Jan 19
Sindicalistas creem em negociações salariais positivas para este ano
As previsões para negociações salariais são positivas este ano. A expectativa dos resultados para acordos e convenções coletivas é semelhante ao que ocorreu no primeiro semestre de 2011, segundo especialistas e sindicalistas.Nesse período, 93,2% das categorias profissionais tiveram reposição da inflação e ganho real.Para o diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Clemente Ganz Lucio, a aposta é de aceleração da economia no início do segundo semestre deste ano.O resultado do PIB (Produto Interno Bruto) também é esperado acima dos cerca de 3%, resultado que deve ser obtido em 2011.Recuperação"O País não entrou em recessão no ano passado porque houve medidas políticas para que isso não ocorresse. Temos a pressão da crise econômica internacional, mas também ações para aquecer a economia", afirma o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna). (Fonte: Agência Sindical)

Salário maior e mais empregos formais reduzem jornada no País
O brasileiro passa cada vez menos tempo no trabalho. Dados do Censo 2010 revelam que o porcentual das pessoas que trabalham mais de 45 horas por semana caiu quase pela metade em uma década. Em 2000, 44% dos trabalhadores do País passavam mais tempo que isso no serviço, número que baixou para 28% em 2010. Isso significa que, em números absolutos, 5 milhões de pessoas deixaram de trabalhar mais de 9 horas por dia.O número impressiona ainda mais quando se leva em conta que mais de 20 milhões de brasileiros - o equivalente a toda população da Grande São Paulo - ingressaram no mercado de trabalho nos últimos dez anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Ao mesmo tempo, cresceu a proporção de pessoas que trabalham menos de 14 horas por semana - o salto foi de 3% para 8,3% do total da população economicamente ativa, um ganho de 5 milhões de trabalhadores. A maior parcela da população tem uma jornada semanal que varia entre 40 horas e 44 horas.A redução da jornada de trabalho nos últimos anos está diretamente ligada ao aumento real no salário do brasileiro - hoje, ganha-se mais por hora trabalhada que em 2000 - e também à formalização do mercado de trabalho. A porcentagem de trabalhadores com carteira assinada pulou de 36% para 44% entre 2000 e 2010 - na contramão, os funcionários sem carteira de trabalho caíram de 24% para 18%.
Redução da jornada
"A formalização do trabalho regula a jornada de trabalho e a hora extra. A empresa ou o empregador vão evitar de pagar hora extra, portanto, vão reduzir a jornada para o que é oficial", diz Arnaldo Mazzei Nogueira, professor doutor da FEA-USP e PUC-SP.Pizza. Isso aconteceu, por exemplo, com grande parte dos entregadores da pizzaria Dídio, da Lapa. A profissão era bastante informal no início da década, mas pouco a pouco mais vagas com carteira assinada foram surgindo.Hoje, na Dídio, todos os entregadores trabalham em horário definido, com direito a férias e 13º. "Dá uma tranquilidade que eu não tinha alguns anos atrás, quando trabalhava em outra pizzaria, não tinha hora para sair e ainda ganhava menos que aqui", conta Eduardo Evangelista Nunes, de 50 anos.No Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal, os trabalhadores com carteira assinada já são maioria da população. Mas alguns Estados ainda mantém um baixo contingente de profissionais com carteira de trabalho. Um exemplo é o Maranhão, onde apenas 20,8% são registrados. "Ainda há um grande contingente de trabalhadores sem regulação e que pode estar trabalhando jornadas insuportáveis", lembra Nogueira.
Mulheres
O mercado de trabalho mais feminino, tendência da última década, também colaborou para reduzir a jornada. A diferença da participação entre homens e mulheres em postos de trabalho caiu de 20 pontos porcentuais para apenas seis em dez anos. "As mulheres costumam trabalhar menos horas do que os homens e a inclusão delas deve ter reduzido a média de horas semanais", afirmou Regina Madalozzo, professora do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).No Piauí, Paraíba e Ceará, a mão de obra feminina já supera a masculina. Os outros Estados do Nordeste também lideram a porcentagem de mulheres no mercado. "Isso ocorreu por causa da melhora econômica da região, urbanização e expansão dos serviços e comércio", analisa Nogueira. O professor lembra que essa redução da diferença entre gêneros não reflete uma igualdade salarial. Levantamento de maio do ano passado, também do IBGE, mostrou que o salário médio da mulher é 20% menor que o do homem.Qualificação. Para o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, outro fator que pode ter influenciado a redução da jornada de trabalho foi o aumento da quantidade de pessoas que divide o dia entre trabalho e estudos, de olho numa melhor qualificação. "Pode ser que essas pessoas tenham diminuído um pouco a carga de trabalho para poder ter mais tempo de estudo."A formalização e o aumento da idade média dos trabalhadores deverá se acentuar nas próximas décadas. A perspectiva do País de se tornar a quinta maior economia do mundo até 2015 deverá exigir, sobretudo, um aumento da capacitação dos trabalhadores. "A palavra mais importante nos próximos anos será capacitação. O País vai precisar de pessoas capacitadas e qualificadas", afirma Regina. (Fonte: O Estado de S. Paulo)

