Mai 24
PETRÓLEO I – Para conter a alta no preço dos combustíveis que vem assolando os norte-americanos, o presidente Barack Obama apresentou medidas que podem provocar protestos de grupos ambientais e empresas de energias renováveis. No último final de semana, o presidente norte-americano anunciou novos planos para estimular a produção de petróleo nos Estados Unidos.

PETRÓLEO II – Obama afirmou que a administração deve estabelecer meios para acelerar a permissão da extração de petróleo, lançando leilões anuais de arrendamento para a Reserva Nacional de Petróleo do Alasca e para o Golfo do México. Além disso, o governo pretende criar novos incentivos para encorajar as petrolíferas a explorarem locais já arrendados por elas.

PETRÓLEO III – O presidente garantiu que a Casa Branca vai apressar uma análise sobre o impacto da exploração de petróleo na costa atlântica. “Estou dirigindo o Departamento do Interior para conduzir as vendas anuais de arrendamentos na Reserva Nacional de Petróleo no Alasca, respeitando os pontos sensíveis, e acelerar a avaliação de reservas de petróleo e gás no meio do e no Sul do Atlântico”, afirmou ele em um discurso.

PETRÓLEO IV – De certa forma, a decisão pode ser considerada uma vitória dos republicanos, que vêm pressionando o governo para aumentar a produção de petróleo nos Estados Unidos para combater a alta nos preços dos combustíveis. Recentemente, a oposição apresentou três novos projetos de lei para gerar um ‘afrouxamento’ na regulamentação de extração de petróleo. Fonte: CarbonoBrasil

Plural mantém primeira posição no Ranking do Prêmio Fernando Pini no segmento de rotativas
A Plural continua em posições de grande destaque no Ranking do Prêmio de Excelência Gráfica Fernando Pini 1991 – 2010: 1º lugar no segmento Rotativa e 2º lugar no segmento Jornais.
As pontuações foram publicadas na revista ABIGRAF, edição 251, janeiro/fevereiro de 2011, confirmando a liderança da Plural entre as gráficas nacionais de rotativas offset.
Na categoria de Rotativas a Plural é a número 1, com diferença superior na pontuação de 37,5% em relação ao segundo colocado. No ano passado esta diferença era de 28% em relação ao mesmo concorrente, o que significa que cada vez mais a Plural está à frente em seu segmento e reconhecida pelo “Oscar” da indústria gráfica nacional,
No ranking geral do Prêmio Fernando Pini, que reúne 180 empresas classificadas, a Plural está em 10º lugar, com 16 troféus.
Em 2010, a Plural foi destaque por ser a gráfica com maior número de produtos finalistas nas categorias de rotativas offset, tendo conquistado 3 troféus na premiação.
Critérios utilizados na pontuação do ranking
Foram computados 10 pontos para cada primeiro lugar conquistado desde a primeira edição do prêmio, em 1991. As menções honrosas, critério válido até 1997 e, depois, os segundo e terceiros lugares, que vigoraram até 2000, receberam 5 pontos cada. Os finalistas, na formatação elaborada a partir de 2011, somam 5 pontos, excetuando as empresas vencedoras, que recebem os 10 pontos. Fonte: Plural

SP: sindicato repudia “mordaça” em jornalistas nas redes sociais
O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo emitiu uma nota, na última quarta-feira (18), em que repudia a adoção de manuais e guias com diretrizes para o uso das redes sociais por jornalistas. Segundo a entidade, estes guias servem para cercear a liberdade de expressão dos jornalistas no uso das redes sociais.
"O Sindicato acredita que decisões como estas não coadunam com os discursos liberais dos empresários de comunicação, que se consideram os detentores da liberdade de expressão, mas que na prática amordaçam seus profissionais", declara a nota publicada no site.
Foram citados casos recentes, em que jornalistas foram demitidos ou punidos por declarações feitas em redes sociais. Um desses casos é o do jornalista Alec Duarte, da Folha de S.Paulo, e de Carolina Rocha, do Agora SP. Os dois foram demitidos por postar comentários no Twitter.
Os tuites criticavam os procedimentos realizados pelos veículos durante a cobertura do falecimento de José Alencar. Outra demissão foi a de Felipe Milanez editor da revista National Geographic, ligado ao grupo da editora Abril. Milanez ganhou a rua por criticar uma matéria da revista Veja, ligada à Abril.
UOL, Globo e Folha de S.Paulo adotaram manuais que regulamentam o uso institucional das redes sociais. Algumas das orientações passadas são: evitar posições partidárias e políticas, não antecipar o conteúdo de reportagens que serão publicadas, e não fazer declarações sobre os bastidores das redações.
Meios de comunicação internacionais também criaram sua própria legislação como a Reuters, Associated Press, Wall Street Journal, New York Times, Washington Post, ESPN e Bloomberg. O manual com melhores práticas para jornalistas em redes sociais pode ser baixado no site da Asne, associação nacional de editores de notícas dos EUA.
Sem contrapartida
Guto Camargo, presidente do sindicato, explica o posicionamento da entidade contra os manuais para as redes.
"Hoje, com o forte impacto que a internet tem, as empresas obrigam os jornalistas a produzir conteúdo para a internet. Com isso, a empresa agrega valor e prestígio para seu veículo, mas não há contrapartida financeira para o jornalista", explica. "Agora querem regular a priori o que é publicado nas redes".
Com a internet, o controle da informação ficou mais difícil, pois não necessariamente passa pelo crivo editorial dos veículos, como sempre aconteceu com os impressos. Para Camargo, a intenção desses manuais é controlar a informação.
"A internet abriu um novo flanco, onde o jornalista pode escrever algo sem o crivo da empresa, podendo publicar algo que o jornal não publicou. Hoje ele pode divulgar informações que o jornal se recusaria por meio destas novas tecnologias. Os manuais impedem a possibilidade do jornalista de divulgar de forma independente", diz.
Ele reitera que a responsabilidade por possíveis transgressões na prática jornalística não deve ser transferida para a empresa, mas sempre ser balizada pelo Código de Ética. "Todo jornalista deve seguir o Código de Ética e estar ciente que tem responsabilidade pelo que publica. Tem que se pautar pelos parâmetros éticos. Isso a sociedade e o leitor pode, e deve, cobrar".
Camargo diz não concordar com a dinâmica e sua eficácia no combate às infrações. "Primeiro, deve-se responsabilizar devidamente quem publica e punir a transgressão se for necessário. O direito de liberdade do jornalista implica no dever de arcar com as consequências do que divulgar. Isto é uma prerrogativa do jornalista, e não da empresa." (Fonte: Portal Imprensa)

