustentável mudança da política de preços dos combustíveis da Petrobras, aumentando do valor 116 vez no último ano, inclusive mais que dobrou até gás de cozinha, os petroleiros decidiram iniciar sua greve por 72 horas contra absurda política do atual governo. Poucos dias antes, na Baixada Santista, onde há um dos maiores portos e refinaria do Brasil, gráficos se juntarem ao movimento dos estivadores e dos operadores portuários em apoio a mobilização da Associação dos Caminhoneiros Autônomos que se concentravam no Porto de Santos.

"Saímos do Sindicato dos Estivadores pelas principais vias do município até a Alemoa, que é um dos acessos ao Porto de Santos, onde estavam os caminhoneiros. Representantes dos petroleiros, da construção civil e da associação dos serviços estaduais, em especial do judiciário também participaram ativamente", conta Jorge Caetano, secretário-geral do STIG da região que participou ao longo dos 5 quilômetros desta manifestação. O dirigente convoca o restante dos gráficos de SP e do pais a participar das novas atividades contra esta absurda política de preços do diesel, gasolina, gás de cozinha da Petrobras, com efeito ruim na vida de todos.

Este mesmo movimento sindical inclusive apoiou os petroleiros no início da greve da classe na quarta-feira da semana passada. A ação ocorreu na Refinaria Presidente Bernardes, no município de Cubatão/SP. Caetano conta inclusive que a participação do STIG Santos em apoio ao movimento dos estivadores e dos caminhoneiros autônomos resulta de uma profunda e antiga unidade e luta da classe trabalhadora na região. Na greve geral de abril do ano passado, os estivadores puxaram forte o movimento. Diferente da greve geral, a PM foi pacífica na manifestação da última semana, até ajudou a proteger os trabalhadores durante o ato.

O STIG Santos aproveita para realçar sua posição adotada durante esta manifestação. "Não lutamos só por reduzir o preço do diesel, gasolina e do gás de cozinha, mas também para uma mudança efetiva da política de preço da Petrobrás, da sua não privatização, da saída de Temer e de eleições diretas e democráticas. Só assim a sociedade brasileira poderá voltar a normalidade, com a liberação do tráfego, o reabastecimento dos combustíveis e da alimentação, e sobretudo a volta dos direitos sociais e trabalhistas neste Brasil", frisa Caetano. O sindicalista lembra ainda que para ter eleições democráticas, sem fraude, é indispensável libertar Lula de sua prisão política e deixá-lo que dispute à Presidente do nosso País.

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Jun 07

Sob o governo golpista de Temer, a Federação das Empresas de Planos de Saúde (Febraplan) apresentou no 1º Fórum Brasil, realizado recentemente, um projeto prevendo a privatização do SUS, de modo que em 2038 apenas 50% da população terá acesso ao serviço gratuito de saúde. A outra parcela de usuários seria obrigada a contratar um plano privado ou Dois anos de golpe: menos emprego e direitos, mais lucros aos bancos pagar exames e consultas particulares caso precise de atendimento médico. LEIA MAIS 

FONTE: STIG ABC

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Jun 07

Na última semana, o Brasil foi considerado pela ONU como um país no mundo que comete as piores violações aos direitos dos trabalhadores. O setor internacional da ONU, responsável por avaliar essas atrocidades, identificou 24 casos mais graves no planeta, sendo o Brasil um deles. O país havia deixado tal lista desde que Lula havia se tornado presidente, investindo em mais empregos, direitos trabalhistas e salários maiores. Mas voltou agora, a partir do governo Temer, que se juntou com seus políticos e partidos aliados, como PSDB e DEM, para aprovar a reforma trabalhista, retirando mais de 100 direitos e prometendo mais empregos. A lei só fez crescer o desemprego e a informalidade. Já são 33 milhões de desempregados. E o Brasil passa vergonha sendo considerado pela ONU um dos maiores violadores das convenções trabalhistas no mundo LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Jun 06

Federação dos gráficos pede a saída de Temer e eleições com Lula livre

Nas duas últimas semanas, a classe trabalhadora sofreu para chegar ao trabalho e toda a população sofreu com o desabastecimento do gás de cozinha e de alimentos, sem falar da falta de combustíveis nos postos em decorrência do movimento nacional dos caminhoneiros contra todo o aumento de preços do diesel quase que diariamente depois que Temer tomou a Presidência do Brasil há dois anos. No período, já houve 239 reajustes dos combustíveis, bem diferente dos governos Lula e Dilma. O caos em São Paulo também não foi diferente devido a essa nova política de preços da Petrobras, iniciada desde julho de 2016, um mês após a expulsão de Dilma da Presidência. O caos geral, portanto, na avaliação da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp) só tem um culpado: Temer e deve sair do comando do País e abrir eleições diretas e democráticas.