Consulta a novo valor da aposentadoria está disponível
Até sexta-feira, todos os valores dos benefícios dos aposentados e pensionistas do INSS estarão atualizados no site da Previdência Social.
A Previdência Social começou nesta quarta-feira a disponibilizar os novos valores do benefício do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para a consulta dos aposentados e pensionistas.Desde 0h desta quarta-feira até às 24h de sexta-feira, 20 de janeiro, todos os valores referentes aos pagamentos deste ano estarão atualizados, segundo a Previdência.Para verificar o novo valor, o segurado deve entrar no site da Previdência Social, buscar o quadro “Agência Eletrônica: Segurado” e clicar no quinto item: “Extrato: Pagamento Benefícios”. Depois é só preencher os dados solicitados e clicar em “Consulta”.
Veja também: 
Aposentadorias acima do mínimo sobem 6,08% neste ano
A atualização dos valores é decorrente dos reajustes de 6,08% para as aposentadorias com valores acima do salário mínimo, taxa que corresponde à inflação de 2011, e de 14,1% para quem ganha o mínimo.
Também é possível verificar os valores atualizados da aposentadoria nos caixas eletrônicos do banco pelo qual o segurado recebe o benefício.A Previdência Social enfatiza que as atualizações estarão encerradas no final do dia de sexta-feira. Assim, pode ser que algum segurado que faça a consulta entre hoje e amanhã ainda não encontre o valor reajustado.
Os pagamentos do INSS começam a ser feitos na próxima semana, em 25 de janeiro, e terminam em 7 de fevereiro. Os primeiros depósitos são para os segurados que recebem o piso previdenciário, de R$ 622. Fonte: Portal IG

Melhora situação das famílias brasileiras, mostra estudo do Ipea
As famílias brasileiras estão menos vulneráveis. Segundo estudo Vulnerabilidade das Famílias Brasileiras, divulgado nesta terça-feira (17), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o índice de vulnerabilidade dos domicílios no país registrou melhoria de 14% em relação à média detectada em 2003. Entre os quesitos avaliados, o que registrou melhor avanço proporcional foi o desenvolvimento infanto-juvenil, com queda na vulnerabilidade de 26,4%.Também há avanços muito significativos no acesso ao trabalho, com queda de 20,3% na vulnerabilidade; e com relação à escassez de recursos, tendo registrado queda de 24,2%.O acesso ao conhecimento, em média, é a dimensão na qual houve menos avanços, com queda de 6,9%, especialmente por causa da baixa redução no indicador de qualificação profissional.No período estudado, verificou-se uma elevação dos indicadores associados à presença de idoso nas famílias e à ausência de cônjuge. O relatório do Ipea aponta para o envelhecimento da população e o aumento de famílias chefiadas por apenas um adulto. Também há mais membros da família em idade ativa e menos crianças e bebês no conjunto total dos domicílios.
Vulnerabilidade
O índice de vulnerabilidade das famílias é feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE) e analisa seis quesitos: vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, escassez de recursos, desenvolvimento infantojuvenil e condições habitacionais.O objetivo é identificar geograficamente dimensões variadas que afetam as famílias brasileiras, em seus domicílios, sem a consideração da ação do Poder Público na reação dessas famílias às dificuldades, bem como suas possibilidades de acesso à melhor qualidade de vida.Dentre todas as regiões do país, a vulnerabilidade como um todo se concentra fortemente nas áreas rurais nos estados de Alagoas, Maranhão, Piauí e interiores do Ceará e de Pernambuco. A região Norte foi a que apresentou menor evolução dos indicadores no período, enquanto o Nordeste mantém, de longe, os maiores valores em termos absolutos.Na Região Nordeste, o índice de vulnerabilidade apresentou maior decréscimo no Maranhão (17,7%), seguido da Bahia (16,3%), do Piauí (15,9%), Rio Grande do Norte (14,8%), Ceará (14,5%), de Pernambuco (14,3%), Alagoas (12,8%) e da Paraíba (12,3%).
Região Norte
"Em termos de evolução, a Região Norte foi a menos dinâmica em relação às melhorias, talvez pelas distâncias que são grandes, o que gera uma dificuldade de mobilidade e, com isso, há mais dificuldade do gestor público operar", observou o coordenador do estudo, Bernardo Furtado, na apresentação dos dados.
Ele explicou que o estudo leva em conta a capacidade das famílias brasileiras de reagir às dificuldades de dimensão social e econômica e citou alguns exemplos. Como a restrição do acesso a oportunidades de maneiras diversas, seja pela qualidade inadequada da habitação em si ou pela sua precária localização, pelo acesso dificultado a uma vaga no mercado de trabalho, pela falta de acesso à educação e ao conhecimento ou ainda pelos efeitos dessa falta de conhecimento na prevenção e profilaxia da saúde.Outros recortes feitos pela pesquisa, que mostram as diferenças socioeconômicas que, por sua vez, levam ao índice de vulnerabilidade, foram as variações dos itens nas unidades da Federação, nas regiões metropolitanas e não metropolitanas e suas periferias.
Furtado observou que os itens relacionados à questão econômica tiveram melhor desempenho, o que ele atribui a um maior acesso ao trabalho registrado nos últimos anos. 
"Por outro lado, a vulnerabilidade social foi o indicador que menos reduziu na Região Norte", disse.Para ele, o Norte chama a atenção pela baixa evolução dos indicadores, mas uma possível explicação e, certamente, um indicador importante para o gestor público, é o fato de outra pesquisa do IBGE ter apontado que as regiões Norte e Centro-Oeste cresceram mais do que a média nacional nos últimos anos."O que significa que, ganhando mais população, essas regiões têm mais dificuldade de oferecer serviço público de mais qualidade e universal.", avaliou o coordenador. (Fontes: Agência Brasil e Ipea)

