Set 26
A organização não-governamental americana Save The Children revelou quais são os melhores e os piores países do mundo para a maternidade. Foram analisados 164 países e o topo do ranking ficou com a Noruega. Já o último lugar é ocupado pelo Afeganistão.
Os países foram divididos em três grupos: os desenvolvidos, os em desenvolvimento e os menos desenvolvidos. As diferenças entre os países que encabeçam a lista e os que finalizam são nítidas.
A expectativa de vida das mulheres norueguesas é de 83 anos, já a das afegãs é de 45. Uma em cada cinco crianças do Afeganistão morre antes do quinto aniversário. Ou seja, toda mãe afegã está predisposta a perder um filho. Na Noruega, apenas uma entre 175 crianças morre antes dos cinco anos.
Outro dado relevante é em relação ao uso de métodos contraceptivos. Cerca de 82% das mulheres da Noruega usam algum deles e no Afeganistão somente 16%.
O Brasil entrou na lista dos países em desenvolvimento e ficou em 12º lugar – na lista encabeçada por Cuba -, atrás de outros países sulamericanos como Argentina (em quarto), Uruguai (em sétimo) e a Colômbia (11º).

written by FTIGESP

Set 16
Meio revista cresce 5,1% no Brasil
O meio revista apresentou crescimento médio de 5,1% na circulação no Brasil, no período de julho de 2010 a junho de 2011 em comparação com os 12 meses anteriores. Os números são do Instituto Verificador de Circulação (IVC). O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até cinco reais, que avançou 8,7%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 7,6% em relação ao incremento de 3% nas assinaturas. A média de circulação brasileira nos últimos 12 meses foi de 13.735.919 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade. O levantamento engloba a circulação paga de revistas semanais, quinzenais e mensais auditadas pelo Instituto. Nos últimos 12 meses, o grupo de publicações com preço de capa entre cinco e dez reais registrou avanço na circulação de 3,7%. Por sua vez, os títulos com preço acima de dez reais cresceram 4,1% em média. A comparação apenas dos seis primeiros meses de 2011 em relação ao primeiro semestre de 2010 aponta alta de 2,5%. O conjunto de revistas filiadas em junho de 2011 foi de 172 títulos, sendo 25 semanais, 145 mensais e duas quinzenais. Em 2010, a soma destas publicações totalizava 190. Foram desfiliados 18 títulos neste período. Se retirarmos a circulação deste grupo de desfiliados da base de cálculo o resultado é mais positivo ainda, com crescimento de 6,3%. Considerando o número de exemplares vendidos, cenário em que revistas semanais circulam, em média, quatro vezes por mês e quinzenais duas vezes, o crescimento dos últimos 12 meses foi de 3,6%. AdNews

ABTG oferece curso sobre “Ferramentas de Qualidade” na indústria gráfica
O curso “Ferramentas de Qualidade”, oferecido pela ABTG, que acontece nos dias 20 a 22 de setembro, das 18h45 às 21h45, é dirigido a profissionais da área gráfica e tem o objetivo de capacitar os participantes no entendimento e aplicação das Sete Ferramentas Clássicas da Qualidade. O curso irá exercitar a utilização destas técnicas com a finalidade de definir, mensurar, analisar e propor soluções para os problemas que interferem no bom desempenho dos processos e, também, propor melhorias para os processos que já apresentam resultados satisfatórios.
As aulas serão ministradas por Márcia Biaggio, diretora técnica da Estat Brasil Consultoria, atuando na coordenação e acompanhamento de cursos, auditorias e projetos de implantação em Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiental para melhoria em processos ou implantação de sistemas. O investimento no curso é de R$ 320 para associados ABTG, Abigraf, Abraform, Singrafs e Abiea; R$ 420 para não associados e R$ 220 para estudantes. As aulas serão na Escola Senai Theobaldo De Nigris, localizado à Rua Bresser, nº 2.315, na Mooca, em São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 2797-6700. Faça sua inscrição clicando aqui. RV&A