Ipea: apenas 29% dos trabalhadores domésticos têm carteira assinada
Dos 7,2 milhões de empregados domésticos brasileiros, apenas 29% contam com carteira assinada. Para os trabalhadores em geral, o índice chega a 70%.
Os dados foram apresentados pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, durante o seminário "O futuro do emprego doméstico no Brasil", realizado na última quarta-feira (18), na Câmara.
Na opinião do presidente do Ipea, a única forma viável de aumentar a formalização do trabalhador doméstico é prever sua contratação por meio de empresas.
Segundo o especialista, essa mudança é necessária porque a ocupação tem a especificidade de ser realizada dentro dos domicílios, que "ainda se revestem de uma cultura que se origina na colônia, nas relações autoritárias de patriarcalismo, mantida até os dias atuais".
Direitos negados
Ter a carteira assinada também não garante aos empregados domésticos todos os direitos trabalhistas.
Conforme destacou a ministra do Tribunal Superior do Trabalho, Delaíde Alves Miranda Arantes, o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo, é opcional para a categoria. "Essa é a única lei de que tenho conhecimento no mundo de aplicação optativa", ressaltou.
O coordenador-geral de Políticas Sociais da Secretaria de Políticas Especiais do Ministério da Fazenda, Arnaldo Barbosa, disse, por sua vez, que a ampliação dos direitos trabalhistas pode resultar em demissões.
De acordo com o especialista, um aumento de R$ 55 nos custos do empregador reduziria a demanda por trabalhadores domésticos em 9,41%.
Na concepção do presidente do Instituto Doméstica Legal, Mario Avelino, a aprovação de cinco projetos de lei já votados no Senado e em análise na Câmara - PLs 6.465/09, 6.707/09, 7.082/10, 7.156/10 e 7.279/10 - pode levar à formalização de cinco milhões de trabalhadores domésticos em apenas em 120 dias.
De acordo com Avelino, uma das propostas mais importantes é o PL 7082/10, que prevê a redução das contribuições para o INSS tanto para empregadores quanto para empregados. Para o patrão, a contribuição passaria de 12% a 6%, e para o funcionário, de 20% a 12%.
Remuneração
A média de remuneração dos domésticos também encontra-se abaixo do salário mínimo, segundo Pochmann. Em 2009, últimos dados disponíveis, a média salarial da categoria foi de R$ 386,45, quando o mínimo era de R$ 475.
A desigualdade racial é expressiva nesse grupo de trabalhadores. Segundo o presidente do Ipea, em 2009, enquanto as trabalhadoras brancas recebiam, em média, R$ 421, às negras eram pagos R$ 365, na média.
O presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Dr. Paulo César (PR-RJ), disse ainda que é preciso incluir o trabalhador doméstico na luta pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
O deputado Luciano Moreira (PMDB-BA) ressaltou que outra característica do trabalho doméstico é a prevalência absoluta de mulheres (são 93% do total).
Tendências
A principal tendência do setor, segundo os especialistas, é o crescimento do número de diaristas, que já respondem por um terço dos trabalhadores domésticos.
Se por um lado essa mudança é positiva, uma vez que esse tipo de empregado tem mais autonomia e melhores rendimentos - cerca de quatro vezes mais que o dos domésticos -, por outro há em consequência um aumento da informalidade.
Os participantes do seminário afirmaram acreditar que, no futuro próximo, esse tipo de trabalho será mais valorizado. Conforme lembrou o presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Vitor Paulo (PRB-RJ), a escassez crescente de mão de obra vai valorizar esse profissional.
Já o secretário-executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Mário Lisboa Theodoro, ressaltou que a melhoria das políticas educacionais proporciona aos jovens melhores oportunidades de emprego. (Fonte: Agência Câmara)