Projeto de lei atualiza redação da Consolidação das Leis do Trabalho
O Projeto de Lei 2.322/11, em análise na Câmara, atualiza a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43). Segundo o autor da proposta, deputado João Dado (PDT-SP), a alteração de terminologias e a modificação dos valores de multas, entre outras medidas, justificam-se uma vez que a redação original da legislação conta com quase 70 anos e nem sempre acompanhou as inovações trazidas à área trabalhista por decretos-leis, leis ordinárias e emendas constitucionais.O parlamentar cita várias normas legais posteriores à CLT que embasam sua proposta. Entre elas, está a Lei 7.701/88, que criou as seções especializadas em dissídios coletivos e individuais no Tribunal Superior do Trabalho e nos tribunais regionais do Trabalho.
Já a Emenda Constitucional 24/99 extinguiu a representação classista na Justiça do Trabalho, alterou a nomenclatura dos órgãos de primeiro grau desse ramo do Poder Judiciário e tornou inócuos dispositivos da CLT que regulamentavam a exceção de suspeição de juiz de primeiro grau, que passou a ser regulada pelo Código de Processo Civil.
Outra modificação, dessa vez trazida pela Emenda Constitucional 45/04, ampliou a competência e a estrutura dos órgãos da Justiça do Trabalho. A Lei 10.770/03 permitiu aos tribunais regionais do Trabalho estabelecer a jurisdição de suas varas e transferir as respectivas sedes de um município para outro, se necessário.
Multas 
O deputado destaca também que outras leis substituíram, em razão de mudanças na política econômica, a base de cálculo das multas previstas por descumprimento de normas de segurança e de medicina do trabalho, entre outras.Por outro lado, ressalta o autor da proposta, a implantação do processo eletrônico na Justiça do Trabalho levou à modificação dos procedimentos relativos à tramitação nos órgãos julgadores, tornando obsoletas várias das atribuições delegadas pela CLT às secretarias desses órgãos."As alterações citadas não estão refletidas na Consolidação das Leis do Trabalho. Em razão disso, a consulta a essas normas é dificultada pelas várias remissões a outros diplomas legais, os valores das penalidades encontram-se desatualizados e, em alguns casos, traduzem-se em importâncias irrisórias", explica Dado.TramitaçãoO projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e Cidadania. (Fonte: Agência Câmara)
Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Jan 18
Cadernos usados valem descontos na Kalunga
A Kalunga lança mais uma vez a campanha de volta às aulas. Durante a promoção, que vai até 11 de março, cadernos usados valem descontos em compras na Kalunga. Para participar, basta levar o caderno usado (sem espiral nem capa) a uma das unidades da rede. Cada quilo de papel pesado no local vale R$ 1,00 na compra de cadernos novos Spiral e de papel Chamequinho (A4 – pacote com 100 folhas). Desde 2007, quando iniciou a campanha de reciclagem de cadernos usados, a Kalunga já arrecadou 147 toneladas de material. Só em 2011, foram recebidas 56 toneladas. Para mais informações, acesse o site www.kalunga.com.br. Celulose Online
 
Preço da energia elétrica recua 11,10% em dezembro
O preço de energia elétrica dos contratos para entrega a curto prazo referentes a dezembro, que foram negociados no período de 13 de dezembro de 2011 a 10 de janeiro de 2012, mês base da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), entre agentes do Ambiente de Contratação Livre (ACL), variou de R$ 68,26 MWh a R$ 60,68 MWh. A desvalorização registrada no período foi de 11,10%. O Índice BRIX fechou no período de 13 de dezembro a 11 de janeiro a R$ 16,51 MWh com desvalorização de 32,94% em relação ao verificado no mês anterior. O valor máximo alcançado no período foi de R$ 23,79 MWh, no dia 13 de dezembro de 2011, e o mínimo de R$ 16,51 MWh, no dia 10 de janeiro de 2012. O PLD médio mensal publicado pela CCEE para o submercado SE/ CO, que em novembro foi de R$ 45,55 MWh, recuou para R$ 44,47 MWh em dezembro. Apesar dos feriados de fim de ano, o total de negociações desse contrato no período foi de 287, um aumento de 13% em comparação ao mês anterior. O preço da energia elétrica de curto prazo é determinado pelo somatório dos valores do prêmio praticado no mercado, evidenciado pelo Índice Brix, e do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), divulgado semanalmente pela CCEE. Monitor Mercantil
 
Bancos são autorizados a enviar por e-mail dados sobre rendimentos de clientes
Foi publicada no dia 12 de janeiro, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 1.235, da Receita Federal do Brasil, a qual especifica que os bancos poderão informar os rendimentos decorrentes de aplicações financeiras dos clientes, para fins de Imposto de Renda, por e-mail, caixa postal ou internet banking. Ficou estabelecido que os bancos poderão enviar a declaração de rendimentos por meio eletrônico também para os clientes que residem no exterior, livrando-se assim da obrigação do envio do informe de rendimentos em papel. O vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC SP), Gildo Freire de Araújo, explica que para os casos de conta conjunta, as informações de rendimentos serão emitidas sempre em nome do primeiro titular, exceto quando houver declaração expressando em nome dos dois. Ele ressalta que é de responsabilidade da fonte pagadora manter os dados sobre rendimentos pagos ou creditados, para o caso de o contribuinte exigir na forma impressa antiga. O período de coleta da declaração de Imposto de Renda Pessoa Física relativa ao ano calendário 2011 deve ter início no próximo dia 1º de março. A única forma de apresentar a declaração será via internet. Abigraf
 
Estudo sobre o reajuste do salário mínimo para R$ 622,00
A correção do salário mínimo, em 1º de janeiro de 2012, para R$ 622,00 resultou em aumento real de 7,59%. Com este aumento, o piso acumulou um ganho real desde 2002 de 65,95%.
De acordo com o estudo elaborado pelo DIEESE, o aumento de 14,13% vai injetar R$ 47 bilhões na economia brasileira. Descontada a inflação estimada para 2011, o aumento real do salário mínimo deve ser de 9,2%.
Ainda segundo o estudo, 48 milhões de pessoas têm sua renda vinculada ao valor do salário mínimo e, portanto, serão diretamente beneficiadas com o aumento. O governo também passará a arrecadar R$ 22,9 bilhões a mais devido ao aumento do consumo causado pelo reajuste. DIEESE
 
