Out 10

É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SANTOS 

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Out 10
FONTE: STIG ABC

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Out 10

Sindicato proporciona dia de laser na colonia de ferias aos trabalhadores das empresas Lis Gráfica, G&D, Soft Color e Innovapack, esses trabalhadores em sua grande maioria não conheciam a colonia de férias, Agradecemos a Empresa CONVERPLAST EMBALAGENS por ter nos cedido um ônibus para levar esses Trabalhadores, Agradecemos também o Sindicato dos químicos de Guarulhos por ter nos cedido o estacionamento, Valeu companheiros já já teremos outro evento desses.

FONTE: STIG GUARULHOS 

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Out 09
A gigante do setor gráfico nacional, Santa Marta, chegou em São Bernardo dos Campos, importante região industrial do estado de São Paulo. Porém, apesar do pouco tempo no local, só desde janeiro ao incorporar a antiga gráfica Intergraf, ao invés de animar o mercado do Sudeste, a chegada da gráfica paraibana causa preocupação para classe trabalhadora e também para o setor patronal. O sindicato laboral da classe na região (STIG ABC) inclusive já confirma práticas antissindicais e o rebaixamento salarial em comparação aos antigos trabalhadores da Intergraf, sendo estes demitidos. "A empresa contrata com salário 30% menor e não seleciona ninguém que se filie ao sindicato", denuncia Isaías Karrara, presidente do STIG ABC.

Do lado empresarial, o receio também é real. Basta ver as consequências no mercado gráfico do Norte/Nordeste diante da política de preços baixos dos serviços da Santa Marta, grande parte às custas dos baixos salários dos profissionais, em comparação às demais empresas do ramo. Clientes das tradicionais empresas desses estados têm optado pela Santa Marta, fragilizando todo o setor. "Em Pernambuco, por exemplo, a empresa Plural fechou há poucos anos após a Revista Veja, principal cliente desta unidade da Plural, preferir imprimir na Santa Marta na Paraíba", pontua Iraquitan da Silva, presidente do STIG PE. Já no Pará, Martinho Sousa, que é diretor do STIG deste estado do Norte brasileiro, diz que mais de 50% de toda produção gráfica saiu das empresa locais e foi para referida gráfica na PB.

A Federação Paulista dos Trabalhadores Gráficos (Conatig) acompanha esta situação com preocupação. "Reconhecemos a importância da Santa Marta dentro do setor gráfico nacional, com um elevado aporte tecnológico, mas isso não outorga-lhe o direito de desestabilizar o mercado gráfico do Brasil com ampla política de preços baixos às custas de rebaixamento dos salários dos trabalhadores e políticas antissindicais, como já verificado pelo STIG ABC - região recém chegada", diz Leonardo Del Roy, presidente da Ftiesp. Na sua matriz na Paraíba, segundo diz Iraquitan, o salário pago a seus empregados é apenas 1/3 em comparação ao gráfico pernambucano, que, infelizmente, o STIG PB pouco consegue fazer para mudar a situação.

"Prestamos nossa solidariedade aos gráficos e empresas atingidas pelas práticas da Santa Marta. Estamos à disposição inclusive do STIG ABC e torcemos para que consiga combater as práticas antissindicais da Santa Marta e que atue contra o rebaixamento salarial dos gráficos", diz Del Roy. A Ftigesp também apela para que os gráficos paraibanos e o seu órgão de classe consigam atuar para que evite a continuidade desses transtornos com prejuízo para quem atua na empresa e demais consequências gerais.

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Out 06

Após 24 anos de serviço ininterrupto na gráfica Cardepel, em Bauru, um trabalhador sofreu um acidente de trabalho que prejudicou um de seus dedos, afastando-o da labuta por 60 dias sob a recomendação do INSS. Ao voltar da licença, teve a ingrata surpresa: foi impedido de trabalhar. O patrão, de início, conforme revela o Sindicato da categoria (STIG) no local, alegou que seria melhor para o empregado se recuperar melhor enquanto não tinha muito serviço na empresa. Porém, na verdade, outro gráfico foi contratado no seu lugar, sendo ele abandonado literalmente e proibido até de entrar na empresa, mesmo frente a exigência sindical. O caso pode representar dano moral e a Justiça do Trabalho foi acionada.

"É um absurdo um gráfico com 24 anos na Cardepel receber este tipo de tratamento da empresa", disse revoltado Amilton Kauffman, presidente do STIG Bauru. O sindicalista se reuniu inclusive com outros dirigentes e foi até a frente da gráfica, com carro de som, realizar um protesto contra tamanha atrocidade, na intenção deste mal ser desfeito rapidamente. O problema é que a ingratidão e a injustiça patronal continuou, aplicando uma grande ameaça aos direitos e ao emprego do funcionário, gerando nele uma tristeza profunda, não desejando mais trabalhar neste local, mesmo que seu patrão mude de ideia e o permita voltar ao seu serviço.

O STIG garante que tanto desrespeito ao gráfico e aos seus direitos não ficará assim. O órgão prepara uma ação de rescisão indireta do contrato de trabalho do empregado. Este tipo de processo permite que o gráfico demita o seu patrão, desligando-se legalmente com o direito de receber todas suas verbas trabalhistas correspondentes aos 24 anos que atuou na Cardepel. "O sindicato também estuda se vai processar a gráfica por danos morais ao empregado, diante de todo constrangimento e acidente sofrido", diz Kauffman. O Ministério do Trabalho também será acionado para fiscalizar a suspeita de que há gráficos clandestinos na empresa.

O caso chama a atenção também por outra questão. "Os trabalhadores precisam ficar mais juntos do seu Sindicato, bem antes dos problemas, podendo inclusive evitá-los precocemente", alerta Álvaro Ferreira, que é o secretário de Comunicação da Federação paulista da classe (Ftigesp). Ele parabeniza o STIG pela defesa do gráfico da Cardepel, mas lembra aos trabalhadores, que ao sofrer um acidente, é preciso pedir ao patrão uma Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que, se negar, pode ser pedido ao STIG, garantindo estabilidade no emprego e mais direitos. Não fique só, proteja-se, procure o seu órgão de classe e sindicalize-se.

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