Out 06
Brasil e Banco Mundial assinam acordo de US$ 200 milhões para combate à aids e a outras DST

Brasília - O governo brasileiro e o Banco Mundial assinaram hoje (5) um acordo para a aplicação de US$ 200 milhões em ações de enfrentamento da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis (DST). Esta é a primeira vez em que o repasse de recursos é condicionado ao cumprimento de metas escalonadas até 2014.
A parceria foi firmada em maio deste ano e prevê um empréstimo no valor de US$ 67 milhões pelo Banco Mundial e uma contrapartida nacional de US$ 133 milhões. O acordo prevê a melhoria do acesso aos serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento da aids e das DST.
De acordo com o Ministério da Saúde, serão implementadas novas modalidades de incentivos aos estados e municípios como o financiamento de bolsas, um sistema de premiação e sanções baseadas em resultados.
O projeto Aids-SUS prevê, entre outras metas, o aumento do acesso ao diagnóstico e a preservativos pelas populações consideradas mais vulneráveis – homossexuais, profissionais do sexo e usuários de droga –, além da expansão de testas entre gestantes para o HIV e também a sífilis.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, elogiou a iniciativa e classificou o enfrentamento da aids e de outras DST como um desafio. Ele cobrou o aprofundamento da cooperação com o governo brasileiro e a expansão do conhecimento em parcerias Sul-Sul.
A secretária executiva do Ministério da Saúde, Márcia Bassit, disse que a parceria é histórica e tem grande importância para a saúde pública brasileira. “Mais do que o valor desse empréstimo, o mais importante é o que se capitalizou em termos de conhecimento, de ações no campo da prevenção e do enfrentamento da aids desde 1993”, ressaltou.
Ela destacou avanços como a redução de quase 8% da incidência da aids nos últimos sete anos e a queda de quase 48% na transmissão do vírus da mães para o bebê nos últimos dez anos.
“Esse acordo específico tem característica de responsabilização dos nosso parceiros estaduais e municipais. Vamos repassar recursos desde que algumas metas sejam cumpridas. Gestão por resultados. Esperamos que, ao trabalhar dessa forma, possamos ter acesso a informações mais qualificadas do ponto de vista epidemiológico.”
O Banco Mundial já repassou quase US$ 500 milhões para o Brasil em três empréstimos anteriores, firmados desde 1993. Fonte: Agencia Brasil


Prazo para justificar ausência de voto no primeiro turno termina em 3 de dezembro


Brasília - O eleitor que não votou nas eleições de domingo (3) tem até o dia 3 de dezembro para justificar a ausência no pleito. O prazo de 60 dias é contado a partir da data de cada turno. Assim, o prazo para quem deixar de votar no dia 31 de outubro será até 31 de dezembro.
Quem não se justificar na Justiça Eleitoral, não poderá, por exemplo, obter passaporte ou carteira de identidade, inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, além de renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.
Quem não votar em três eleições consecutivas, não justificar sua ausência e não quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada e, após seis anos, excluída do cadastro de eleitores. A regra não se aplica aos eleitores cujo voto seja facultativo (analfabetos, maiores de dezesseis e menores de dezoito anos, e maiores de setenta anos) e aos portadores de deficiência física ou mental que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.
O requerimento de justificação deverá ser dirigido ao juiz da zona eleitoral onde o eleitor é inscrito, pessoalmente ou pelos Correios. O endereço dos cartórios eleitorais pode ser obtido nas páginas dos TREs na internet (www.tre-uf.jus.br, substituindo-se UF pela sigla da unidade da Federação onde foi expedido o título).
O eleitor deverá juntar cópia de documento que comprove sua identidade. Se o requerimento for entregue com dados incorretos ou que não permitam a identificação do eleitor, não será considerado válido para justificar a ausência às urnas. Fonte: Agencia Brasil


Centrais definem agenda para o Dia Mundial pelo Trabalho Decente


As Centrais Sindicais CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB e UGT decidiram convocar uma manifestação unitária em São Paulo para o próximo 7 de outubro, Dia Mundial pelo Trabalho Decente. A realização do evento foi definida em reunião com representantes das seis Centrais, dia 20 de setembro.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, explica que as manifestações pelo Trabalho Decente são realizadas no mundo todo, com a orientação da Confederação Sindical Internacional (CSI) e pela Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas (CSA). “No Brasil, vamos fazer a manifestação também com as Centrais filiadas à FSM. Estamos lutando em várias frentes, como pela valorização do salário mínimo e pela conquista de aumentos reais de salários”, declarou.
De acordo com secretário de Relações Internacionais da CUT, João Antonio Felício, a convocatória emitida pela CSI e CSA ecoou positivamente no movimento sindical brasileiro. “Há uma compreensão sobre a relevância de mantermos em alto a bandeira da unidade, fortalecendo a ação do sindicalismo em defesa de um Estado indutor do desenvolvimento, elementos chaves para o avanço em nossa sociedade”, ressaltou.
Local - A concentração será no Teatro Municipal de São Paulo, de onde os trabalhadores seguirão em passeata pela rua Barão de Itapetininga, seguindo pela avenida Ipiranga e São Luís até a rua Martins Fontes, onde será entregue documento unitário das Centrais Sindicais na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Fonte: www.fsindical.org.br; www.cut.org.br; www.portalctb.org.br; www.ugt.org.br; www.cgtb.org.br e www.ncst.org.br


Centrais sindicais e ministro Lupi discutem mudanças no ponto eletrônico


Dirigentes das centrais sindicais e o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, discutem, nesta terça-feira (5), às 15 horas, em Brasília, mudanças na implantação do ponto eletrônico.
O uso da desta tecnologia foi regulamentada pela Portaria 1.510, do Ministério do Trabalho.
Com o ponto eletrônico, as novidades serão a emissão de comprovante impresso quando o trabalhador bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.
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MTE amplia para 1º de março de 2011 prazo para adoção do ponto eletrônico


Acompanhante de idoso, em 3 dias na semana, obtém vínculo de emprego

Acompanhante que cuidou por quatro anos de idoso e que trabalhava apenas três dias por semana obteve reconhecimento de vínculo de emprego, com direito a todas as verbas trabalhistas, como férias e 13º salário.
O direito foi confirmado pela Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (SDI-1) que não conheceu recurso dos patrões e manteve decisão da Quinta Turma do TST favorável à ex-empregada.
Os familiares do idoso, que contrataram e demitiram a acompanhante, alegaram no processo, entre outras coisas, que o trabalho dela era independente, e, principalmente, não existia continuidade na prestação de serviço, pois era realizado apenas algumas vezes por semana. Por isso, não existiria o vínculo de emprego pretendido.
De acordo com o julgamento da Quinta Turma do TST, o trabalho “prestado três vezes na semana, isoladamente, não afasta o elemento continuidade exigido pelo artigo 1° da Lei nº 5.859/72, desde que fique demonstrada a periodicidade com que prestado, e, por sua repetição, já se extraia a continuidade. É o que se vê no caso concreto”.
Inconformados com a decisão da Quinta Turma, que manteve julgamento anterior do Tribunal do Trabalho da 17ª Região (ES), os patrões recorreram à SDI-1 do TST.
O juiz convocado Flávio Portinho Sirangelo, relator do processo na SDI-1, ao não conhecer o recurso da família do idoso, argumentou que a divergência jurisprudencial indicada não atende à Súmula n.º 296, I do TST, pois as decisões apresentadas não tinham teor idêntico ao do processo. No caso, tratavam de trabalho doméstico realizado duas vezes por semana, e não três vezes, como é a situação do processo. (RR-27700-44.2003.5.17.0002) Fonte: TST

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Out 05
ETANOL IPesquisa feita em cinco cidades de Mato Grosso do Sul (Sidrolândia, Maracaju, Nova Andradina, Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante) aponta relação entre a expansão da produção de etanol e o aumento da exploração sexual, principalmente de crianças e adolescentes e de mulheres paraguaias trazidas ao Brasil.  