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 23
ECONOMIA I – O número de famílias que declarou ter dívidas aumentou, em maio, na comparação com maio do ano passado. Neste ano, o índice ficou em 64,2% e, no ano passado, neste mês, o percentual das famílias que se declararam endividadas foi 58,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada na quarta-feira (18), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

ECONOMIA II – Na comparação com abril, também houve aumento, já que, no mês passado, o indicador registrou 62,6%. A pesquisa mostra ainda que, em comparação a abril, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, em maio, aumentou, passando de 23,4% para 24,4%. O percentual, porém, é menor do que o registrado em maio de 2010, quando ficou em 25,1%.

ECONOMIA III – O percentual das famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas também subiu, passando de 7,8% para 8,6%, de abril para maio. Comparando os mesmos meses (maio de 2011 com maio de 2010), porém, foi identificada certa estabilidade já que, em maio do ano passado, o percentual chegou a 8,5%.

ECONOMIA IV – De acordo com a CNC, os números da pesquisa mostram uma alta moderada da inadimplência e que “o crescimento dos empréstimos em ritmo mais rápido do que o da renda, o aumento do custo do crédito e o espaço reduzido para elevações nos prazos de financiamento estão levando a um maior comprometimento da renda das famílias brasileiras com dívidas”. Fonte: Agência Brasil

Sacolas se afirmam como ferramenta de Marketing
Cada vez mais criativas, as embalagens são verdadeiros outdoors ambulantes, que promovem marcas e transmitem a identidade das empresas. Com o aumento da demanda por ações sustentáveis, elas também representam uma oportunidade para as marcas que desejam criar sacolas retornáveis para manter-se por mais tempo nas ruas e na vida dos consumidores. O Boticário, Richards e Pão de Açúcar são alguns dos muitos exemplos de marcas que apostam em embalagens cheias de atitude e podem chamar tanta atenção quanto os produtos que carregam. Com a crescente preocupação com o meio ambiente, no entanto, as empresas têm vivenciado o desafio de transformar suas sacolas de vilãs para mocinhas. Uma alternativa é criar embalagens que podem ser utilizadas como ecobags. Foi o que a Richards fez. Quem compra as roupas da marca carioca de moda masculina recebe uma sacola que pode servir posteriormente, por exemplo, para uma ida à praia. Ganha o consumidor, o meio ambiente e, principalmente, a marca, que aumenta o tempo de vida da sacola que estará sendo desfilada por aí. Mundo do Marketing

Prefeito de São Paulo sanciona proibição do uso de sacolas plásticas na cidade
São Paulo – A proibição de distribuir sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo foi sancionada hoje (19) pelo prefeito Gilberto Kassab. A medida só entra efetivamente em vigor em janeiro de 2012. Mas, durante esse período de adaptação, os estabelecimentos terão de fixar cartazes com a mensagem: "Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis".
O texto foi aprovado na Câmara Municipal na última terça-feira (17). O descumprimento da norma acarretará em multa de R$ 50 a R$ 50 milhões, de acordo com o faturamento da loja infratora. A fiscalização será feita pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.
A norma não se aplica, no entanto, às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos alimentícios vendidos a granel e nem às embalagens de produtos alimentícios que vertam água. Fonte: Agencia Brasil

A Informalidade e o Movimento Sindical: uma agenda para o século XXI
As mudanças das últimas décadas conferiram características peculiares quanto à estruturação do mercado de trabalho em praticamente todos os países. Observou-se uma redefinição das relações de trabalho, com uma diversificação crescente dos tipos de contratação, das formas de inserção dos trabalhadores na estrutura produtiva e, ainda, a persistência de importantes segmentos em atividades produtivas tradicionais. Diante disso, a relação padrão de assalariamento não pode mais ser considerada a única e inexorável forma de inserção produtiva e de inclusão social.
Recentemente, a reconhecida complexidade que envolve o tema e a crescente interação entre as atividades desenvolvidas pelo setor informal e os setores dinâmicos da economia propiciaram maior relevância ao debate. Também estimularam a formulação de novas concepções e categorias de análise, voltadas para o desafio de incrementar a proteção social no âmbito de pequenos empreendimentos e das atividades cooperativadas, e fomentaram avanços sistêmicos para o combate à precarização do trabalho assalariado.
Nesse sentido, o DIEESE, por meio de projeto específico sobre o tema , vem desenvolvendo estudos e debates para refletir sobre os impactos da informalidade; elaborar diagnósticos atualizados; e identificar soluções direcionadas à forma específica de inserção ocupacional (seja como assalariados, trabalhadores por conta-própria, pequenos empregadores, trabalhadores domésticos, cooperativados, não remunerados, dentre outros), dada a premência de se equacionar não só as questões relacionadas ao financiamento da rede de proteção social, mas também de se criar um ambiente voltado ao desenvolvimento com inclusão social.
A dimensão do mercado de trabalho brasileiro e a grande heterogeneidade aí observada colocam o país como importante referência para a investigação sobre informalidade e o seu enfrentamento, por meio do diálogo social e da construção de um quadro regulatório adequado e de políticas públicas inovadoras e inclusivas. Para o movimento sindical, este desafio implica na formulação de estratégias adequadas à dimensão e à complexidade do problema.
Esta Nota Técnica está organizada em duas partes. Na primeira, apresentamos brevemente as dificuldades conceituais que sempre marcaram o debate sobre informalidade, as quais implicam em divergências na própria aferição do fenômeno. A partir das recomendações da OIT e das concepções adotadas, buscou-se dimensionar o fenômeno no Brasil.
Na segunda parte, são propostas formas alternativas de atuação do movimento sindical brasileiro para o enfrentamento da informalidade, considerando-se uma nova tipologia de agregação das situações encontradas na realidade decorrentes: das relações entre o setor formal e informal, da dinâmica da atividade produtiva e das condições específicas da inserção ocupacional.
Veja a íntegra do trabalho aqui ou direto no site do DIEESE: www.dieese.org.br.