Aumenta número de mortes por doença do trabalho no mundo
As mortes por doenças e por acidentes relacionados ao trabalho cresceram no mundo de 2,31 milhões, em 2003, para 2,34 milhões, em 2008. Em média, foram registrados, durante o período, 6,3 mil óbitos diários ligados ao trabalho. Os dados fazem parte do relatório "Tendências Mundiais e Desafios da Saúde e Segurança Ocupacionais", discutido no 19º Congresso Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho, promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Istambul, na Turquia.
O documento diz ainda que mais de 900 mil pessoas perderam suas vidas por exposição a substâncias perigosas no trabalho, em 2008. Trata-se de um índice bem superior aos 651 mil mortos pelo mesmo motivo, em 2003.
O 19º Congresso sobre Segurança e Saúde no Trabalho, que começou no último domingo (11) e se encerrará nesta quinta-feira (15), reuniu durante cinco dias mais de três mil autoridades executivas, especialistas, dirigentes de indústrias e sindicalistas provenientes de mais de 100 países, para discutir o compromisso global em favor de uma cultura de segurança e saúde no trabalho em meio aos desafios gerados pela incerteza econômica em nível internacional.
A conferência discutiu os avanços sobre o que foi estabelecido na Declaração de Seul sobre Segurança e Saúde no Trabalho, no Congresso anterior, em junho de 2008, antes da eclosão da crise econômica e de emprego em nível mundial. E também estabelecerá as diretrizes e prioridades da próxima reunião mundial em 2014.
A Declaração de Seul estabelece pela primeira vez que o direito a um ambiente seguro e saudável deveria ser reconhecido como um direito humano.
Ponta do iceberg
Os números do relatório discutido no evento representam apenas a ponta do iceberg. Em sua declaração por ocasião do Dia Mundial sobre Segurança e Saúde no Trabalho, o Diretor-Geral da OIT, Juan Somavia, assinalou que "os acontecimentos dramáticos como o acidente nuclear em Fukushima, Japão, neste ano; o acidente no rio Pike na Nova Zelândia no ano passado, foram as notícias mais importantes. No entanto, a maioria das lesões, enfermidades e mortes relacionadas com o trabalho passam despercebidas e não se informa sobre elas. Os trabalhadores e suas famílias ficam desprotegidos e sem ajuda para fazer frente a estas situações".
O relatório afirma que "a recessão mundial deve ter tido um impacto significativo sobre a segurança e a saúde dos trabalhadores e sobre suas condições de trabalho. Embora seja cedo para falar sobre os efeitos a longo prazo nas taxas de acidentes e enfermidades em nível mundial".
E aponta que "o incremento da intensidade do trabalho vinculado às pressões relativas ao rendimento das empresas podem levar a que se dedique menos tempo à prevenção e a sistemas menos eficazes na gestão da segurança e saúde do trabalhador", sustenta o relatório.
O relatório mostra ainda que os fatores psicológicos, como a tensão, o assédio e a violência no trabalho têm um impacto relevante sobre a saúde dos trabalhadores e acrescenta que "estes fatores tendem a ser mais significativos à medida em que o trabalho se torna mais precário para alguns e as cargas e horas de trabalho aumentam para os que permanecem nos postos de trabalho".
De acordo com o relatório ainda, foram obtidos progressos significativos na segurança e saúde no trabalho durante as últimas décadas. Em muitos países existe uma maior compreensão da necessidade de prevenir acidentes e deficiências na saúde no trabalho.
Existe também uma tomada de consciência cada vez maior dos graves problemas que as condições inseguras e insalubres no local de trabalho causam à saúde e bem-estar de mulheres e homens, além de seus efeitos negativos sobre a produtividade, o emprego e a economia em geral. (Fonte: Portal Vermelho, com OIT)

Ipea alerta, em boletim, que pesquisas podem ocultar subemprego
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) não está convencido de que o mercado de trabalho brasileiro tenha atingido o pleno emprego. No boletim Conjuntura em Foco divulgado, nesta quarta-feira (14), o instituto questiona análises nesse sentido e anuncia que começa a pesquisar o tema de maneira aprofundada, levando em conta parcela expressiva de trabalhadores subempregados.
Na primeira etapa do boletim, o órgão constatou que o crescimento da economia nos últimos dez anos refletiu-se no aumento do nível de emprego e dos salários. Com base nos levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ipea destaca o salto da população ocupada entre 2002 e 2011, de 17,6 milhões de pessoas para 22,5 milhões.
Mas, apesar dos dados positivos, o Ipea acredita que as pesquisas, por estarem centradas principalmente nas regiões metropolitanas, podem ocultar o subemprego em mercados regionais.
De acordo com o Grupo de Análises e Previsões (GAP) do Ipea, o próximo passo é conjugar dados do IBGE com análises do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese), criando uma metodologia próxima da realidade nacional de desemprego.
O técnico de Planejamento e Pesquisa do GAP Fernando Mattos explica que, em pesquisas como a do Dieese, o desemprego oculto pelo trabalho precário ou pelo desalento pode representar cerca de 50% do total da taxa de desemprego total. "É o caso de Salvador, cuja taxa de desemprego era 10,4%, mas considerando o desemprego oculto, sobe para 15,5%", informou.
Com análises sobre o desemprego, o instituto também procura demonstrar que o aquecimento do mercado de trabalho não põe em risco a meta de inflação do Banco Central. Segundo o GAP, o fato de setores da sociedade estarem insatisfeitos em pagar mais para profissionais do setor de serviços, não significa que o aumento de salários exerça pressão significativa sobre preços.
"A despeito de haver alguma oferta de mão de obra restrita, como construção civil, emprego doméstico, tudo depende de quanto o empregador está disposto a pagar", disse Mattos. "Segmentos da sociedade, das classes altas, estão chateados porque precisam pagar mais para o pedreiro, para a empregada doméstica, para serviços. Mas isso não é um caos."
Ao divulgar o boletim, o Ipea também chamou a atenção para análises econômicas que sugerem aumento da taxa básica de juros, a Selic, como forma de conter a inflação. Na avaliação do órgão, as medidas macroprudenciais do começo do ano, que agora refletem diminuição da atividade industrial, são suficientes para manter os preços dentro da meta estabelecida pelo governo. (Fonte: Agência Brasil)