Quer que o chefe preste atenção em você? Confira 10 dicas que podem ajudar
SÃO PAULO - Muitos profissionais encontram dificuldade em se relacionar com o chefe. Para alguns, o relacionamento com o gestor é uma via de mão única, ou seja, somente o líder se expressa e, claro, tem a seus pedidos atendidos.
Quem trabalha dessa maneira dificilmente encontra espaço para que o chefe escute alguma solicitação. Se você passa por esta situação, não se desespere, é possível reverter este quadro.
10 passos
Para ajudar neste processo, o especialista em carreiras e sócio-diretor da Alliance Coaching, Pablo Aversa, apontou dez pontos importantes que devem ser considerados. Confira abaixo:
Tema tem de fazer sentido: geralmente, Aversa explica que os profissionais acreditam que tudo gira ao redor deles. Mas não é bem assim que o barco toca. Quando quiser que alguma ideia seja ouvida, é importante avaliar se o assunto interessa ao ouvinte. “Suas ideias e feedbacks podem ser sensacionais, mas, se não forem uma prioridade para a “autoridade” envolvida, não serão escutadas – e muito menos executadas”. Ele acrescenta que o profissional precisa entender que gestores têm uma longa lista de prioridades e outra maior ainda de responsabilidades.
Não enrole: a maioria dos gerentes e executivos de nível sênior não está interessada em nuances. Portanto, seja direto. Entre, diga o que pensa, o que deveriam fazer de forma diferente (ou melhor), responda a qualquer dúvida levantada e saia.
Considere o timing: os profissionais geralmente agem como se tudo fosse um caso de vida ou morte. Muitas vezes, as empresas têm questões importantes em andamento, como assuntos financeiros, fusão ou aquisição, lançamento estratégico de um novo produto ou serviço, entre outras. Seu chefe pode estar ocupado e não deve ser incomodado. Se você achar que essa é a situação, aborde-o em outro momento.
Fique longe da politicagem: é uma desagradável realidade que a maioria dos executivos não admite para seus funcionários e alguns, nem para si mesmos. O que quer que você faça, não procure culpados. “Ao discutir um problema, tente dar o melhor de si, mas não provoque incêndios na casa dos outros. Desse modo, você vai emergir como um melhor profissional”, diz o especialista em carreiras.
Controle suas emoções: pode parecer estranho, mas no mercado de trabalho existem profissionais bem mais intimidadores e difíceis de lidar do que seus chefes. Se você deseja que prestem atenção em você, não se irrite, não carregue nas emoções, não seja desagradável e muito menos inflexível. Só porque ele é o chefe não quer dizer que tenha uma paciência sem fim. Por isso, organize seus pensamentos, tente relaxar e seja você mesmo. E, a propósito, expressar senso de humor e humildade não faz mal a ninguém.
Não perca o seu tempo com um chefe incompetente: muitas vezes, os chefes simplesmente não são competentes o suficiente para compreender o quão importante é dedicar tempo para escutar o ponto de vista de um funcionário e compartilhar a visão dele com seus subordinados. Conceitos tais como comunicação, engajamento e motivação não têm apelo em pessoas com este perfil.
Pense grande: o que pode parecer óbvio ou importante para você pode não ser uma boa ideia para os gestores. Assim, seja direto e talvez obtenha uma resposta sem rodeios. É totalmente possível que suas ideias ou preocupações sejam ingênuas ou sem sentido. Se esse for o caso, seu chefe pode achar que é mais fácil e simples sair pela tangente polidamente, dizendo “o.k., excelente... obrigado pela dedicação” e aguardar que você saia.
Assegure-se de que está falando com a pessoa certa: muitas vezes, os funcionários reclamam para a pessoa errada. Antes de despejar sobre seu chefe ou sobre outro gerente, só porque há uma palavra-chave no título do cargo, se assegure de que podem fazer algo sobre o que incomoda você. E lembre-se: a maior parte das descrições de cargos gerenciais não inclui “ouvir o João”. Logo, não aja como se fosse um direito natural seu ou pode acabar piorando as coisas para você mesmo.
Se todo o time executivo é disfuncional, esqueça o assunto e parta para outra: é importante que você compreenda que a cultura corporativa é estabelecida de cima para baixo, e, quando o time executivo opera de forma disfuncional, isso provoca curtos-circuitos ao longo da organização. Se for este o fato, será melhor investir no seu networking para encontrar um lugar melhor para trabalhar, em vez de desperdiçar seu tempo tentando aprimorar o que não pode ser aprimorado. Afinal, uma andorinha só não faz verão.
Talvez, ele esteja prestando atenção: seu chefe pode ter enviado sua ideia ou feedback para outro líder. Pode ser, que ultimamente, ele não tenha circulado próximo a você para lhe contar isso ou talvez não queira admitir a derrota (pois é um duro golpe para o ego dele) ou ainda pode ser que ele pense que esse insucesso acabe desmotivando-o. Quem sabe ele está prestando atenção, mas não é ele quem tem o poder de decisão? As hipóteses são variadas. “Empresas têm regras que levam tempo para ser compreendidas. Tente ser paciente com a dinâmica corporativa”, finaliza o Pablo Aversa.
Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Jan 17
Como segurar as contas até conseguir um novo emprego
Pagar as contas todo final de mês, comprar os produtos essenciais para abastecer a casa e ainda ter de lidar com as altas taxas de juros dos empréstimos ou do cheque especial não são tarefas nada fáceis. Imagine, então, ter de lidar com tudo isso tendo perdido recentemente o emprego. Será que perder o emprego é sinônimo de desespero financeiro? Será que é impossível manter o mesmo padrão de vida no período em que se procura uma nova recolocação? O que fazer para administrar o orçamento, quando o profissional perde o rendimento mensal?