Prévia da inflação oficial fica em 0,70% em maio
Rio de Janeiro - A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), diminuiu para 0,70% em maio, depois de registrar alta de 0,77% um mês antes. De acordo com dados divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice acumula alta de 3,86% no ano. Já nos últimos 12 meses, a elevação acumulada chega a 6,51%, superando o teto da meta estabelecida pelo Banco Central para a inflação em 2011 (6,5%). O centro da meta é 4,5%, com variação de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Em maio de 2010, o IPCA-15 chegou a 0,63%.
De acordo com o levantamento do IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelos alimentos e bebidas, cuja taxa passou de 0,79% para 0,54%, e pelos transportes (de 1,45% em abril para 0,93% em maio).
No caso dos alimentos, a redução foi puxada pelos produtos in natura e por aqueles consumidos fora do domicílio. O tomate, por exemplo, ficou 9,18% mais barato no mês. As frutas (-2,90%) e as hortaliças (-1,51%) também pesaram menos no bolso do consumidor. Já a taxa referente às refeições fora de casa diminuiu de 0,91% em abril para 0,47% em maio. Também ficaram mais baratos os lanches consumidos fora de casa (de 0,54% para - 0,63%).
O documento aponta que, por outro lado, o consumidor passou a pagar mais por outros itens, como a batata-inglesa (de 10,05% para 24,22%), o feijão-carioca (de 5,99% para 7,27%), o leite pasteurizado (de 1,58% para 3,82%) e o café moído (2,10% para 3,02%).
No grupo transporte, a redução na taxa foi influenciada pelo preço do litro do etanol, que ficou praticamente estável em maio (0,01%), depois de ter subido 16,40% em abril. Já a gasolina, ficou ainda mais cara, com alta de 5,30%. Um mês antes, a elevação havia sido de 4,28%. O produto foi responsável por um impacto de 0,21 ponto percentual, o maior do mês, representando 30% do IPCA-15.
Os produtos não alimentícios tiveram elevação de 0,75%, praticamente repetindo o resultado de abril (0,76%). A alta em itens como remédios, que tiveram reajuste médio de 4,77% em 31 de maio, energia elétrica (1,14%), além de água e esgoto (1,64%), impediram que houvesse redução da taxa desse grupo.
Regionalmente, Goiânia registrou o maior índice (1,07%), puxado pela alta na taxa de água e esgoto (2,49%), reajustada em 5,93% em 1º de maio, além da gasolina (6,71%). O menor resultado foi observado em Belém (0,36%), onde os remédios apresentaram variação de 0,68%, a mais baixa de todas as regiões pesquisadas.
Para calcular o IPCA-15 de maio, foram coletados preços no período de 13 de abril a 13 de maio e comparados aos vigentes entre 16 de março e 12 de abril.
De acordo com o IBGE, o indicador refere-se às famílias com rendimento de até 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba e do Rio de Janeiro, além das cidades de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está apenas no período de coleta dos preços. Fonte: Agencia Brasil

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 20
Projeto Embalagem Viva começa em São Paulo
A Antilhas lançou o Projeto Embalagem Viva para seus clientes, com o intuito de recolher os resíduos sólidos descartados pelas lojas de suas franquias e encaminhá-los para um descarte correto. O projeto mostra o comprometimento da empresa com a sustentabilidade e está em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Inicialmente, o projeto-piloto acontecerá em São Paulo, com a rede O Boticário. Tecnologia Gráfica

155 mil farão nova perícia no Estado
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai convocar, por carta, 155.212 segurados do Estado de São Paulo que têm um benefício por incapacidade conquistado na Justiça.
O Agora traz a lista com as 20 cidades do Estado de São Paulo que têm segurados nessa situação. Eles deverão ser chamados pelo INSS para passar por uma nova perícia.
A lista inclui auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadoria por invalidez. No país, serão convocados 585.152 segurados, dos quais 144.974 recebem auxílio-doença ou auxílio-acidente.