"A Ftigesp deixa claro que todo o caos que está acontecendo desde que os caminhoneiros decidirem lutar contra altas do diesel está ocorrendo por conta da incompetência e falta de sensibilidade de Temer e todos os seus aliados políticos que apoiaram o golpe no Brasil", diz Leonardo Del Roy, presidente da Federação dos Gráficos. Faltou ao governo aceitar que errou ao atender o interesse do capital internacional quando mudou a política de preços de combustíveis da Petrobras, dando aos acionistas grandes lucros com os aumentos frequentes, enquanto prejudica toda a economia do Brasil e o povo. Foi por isso que o país parou e, sofrendo na pele com aumentos, o povo apoiou o movimento dos caminhoneiros.

Contudo, Del Roy lembra que é pouco comemorar só o congelamento dos preços do diesel, mas é preciso baixar o valor do gás de cozinha e da gasolina e todos os derivados do petróleo, que só ocorrem se mudar a política de preços da Petrobras, erradamente conduzida por Temer. É preciso também lutar pela soberania do Brasil através da não entrega do Pré-sal aos estrangeiros, retornar a produção total das refinarias do país e não vendê-las para os gringos, tampouco privatizar a Petrobras. Tais pautas inclusive foram os motivos da greve de 72 horas dos petroleiros.

Por sua vez, a greve dos caminhoneiros mostrou que Temer também não tem mais nenhuma moral para conduzir o País. Não tem autoridade alguma. Não consegue negociar com ninguém. Nada que fala acontece. Com isso, o caos do desabastecimento de combustíveis e alimentos se perpetuou por semanas, com prejuízos significativos para a população. "Vivemos em uma calamidade pública, de desgoverno, e o responsável único é Temer e todos seus políticos que golpearam a democracia", diz.

"Diante de todo o caos posto, sem falar nas políticas deste desgoverno golpista com o apoio da maioria dos congressistas de partidos de direita que congelou por 20 anos os investimentos em educação, segurança e saúde, e que destruiu 100 direitos dos trabalhadores, defendemos uma saída imediata de Temer da Presidência do Brasil", pontua Del Roy. E, simultaneamente, sejam antecipadas as eleições presidenciais no país de forma livre e democrática. Para isso, o dirigente avalia que só ocorre se libertarem Lula da sua prisão política que o impede de concorrê-las.

Logo, a Ftigesp defende que a decisão de Lula ser ou não presidente do Brasil, não esteja atrelada à estância jurídica, mas através do sufrágio universal. Ou seja, de seja através de uma situação livre e democrática, demandando ao povo a decisão por meio do voto. "Do contrário, realça-se a manutenção de uma prática do sistema atual que tenciona o arbítrio para se manter o poder a qualquer custo, manipulando e tentando impor candidatos da preferência deste segmento das elites", avalia Del Roy. Assim, é necessário eleições livres e dar condições para o povo decidir.

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Jun 05


Em 2006, graças à decisão do governo Lula de aumentar os investimentos e retomar o papel da Petrobras para o desenvolvimento nacional, o Brasil descobriu o pré-sal. Nove anos depois, o golpe político de Temer pôs fim à exclusividade da Petrobras na exploração da imensa riqueza do Pré-sal, abrindo mão do futuro e da capacidade de desenvolvimento do Brasil, que passa a ser mero fornecedor de matéria prima, a preço de banana, para as multinacionais. A medida provisória (MP 795/17), conhecida como MP da Shell, instituiu benefícios fiscais para petrolíferas que venceram licitações na área do pré-sal. Com essa medida, o Brasil abriu mão de 1 trilhão de tributos até 2040 e promove o desemprego de mais de um milhão de trabalhadores. LEIA MAIS

FONTE: STIG ABC

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