Ago 15

STIG Santos, que compõem o conselho, alerta para a relevância do voto nas eleições para revogar a lei da reforma trabalhista e outros prejuízos

Embora atualmente existam pouquíssimos conselhos sindicais regionais criados na época do primeiro governo do ex-presidente Lula, o Conselho Sindical da Baixada Santista, Litoral Sul e Vale do Ribeira continua ativo. O grupo, que reúne 86 órgãos sindicais, como o Sindicato dos Gráficos (STIG) de Santos, decidiu elaborar e apresentar suas reivindicações aos presidenciáveis. Dentre as principais demandas do movimento sindical contidos em uma carta, que será entregue aos candidatos à presidência do Brasil, destaca-se o compromisso deles de revogar a lei derivada da reforma trabalhista, que destruiu dezenas de direitos dos empregados, além de enfraquecer os sindicatos e até mesmo a Justiça do Trabalho.

Para Jorge Caetano, secretário geral do STIG Santos, a nova lei já pode levar até ao fechamento do sindicato em prejuízo do direto da categoria, defendida pela entidade há 87 anos, período de fundação da entidade. A carta aos presidenciáveis também reivindica a revogação de outra lei contra direitos trabalhistas. Pede o cancelamento da lei da terceirização. Demanda ainda aos candidatos o compromisso de não fazerem a tal reforma previdenciária, mas primeiro devem combater a sonegação do INSS por parte do setor empresarial. Cobrem os bilhões sonegados!

A questão tributária também tem destaque na carta para os candidatos. Demandam a redução de altos valores que são retirados dos recursos da Previdência Social para uso em outras finalidades estranhas, através da DRU. Taxar as grandes fortunas e atualizar a tabela do imposto renda. Sem falar na imediata auditoria na dívida pública, dentre outros pontos. Contudo, é prioritário que o novo presidente revogue a lei que congelou por 20 anos os investimentos em saúde e nas demais políticas públicas.

Existem ainda diversos outros pontos de suma importância para garantir a retomada do crescimento econômico e assim a queda do desemprego e a distribuição de renda e o retorno do poder de compra do trabalhador. Ademais, pedem o fim das privatizações e a volta da soberania nacional através do pré-sal e mais potencialidades do país na energia e aviação.

Infelizmente, já há candidatos, como Alckmin e Bolsonaro que defendem a reforma trabalhista e a previdenciária. Alckmin fala em acabar até o Ministério do Trabalho, quando o movimento sindical pede a valorização. "O trabalhador precisa dar a resposta nas urnas na eleição do próximo dia 7 de outubro. Não votem em presidenciáveis que são contra a classe trabalhadora e os mais pobres", diz Jorge. Ele adianta que é necessário também a votação contra os traidores do povo no Congresso Nacional, que aprovaram este conjunto de leis no governo Temer contra o povo. São os deputados e senadores que fazem as leis. Votem com cuidado!

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Ago 14

No final do mês, os 490 gráficos da Jandaia participarão de uma eleição para escolher os seus representantes em uma comissão de profissionais para cuidar da prevenção interna de acidentes e doenças ocupacionais na empresa. Mas conhecida por Cipa, oito trabalhadores, sendo quatro titulares e a mesma quantidade de suplentes, assumirão esta missão em defesa da categoria no local. O Sindicato da categoria (Sindigráficos) vai acompanhar o processo eleitoral. Os gráficos do local interessados em se candidatar a uma vaga, desde que seja para cuidar efetivamente da proteção da vida e da integridade física dos colegas na Jandaia, podem se inscrever no setor de Segurança do Trabalho da empresa a partir da próxima quarta-feira (15) e segue até dia 29. E a eleição será no dia 31. LEIA MAIS

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Ago 14

O Sindicato dos Trabalhadores Gráficos (STIG) de Guarulhos parabeniza as equipes da Grif Rótulos e EGB que se classificaram para a grande final do campeonato dos graficos 2018.