Justiça define nível de ruído de benefício especial
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) confirmou os níveis de ruído necessários para que o segurado que atuou em condições insalubres tenha direito à contagem do tempo especial. O volume do barulho varia de acordo com a época em que ocorreu o trabalho.
Para trabalhos até 5 de março de 1997, tem direito à contagem especial quem estava exposto a ruído acima de 80 decibéis. Dessa data até 18 de novembro de 2003, o barulho precisava ser superior a 90 decibéis. De lá para cá, o nível é de 85 decibéis. A decisão do STJ é de abril.
A aposentadoria especial não tem o desconto do fator previdenciário e é concedida ao segurado que trabalhou sob condições insalubres. Para conseguir o benefício, são necessários 15, 20 ou 25 anos de contribuição, dependendo do grau de exposição aos agentes nocivos à saúde (veja mais no quadro ao lado). O trabalhador que esteve exposto a ruído precisa de laudos assinados pela empresa para fazer a comprovação. Fonte: Agora SP

Impressão das provas do Enem 2011 terá monitoramento eletrônico para evitar erros
Brasília – A edição de 2011 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá algumas mudanças no processo de logística para evitar que erros cometidos em anos anteriores não se repitam. Uma das inovações será no processo de impressão. Segundo o diretor de Gestão e Planejamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Dênio Menezes, um novo dispositivo eletrônico será instalado na gráfica para detectar possíveis erros de impressão e impedir que provas com defeito sejam entregues aos alunos.
No ano passado, um problema de impressão do material causou tumulto durante a aplicação. Um lote de 21 mil cadernos de prova amarelos apresentou erro na montagem. Eles não continham todas as 90 questões das provas de ciências da natureza e humanas. Os alunos prejudicados puderam refazer o Enem. Além do problema com os cadernos amarelos, a folha em que os estudantes marcam as respostas estava com o cabeçalho das duas provas trocado.
Segundo a gráfica, o erro ocorreu porque o controle de qualidade do material impresso era feito por amostragem, a cada 20 mil cadernos, já que o conteúdo do Enem é sigiloso e as provas não poderiam ser conferidas sob risco de vazamento de informações. A gráfica escolhida para o processo de 2011 é a mesma de 2010, a RR Donelley. Para que o erro não se repita, a inovação será o monitoramento eletrônico: por meio de códigos, uma máquina irá conferir se as provas estão montadas de forma correta ou se há erro no padrão de impressão.
A escolha da gráfica sempre foi um ponto sensível na logística do Enem. Na avaliação do Ministério da Educação (MEC ), há poucas gráficas no país capazes de atender o grande volume de impressão de material do exame – em 2010 foram 10 milhões de provas impressas - e, ao mesmo tempo, aptas a cumprir os requisitos de segurança necessários. Em 2009, funcionários contratados pelo consórcio responsável pela aplicação do exame roubaram um caderno de provas de dentro da Gráfica Plural. Com o vazamento das questões, a prova teve que ser adiada causando prejuízos aos alunos inscritos.
O edital para 2011 também chama a atenção dos candidatos para que seja feito o trabalho de conferência da prova antes que ela comece a ser respondida. De acordo com a presidente do Inep, Malvina Tuttman, os participantes serão orientados pelos fiscais de sala a conferir se a prova contém todas as questões e se não há nenhum erro de impressão ou montagem do material recebido. Caso o estudante detecte algum problema, poderá substituir a prova defeituosa. No ano passado, muitos alunos só perceberam quando já tinham respondido parte das questões, o que teria prejudicado o desempenho deles. Fonte: Agencia Brasil