Revistas dos EUA encerram 2011 estáveis
Mesmo com a crise no mercado norte-americano, o segmento de revistas nos Estados Unidos fechou estável o ano de 2011. O investimento publicitário total foi de US$ 20,086 bilhões, apenas US$ 8 milhões a mais que em 2010. O número de páginas veiculadas, no entanto, caiu 3,1%, de 169.552 (2010) para 164.225 (2011), segundo relatório anual do Publishers Information Bureau(PIB). Entre os anunciantes, o setor que encerrou o ano com mais investimento foi o de Finanças, Seguros e Imobiliário, com crescimento em dois dígitos tanto em receita (19,4%) quanto em número de páginas (12,7%). Também aumentaram o investimento em revistas os segmentos de higiene pessoal e cosméticos (9,5%) e vestuário e acessórios (9,7%), com destaque para a publicidade de marcas de luxo. Os setores que mais retiveram o investimento publicitário em relação ao ano anterior foram os de Alimentação, com queda de 16,6%, e o de Móveis e Decoração, que diminuiu 14,1%. Meio&Mensagem 

JUSTIÇA I – Os seis juizados especiais que funcionam nos aeroportos em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Mato Grosso registraram, apenas em dezembro de 2011 – período em que aumentam as viagens - 2.464 reclamações feitas por usuários de empresas aéreas. Destas, 382 resultaram em acordos, o que representa 15,5% do total. Falta de assistência, falta de informações e atrasos em vôos foram as principais queixas. 

JUSTIÇA II – Os juizados dos aeroportos do Rio de Janeiro foram os que receberam o maior número de reclamações: 814 no Aeroporto Santos Dumont e 726 no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão). No Aeroporto Santos Dumont, apenas 55 casos resultaram em acordo, o que representa um índice de 6,75%. Já no aeroporto do Galeão o índice chegou a 17%, com o fechamento de 124 acordos. 

JUSTIÇA III – Em terceiro lugar no número de reclamações aparece o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek (Brasília), com 706 registros. O número de acordos foi o maior do país: 183 (25,92%).

JUSTIÇA IV – Em São Paulo, o juizado especial do Aeroporto de Internacional Governador André Franco Montoro (Guarulhos) atendeu 137 reclamações de usuários, mas apenas três casos resultaram em acordo. No aeroporto de Congonhas, a taxa de conciliação foi maior: 18% das 67 reclamações foram resolvidas com acordos. Em Cuiabá (MT), o juizado especial instalado no Aeroporto Internacional Marechal Rondon registrou 14 reclamações ao longo de dezembro. Cinco delas resultaram em acordos. Fonte: Assessoria de Imprensa da CNJ

Centrais convocam ato contra juros altos para quarta (18) em frente ao BC
Na próxima quarta-feira (18), dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne, as centrais sindicais (CTB, CUT, CGTB, Força Sindical, NCST e UGT), convocam toda a classe trabalhadora para um ato de protesto contra os juros, em frente ao prédio do Banco Central, em São Paulo.O ato nacional acontece a partir das 10h30, na Avenida Paulista (SP), onde as centrais pretendem reunir mais de 2 mil trabalhadores. No entanto, a orientação das centrais é de que atos sejam realizados em todas as capitais brasileiras que tenham sede do Banco Central (BC).Na Bahia e no Rio de Janeiro as centrais e movimentos sociais promoverão o ato na terça-feira (17). Durante o ato carioca, serão distribuídos à população cerca de 10 mil manifestos denunciando essa equivocada política altos, que beneficia os banqueiros, em detrimento de investimentos em setores essenciais para população como saúde, moradia e educação.A atividade faz parte do calendário do Movimento Por um Brasil com juros baixos: mais empregos e maior produção.A meta das centrais é pressionar o governo para que adote um política que priorize o aumento do emprego e da produção. Promovendo desta forma a valorização do trabalho e desenvolvimento nacional."Um país como o nosso, com urgente necessidade de crescer e se desenvolver, não pode se dar ao luxo de transferir enormes volumes de capital na forma de renda improdutiva", destaca o manifesto unitário das centrais sindicais.A primeira reunião do Copom de 2012, acontece no dias 17 e 18 de janeiro (terça e quarta-feira). Nas primeiras cinco reuniões de 2011, o Copom decidiu elevar a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic).Nas duas primeiras, a alta foi de 0,5 ponto percentual. Em outras três posteriores, o aumento foi de 0,25 ponto. Em setembro, o BC surpreendeu o mercado ao anunciar um corte de 0,5 ponto percentual. Fato que se repetiu nas reuniões de outubro (0,5) e dezembro (0,5).À época, os sindicalistas criticaram a tímida redução na taxa em 0,5 ponto percentual, considerada insuficiente para que o país continue a enfrentar a crise financeira internacional. (Fonte: Portal CTB)