ETANOL II
O estudo Impactos do Setor Sucroalcooleiro na Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em Mato Grosso do Sul foi feito durante o ano passado sob encomenda do Comitê de Enfrentamento da Violência e da Defesa dos Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes do estado (Comcex). Foram coletados relatos por meio de uma técnica conhecida como observação participante, que implica maior interação do pesquisador com informantes. O estudo não apresenta dados quantitativos sobre a exploração.  

ETANOL III
O relatório, obtido com exclusividade pela Agência Brasil, destaca que “grandes empreendimentos alteram significativamente as dinâmicas das localidades por onde avançam”. No caso da indústria do etanol nos cinco municípios do sul-mato-grossenses, uma das consequências é a mudança de comportamento da população. Muitas vezes, o corpo das mulheres é tratado como mercadoria. “A expropriação do corpo das mulheres e das crianças está colocada e se torna um valor cultural fundante naquelas localidades”, lamenta Estela Márcia Scandola, diretora do Instituto Brasileiro de Inovações Pró-Sociedade Saudável – Centro Oeste (Ibiss/CO), responsável pela pesquisa. Fonte: Agência Brasil  

AVIAÇÃO
- A TAM informou que implantou, em todos os canais de venda assistida de bilhetes para voos internacionais, a nova metodologia que, segundo a companhia, mostra de maneira transparente ao cliente o valor que está sendo pago pela passagem aérea e a quantia relativa ao serviço prestado na emissão do bilhete. O sistema é semelhante ao que é utilizado pela companhia desde 2008 na venda de passagens para voos domésticos. O valor do serviço prestado pelos canais de venda assistida instalados no Brasil passou a ser pago diretamente pelo passageiro no momento da emissão do bilhete internacional, na proporção de até 7% do preço da passagem, com um valor mínimo de R$ 30,00. Fonte: Portal Exame  

Metro passa a circular no Rio de Janeiro                                                     
A cidade do Rio de Janeiro ganhou na última sexta-feira, 1º de outubro, o Metro Rio, da empresa Metro Brasil. A publicação nasce com circulação de 100 mil exemplares e terá distribuição gratuita, de segunda a sexta-feira, nos principais cruzamentos da cidade. A chegada do Metro ao Rio de Janeiro integra um grande projeto de expansão da empresa que é controlada pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação. O grupo prevê ainda para este ano o lançamento do Metro Orla, edição que irá circular ao longo das praias cariocas somente aos domingos. Além de São Paulo e agora Rio de Janeiro, o jornal já circula em Campinas, Santos e no ABC paulista (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul). Recentemente, o Metro Brasil lançou o Metro Quadrado, voltado ao mercado de imóveis da capital paulista. Meio & Mensagem  

Cerca de 4 bilhões de sacolas plásticas deixam de ser consumidas no Brasil   
Os organizadores do Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas estimam que, até o final de 2010, a redução no consumo destas embalagens no Brasil chegue a 3,9 bilhões de unidades. Iniciado em 2007, numa parceria entre a indústria e o varejo, o Programa, visa conscientizar o consumidor para que pratique o consumo responsável, além do descarte adequado das sacolas plásticas. De lá para cá, foi implantado em sete capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro e Recife). Até o final de 2010, Florianópolis e Belo Horizonte também serão incluídas. Pesquisa Ibope mostra que 71% das donas de casa brasileiras consideram as sacolinhas como o meio ideal para transportarem as compras. Além disso, 100% delas reutilizam essas embalagens no lixo doméstico. Para que este consumidor pudesse continuar usufruir dos benefícios que as sacolas plásticas trazem e, ainda assim, reduzir o consumo dessas embalagens, é necessário que sejam produzidas dentro da norma ABNT 14937. Essas sacolas, identificadas com o Selo de Qualidade INP-ABIEF, aguentam o peso das compras, conforme sua identificação (no geral, 6 quilos). Assim o consumidor evita o uso em duplicidade e pode reutilizar esta sacolas mais vezes, diminuindo o consumo excessivo. Para cada três sacolas certificadas, deixa-se de consumir uma sacolinha. Segundo Paulo Dacolina, diretor Superintendente do Instituto Nacional do Plástico (INP), a expectativa para 2010 é que sejam produzidas três bilhões de sacolas dentro de norma técnica. “Para tanto, nove empresas no Brasil já estão certificadas para fabricar sacolas com o Selo de Qualidade INP-ABIEF”, firma o executivo. O Programa também estabeleceu importante parceria com o varejo, a partir do apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), das associações estaduais dos supermercados e das Federações das Indústrias dos estados por onde passou. Com isso, o Programa hoje conta com a participação de quatro das seis maiores redes de supermercado do ranking da Abras (Pão de Açúcar, Zaffari, Prezunic e GBarbosa), além de dezenas de outras redes pelo Brasil. Além disso, mais de 5 mil pessoas, entre supervisores e operadores de caixa dos supermercados participantes foram treinados para orientar os consumidores sobre o uso responsável das sacolinhas. O resultado dessa iniciativa foi notório desde o início. Em 2007, o consumo de sacolas era de 17,9 bilhões em 2007. Em 2008, passou para 16,4 bilhões e, em 2009, para 15 bilhões. A projeção é reduzir em mais 1 bilhão em 2010. O Pão de Açúcar, por exemplo, que implantou o Programa em todas as suas lojas no Brasil, obteve redução superior a 30% no consumo de sacolas plásticas. Fonte: Abigraf
           

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais, mostra pesquisa do Dieese
São Paulo – O valor médio da cesta básica subiu em setembro, na comparação com agosto, em 14 das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. O maior aumento, de 3,67%, foi constatado em Salvador, seguido pelo Rio de Janeiro (3,62%), por Vitória (3,39%) e Fortaleza (3,13%).Houve queda em Natal (-1,28%), João Pessoa (-1,13%) e Aracaju (-0,80%). Nessas capitais, o valor da cesta chegou a R$ 193,08, R$ 181,23 e R$ 173,56, respectivamente. A capital sergipana apresentou o menor valor entre as pesquisadas.A cesta mais cara do país continua sendo a de Porto Alegre, onde o valor subiu 1,17% e chegou a R$ 243,73. Em São Paulo, a correção foi de 2,30%. Para comprar os produtos que compõem a cesta, os consumidores da capital paulista tiveram de pagar em média R$ 241,08.Na sequência da lista de capitais com as maiores elevações estão: Curitiba, com alta de 2,11% e custo de R$ 219,28; Recife, com aumento de 2,11% e valor de R$ 192,20; e Belo Horizonte, com elevação de 1,80% e valor de R$ 217,66. Em Manaus, a cesta subiu 1,10%, e o valor está entre os mais altos – R$ 228,76.Em Salvador, o preço da cesta passou para R$ 199,77; no Rio de Janeiro, para R$ 219,54; em Vitória, para R$ 225,25; e em Fortaleza, para R$ 185,12.As demais capitais apresentaram os seguintes valores: Florianópolis, R$ 223,73 (alta de 1,13%; Goiânia, R$ 217,66 (aumento de 1,72%); Brasília, R$ 215,99 (elevação de 0,94%) e Belém, R$ 211,31 (alta de 1,61%).
No acumulado do ano, apenas Brasília indicou queda (-2,80%).
O trabalhador com renda equivalente de um salário mínimo teve de comprometer 45% do valor para arcar com o custo da cesta, ante 44,29%, em agosto. Para adquirir os itens da cesta, ele teve de ampliar em quase duas horas a jornada de trabalho, em comparação com o mês anterior, passando de 89 horas e 38 minutos para 91 horas e quatro minutos.Entre os produtos que ficaram mais caros estão o óleo de soja, com preço corrigido em 16 das 17 capitais. De acordo com a análise técnica do Dieese, o que elevou o preço desse item foi a demanda em alta no mercado internacional e a baixa oferta interna de matéria-prima.A carne e o pão francês também ficaram mais caros, em 15 capitais. No caso da carne, a razão foi a longa estiagem que afetou os pastos, fazendo com que os produtores reduzissem a oferta de animais para abate. Já a alta do pão foi motivada pela redução na oferta interna de trigo, com a necessidade de importação. Fonte: Agencia Brasil

