Out 03

Mal começa o mês, mas, por conta de uma homologação da rescisão de contrato de trabalho de um gráfico no sindicato da classe (Sindigráficos), outubro inicia com aumento de 43% no valor do vale-alimentação para todos os trabalhadores da GrafLog, em Vinhedo. O acréscimo resulta da verificação de que o benefício alimentício estava sendo pago abaixo do valor definido pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe. O caso foi observado e questionado pelo sindicalista Valdir Ramos durante a homologação de um trabalhador demitido da gráfica há pouco tempo. Na homologação, o Sindicato analisa se o demitido está ganhando todos os direitos da CLT (direitos de toda classe) e da CCT (86 direitos só dos gráficos). Não é à toa que a partir do próximo mês, a reforma trabalhista entra em vigor para, dentre as mazelas, retirar a obrigação patronal de ir até o Sindigráficos para realizar a homologação da rescisão contratual. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ  

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Out 03

O Drº Silvio atende os gráficos toda quarta-feira, das 13h às 17h, na sede do nosso Sindicato: Rua Marcílio Dias, 187, Bairro Pinheiros – (15) 3233-5434/3211-2434

FONTE: STIG SOROCABA 

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Out 03

A Direção do Sindicato dos Gráficos de Santos pretende realizar novamente neste ano a campanha do Outubro Rosa, que foi um sucesso no ano passado. Companheiras aguardem que em breve estaremos convidando-as para participar da segunda campanha contra essa doença terrível, que atinge não só as mulheres, mas sim os homens também.É bom lembrar por exemplo que o câncer de mama atinge também os homens.

FONTE: STIG SANTOS 

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Out 02

Além dos efeitos negativos da reforma trabalhista que passa a valer em 11 de novembro, um mês após a data-base dos gráficos dos jornais da capital e do interior paulista, outro sério problema para os trabalhadores do segmento é o fim da ultratividade - direito que estia a validade dos 86 direitos da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe enquanto durava a negociação anual de sua renovação, mesmo após a data-base. Na última semana, a Federação Paulista da classe (Ftigesp) conseguiu evitar este segundo mal, fazendo com que todos os direitos continuem valendo, mesmo com a negociação em curso após a data-base que foi ontem (1º). A entidade também conseguiu a sinalização dos sindicatos patronais envolvidos de que aceitarão a inclusão de elementos na pauta de reivindicação a fim de barrar a materialidade da reforma trabalhista.

Há dois sindicatos patronais que representam o setor de Jornal e Revista no estado de São Paulo, um responde pelas empresas da capital e outro pelo interior. "Iniciamos os contatos com os negociadores dessas entidades e expomos a necessidade de preservação do setor, a fim de não criar uma desregulamentação entre as empresas, sendo prejudicial para nós trabalhadores, mas também para a representação patronal, frente os efeitos do fim da ultratividade e a reforma trabalhista, disse Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. Foi então quando os negociadores dos sindicatos patronais falaram que a ultratividade continua, sendo garantido todos os direitos da CCT enquanto durar a negociação.

Outro avanço também foi obtido através destes primeiros contatos com os patrões. A Ftigesp está preparando uma pauta extra a ser incluída na pauta de reivindicação dos trabalhadores que havia sido encaminhada anteriormente aos sindicatos patronais. Ela trará elementos contra a reforma trabalhista. Os patrões aceitaram tal inclusão para negociação. Na pauta original, o pleito é pelo reajuste de 4%, ante uma inflação que pode ficar próximo de 1,5% nos últimos 12 meses com base na data-base do segmento (1º de outubro). Ela também defende a manutenção dos direitos na atual convenção que venceu neste sábado (30), mas que continua valendo enquanto durar a negociação da campanha salarial por conta da reivindicação inicial da Ftigesp que garantiu a validade da ultratividade.

Além do reajuste salarial proposto e da manutenção de todos os direitos da CCT, a novidade é a inclusão de dispositivos na pauta para buscar barrar a reforma trabalhista, aceita pelos sindicatos patronais. Porém, Del Roy alerta a categoria que essa aceitação não significa que esses dispositivos já estão na convenção, mas os reconhecem para discuti-los quando iniciarem as mesas de negociação. Será preciso a resistência dos gráficos para avançarmos nestas cláusulas de barreiras à reforma trabalhista, bem como pelo aumento salarial e garantia da CCT", finaliza.

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Set 29

Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip) para revogar a nefasta reforma trabalhista precisa de 1,3 milhões de assinaturas. A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), através dos afiliados (STIG), iniciou a coleta de assinaturas, seguindo a resolução da Confederação Nacional (Conatig)

Na última semana, dois dos 18 STIGs paulistas deram início a coleta de assinaturas de gráficos nas empresas das regiões de Barueri/Osasco e de Jundiaí. A iniciativa atende a uma orientação da diretoria nacional da Conatig deliberada na primeira quinzena deste mês. A Conatig acolheu a proposta defendida pela Ftigesp durante o encontro. As assinaturas acompanhadas do número do título de eleitor, que precisam atingir 1,3 milhões até o final de outubro, compõe um esforço nacional de todas as categorias profissionais para apresentar no Congresso Nacional um Plip a fim de revogar a validade da lei que originou a reforma trabalhista, a qual entra em vigor no dia 11 de novembro. Os STIGs interessados em iniciar rapidamente a coleta de assinaturas dos gráficos podem baixar os critérios (AQUI) e as folhas modelo do referido abaixo-assinado (AQUI).

Para o secretário de Comunicação da Ftigesp, Álvaro Ferreira, autor da proposta da Conatig aderir a campanha de coleta de assinaturas para o Plip, é indispensável que todos os sindicatos entrem nesta ação para garantir as 1,3 milhões de assinaturas necessárias. E é vital porque o Plip poderá revogar a reforma trabalhista, como já fez com outras leis no Brasil. O sindicalista também preside o STIG Barueri/Osasco, órgão que deu a largada na coleta de assinaturas de gráficos pelo país. Ele informa que iníciou na quarta-feira (20) pelas gráficas da cidade de Cotia (Romit, Ricargraf e Brasil Form) e de Taboão da Serra (Implaca e Simpel). O STIG também levou a proposta para que sindicatos de outras categorias na sua região façam o mesmo. A proposta foi feita ontem numa reunião.

O STIG Jundiaí também iniciou na última semana a coleta de assinatura para o Plip. De terça-feira (19) até quinta-feira (21), instalou uma tenda na frente da gráfica Jandaia, na cidade de Caieiras. "Lançamos a nossa Tenda da Resistência que será itinerante pelas empresas da região", diz Leandro Rodrigues, presidente do sindicato. A Confederação Nacional dos Gráficos parabeniza os STIGs pela iniciativa e conclama os demais a entrarem nesta luta. "Precisamos muito desse Plip em favor do gráfico e todos os trabalhadores", diz Leonardo Del Roy, presidente da Conatig.

Além das assinaturas, Jorge Caetano, diretor de Relações Institucionais da Conatig, chama atenção para alertar os gráficos sobre a necessidade de mudar os políticos do Congresso através do voto na eleição de 2018. "Foi a maioria dos deputados federais e senadores, aliados de Temer, que aprovaram a reforma trabalhista. Se reeleitos, não aprovarão nosso Plip pela revogação da reforma, quando ela tramitar no Congresso", diz.

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