Dois em cada três acham que podem fazer melhor que chefes, indica enquete
Segundo levantamento feito em 52 países, 33% dos trabalhadores consideram seus chefes "totalmente incompetentes"
Quase dois terços dos trabalhadores acreditam que podem fazer um trabalho melhor do que seus chefes, segundo enquete online
realizada em 52 países por uma consultoria internacional de recursos humanos.
Segundo a enquete, 33% dos trabalhadores consideram seus chefes “totalmente incompetentes” e outros 34% dizem que seus chefes são “OK”, mas que eles próprios poderiam fazer um trabalho melhor.
Pouco menos que um em cada cinco trabalhadores que responderam à enquete disseram que seus chefes são melhores que eles, e outros 15% também descrevem seus chefes como “brilhantes”.
Segundo a pesquisa, os britânicos são os que menos veem seus chefes positivamente – 41% descrevem seus superiores como “totalmente incompetentes”, e apenas um em cada dez considera seus chefes “brilhantes”.
A enquete da consultoria Monster Worldwide, que ouviu mais de 9 mil pessoas em 52 países, verificou ainda que os trabalhadores chineses foram os que se mostraram mais confiantes em seus chefes.
Os resultados indicam que apenas 15% dos trabalhadores chineses questionam a competência de seus chefes, enquanto quase um terço os vê como “brilhantes”.
Na América do Sul, 37% dos trabalhadores ouvidos disseram considerar seus chefes “totalmente incompetentes” e 32% os consideram “OK”, apesar de achar que podem fazer um trabalho melhor que eles.
Apenas 12% dos sul-americanos disseram considerar seus chefes “brilhantes”, enquanto outros 19% apenas veem seus superiores como mais capazes do que eles.
'Frustração'
Esta pesquisa revela uma grande frustração entre os funcionários de mais baixo escalão, cuja vasta maioria acredita ser suficientemente competente para assumir mais responsabilidades”, afirma Isabelle Ratinaud, diretora de marketing da Monster na Grã-Bretanha.
Para ela, os resultados não significam que a maioria dos chefes são tão ruins, mas indicam ressentimento dos empregados por causa dos salários mais altos dos chefes ou a falta de comunicação entre os chefes e suas equipes.
“Isso não significa que os funcionários devem aguentar um empregador incompetente. Se eles acham que podem fazer melhor, devem tentar uma promoção ou tentar uma posição de chefia em outro lugar”, disse.
Segundo ela, “é vital que os empregadores mantenham suas equipes o mais informadas possível e que os façam se sentir recompensados por um trabalho bem feito”.
A enquete da Monster foi feita entre os visitantes do site da consultoria entre os dias 1º de abril e 14 de abril deste ano. O levantamento, que contabilizou apenas um voto por usuário, não tem valor científico. Portal IG

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 19
SIG Combibloc deve gerar 260 empregos diretos
A empresa alemã SIG Combibloc inaugura em junho sua primeira fábrica de embalagens longa vida na América do Sul, na cidade Campo Largo, região metropolitana de Curitiba(PR) e, antes mesmo de entrar em operação, já planeja a expansão das instalações para triplicar a capacidade de produção.
O investimento na fábrica de Campo Largo é de 90 milhões de euros e foi planejado para atender o mercado brasileiro e todo continente americano, incluindo Estados Unidos e Canadá. A produção inicial será de 700 milhões de unidades por ano, segundo informaram a Hauly o diretor da multinacional para o Brasil, Felix Colas, e o executivo Lutz Braune.
De acordo com Colas, o mercado brasileiro, o segundo maior do mundo, atendido hoje por uma única indústria, chega a 11 bilhões de unidades por ano. Com a linha que entra em operação no dia 6 de junho, o plano da SIG Combibloc é chegar a 1 bilhão de unidades até o fim deste ano e a 2 bilhões em 18 meses. Serão criados 260 empregos diretos. Celulose Online

Papel A4 é produzido a partir de bagaço de cana-de-açúcar
Lançado há quatro anos no mercado nacional, o papel Ecoquality, produzido pela GCE Papéis, vem ganhando espaço principalmente no segmento corporativo. Fabricado a partir de bagaço de cana-de-açúcar, o papel conta com formato A4 ou Carta, nas versões Branco e Extra Branco. No Brasil, as fibras alternativas remetem na maioria das vezes a papéis artesanais. Segundo a GCE Papéis, esta visão foi a primeira barreira que a marca Ecoquality precisou superar para conquistar o mercado. O bagaço usado como matéria-prima é proveniente da produção de etanol, açúcar e de outros produtos derivados da cana-de-açúcar. Quando não reaproveitado para a produção de papel, este resíduo é aterrado ou incinerado para a obtenção de energia termoelétrica. Ao reaproveitá-lo, há, portanto, uma menor emissão de gases de efeito estufa, segundo informações da empresa, além disso, o produto é isento de cloro elementar (ECF). Publish

Sated propõe sindicalismo vitalício?
O Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo (Sindicato dos Artistas) publicou edital de assembleia geral ordinária, nesta terça (17), no Diário de S. Paulo, página 40. Um dos itens da peça (letra F) diz: “Após o término do mandato, permanecer uma ajuda de custo à Diretoria Executiva”.
Salvo engano, estão propondo uma prebenda ao dirigente que deixar a entidade. Será isso mesmo? É moral? Tem cobertura legal? É justo?
A assembleia está marcada para 27 de maio, às 14 horas, na sede da entidade. Fonte: Agencia Sindical

Revisão de aposentadorias será paga em parcelas, diz Garibaldi
SÃO PAULO – A revisão das aposentadorias concedidas entre 1998 e 2003 afetadas pelas emendas constitucionais nº 20, de 1998, e 41, de 2003, deve ser paga em parcelas, afirmou o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, em audiência que está sendo realizada no Senado nesta quarta-feira (18).
De acordo com Garibaldi, a Previdência está em entendimento com o Ministério do Planejamento para tentar colocar os gastos com as revisões no Orçamento de 2011. Segundo ele, de acordo com a Agência Senado, o parcelamento poderá viabilizar uma solução em curto prazo da questão.
Ao todo, 130 mil benefícios têm direito à revisão por conta das emendas. Pensões com um aumento médio de R$ 184,86 também são atingidas pela revisão. Os atrasados devem render uma média individual de R$ 11.586.
Entenda o caso
As emendas constitucionais modificaram o teto dos benefícios da Previdência e fizeram com que os segurados que contribuíram com o valor máximo recebessem menos. Por conta da edição das emendas, os pedidos de revisão eram negados pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).
Contudo, em fevereiro deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou que o instituto faça a revisão dos benefícios. No entanto, o órgão não cumpriu a determinação, segundo concluiu o Ministério Público Federal de São Paulo, que entrou com uma ação civil pública na Justiça para garantir os pagamentos.
O resultado da batalha judicial ficou a favor dos aposentados. A Justiça paulista determinou que o INSS efetue o pagamento em até 90 dias, contados a partir do dia 13 deste mês, quando a decisão saiu. Caso o órgão não efetue o pagamento, deverá pagar multa de R$ 500 mil. Infomoney