Propaganda gratuita no rádio e na TV irá até o dia 29

Brasília - Os candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Dilma Roussef (PT) podem iniciar a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o segundo turno 48 horas após a proclamação dos resultados do primeiro turno pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O dia 16 de outubro é a data limite estabelecida pela legislação eleitoral para que ela comece a ser veiculada.
A informação foi divulgada hoje (4) pelo TSE. Segundo o tribunal, serão veiculados dois períodos diários de 20 minutos para cada cargo em disputa, inclusive aos domingos, até o dia 29. Tal como no primeiro turno, no rádio, a propaganda será veiculada às 7h e às 12h. Na televisão, às 13h e às 20h30. Primeiro, serão transmitidos os 20 minutos destinados aos candidatos a presidente, e a seguir os 20 minutos para os candidatos a governador.Cada candidato a presidente e a governador tem direito a dez minutos em cada bloco de transmissão. Eles ainda têm mais sete minutos e 30 segundos diários, cada um, para divulgar propaganda em forma de inserções de 15 a 60 segundos, o que totaliza 30 minutos diários de inserções. Fonte: Agencia Brasil 

Transporte, alimentação e contas da casa consomem 44% da renda da classe D


SÃO PAULO – Quase 44% da renda dos brasileiros da classe D é gasta com despesas básicas, como alimentação, transporte e contas de consumo. Os números são de uma pesquisa feita pela Quorum Brasil, com 400 paulistanos com renda familiar de até R$ 1.020.
A alimentação é o tipo de gasto que possui maior peso nas despesas dessas famílias, representando 15,5% da renda. Em segundo lugar, aparecem as contas de água, luz, telefone e gás, que consomem 14,7% do salário.
Ainda no primeiro grupo de prioridades no direcionamento dos recursos da família estão as despesas com transporte, para onde vão 13,3% do dinheiro.

Outras prioridades
Depois dos gastos de primeira necessidade, os entrevistados apontaram os gastos com cartão de crédito, que consomem 12,4% de sua renda, seguido por moradia, aluguel e financiamento (11,9%), prestações em lojas (11,6%) e despesas com saúde e remédios (11,3%). Ao todo, esses gastos secundários somam 47,2% da renda das famílias da classe D.
As despesas com lazer e passeio aparecem apenas  no terceiro grau de prioridade, consumindo, segundo os entrevistados, 9,2% do orçamento mensal.
A pesquisa “A Classe D e seus Desejos e Despesas” foi feita na cidade de São Paulo, em setembro deste ano, com homens e mulheres entre 25 e 50 anos de idade que trabalham e têm renda de até dois salários mínimos. Fonte: Infomoney
 

Jorge Caetano Fermino
   

written by FTIGESP

Out 04
Burti ganha prêmio mundial        

A Burti foi uma das vencedoras do “Premier Print Award 2010”, uma das premiações mais importantes da indústria gráfica mundial. A Burti conquistou o "Benny", estátua que confere o reconhecimento máximo, em duas categorias. O Catálogo Maria Bonita foi vencedor na modalidade "Catálogo" e o Jornal Triton recebeu uma estatueta na categoria "Papel não revestido em quatro ou mais cores". Os catálogos "Namorados C&A Fergie" e "Lisht" foram finalistas do Benny e receberam o "Award of Recognition". Além disso, os livros "Imagens Humanas" e "Gudi" ganharam Certificados de Mérito nas categorias "Livro de Arte" e "Livro de Capa Flexível", respectivamente. O Catálogo Cantão também foi contemplado com o certificado. A avaliação dos trabalhos engloba uma série de triagens que analisa o alto nível da qualidade de impressão, acabamento e design. Desde 2004, quando a empresa começou a participar do Premier Print Award, a gráfica conquista pelo menos um "Benny" por ano. Publish 
  

Brasil é o emergente que mais lança embalagens no mundo        

O Brasil é o país emergente que mais lançou produtos este ano. De acordo com um levantamento do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, o país colocou 8.839 novas embalagens no mercado desde janeiro, o equivalente a 4,5% dos lançamentos globais (197.732), ocupando a sexta posição no ranking dos dez principais mercados do mundo. Em seguida, aparece a China, com 7.338 novos produtos (4,1% do total). No topo do ranking estão Estados Unidos (12,9%), Reino Unido (5,7%), Alemanha (5,6%), Japão (5,3%) e França (4,8%). A lista conta ainda com México (4%), Canadá (3,9%) e Austrália (3,4%).  Para Fabio Mestriner, Coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, Estados Unidos, Canadá e México, recuperaram as posições que perderam com a crise. O resultado mostra que o mundo voltou ao normal. Mestriner aponta ainda para a queda nos lançamentos brasileiros. De janeiro a setembro de 2009, o País colocou 11.110 novas embalagens no mercado, contra as 8.839 atuais. Mundo do Marketing

Saúde melhora na cidade número um do Bolsa Família

A taxa de desnutrição entre crianças de até dois anos de idade despencou em Junco do Maranhão ao longo da década. Recuou de 30,9% em 2000 para 2,3% em 2008. Responsável pelo Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil e Materna, uma das metas dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas (ONU), Adson França avalia que a queda revela a eficácia de políticas públicas adotadas no município, entre elas o incentivo ao aleitamento materno e a transferências de renda que permitem um maior consumo de alimentos.
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Evolução da desnutrição em Junco do Maranhão
Desnutrição entre crianças até 2 anos (%)No País, a taxa de déficit de altura (um dos indicadores que mede a desnutrição) é de 4,4% entre crianças de 2 anos; de 6,7% para bebês de 1 ano e de 8,8% entre crianças menores de 1 ano, de acordo com a última Pesquisa por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, realizada entre 2008 e 2009.
“Estamos encerrando a fase de desnutrição”, afirma França, que também é assessor do ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A redução dos indicadores de desnutrição infantil reflete, segundo ele, políticas públicas com maior ênfase no Nordeste e na Amazônia.
A taxa de mortalidade infantil de Junco do Maranhão ficou abaixo da média do País em 2008, com 8 mortos para cada mil nascidos, bem melhor do que a média do Nordeste, de 27 mortos por mil nascidos. No Brasil, no mesmo ano, a taxa ficou em 19 mortos por mil nascidos, segundo o último dado disponibilizado pelo Ministério da Saúde. França lembra que, se o País continuar no ritmo em que se encontra em redução da mortalidade infantil, vai antecipar em três anos a meta dos objetivos do milênio, fixada pela ONU para ser cumprida em 2015.De acordo com a Secretaria de Saúde de Junco do Maranhão, cerca de 85% das crianças de até dois anos possuem vacinação em dia, numa taxa que se mantém estável nos últimos três anos.
O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal de 2005 a 2007 também aponta melhora no quesito saúde em Junco. Um dos autores do indicador, o pesquisador da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês, afirma, porém, que o acompanhamento de gestantes é muito baixo na cidade. Uma das condições exigidas pelo governo federal para o recebimento do Bolsa Família é a realização de exames pré-natais. Por outro lado, ele destaca que a taxa de óbitos entre crianças de até 5 anos por causas que poderiam ser evitadas diminuiu nos últimos anos e chegou quase que ao patamar nacional. “Isso é um bom indicador de melhora nas condições de saúde porque mostra avanço nas condições básicas”. Fonte: Portal ODM – Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
  