Ipea: 26 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2009
Brasília - A desigualdade de distribuição de renda no Brasil diminuiu 5,6% e a renda média real subiu 28% entre 2004 e 2009. Os dados constam do comunicado Mudanças Recentes na Pobreza Brasileira, divulgado hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Segundo o documento, o percentual de pessoas com renda mensal igual ou maior do que um salário mínimo per capita – consideradas não pobres – subiu de 29% para 42%. Isso significa que o número de pessoas dessa faixa aumentou de 51,3 milhões para 77,9 milhões no período. Na época do levantamento dos dados, o salário mínimo estava em R$ 465.
Já a camada considerada pobre, classificação que se refere a famílias com renda per capita, à época, entre R$ 67 e R$ 134, diminuiu de 28 milhões para 18 milhões de pessoas ao longo do período. Os extremamente pobres, com renda per capita inferior a R$ 67, caíram de 15 milhões para 9 milhões.
“O crescimento da renda e a diminuição das desigualdades foram bastante significativos", avalia o pesquisador da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea Rafael Guerreiro Osório. "O grande estrato que cresce na população é o de não pobres. É uma diferença de 26 milhões de pessoas”, completou.
Uma das conclusões destacadas pelo pesquisador é que, apesar de bastante abrangente, o Programa Bolsa Família não garante a ascensão social de seus beneficiados. “Embora seja uma cobertura muito abrangente para as famílias extremamente pobres ou pobres, os valores transferidos pelo programa são muito baixos. Com isso, nenhuma família sai desses estratos por causa dessas transferências. Para que isso aconteça, é fundamental que elas tenham uma outra fonte de renda, ainda que de algum trabalho precário”, destacou Osório.
Ele acrescentou que um estudo do Ipea mostra que, dobrando o orçamento do Bolsa Família destinado às pessoas já atendidas, “seria possível levar a pobreza extrema do país para níveis bem baixos”, podendo inclusive chegar à meta de erradicar a miséria no Brasil. “Em valores, isso corresponde a aumentar de R$ 12 bilhões para R$ 26 bilhões o orçamento destinado ao programa.”
“Cada vez menos a pobreza é determinada pela baixa remuneração ao trabalho, e cada vez mais é determinada pela desconexão do trabalho”, acrescentou o pesquisador. Segundo ele, 29% das famílias extremamente pobres não têm nenhuma conexão com o mercado de trabalho.
Entre os pobres, esse percentual é 10%, o mesmo índice identificado na população considerada vulnerável. Na camada de não pobres, o índice cai para 6%. “A explicação para o fato de haver um índice de 6% para famílias não pobres sem conexão com o mercado de trabalho é a Previdência Social”, justificou Osório, ao citar benefícios como a aposentadoria. DIAP