Endividamento das famílias aumenta em maio na comparação com 2010
Brasília – O número de famílias que declarou ter dívidas aumentou, em maio, na comparação com maio do ano passado. Neste ano, o índice ficou em 64,2% e, no ano passado, neste mês, o percentual das famílias que se declararam endividadas foi 58,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (18), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Na comparação com abril, também houve aumento, já que, no mês passado, o indicador registrou 62,6%.
A pesquisa mostra ainda que, em comparação a abril, o percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso, em maio, aumentou, passando de 23,4% para 24,4%. O percentual, porém, é menor do que o registrado em maio de 2010, quando ficou em 25,1%.
O percentual das famílias que declararam não ter condições de pagar as contas ou dívidas também subiu, passando de 7,8% para 8,6%, de abril para maio. Comparando os mesmos meses (maio de 2011 com maio de 2010), porém, foi identificada certa estabilidade já que, em maio do ano passado, o percentual chegou a 8,5%.
De acordo com a CNC, os números da pesquisa mostram uma alta moderada da inadimplência e que “o crescimento dos empréstimos em ritmo mais rápido do que o da renda, o aumento do custo do crédito e o espaço reduzido para elevações nos prazos de financiamento estão levando a um maior comprometimento da renda das famílias brasileiras com dívidas”.
Para a confederação, se somado ao custo de vida, os indicadores sugerem que a inadimplência poderá aumentar nos próximos meses. Por faixa de renda, a pesquisa mostra que o aumento do endividamento foi mais expressivo nas famílias com ganhos acima de dez salários mínimos. Nesse grupo, o percentual de endividados, no mesmo período de comparação, passou de 52,9% para 57,7%.
Para as famílias com renda inferior a dez salários mínimos, o percentual que declarou estar endividado passou de 64,4% em abril para 65,2% em maio. O uso do cartão de crédito foi apontado como principal motivo da dívida de 71,8% das famílias pesquisadas, seguido dos carnês ( 20,7%) e do crédito pessoal (12,4%) na terceira posição. Fonte Agência Brasil


Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

Mai 18
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL. INATIVOS.
A jurisprudência deste Superior Tribunal afirma que a contribuição sindical, disposta no art. 578 e seguintes da CLT, é devida por todos os trabalhadores de determinada categoria, inclusive pelos servidores civis, independentemente do regime jurídico que estabelece o vínculo, celetista ou estatutário. Contudo a referida contribuição não atinge os inativos, pois eles não integram a mencionada categoria em razão de inexistência de vínculo com a administração pública federal, estadual e municipal, direta e indireta. O inativo somente está vinculado com o regime previdenciário. Precedentes citados: MS 15.146-DF, DJe 4/10/2010; REsp 1.192.321-RS, DJe 8/9/2010, e RMS 30.930-PR, DJe 17/6/2010. REsp 1.225.944-RS, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, julgado em 5/5/2011.

Seguro-desemprego pode ser ampliado para mulher chefe de família e trabalhador temporário
A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei (PL 352/11) que amplia em duas parcelas a duração do seguro-desemprego para as mulheres chefes de família. Atualmente o benefício é concedido ao trabalhador demitido por um período de três a cinco meses, que varia de acordo com o tempo que o trabalhador permaneceu em seu emprego mais recente.
O autor do projeto, deputado Vicentinho (PT-SP), explica que a ideia visa proteger essas trabalhadoras, em razão das desigualdades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho. Ele argumenta que a situação das mulheres chefes de família é especialmente frágil, porque elas são as únicas responsáveis pelo sustento de seus dependentes.
Temporário - Outro projeto (PL 271/11), do deputado Ricardo Izar (PV-SP), inclui como beneficiários do seguro-desemprego trabalhadores rurais e urbanos com contrato temporário ou por prazo determinado. Pela proposta, o número de parcelas do benefício a que o desempregado terá direito dependerá da quantidade de meses trabalhados. www.camara.gov.br