Desemprego em declínio pelo quinto mês consecutivo
  

A taxa de desemprego, nas sete regiões que compõem o Sistema PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), recuou, em agosto de 12,4%, apurados em julho, para 11,9%.  As informações são regularmente levantadas pelo convênio mantido entre a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o DIEESE, com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e parceria com instituições e governos locais nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo e no Distrito Federal. Em relação a agosto de 2009, a taxa de desemprego caiu 17,4%, uma vez que naquele mês correspondia a 14,4%.
O total de desempregados reduziu-se em 3,8% (ou 104 mil pessoas a menos), em agosto, correspondendo, assim, a 2.625 mil pessoas. Em relação a agosto de 2009, 509 mil pessoas a menos estavam desempregadas, o que representa uma queda de 16,2%.  A população economicamente ativa contou, no último mês, com 22.062 mil pessoas. Em julho, a PEA havia apresentado ligeiro recuo  (-0,1%, ou 18 mil pessoas a menos), mas teve crescimento de 0,3% (ou 57 mil pessoas) em agosto. Em relação a igual período em 2009, a PEA registrou expansão de 1,2%, o que representa a incorporação de 259 mil pessoas ao mercado de trabalho. A chegada de novos trabalhadores ao mercado, em  agosto, não representou elevação do desemprego, uma vez que no mesmo período  foram abertas 161 mil vagas e com isso aumentou o nível de ocupação em 0,8%, no mês. Assim, o total de ocupados somou 19.438 mil pessoas, o que representa uma evolução de 4,1% (ou 769 mil novos ocupados) em relação a agosto de 2009. A expansão na ocupação, em agosto, só não se verificou na Indústria, que fechou 15 mil vagas. Em 12 meses, porém, houve um crescimento de 8,1%, que representou a criação de 222 mil postos no setor. Por outro lado, o maior crescimento relativo no mês (2,5%) ocorreu no Comércio, com a abertura de 77 mil vagas. Em relação a agosto do ano passado, o incremento foi de 4,3% (131 mil ocupações). Em termos anuais, a mais expressiva expansão - de 10,0% - foi apurada na Construção Civil, setor em que foram criadas 116 mil vagas. No mês o comportamento foi mais modesto, com a geração de 11 mil postos (0,9%). Dos 161 mil postos de trabalho criados em agosto, 67 mil foram de assalariados com carteira assinada no setor privado, um incremento de 0,7%. Em 12 meses, o trabalho formal no setor privado foi responsável pela contratação de 672 mil pessoas, o que representa um crescimento de 8,0%. No conjunto das regiões pesquisadas, o total de assalariados com carteira é estimado em 9.066 mil. Em julho, o nível de rendimentos de ocupados e assalariados cresceu no conjunto de regiões pesquisadas. Para o rendimento médio dos ocupados, a elevação foi de 1,8%, e seu valor chegou a R$ 1.289, enquanto o salário médio subiu 1,5%, equivalendo a R$ 1.340. Entre julho de 2009 e de 2010, a elevação do rendimento médio real correspondeu a 4,1%, para os ocupados e a 0,9%, para os assalariados.
Clique PED metropolitana para ler os dados do conjunto das regiões pesquisadas.
Dados regionais Todas as sete capitais onde a PED é realizada apresentaram redução do desemprego, em agosto. O maior recuo ocorreu em Fortaleza, onde a taxa de desemprego passou de 10,2%, em julho, para 9,2% (variação de 9,8%) e registrou assim a menor taxa desde o início da pesquisa, em dezembro de 2008. Também foi expressiva (-9,6%) a queda verificada em Belo Horizonte, onde a taxa caiu de 8,3%, em julho, para 7,5%, em agosto. Em Recife, a diminuição da taxa foi de 7,6%, e a taxa de desemprego, em agosto, correspondeu a 15,9%, a menor da série iniciada em 1998. A taxa de desemprego registrada em Salvador foi de 16,3% (queda de 3,6%, em relação à de julho, de 16,9%) é a mais baixa apurada pela PED para a região, desde dezembro de 1996. Na Grande  São Paulo, a taxa de desemprego passou de 12,6%, em julho para 12,3%, em agosto, a menor para esse mês, desde 1992. No Distrito Federal, o desemprego ficou em 13,4%, no último mês, contra 13,7%, de julho. Finalmente, em Porto Alegre, a taxa de desemprego chegou a 8,7%, com recuo de 2,2% em relação a julho, quando era de 8,9%. Em 12 meses, a maior queda na taxa de desemprego foi registrada em Belo Horizonte (-31,2%), e as menores em São Paulo (-13,4%) e Distrito Federal (-13,5%). Em agosto, o nível de ocupação cresceu em Salvador (2,6%), Recife (2,3%), Fortaleza (1,7%), Porto Alegre (0,9%) e São Paulo (0,4%), e ficou estável no Distrito Federal e Belo Horizonte. Em 12 meses, todas as regiões apresentam desempenho positivo no nível de ocupação, que cresceu 8,8%, em Recife; 8,4%, em Salvador; 4,9%, em Fortaleza; 4,5%, no Distrito Federal; 3,4%, em São Paulo; 3,1%, em Porto Alegre e 1,2%, em Belo Horizonte. Cinco, das sete regiões pesquisadas, apresentaram crescimento no nível de rendimento médio, em julho. Em Salvador, o incremento foi de 2,3%, com seu valor chegando a R$ 1.105. O mesmo percentual de aumento foi apurado em São Paulo, onde seu valor correspondeu a R$ 1.353. A elevação verificada em Porto Alegre foi de 1,8%, com seu valor médio ficando em  R$ 1.323. Um aumento de 1,3% elevou o valor médio do rendimento, no Distrito Federal, para R$ 1.927. Em Belo Horizonte o aumento foi de 1,2%, com o valor médio ficando em R$ 1.382.  Houve relativa estabilidade em Recife, onde o valor médio ficou em  R$ 865, e ligeiro decréscimo (de 0,5%) foi notado em Fortaleza, cujo valor médio correspondeu a R$ 825.  Em relação a julho de 2009, o rendimento dos ocupados elevou-se em Recife (12,4%), Salvador (11,1%), Belo Horizonte (7,7%), Porto Alegre (3,5%), São Paulo (3,1%) e no Distrito Federal (0,6%) e praticamente não variou em Fortaleza (-0,1%).  Fonte: DIEESE
  
  

Revisão do teto pode sair neste ano


O ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, disse ontem que quer pagar, ainda neste ano, a revisão do teto, reconhecida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no dia 8 de setembro e que será concedida de maneira administrativa pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Segundo levantamento preliminar feito pelo ministério, cerca de 154 mil aposentados e pensionistas têm direito à correção, que custará R$ 1,5 bilhão ao governo federal. A correção deve beneficiar quem se aposentou entre 1988 e 2003 e teve o benefício limitado ao teto previdenciário da época (veja mais no quadro ao lado). Fonte: Agora SP   