Salário mínimo: nova classe média fica com 75% dos R$ 63 bi injetados na economia 
SÃO PAULO – O aumento do salário mínimo vai injetar R$ 63,93 bilhões a mais na economia brasileira durante todo o ano de 2012. Desse volume, 75,5% estarão nas mãos da nova classe média.De acordo com levantamento do Data Popular, divulgado nesta segunda-feira (16), de cada R$ 100 acrescidos ao salário mínimo em 2012, R$ 75,50 irão para os brasileiros pertencentes à nova classe média. Assim, serão R$ 3,716 bilhões ao mês apenas para essa classe.
Nova classe média
O aumento do salário mínimo fará com que a nova classe média receba um adicional de R$ 48,305 bilhões em 2012, frente ao que receberia se não houvesse o reajuste. Como medida de comparação, esse valor supera o PIB (Produto Interno Bruto) de países como Bolívia e Paraguai.Desses R$ 48,305 bilhões, a maior parte vai para a classe média presente no Sudeste (38,1%), Nordeste (33%) e Sul (13,7%). No Centro-Oeste e no Norte, serão 7,5% e 7,7% do total respectivamente.
Baixa renda
Serão cerca de R$ 12 bilhões a mais para a baixa renda em 2012 com o aumento do salário mínimo. De acordo com o Data Popular, esse valor equivale ao montante pago para os beneficiários do programa Bolsa Família.O salário mínimo passou de R$ 545 em 2011 para R$ 622 em 2012, portanto, um aumento de 14,13%. Desse percentual, 7,4% será de aumento real. Infomoney

Você sabe se desligar durante as férias? 
Confira dicas de como aproveitá-las 
SÃO PAULO – A qualidade do trabalho de qualquerprofissional está diretamente relacionada à sua capacidade de se equilibrar. Isso quer dizer simplesmente que, quanto mais estressado, piores os resultados. Esse ciclo deve ser quebrado, sobretudo com as férias, mas cuidado com a qualidade desse período.De acordo com o especialista em administração de tempo e produtividade, Christian Barbosa, os profissionais precisam de um tempo longe do trabalho para evitar diversos problemas, tanto de saúde, como gripes, gastrite e dores de cabeça, quanto profissionais, como esquecimentos e erros.O mais importante das férias, porém, não é sua duração, mas sim a qualidade dela, ligada ao quanto o profissional realmente consegue se desligar do serviço e das responsabilidades. Planejar esse período requer certos cuidados, para efetivamente se desligar. 
Confira as dicas:
Descentralize  - muitos gestores não conseguem sair de férias  porque tudo está centralizado neles. A forma como fazer as atividades é algo personalizado e está apenas na mente do gestor.Para solucionar esse problema, é preciso transformar as pequenas dúvidas ou procedimentos do dia a dia em processos documentados e devidamente publicados, por exemplo, na intranet da empresa.
Crie sucessores - Barbosa explica que o papel do gestor é muito mais estratégico do que operacional, ou seja, ele deve focar em inovação, em sugestões e em problemas diferentes. Nesse sentido, ele precisa buscar desenvolver membros da equipe, tanto para poder focar nas prioridades, quanto para conseguir tirar férias sossegadas.“É necessário investir em pessoas, em treinamento, em conhecimento para priorizar as coisas”, diz Barbosa. O especialista explica que os profissionais precisam ter pessoas-chave com as quais podem contar, ou seja, que possam tocar o negócio mesmo sem a presença do gestor. Se você tem pessoas que seguram o dia a dia do trabalho, você poderá ter férias muito mais tranquilas.
Planeje as férias - nada adianta ter tudo encaminhado no trabalho se nas férias você só se aborrece e tem decepções. Para aproveitar o período da melhor maneira possível, é preciso se planejar.Lembre-se de que tirar férias em períodos em que todo mundo tira, como julho, dezembro ou janeiro, nem sempre agrada. Além disso, observe seu negócio e a sua área. Prefira tirar férias em momentos em que não haja tanta demanda de trabalho, caso trabalhe com algo sazonal.
Celular e e-mail? - mesmo que você seja viciado em tecnologia, prefira desligar o celular e checar os e-mail em períodos espaçados de tempo.“Férias ou períodos mais curtos de descanso são essenciais para ajudar vocês e a empresa a crescer. Além disso, você traz ideias novas, arejadas e disposição para colocá-las em prática”, finaliza Barbosa. Infomoney

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Jan 16
SAÚDE I – A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica vai propor à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a reavaliação das próteses mamárias de silicone usadas no país.

SAÚDE II – Com a reavaliação, os médicos querem evitar que casos como os da PIP, e agora da marca holandesa Rofil, se repitam. Para os profissionais, a Anvisa precisa adotar regras mais rígidas para a autorização de implantes mamários. Atualmente, existem 14 marcas importadas e duas nacionais no mercado brasileiro.

SAÚDE III – “Precisamos ter uma reavaliação [das próteses]. Houve uma falha no critério de avaliação. O cirurgião plástico foi tão surpreendido quanto a paciente [sobre as denúncias contra a PIP]”, disse o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Luciano Chaves, que participará da reunião.  Fonte: Agência Brasil

Previdência Social ultrapassa os 60 milhões de contribuintes em 2010S
SÃO PAULO - Em 2010, mais de 60 milhões de contribuintes contribuiíram para Previdência Social, segundo dados do Anuário da Previdência Social 2010, do Ministério da Previdência Social, divulgados nesta quarta-feira (11).O anuário também mostrou que foram incluídos cinco milhões de novos segurados. Outro dado importante diz respeito à quantidade de pessoas que recebiam dois ou mais benefícios do INSS.Segundo o levantamento, 1,793 milhão de pessoas recebiam dois benefícios do INSS, 21,3 mil recebiam três benefícios e 390 pessoas recebiam quatro benefícios. No total, 26,161 milhões de pessoas receberam pagamento pelo instituto, sendo que o número inclui os beneficiários do regime geral da previdência e os segurados que recebiam benefícios assistenciais.
Emprego
Do total de contribuintes de 2010, houve aumento de 7,52% no número de empregados com carteira assinada, que passou de 48,2 milhões em 2009, para 48,6 milhões em 2010.Já os contribuintes individuais e os facultativos apresentaram crescimento mais expressivo, entre os trabalhadores que, mesmo sem carteira assinada ou emprego formal, contribuíram para Previdência Social.Os individuais passaram de nove milhões, em 2009, para 10,4 milhões em 2010, o que representa um aumento de 15,5%. Já os facultativos aumentaram 6,16%, passando de 942 mil para 1 milhão.Agência Estado  

