Fev 15

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas de Santos lança uma "Campanha de Conscientização" dos trabalhadores do segmento gráfico para a importância da existência de um Sindicato forte, para continuar lutando pela garantia dos direitos já conquistados, e se possível, avançar em outras frentes. Agora mais do que nunca, o trabalhador precisa ter consciência para entender que a sua sobrevivência e a de seus familiares, passa pela existência do seu Sindicato. Chegou a hora da dor, pois o trabalhador que não se associou pelo amor terá que se filiar pela dor, para manutenção do único órgão que de fato o representa, ou então terá que conviver com as determinações dos empresários. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Fev 15

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Fev 14

Ftigesp parabeniza STIG pela uniformização das conquistas para todos

Dezenas de trabalhadores gráficos das unidades dos Poupa Tempo em toda região de Campinas e das unidades do Detran em cidades da área conquistaram reajuste salarial de quase o dobro do restante no estado. O avanço é resultado da atuação do Sindicato da classe no local (STIG). A entidade vinha negociando com a Valid - empresa responsável pelos gráficos que prestam serviços nestas espaços públicos voltados para a confecção de documentos, como a Carteira Nacional de Habilitação. Foi então firmado um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) onde garantiu 3% de reajuste - percentual superior à inflação anual acumulada em 1,83%.

Apesar da conclusão agora, o reajuste é retroativo a novembro de 2017, mês de referência do aumento salarial da maioria dos gráficos paulistas. "A diferença salarial dos meses de novembro, dezembro e 13º salário já foi quitada na folha de pagamento de janeiro, conforme acordado", conta o presidente do STIG, José Benedito, mas conhecido por Mococa.

A ideia do dirigente em beneficiar os gráficos da Valid de todas cidades da região nasceu inicialmente do resultado da excelente negociação do STIG com o sindicato dos patrões da classe. Como a entidade patronal só responde por Campinas, foi validado o reajuste salarial de 3% só dos profissionais da Valid e de todas gráficas instaladas na cidade. E ficou de fora o restante dos gráficos da Valid dos municípios da região, cujos são de responsabilidade do STIG. Foi então que Mococa tratou direto na Valid, reivindicando o acordo em questão, estendendo o direito a todos.

"Não era justo que uns gráficos da Valid de nossa região de ação fosse tratado de forma desigual quando são da mesma categoria e empresa", disse Mococa. O dirigente fala que já começou mais acordos com outras gráficas de fora de Campinas, a fim de garantir direitos iguais e reajuste salarial maior também para todos gráficos da região. Além de Campinas, a base territorial do STIG é em Espírito Santo Do Pinhal, Holambra, Hortolândia, Itapira, Jaguariúna, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Mor, Paulínia, Santo Antônio De Posse, São João Da Boa Vista e Sumaré.

A Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), órgão que o STIG é filiado, parabeniza Mococa e toda a direção sindical pela uniformização desses direitos e salários da categoria em Campinas e nas cidades da região. "Desejamos que tal conquista se amplie para além dos profissionais da Valid", diz Leonardo Del Roy, presidente da entidade estadual da classe. E isso já está acontecendo em várias empresas de fora do município de Campinas onde os gráficos devem ter os mesmos ganho real, dentre elas as gráficas Marreco Ltda, Max Printer, Inove Artes Gráficas Ltda, CA. A. da Silva Etiquetas, Dutra Etiquetas Ltda, Ana Guerreiro Ltda, Débora Gaspar Gráfica Ltda, Hortolândia Ltda, Vanguarda Produções Gráficas Me, Dias Artes Gráficas Ltda, Elaine Belém de Oliveira Me e Kromos Produções Gráficas). Não fique só: Sindicalize-se!

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Fev 09

Na última semana, cada um dos gráficos da antiga empresa Safran, em Taubaté, que pertencia a multinacional Morpho, embolsou R$ 2 mil além do salário. O dinheiro extra, equivalente a só uma parcela do benefício financeiro da Participação nos Resultados (PR), foi garantido devido a luta do Sindicato da classe (STIG) que garantiu o acordo com a empresa ainda no ano passado. Nele, os trabalhadores puderam receber agora até mais do que era previsto inicialmente, porque foi estabelecido que o valor poderia aumentar à depender das metas definidas à época. Como os gráficos superaram em 10% o teto da meta, foram compensados com mais dinheiro. No total, receberam R$ 3,5 mil de PR - três vezes maior que o valor médio que ganha os gráficos do restante do estado paulista.

"Pelo planejamento, a maior meta posta no Programa de Participação de Resultados da empresa era de 120,01%. Mas os gráficos superaram em 10% este percentual", diz Sandro Ramos, diretor do STIG. O dirigente não esconde a alegria em ter proporcionado este direito aos gráficos de lá, através do acordo em questão, que fez valer o esforço deles no local em troca de um benefício financeiro interessante, sobretudo em tempo da crise atual do Brasil, pautado pelo desemprego e retirada de direitos.
Desse modo, eles receberam R$ 1,5mil em julho/17 e agora R$ 2 mil.

Contudo, o sindicalista não esconde a frustração diante da resposta que a maioria desses gráficos beneficiados dão ao STIG. Não reconhecem a luta do órgão e desconsideram a necessidade de ajudar na manutenção de um sindicato operante em prol deles mesmos. "Eles fazem oposição à contribuição sindical, não se associam e tem até os que se desfiliam, apesar da garantia da maior PR das gráficas no estado, além do abono salarial, redução do desconto salarial em função do vale transporte, o implemento do ticket alimentação, vale cesta básica e etc.", diz Ramos.

"O STIG Taubaté tem estado sempre ao lado da classe, garantindo não só benefícios econômicos como a PR e os demais, mas ainda atua em defesa da saúde dos gráficos, a exemplo dos trabalhadores da antiga Safran", parabeniza Leonardo Del Roy, presidente da Federação dos Gráficos do Estado (Ftigesp), entidade que o STIG é filiado. Contudo, o dirigente experiente é curto e grosso na hora de dizer a consequência para todos gráficos se continuarem com a opção de não sindicalizar-se e ajudar o seu sindicato a defendê-los: com a lei da reforma trabalhista do Temer, a situação vai destruir o sindicato, e, consequentemente, a única entidade que defendia cada um, seja grato ou ingrato. Ele alerta que não faz sentido destruir a entidade que os defendem. Sindicalize-se AQUI!

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Fev 08

A consciência e a luta dos gráficos do histórico 7 de fevereiro, data histórica da greve da classe em 1923, capaz de superar o poder governamental e patronal, precisa ressurgir e rápido, a fim de evitar a volta do atraso social no País. O gráfico precisa restabelecer o legado do 7 de fevereiro por meio da unidade, organização e da luta de classe, como foi em 1923 quando se mobilizou na capital paulista em defesa da representação sindical e dos direitos coletivos LEIA MAIS 

FONTE: STIG TAUBATÉ 

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