TI: 79% das grandes empresas apostam nas pequenas para crescer      
  

Os empresários do setor de TI (Tecnologia da Informação) estão otimistas com o aumento das vendas e da lucratividade das empresas. Estudo realizado pela Intel Brasil em parceria com Marco Marketing Consultants indica que 79% acreditam que o aumento das vendas virá do mercado de pequenas empresas.
Já 63% dos entrevistados apostam nas empresas de médio porte, enquanto 30% indicam os pequenos escritórios como segmento promissor."Acreditamos que os próximos anos serão bem prósperos para os negócios de nossos parceiros de canal no Brasil. O País está num momento de crescimento grandioso e com um otimismo acentuado em relação à infraestrutura, o que representa excelente oportunidade para o canal atender aos clientes empresariais, que buscam a tecnologia como diferencial competitivo", afirma a gerente de Gerente de Marketing para Canais da Intel Brasil, Vanessa Martins.
Produtos
Em relação aos produtos, a pesquisa aponta que a venda de hardware será a grande responsável pelo crescimento da lucratividade, com 77% dos empresários indicando o desktop como líder de vendas para os próximos anos.
Em seguida, aparece a comercialização de notebooks e netbooks, com 73%. Em terceiro lugar, as expectativas estão voltadas para o fornecimento de serviços técnicos.
Fabricantes locais
O estudo indica ainda que grande parte dos empresários espera atender seus clientes por meio de produtos das grandes multinacionais - no mercado de notebooks, a preferência pelos produtos importados chega a 67% dos entrevistados.
O setor também aposta no potencial de crescimento dos integradores locais, já que 66% dos entrevistados acreditam que as vendas de desktops se dará com máquinas de OEMs locais e 38% acreditam que os integradores brasileiros serão os principais responsáveis pelo aumento da lucratividade."Para os próximos anos, o mercado acredita no forte crescimento dos fabricantes e da integração local, que estão adquirindo competitividade através da consolidação de parcerias e investimento em qualidade. O canal está de olho na indústria local", acrescenta Vanessa.
Servidores
O mercado de servidores, tradicionalmente dominado pelas grandes multinacionais, também apresenta tendência para a diversificação, especialmente em relação à adoção de servidores de entrada pelos pequenos e médios empresários e profissionais liberais."A demanda dos negócios de pequeno porte é voltada para o canal. Com o atual cenário econômico favorável e os pequenos empresários conscientizando-se do diferencial competitivo trazido pela tecnologia, o crescimento da demanda por servidores será uma oportunidade valiosa para os canais que apostarem no segmento," explica finaliza. (Fonte: InfoMoney) 

Jorge Caetano Fermino
  

written by FTIGESP

Out 01
Unidades SESI-SP abrem inscrições em novembro   
O ingresso no 1.º ano do Ensino Fundamental na rede escolar ocorre por meio de inscrição e posterior sorteio de vagas, quando for o caso, e prioritariamente dentre os beneficiários de empresas contribuintes do sistema SESI e funcionários da entidade. Serão aceitas inscrições diretamente nas Escolas que tiverem vaga, para crianças nascidas no período de 01/07/04 a 30/06/05. Os candidatos da comunidade participarão somente se as vagas disponíveis não forem preenchidas pelos dependentes dos trabalhadores da Indústria. Em 11 de novembro serão divulgadas as possíveis vagas e as incrições iniciam-se no dia 16, sendo extendidas até o dia 24 do mesmo mês. O cronograma completo e outras informações estão disponíveis no link: http://www.sesisp.org.br/home/2006/educacao/InfoMatricula.asp . SESI-SP   

Previdência atingiu cobertura recorde de trabalhadores em 2009
A Previdência Social atingiu no ano passado a taxa de cobertura recorde de 67% dos trabalhadores, o equivalente a 56,58 milhões de contribuintes da população economicamente ativa, na faixa etária entre 16 e 59 anos. Segundo a previdência, a cobertura começou a cair em 1992 (66,4%) e chegou ao menor índice em 2002, com o atendimento de 61,7% dos trabalhadores em atividade. 

ANS estabelece prazos máximos de atendimento a clientes de planos de saúde
Brasília – A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu prazos máximos de atendimento aos clientes de planos de saúde. Os prazos, a serem cumpridos pelas operadoras de planos de saúde, variam de três a 21 dias, dependendo da especialidade.
As operadoras terão, por exemplo, sete dias para providenciar atendimento odontológico e básico (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia, cardiologia, ortopedia e traumatologia). No caso de consultas a fonoaudiólogo, nutricionista e psicólogo, sessões de fisioterapia e terapia ocupacional e exames de diagnóstico por imagem, o serviço deverá ser prestado em até dez dias.
Para procedimentos de alta complexidade e internações eletivas (que não são de emergência), o tempo máximo é de 21 dias. Os prazos serão oficializados em uma instrução normativa da ANS, que deve ser publicada na próxima semana.
De acordo com ANS, se a operadora desrespeitar os prazos, correrá o risco de ter o registro suspenso. As empresas poderão apresentar à agência um plano alternativo, caso aleguem falta de condições para cumprir os prazos de atendimento.
A ANS tomou a medida depois de pesquisar os prazos adotados e considerados razoáveis pela maioria dos planos. Segundo o estudo, nas consultas básicas, 9,6% das operadoras consideram razoável o serviço ser prestado no prazo superior a 16 dias. Nas consultas de outras especialidades, 24,8% realizam e 25,3% entendem como razoável espera de 8 a 15 dias pelo atendimento.
Em relação às cirurgias eletivas com implante, 48,9% adotam prazo de até 30 dias e 52% consideram o tempo razoável.  Foram ouvidas 840 operadoras, o equivalente a 72,3% do setor, com 42 milhões de usuários, correspondendo a 89% do total. Fonte: Agencia Brasil
 

Aumento real dos salários ajuda o país, diz Dieese   
 
O processo de crescimento da massa salarial que vem sendo verificado no Brasil é classificado como positivo pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "Vejo um ciclo virtuoso no aumento da massa salarial. Há um chororô de alguns setores, devido ao aumento no custo da mão de obra, mas isso é normal", afirma o economista da instituição, Sérgio Mendonça. No começo da semana, o presidente da Federação das Indústrias do estados de São Paulo (Fiesp) e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, demonstrou preocupação com os aumentos nos salários dos brasileiros, considerando-os "um exagero se comparado ao resto do mundo". Para ele, a "questão salarial será uma bomba de efeito retardado". Segundo disse, "se nós não cuidarmos, teremos grandes problemas no curtíssimo prazo".A Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese, divulgada ontem, mostra que o rendimento médio real (descontada a inflação) dos ocupados em sete regiões do país subiu 1,8% em julho, chegando a R$ 1.289. Para os assalariados, o incremento foi de 1,5%, com a renda atingindo R$ 1.340. A massa salarial cresceu 1,9% para os ocupados e 1,4% para os assalariados, "refletindo aumento do rendimento médio real, uma vez que o nível de ocupação permaneceu relativamente estável". A expansão da renda, argumenta Mendonça, impulsiona o consumo, induzindo o aumento em investimentos e podendo levar a um crescimento nas importações . "Isso poderia ter algum impacto sobre o balanço de pagamentos, mas há outros pontos a se considerar para equilibrar essa equação", diz.Segundo Mendonça, o Brasil só vai conseguir elevar significativamente o consumo com aumento da massa salarial. Essa mudança obriga as empresas a se preocupar com qualificação e retenção de profissionais, questões até então pouco consideradas devido à farta oferta de mão de obra. "É preciso ter em mente que taxa de lucro não é imutável. A questão é que os juros no Brasil são altos e a carga tributária, pesada. Isso acaba empurrando para cima a taxa mínima de lucro para que o negócio seja viável", avalia.Mendonça também ressalta que, apesar da melhora nas condições de emprego e renda, o Brasil ainda está muito longe das condições apresentadas pelas grandes potências. De acordo com ele, a massa salarial nos países desenvolvidos varia de 60% a 70% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto no Brasil, gira em torno de 40%.Atualmente, a renda média dos trabalhadores de São Paulo é mais baixa que a verificada dez anos atrás. Em julho, o rendimento real dos trabalhadores foi de R$ 1.353, valor 16% inferior aos R$ 1.604 registrados em julho de 2000. "Não dá para dizer que há excessos salariais", conclui o economista. Fonte: Valor Economico 