Aposentados que retornarem ao mercado de trabalho poderão ter mais benefícios
SÃO PAULO - Os aposentados que retornarem ao mercado de trabalho poderão ter mais benefícios, com a aprovação do projeto de lei 2567/11, do senador Rodrigo Rollemberg (PSDB-DF).O projeto prevê que os profissionais poderão desfrutar de benefícios que deixaram de receber em razão da aposentadoria. Desta forma, voltarão a receber o auxílio-doença, o auxílio-acidente e o apoio do serviço social. Atualmente, os aposentados que continuam trabalhando têm direito apenas ao salário-família e à reabilitação profissional.De acordo com a Agência Câmara, para Rollemberg, atualmente os aposentados que continuam trabalhando sofrem discriminação com tais restrições. “Eles contribuem como os demais trabalhadores, mas não recebem dois dos auxílios de que mais precisam, já que em função da idade estão mais predispostos a doenças e acidentes”, argumentou.TramitaçãoO projeto será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.  Agência Estado 

Emprego na indústria registra queda de 0,1% em novembro, diz IBGE
Rio de Janeiro – O emprego na indústria caiu pelo terceiro mês consecutivo. Em novembro de 2011, a taxa de ocupação no setor foi de -0,1%, comparada ao mês anterior. A redução do contingente de trabalhadores já tinha atingido taxas negativas em setembro (-0,4%) e outubro (-0,5%), na comparação mês a mês.Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a redução do número de vagas na indústria foi de 0,5%, a mais intensa, desde janeiro de 2010. O recuo foi registrado em sete das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, divulgada hoje (13), a indústria paulista foi a que mais impactou a média global entre as regiões pesquisadas. A taxa de emprego industrial em São Paulo foi de -3,7%, provocada por taxas negativas em 15 dos 18 setores investigados. A maior redução no total do pessoal ocupado foi registrada nas indústrias de borracha e plástico (-11,9%), seguida pela indústria de alimentos e bebidas (-3,9%), de produtos de metal (-6,5%), de calçados de couro (-15,9%), de vestuário (-5,8%) e de metalurgia básica (-9,0%).Por outro lado, Paraná (5,3%), região Norte e Centro-Oeste (2,4%), Rio Grande do Sul (2,2%) e Minas Gerais (1,6%) apontaram as principais contribuições positivas sobre o total do pessoal ocupado.Apesar de o setor de alimentos e bebidas ter sido um dos responsáveis pelas taxas negativas tanto de São Paulo, onde a queda no setor foi de 3,9%, quanto de outros estados como o Ceará (4,5%), esse segmento foi apontado pelo instituto como um dos que impactaram mais positivamente a média global do emprego industrial. Em números gerais, o setor alimentos e bebidas tiveram resultado positivo na taxa de trabalhadores ocupados  (2,6%), acompanhando outros segmentos que empregaram em novembro de 2011, como meios de transporte (5,3%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos de comunicações (5,6%)Ainda na avaliação por setor, o IBGE constatou que em novembro do ano passado, o emprego industrial recuou em 11 dos 18 ramos pesquisados. As maiores pressões negativas sobre a taxa de ocupação na indústria foram provocadas pelo segmento calçados de couro (-8,2%), seguida pelo setor borracha e plástico (-6,4%), vestuário (-4,4%), madeira (-11,8%) e produtos de metal (-3,5%). Agência Brasil
Jorge Caetano Fermino 


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Jan 13
Timor Leste usa palavras cruzadas da Ediouro para ensinar o português
A Ediouro doou ao Timor Leste 80 mil revistas de passatempos Coquetel. O país, que se tornou independente em 1999, luta pela preservação do português, língua proibida no período em que esteve ocupado pela Indonésia.

As tradicionais revistas Coquetel de palavras cruzadas e caça-palavras, além das infantis Picolé e Brincando e Aprendendo, já estão na Embaixada do Brasil na capital, Dili, e serão utilizadas por professores brasileiros para motivar as crianças e jovens a aprender a língua portuguesa. Abigraf

Governo simplificará regras de programa para exportadores
Entre as medidas estruturais para estimular exportações de maior valor agregado, o governo brasileiro vai alterar os programas de "drawback", que permitem importação sem tributos de componentes para mercadorias a serem exportadas. As regras de drawback serão simplificadas, serão eliminadas exigências de documentos e será acelerada a liberação de processos, informou a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres. Ela lembrou que o governo ampliou o alcance do mecanismo, estendendo a isenção de impostos aos insumos comprados também em território nacional, não somente aos importados, como originalmente. Uma campanha de informação entre as empresas está nos planos do governo, que pretende também eliminar regras criadas antes dos anos 1990. Hoje, se, depois de fazer um registro de exportação, o exportador decide dar um desconto no preço da mercadoria, para compensar uma avaria, por exemplo, essa mudança de valor o obriga a um penoso processo burocrático, que inclui pagamento de taxas. As mudanças no drawback fazem parte das medidas para aumentar a exportação de manufaturados no país. As medidas incluirão maiores facilidades de crédito e garantias para a conquista de mercados pelos exportadores de manufaturados brasileiros. Valor Econômico 