Brasil cria 272,2 mil empregos formais em abril
Brasília – O Brasil gerou 272.225 empregos formais no mês de abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (17) pelo Ministério do Trabalho. No mês, foram admitidas 1,774 milhão de pessoas e 1,502 milhão foram demitidas. Os números de admitidos e de demitidos são os maiores da série histórica, que teve início em 1992. O saldo do mês está acima da média para meses de abril, que é de pouco mais de 251 mil.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o saldo de geração de empregos mostra que o mercado ainda está aquecido. “A economia está aquecida e a rotatividade está muito alta. Há muito emprego temporário e também há a questão da safra no Nordeste.”
Em março, foram registrados pouco mais de 92 mil novos empregos, um dos resultados mais baixos para o período.
Em abril do ano passado, o país gerou mais de 305 mil novos empregos, o segundo maior saldo da série histórica para meses de abril. Fonte: Agência Brasil

OIT alerta sobre discriminação de imigrantes, mulheres e idosos no mercado de trabalho
Brasília - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) fez um alerta sobre os diversos tipos de discriminação enfrentados por imigrantes que buscam oportunidades de trabalho em países desenvolvidos. As diferenças de tratamento, segundo especialistas, incluem salários mais baixos para as mulheres, exigências de testes de HIV/aids e dificuldades para o ingresso de idosos.
A advertência é destaque no Relatório Global sobre a Igualdade no Trabalho de 2011, divulgado ontem (16), em Genebra, na Suíça. O documento foi elaborado com base em informações de 169 países, dos 183 que integram a OIT.
O diretor-geral da OIT, Juan Somavia, afirmou que aumentam as queixas sobre diferenças de tratamento e salário entre imigrantes e nacionais. Para Somavia, é fundamental que os líderes políticos adotem medidas para conter essas ações.
"A resposta certa é combinar políticas de crescimento econômico com políticas de emprego, proteção social e direitos no trabalho, permitindo aos governos, aos parceiros sociais e à sociedade civil que trabalhem juntos incluindo mudanças de atitudes por meio da educação", disse Somavia.
Porém, no relatório, os especialistas indicam que a ausência de dados confiáveis também atrapalha a análise precisa do que ocorre no mundo envolvendo a mão de obra de imigrantes. No entanto, os peritos comemoraram a redução das diferenças de tratamento entre gêneros – embora os homens ainda sejam maioria no que se refere aos melhores salários.
No relatório, os especialistas mencionam os principais problemas envolvendo o mercado de trabalho mundial. Uma das principais queixas é o assédio sexual que atinge, em geral, mulheres independentes financeiramente, embora as imigrantes estejam no foco, segundo a pesquisa.
Também há referências de denúncias de racismo, em geral, atingindo imigrantes da África e Ásia, além de povos indígenas e minorias étnicas. Os especialistas advertem ainda que há discriminação por orientação religiosa, em geral, em empregos do setor público.
Segundo o relatório, as pessoas com o vírus HIV/aids também são alvo de discriminação, pois há empregadores que as obrigam a fazer testes para identificação da doença. Há, ainda, reclamações por discriminação por idade – os mais velhos afirmam que sofrem preconceito na hora e de pedir emprego. Fonte: Agência Brasil

Inflação semanal aumenta em cinco das sete capitais pesquisadas pela FGV
Rio de Janeiro - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) aumentou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apenas o Rio de Janeiro e Brasília registraram alta menos intensa nos preços entre as semanas do dia 7 e 15 de maio.
De acordo com comunicado divulgado hoje (17) pela FGV, o IPC-S diminuiu de 1,18% para 1,08% na capital fluminense. O resultado reflete as reduções em seis das sete classes de despesa componentes do IPC-S, principalmente vestuário (de 2,80% para 1,62%) e educação, leitura e recreação (de 0,47% para variação nula).
Já na capital federal o IPC-S caiu de 0,50% para 0,47%. Neste caso, o movimento foi influenciado pela alta menos intensa nos preços dos transportes (de 1,44% para 0,83%) e de vestuário (de 1,43% para 1,19%).
No mesmo período, as demais capitais registraram aumento da inflação. Em pontos percentuais, as elevações foram mais intensas em Salvador (de 0,97% para 1,20%), em Belo Horizonte (de 1,32% para 1,53%) e em Recife (de 1% para 1,12%).
Em São Paulo, capital com maior peso na formação do IPC-S, a inflação passou de 0,97% para 1,01%, com acréscimo de 0,04 ponto percentual; e em Porto Alegre, também com aumento de 0,04 ponto percentual, os preços subiram 0,89%, depois de terem elevação de 0,85% na semana anterior.
De acordo com a Fundação Getulio Vargas, o IPC-S da segunda prévia de maio foi 1,09%. O indicador ficou 0,04 ponto percentual acima do dado da apuração anterior (1,05%). A principal elevação foi constatada no grupo alimentação (de 1,26% para 1,52%). De um total de 21 gêneros alimentícios pesquisados, 14 ficaram mais caros, entre eles as hortaliças e os legumes (de 5,77% para 7,89%); as frutas (de 0,12% para 0,33%); os laticínios (de 2,72% para 2,84%), e a comida pronta e congelados (de 1,05% para 1,26%).
A divulgação do próximo levantamento de preços será no dia 24 de maio. Fonte: Agência Brasil

Jorge Caetano Fermino

written by FTIGESP

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