Benefícios da Previdência tiram da pobreza mais de 23 mi de idosos      
 
Os benefícios da Previdência Social no país colocaram acima da linha da pobreza mais de 23 milhões de pessoas idosas acima de 60 anos de idade, em 2009, enquanto em 2008 estavam nessa linha divisória 22,6 milhões de idosos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2009 (Pnad), do IBGE. Considera-se abaixo da linha da pobreza o contingente populacional que ganha abaixo de meio salário mínimo por mês. Os números foram apresentados durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (Conasp).
Aposentados
Ainda de acordo com a pesquisa, cujos dados fazem referência a 2009, mais de 81% dos idosos acima de 60 anos de idade contam com cobertura previdenciária, o que representa mais de 17,7 milhões de pessoas, 500 mil a mais do que o número levantado em 2008 também pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad).
A pesquisa aponta que, no conjunto dos trabalhadores, 42,2% da população, ou 78,2 milhões de pessoas, estariam na linha da pobreza se não houvesse o pagamento de benefícios previdenciários, em todas as idades.
Mais cobertura
A Previdência Social superou no ano passado a taxa de cobertura de trabalhadores em 1992, de 66,4%, e atingiu 67% - um resultado recorde - equivalente a 56,58 milhões de contribuintes da população economicamente ativa, na faixa etária entre 16 e 59 anos.
Os dados constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2009 (Pnad), realizada pelo IBGE.
Greve no INSS
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reafirmou a ilegalidade da greve dos médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e autorizou o desconto no salário dos grevistas pelos dias parados.
A 1ª Seção do STJ negou mandado de segurança pedido pelas entidade de classe que questionava a decisão anterior do tribunal, que já havia considerado a greve ilegal. Os peritos do INSS estão em greve desde o dia 22 de junho. Por causa da paralisação, a Previdência já acumula mais de 400 mil perícias atrasadas em todo o país. Fonte: DIEESE  

Dieese aponta queda no desemprego em sete regiões metropolitanas   
 
A taxa de desemprego apurada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em sete regiões metropolitanas voltou a cair durante o mês de agosto. Este é o quinto recuo consecutivo registrado pela Pesquisa Emprego e Desemprego (PED) nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), São Paulo (SP) e do Distrito Federal (DF).Segundo o levantamento, enquanto em julho deste ano havia 2,7 milhões de pessoas desempregadas nas sete regiões acompanhadas pelo Dieese, em agosto este número baixou para 2,6 milhões, uma redução mensal de 3,8%. A estimativa do departamento é de que, em agosto de 2009, o número de trabalhadores desocupados chegava a 3,1 milhões de pessoas, número 16,2% superior ao último apurado.Segundo o economista do Dieese Sérgio Mendonça, a taxa de desemprego foi comparativamente menor em todas as regiões metropolitanas, sobretudo nas de Fortaleza (-9,8%), Belo Horizonte (-9,6) e Recife (-7,6). Distrito Federal e Porto Alegre foram as que obtiveram os menores percentuais (-2,2%) de queda do desemprego.Já o nível de ocupação cresceu 0,8% entre julho e agosto deste ano. No período foram criadas 161 mil vagas de trabalho - número, de acordo com o Dieese, mais que suficiente para absorver as 57 mil pessoas que ingressaram no mercado de trabalho no último mês, o que representou um aumento de 0,3% da população economicamente ativa das sete regiões. Ao longo de doze meses, o número de trabalhadores ocupados aumentou 4,1%, passando de 18,6 milhões para 19,4 milhões - de um total de 22 milhões de pessoas entre 10 e 64 anos em condições de trabalhar e que estejam procurando emprego.Os melhores resultados quanto ao nível de ocupação se deram em Salvador, onde o indicador subiu 2,6%, e em Recife (2,3%). Logo depois vieram Fortaleza (1,7%), Porto Alegre (0,9%), São Paulo (0,4%). No Distrito Federal e em Porto Alegre, onde a redução do desemprego permaneceu estável entre julho e agosto, o nível de ocupação se manteve estável.Entre julho e agosto, os rendimentos dos trabalhadores ocupados cresceram, em média, 1,8%, atingindo R$ 1.289. Já os rendimentos médios dos assalariados aumentaram 1,5%, chegando à faixa dos R$ 1.340. Com a redução do nível de desemprego, o mercado interno aquecido e a elevação dos salários médios dos assalariados, também a massa de rendimentos cresceu.De acordo com Mendonça, os bons resultados de agosto confirmam a tendência de um aquecimento do mercado de trabalho ao longo do segundo semestre de cada ano, o que, em 2010, tem sido favorecido pela forte atividade econômica."Estes dados já eram esperados para esta época do ano e confirmam a tendência de melhoras no mercado de trabalho. Se não houver nenhuma trombada econômica, o que esperamos para os próximos meses, com o aquecimento natural das vendas de final de ano, é a queda do desemprego, com os vários setores contratando mais", disse Mendonça. (Fonte: Agência Brasil) 

Jorge Caetano Fermino
    

written by FTIGESP

Set 30
FST realiza mobilização em defesa da unicidade sindical
O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) realizou em Brasília, na segunda-feira (27), um protesto contra a edição de portarias do Ministério do Trabalho, que interferem na unicidade, autonomia e representatividade do movimento sindical brasileiro. A manifestação ocupou a Esplanada dos Ministérios, a partir das 8h30, com a presença de Sindicatos, Federações e Confederações de vários setores e Estados brasileiros.A manifestação teve o objetivo protestar contra a edição das portarias 186 (sobre os pedidos de registro sindical), editada em 10 de abril de 2008, além da portaria 2.092, de 2 de setembro de 2010, que cria o Conselho de Relações do Trabalho (CRT), órgão destinado a “promover a democratização das relações do trabalho e o tripartismo” no debate de temas relativos às relações do trabalho.No Ministério do Trabalho, foi protocolado um documento solicitando que sejam anulados os efeitos da Portaria 2.092, que segundo o FST não passou por um processo democrático de discussão, que promovesse um consenso do movimento sindical.
Adin - Os manifestantes seguiram em passeata pela Esplanada até a sede do Supremo Tribunal Federal (STF), onde várias Ações Diretas de Inconstitucionalidade sobre questões sindicais aguardam julgamento, para também protocolar um documento pedindo ao presidente do tribunal, ministro Ayres Brito, rapidez no julgamento dos processos. Os sindicalistas finalizaram a atividade com um abraço simbólico ao STF.
Sucesso - O coordenador-geral do FST, José Augusto da Silva Filho, disse que o ato superou as expectativas. “Estou muito orgulhoso pelo resultado da mobilização, pois o período que tivemos foi apenas de uma semana e foi um sucesso em termos de qualidade e de representatividade”, ressaltou. www.fstsindical.com.br 