Juízes do Trabalho articulam mudanças no projeto de lei de terceirização
A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) está decidida a elevar os esforços para tentar promover mudanças na proposta de regulamentação de terceirização de mão de obra que tramita no Congresso. O diagnóstico da entidade em relação ao texto costurado na Câmara dos Deputados é claro: haverá um incentivo direto à terceirização do trabalho, os trabalhadores terão mais dificuldades para obter seus direitos na Justiça e menor poder de barganha nas negociações com seus patrões.No ano passado, representantes da Anamatra participaram de reuniões com técnicos dos ministérios do Trabalho e da Justiça e também com parlamentares para tratar do assunto. Até agora, no entanto, não obtiveram sucesso.
Tramitação
O projeto é relatado pelo deputado Roberto Santiago (PSD-SP), e pode ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário da Câmara no primeiro semestre. Se aprovado, o texto será ainda enviado ao Senado e terá de receber o crivo da presidente Dilma Rousseff.A Anamatra, entretanto, não terá vida fácil. Além do lobby do empresariado em favor do projeto, o movimento sindical se dividiu. O relator é vice-presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), mas a Central Única dos Trabalhadores e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), por exemplo, criticam alguns pontos do seu parecer.Outro fator pode dificultar a ação dos juízes do Trabalho: o governo, que tem uma base parlamentar formada tanto por representantes dos trabalhadores como dos empresários, evita anunciar uma posição clara sobre o assunto e colocar seu peso político para influenciar a tramitação da proposta.
Reforma trabalhista precarizante
"O projeto vai acabar produzindo no Brasil uma reforma trabalhista precarizante e vai comprometer o futuro do Brasil", afirmou o vice-presidente da Anamatra, Paulo Schmidt, segundo quem já há 11 milhões de trabalhadores terceirizados entre os 43 milhões de empregados formais no país. "A aprovação desse projeto significa uma reforma trabalhista jamais pensada pelo mais radical dos liberais."Na avaliação de Schmidt, ao não estabelecer regras claras para proibir a terceirização dos trabalhadores responsáveis pela execução de atividades fins das empresas, o projeto de lei gerará um cenário em que o Brasil poderá ter diversas empresas sem empregados. Ao admitir a subcontratação, acrescentou o vice-presidente da Anamatra, a proposta também poderá acabar permitindo a "quarteirização e a quinteirização"."A responsabilidade pela mão de obra vai se diluindo para, ao fim e ao cabo, não haver responsabilidade nenhuma", alertou o dirigente da Anamatra, lembrando que a maioria dos processos judiciais que os trabalhadores vencem mas não conseguem executar a sentença é movida por trabalhadores terceirizados. "Para o juiz do Trabalho, o direito do trabalho é menos efetivo na terceirização. Não é uma questão ideológica, é uma questão prática.
"Responsabilidade subsidiária x solidária
Paulo Schmidt também criticou a forma como o projeto de lei em tramitação define a responsabilidade das empresas contratantes pelos trabalhadores terceirizados. O parecer em discussão na Câmara estabelece que inicialmente a responsabilidade seja subsidiária. Mas, se a empresa contratante não se certificar que a sua contratada está assegurando os direitos dos trabalhadores terceirizados, passará a ter responsabilidade solidária.Quando há responsabilidade subsidiária, o terceirizado só pode cobrar direitos trabalhistas da empresa contratante depois que forem esgotadas as possibilidades de cobrá-los da empresa contratada. Já a responsabilidade solidária determina que a tomadora e a prestadora do serviço se responsabilizem pelas obrigações trabalhistas e previdenciárias. (Fonte: Valor Econômico)

Desemprego na América Latina tem taxa mais baixa desde 1990, diz OIT
A taxa de desemprego urbano na América Latina e no Caribe caiu para 6,8% em 2011, a mais baixa desde 1990, enquanto a taxa de ocupação subiu para 55,7%, de acordo com os dados do Panorama Laboral 2011 divulgados nesta quinta-feira (12).A diretora do Escritório Regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco, afirmou que a região "respondeu de maneira positiva à crise econômica que começou em 2009".Neste sentido, acrescentou que a alta nas economias da América Latina em 2011 "demonstrou que é possível avançar no processo de crescimento econômico com a recuperação do emprego".Tinoco acrescentou que o desemprego rompeu a barreira de 7%, que mantinha até 2010, e desceu para 6,8%, "um número muito significativo e muito baixo em comparação com outras regiões do mundo".Segundo os números do Panorama Laboral 2011, o crescimento econômico na América Latina e no Caribe, com média de 4,5%, gerou cerca de 5,7 milhões de empregos, enquanto o desemprego afeta 15,4 milhões de pessoas.Os países em que a taxa de desemprego, urbano em nível nacional, foi menor que a regional são Panamá com 5,4%, República Dominicana com 5,6% e Brasil com 6,2%.Por outro lado, o desemprego afeta 12,6% da população da Jamaica, 11,8% dos colombianos e 8,6% dos venezuelanos.Tinoco alertou que "o grande desafio da região é atender as preocupações e necessidades da população juvenil que é excluída do mercado de trabalho", tendo em vista a taxa de 14,9% de desemprego juvenil, que representa sete milhões de jovens latino-americanos.Em relação às projeções para 2012, o relatório da OIT projetou que o desemprego urbano se manterá perto de 6,8% e que o número de desempregados continuará em torno de 15,7 milhões de pessoas. (Fonte: EFE)

Jorge Caetano Fermino

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