FONTE: STIG GUARULHOS

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Ago 14

Nosso Departamento Odontológico, localizado na sede em Barueri, está funcionando normalmente e já regularizou o tempo de espera! Para agendar sua
consulta ou de seu dependente, basta ligar para (11) 3699-1555. Em caso de não comparecimento no dia da consulta, pedimos para avisar o Sindicato com, pelo menos, um dia de antecedência. Assim, conseguimos remarcar outro paciente e diminuir o tempo de espera! Atendemos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30.

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Ago 13

STIG e mais entidades juntos ao Conselho Municipal de Saúde fizeram um fortíssimo ato na cidade, fazendo a prefeitura recuar do fechamento

Há duas semanas, cerca de mil pessoas ligadas ao movimento sindical e popular tomaram uma praça central de Guarulhos (Getúlio Vargas) e seguiram depois para a secretaria de Finanças da cidade contra o então processo de fechamento do Hospital Municipal de Urgência e também pra exigir o pagamento dos servidores. A iniciativa foi do Conselho de Saúde local, que recebeu o apoio do Sindicato dos Gráficos da região (STIG) como uma das demais entidades sindicais e sociais lá presentes. Com a pressão, já no final do mesmo dia do ato, diante da repercussão inclusive midiática e judicial, visto que o movimento conseguiu até uma liminar para a manutenção do equipamento público, a prefeitura garantiu que o hospital continuará em funcionamento.

A conquista, embora o movimento continuará vigilante, demonstra toda força da população quando unida e mobilizada por uma pauta comum em benefício da sociedade. "O prefeito tem que saber que tem muita luta quando estamos juntos. O Conselho Municipal de Saúde não está sozinho. Estaremos na retaguarda e na linha de frente. Os sindicatos, como o STIG Guarulhos, historicamente nunca se esconderam de suas responsabilidades e não será agora", disse de cima do trio elétrico na então praça Getúlio Vargas, o presidente do Sindicato, Francisco Wirton.

Se não fosse o protagonismo do movimento sindical e popular, cerca de 1,4 milhões de habitantes de Guarulhos e outros milhões das cidades vizinhas estão agora desassistidas do referido Hospital. Contudo, todo o problema em saúde no município e demais locais do estado e do país não estão resolvidos. Pelo contrário, a situação piora significativamente desde a chegada de Temer na Presidência do Brasil e os congressistas aliados aprovarem uma lei para congelar por 20 anos os investimentos em saúde e todas políticas públicas. Tais políticos fizeram isto mesmo nascendo milhões de crianças todo ano, e outros milhões envelhecendo - faixas etárias que mais necessitam do atendimento médico e de saúde.

"Mudar nem sempre é para melhor", lembrou Wirton, ainda em cima do trio elétrico na praça de Guarulhos, fazendo referência aos caos atual na saúde da cidade derivada da troca do prefeito na eleição há dois anos. Todavia, esta análise também pode se encaixar ao Palácio do Planalto, diante da troca abrupta e ilegal da presidente Dilma por Temer, gerando grande caos para todos os brasileiros, como tem sido observado hoje. O presidente do STIG aproveito para lembrar que daqui a dois meses tem eleição, devendo a população saber escolher melhor seus candidatos.

"O próximo presidente, deputados e senadores precisam revogar todas as medidas antipovo e antitrabalhador decidas por Temer e companhia", orienta Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp), entidade na qual o STIG Guarulhos é filiada. O sindicalista diz que a população precisa votar somente em quem diz que revogará a lei do congelamento de recursos em saúde e outras políticas por 20 anos; que revogará a nova lei do trabalho, que destruiu dezenas de empregos e ampliou o desemprego e subempregos; e que se comprometam em não atacar a Previdência Social para prejudicar futuras aposentadorias.

O fato atual é que hoje está de parabéns o STIG Guarulhos junto a todo o movimento sindical-social presente no protesto do Conselho Municipal de Saúde. "Essas entidades, através de seus dirigentes, deram grande demonstração de resistência e luta em defesa da saúde pública atacada na cidade e em todo o Estado e Brasil com as políticas de Temer e seus políticos-partidos aliados", pontua Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Ele defende que tal iniciativa seja exemplo para todos STIGs paulistas e brasileiros, sendo reproduzidas também em suas regiões.

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