Mineiros soterrados no Chile podem ser resgatados em duas semanas
Brasília – O avanço nas operações de resgate dos 33 trabalhadores soterrados há 55 dias na Mina San José, no Deserto do Atacama, no Chile, pode levar à retirada dos mineiros dentro de 15 dias.
A previsão antecipa a estimativa feita inicialmente pelas autoridades de que os mineiros seriam resgatados na primeira semana de novembro. O assessor do Ministério do Interior Cristian Barra afirmou que em duas semanas tudo estará pronto à espera dos mineiros.
O chefe das operações de resgate, André Sougarret, explicou que falta escavar apenas 276 metros para chegar ao local onde estão os trabalhadores. Os mineiros estão a 700 metros de profundidade desde 5 de agosto, quando houve o desabamento na região. As informações são da rede estatal de televisão do Chile, a TVN.
A previsão de que em outubro pode ocorrer o resgate dos mineiros levou otimismo ao Acampamento Esperança, onde estão as famílias dos trabalhadores. Barra, porém, pediu cautela nas expectativas. “Em 15 dias estaremos preparados para o resgate, mas isso não signfiica que esse será o prazo. Tudo estará pronto para que isso ocorra a qualquer momento”, disse o assessor.
Nas últimas horas, as três máquinas usadas nas operações de resgaste se mantiveram ligadas e funcionando de forma ininterrupta. De acordo com Sougarret, a média de escavação foi de 50 metros em 48 horas. Ao contrário do que ocorreu na semana passada, as máquinas não apresentaram falhas nem problemas técnicos e as atividades não sofreram paralisações.
Na tentativa de manter o ambiente positivo para quando os trabalhadores forem resgatados, o governo do Chile inaugurou uma escola destinada às crianças das famílias que estão acampadas nos arredores da Mina San José. Depois de quase dois meses no local, as crianças estavam sem aulas nesse período. Fonte: Agencia Brasil


Dieese: rendimento médio do trabalhador sobe para R$ 1.289 em julho
SÃO PAULO - O rendimento médio real da população ocupada das sete principais regiões metropolitanas do País registrou aumento de 1,8% em julho, na comparação com o mês anterior, atingindo média de R$ 1.289.Por capitais analisadas, o rendimento real subiu em Salvador (2,3%, onde passou para R$ 1.105), São Paulo (2,3%, para R$ 1.353), Porto Alegre (1,8%, para R$ 1.323), Distrito Federal (1,3% para R$ 1.927) e Belo Horizonte (1,2%, para R$ 1.382).Em contrapartida, houve queda do rendimento em Fortaleza (-0,5%, para R$ 825). Em Recife, houve estabilidade (0,2%, R$ 865).Para os assalariados, houve alta de 1,5% nos rendimentos, frente a junho. No sétimo mês do ano, eles receberam R$ 1.340, em média. Os dados fazem parte da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).
No ano
Na análise anual, o rendimento médio real dos ocupados apresentou elevação de 4,1%, enquanto que o dos assalariados subiu 0,9%.
Dentre as capitais do levantamento, houve aumentos nos rendimentos dos ocupados em Recife (12,4%), Salvador (11,1%), Belo Horizonte (7,7%), Porto Alegre (3,5%), São Paulo (3,1%) e Distrito Federal (0,6%). Já em Fortaleza, praticamente não houve variação (-0,1%).
Massa de rendimentos
Considerando a massa de rendimentos dos ocupados e assalariados para o conjunto das áreas analisadas, na comparação anual, a pesquisa aponta crescimento de 8,1%, no primeiro caso, e de 7,2%, no segundo. Em ambos, o bom resultado aconteceu devido ao aumento dos níveis de ocupação e do rendimento, embora para os assalariados este último item tenha menor proporção.
De junho para julho, por sua vez, a massa de rendimentos reais dos ocupados cresceu 1,9% e dos assalariados aumentou 1,4%. Nos dois casos, houve reflexo do aumento do rendimento médio real.  

Síntese de Indicadores Sociais – 2010
Primeira Parte
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, publicou, em 17 de setembro, a Síntese de Indicadores Sociais – SIS 2010. A partir dessa publicação é possível tirar algumas conclusões sobre a qualidade de vida dos brasileiros no que diz respeito a indicadores não relacionados diretamente a salários ou renda e a mudança de comportamento da população. São dados que objetivam sintetizar informações relativas às condições de vida que vão desde a fecundidade até o nível de alfabetização, passando pela diferenças de gênero no mercado de trabalho, escolaridade dos jovens etc. Os dados são relativos ao ano de 2009. Os números que se seguem devem ser analisados criticamente, pois mostram, entre outros problemas, as grandes diferenças que ainda persistem entre as regiões do país e a tendência natural à manutenção do atual quadro de concentração de renda, quando consideramos a educação como fator fundamental para a modificação dessa triste realidade e para o desenvolvimento do país.  
Em 2009, havia 94,8 homens no país para cada 100 mulheres. Entre as regiões metropolitanas, num extremo está Curitiba, com 94,6 homens para 100 mulheres e no extremo inferior encontra-se Recife, com 85 homens para cada 100 mulheres. Uma explicação é o índice de mortalidade masculina ser maior que a feminina.  
O Brasil está deixando de ser um “país jovem”. A proporção de crianças e adolescentes de até 19 anos de idade, que era de 40,1% da população total em 1999, caiu para 32,8% em 2009. De outro lado, a população com 70 anos ou mais de idade, que representava 3,9% (6,4 milhões de pessoas) da população total em 1999, aumentou para 5,1% (9,7 milhões de pessoas) em 2009. Essas percentagens indicam claramente um envelhecimento da população, resultado da redução do número de filhos por famílias (redução da fecundidade) de um lado e, de outro, do aumento na expectativa de vida das pessoas.  
Em 2009, ao nascer, a esperança média de vida do brasileiro era de 73,1 anos. As mulheres têm expectativa de 77 anos enquanto os homens de 69,4 anos. Para ilustrar os contrastes regionais que existem no Brasil, a diferença entre a maior esperança de vida do sexo feminino, 79,6 anos (DF) e a menor do sexo masculino, 63,7 anos (AL) é de quase 16 anos. Ou seja, em média, ao nascer, uma mulher no Distrito Federal tem esperança de vida 16 anos mais que um homem nascido no estado de Alagoas.  
Entre 1999 e 2009, a taxa de mortalidade infantil declinou no país de 31,7 óbitos para cada mil nascimentos, para 22,5 óbitos. A menor taxa de mortalidade infantil é do RS, com 12,7 óbitos em cada mil e a maior do estado de Alagoas, com 46,4 crianças mortas para cada mil nascidas vivas, quase quatro vezes a média do RS.  
A fecundidade (quantidade de filhos por mulher) varia de acordo com a escolaridade, cor, raça e região do país. Em 2009, o número médio de filhos que uma mulher teria ao final de seu período fértil era de 1,94 (quase 2 filhos por mulher). As menores taxas de fecundidade estão no RJ (1,63) e MG (1,67). As maiores taxas estão no Acre (2,96) e Amapá (2,87). Mesmo assim, registra-se, nas últimas décadas, um declínio nessas taxas em todo o país, independente de renda, cor ou nível de educação. A escolaridade é um dos fatores que influenciam a taxa de fecundidade. Em termos nacionais, mulheres com até 7 anos de estudo tinham (em 2009), em média, 3,19 filhos, enquanto que as mulheres com 8 anos ou mais de estudos tinham 1,68 filhos. Comparando dados regionais extremos, as mulheres menos instruídas da região Norte possuem taxa de fecundidade de 3,61 enquanto que as mulheres mais instruídas da região Sudeste têm taxa de fecundidade de 1,60. A diferença é de 2,01 filhos.  
A freqüência escolar apresentou expressivo crescimento em 2009. Na pré-escola, faixa de 0 a 5 anos, a freqüência era de 23,3% em 1999 e saltou para 38,1% em 2009. Mesmo nas áreas rurais, onde a oferta de creches é muito menor, o crescimento foi de 15,2% para 28,4%.  Na faixa dos 6 a 14 anos, desde a metade dos anos 1990, praticamente todas as crianças freqüentam as escolas. Em 1999 era 94,2% das crianças nessa faixa de idade e, em 2009, a taxa elevou-se para 97,6%.  
A situação escolar não é tão positiva quando se trata de adolescentes entre 15 e 17 anos de idade.Em 2009, o percentual de adolescentes na faixa entre 15 e 17 anos que freqüentavam a escola (nível médio) era de 85,2%. No entanto, há um fato preocupante: desses adolescentes, somente 50,9% freqüentavam a escola no nível adequado à sua idade, neste caso, o nível médio. Em outros termos, cerca de 49% dos adolescentes estavam “atrasados” em sua escolarização. Os piores índices desse indicador encontram-se nas regiões Norte e Nordeste e os melhores no Sudeste. O nível de renda familiar aparece como um dos fatores mais importantes para a inadequação entre idade/nível de ensino freqüentado. Entre os 20% mais pobres da população, 32% dos adolescentes entre 15 e 17 anos estavam no ensino médio, enquanto que, nos 20% mais ricos, o percentual era de 77,9%, isto é, mais que o dobro.  
Em 2009, a média de anos de estudo das pessoas de 15 anos ou mais era de 7,5 anos, quando 8 anos são necessários para a conclusão do ensino fundamental obrigatório. Novamente há gritante diferença regional. Enquanto a região Sudeste atingiu média de 8,2 anos, a região Nordeste registrou apenas 6,7 anos de média. Quanto às pessoas com 25 anos ou mais de idade, a média de escolaridade era, em 2009, de 7,1 anos. Mesmo os 20% mais ricos, com média de 10,4 anos, estão abaixo dos 11 anos necessários para completar o nível médio. 
Na faixa etária compreendida entre 18 e 24 anos, 37,9% possuíam, em 2009, o ensino médio completo, isto é, 11 anos de estudo. Desse percentual, 48,1% estão matriculados no ensino superior. Em 1999, a proporção era de 22,1%. Mais uma vez, a diferença regional aparece: o percentual de jovens, na faixa de 18 a 24 anos com ensino médio completo no Sudeste é de 44% e no Nordeste de 31,8%.  
A taxa de analfabetismo das pessoas com 15 anos ou mais de idade baixou de 13,3% em 1999 para 9,7% em 2009, ainda, 14,1 milhões de pessoas. Destas, 42,6% tinha mais de 60 anos de idade, 52,2% residiam no Nordeste e 16,4% viviam com meio salário mínimo de renda familiar. Portanto, o analfabetismo se concentra na população idosa, nas pessoas com menor renda e nos habitantes da região Nordeste do país. Dieese/FSindical - Set. 2010   

Aposentadoria não é mais principal foco da previdência privada, diz Brasilprev

SÃO PAULO – A previdência privada não é vista mais apenas como um instrumento para juntar dinheiro para a aposentadoria. Ela rompeu essa barreira e, hoje, é usada pelos brasileiros em vários projetos de vida, de acordo com o superintendente comercial da Brasilprev, Arizoly Pinto.“A previdência privada inclusive serve para aposentadoria. Dos vários usos, um deles é a aposentadoria, mas não é o único”, afirmou. “O principal objetivo da previdência privada é a realização de um projeto de vida, principalmente os de longo prazo, quando ela maximiza os ganhos do investidor”.De acordo com ele, a maioria das pessoas não chega à data-alvo e prefere utilizar os recursos em outros projetos que vão beneficiar não apenas a ela, mas também a toda a sua família. “Por exemplo: no momento que o filho nasce, a mãe e o pai, preocupados com o estudo, o ingresso no mercado de trabalho, já fazem previdência”.Ele explicou que a previdência tem sido usada como uma ferramenta de sucessão patrimonial, já que não há tantos custos na herança dos recursos, para obter benefícios fiscais e também para diversificação de uma carteira de investimentos
Dicas
Confira, abaixo, as dicas do superintendente para quem vai contratar previdência privada:
  • Procure uma instituição que lhe dê tranquilidade: “Afinal de contas, a pessoa vai entrar em um plano na data de hoje e conviver com essa empresa por anos. É claro que, se não estiver satisfeito, existe o instrumento da portabilidade, mas a escolha na entrada é importante”.
  • Qual o melhor plano que vai se adequar ao seu projeto de vida? “É um PGBL, um VGBL, com tributação progressiva ou a tributação regressiva? No momento da conversa para fechar o plano, expor os objetivos é importante para que as dicas dadas sejam as melhores”.
  • O plano não tem um fim em si próprio: “Se fechou o plano, não significa que quem tomou a decisão hoje daqui a dez anos não vai precisar revisar. Revise, veja se não existem coisas mais modernas no mercado, se não há melhorias nos planos. Não fique preso à decisão que tomou anos atrás”. Fonte: Infomoney
  

Taxa de desemprego recua para 11,9% em agosto, diz pesquisa do Dieese
SÃO PAULO - A taxa de desemprego nas sete principais regiões metropolitanas do País diminuiu entre julho e agosto deste ano, passando de 12,4% para 11,9% da PEA (População Economicamente Ativa).De acordo com os dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgados nesta quarta-feira (29) pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no oitavo mês do ano, o contingente de desempregados foi estimado em 2,625 milhões de pessoas, 104 mil a menos do que em julho.Na comparação com agosto do ano passado, houve queda de 16,24%, já que, na época, o contingente de desempregados era de 3,134 milhões.
Desemprego por região
Em agosto, na análise regional mensal, a taxa de desemprego registrou queda em todas regiões pesquisadas, conforme é possível observar na tabela a seguir:
Taxa de desemprego total
Região Metropolitana Julho 2010 Agosto 2010  
Distrito Federal 13,7% 13,4%  
Belo Horizonte 8,3% 7,5%  
Fortaleza 10,2% 9,2%  
Porto Alegre 8,9% 8,7%  
Recife 17,2% 15,9%  
Salvador 16,9% 16,3%  
São Paulo 12,6% 12,3%  
Total 12,4% 11,9%  
Tipos de desemprego
Considerando as diferentes formas de desocupação, nota-se que o nível de desemprego aberto, que representa o conjunto de pessoas sem ocupação à procura de trabalho, também apresentou queda, passando de 8,9% para 8,6%, na comparação mensal. Já o desemprego oculto passou de 3,5% para 3,3%.
População ocupada
A população ocupada das áreas analisadas atingiu 18,669 milhões de pessoas no oitavo mês do ano, o que mostra uma variação positiva de 0,8% em relação a julho.Na análise setorial, o segmento de Serviços aparece ainda como o maior empregador, com 10,401 milhões de pessoas atuando no setor no mês passado, seguido pelo Comércio, com 3,201 milhões de trabalhadores, e pela Indústria, com 2,975 milhões de empregados.Os segmentos Outros (serviços domésticos e outros ramos de atividade) e de Construção Civil foram os que mantiveram o menor número de pessoas ocupadas em agosto: 1,585 milhão e 1,276 milhão, respectivamente. Fonte: Infomoney   

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

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