Jorge Caetano Fermino




written by FTIGESP

Set 16
O meio revista apresentou crescimento médio de 5,1% na circulação no Brasil, no período de julho de 2010 a junho de 2011 em comparação com os 12 meses anteriores. Os números são do Instituto Verificador de Circulação (IVC). O aumento foi impulsionado em maior escala pelo crescimento nas vendas de publicações com preço de capa até cinco reais, que avançou 8,7%. Consequentemente, o volume de vendas avulsas teve maior expansão, alcançando 7,6% em relação ao incremento de 3% nas assinaturas. A média de circulação brasileira nos últimos 12 meses foi de 13.735.919 exemplares, novo recorde histórico para a auditoria da entidade. O levantamento engloba a circulação paga de revistas semanais, quinzenais e mensais auditadas pelo Instituto. Nos últimos 12 meses, o grupo de publicações com preço de capa entre cinco e dez reais registrou avanço na circulação de 3,7%. Por sua vez, os títulos com preço acima de dez reais cresceram 4,1% em média. A comparação apenas dos seis primeiros meses de 2011 em relação ao primeiro semestre de 2010 aponta alta de 2,5%. O conjunto de revistas filiadas em junho de 2011 foi de 172 títulos, sendo 25 semanais, 145 mensais e duas quinzenais. Em 2010, a soma destas publicações totalizava 190. Foram desfiliados 18 títulos neste período. Se retirarmos a circulação deste grupo de desfiliados da base de cálculo o resultado é mais positivo ainda, com crescimento de 6,3%. Considerando o número de exemplares vendidos, cenário em que revistas semanais circulam, em média, quatro vezes por mês e quinzenais duas vezes, o crescimento dos últimos 12 meses foi de 3,6%. AdNews

written by FTIGESP

Set 15
Hoje a Federação dos Trabalhadores Gráficos e toda a categoria gráfica do estado de São Paulo deram início oficialmente à Campanha Salarial 2011.

Esse pontapé inicial aconteceu com duas assembleias realizadas na região de Jundiaí. A primeira assembleia aconteceu na empresa Emepê, em Vinhedo, por volta das 13:30hs e pouco tempo depois uma outra assembleia reuniu mais de duzentos trabalhadores na Log & Print, antiga Globo, também em Vinhedo.

Com boa receptividade e intenso apoio dos companheiros e companheiras das duas empresas, a sugestão de Pauta de Reivindicações, tirada durante o encontro dos dirigentes sindicais em Agudos, interior de São Paulo, foi aprovada por unanimidade.

“Como diz o slogan da nossa campanha, apenas a nossa união é que poderá gerar conquistas e avanços, já que o discurso dos patrões já está afinado no sentido de jogar na crise a responsabilidade de não ceder os justos avanços que buscamos”, disse Leonardo Del Roy, presidente da Fetigesp. “Não podemos e não iremos permitir retrocessos, temos que avançar e o setor gráfico tem subsídio para isso, mas a nossa união e mobilização serão fundamentais”, completou o companheiro Leandro, presidente do Sindicato dos Gráficos de Jundiaí e região.

Outro ponto alto desse início de campanha foi a presença ilustre da companheira Jéssica Carlos Gune, secretária geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores Gráficos de Moçambique, na África. “A luta dos trabalhadores é semelhante em todo o mundo, já que a essência da luta de classe é universal”, disse a companheira Jéssica.

As assembleias foram encerradas com entusiasmo e consciência de que a luta não será fácil, mas, com a união de todos, a categoria gráfica de São Paulo certamente terá bons motivos para comemorar ao término das negociações.

Os pontos principais da Pauta de Reivindicações são:
- Reposição integral da Inflação;
- Aumento real de 6%;
- Redução de jornada sem redução de salários;
- Hora extra de 100%;
- Adicional de 50%;
- Reajuste na PLR (15% nas faixas 1 e 2 e 20% na faixa 3)
- Além de ampliação dos direitos das mulheres.

Agenda de Negociações: 20/09/2011, 04/10/2011, 18/10/2011, 01/11/2011, 16/11/2011.

Em breve traremos mais informações pelo site e em boletins específicos que serão distribuídos em diversas empresas de todo o estado.

Por Alexandre Roccar
Fetigesp e STIG Jundiaí


219p
Companheiro Leandro, presidente do STIG Jundiaí fala na assembleia na Emepê

280p
Leonardo Del Roy, presidente da Fetigesp fala das reivindicações para companheiros e companheiras da Log&Print

332p
Trabalhadores aprovam sugestão da Pauta de Reivindicações por unanimidade!

271p
Companheira Jéssica, secretaria geral do Sindicato Nacional dos Trabalhadores Gráficos de Moçambique, prestigiando início da nossa Campanha Salarial

256p
Companheiro Jura explica pontos da Pauta de Reivindicações aos trabalhadores da Lo&Print

327p
Leandro convocando os trabalhadores para a luta na campanha salarial

written by administrador

Set 15
PETROBRAS I – A Petrobras esclarece sobre notícias divulgadas na imprensa acerca da participação da PDVSA na Refinaria Abreu e Lima S.A., em Pernambuco: “Conforme divulgado pela Companhia, em 26 de março de 2008 foi assinado acordo entre a Petrobras e PDVSA estabelecendo as bases para constituição de uma sociedade para a construção da Refinaria em Pernambuco. O acordo previa a participação de 60% da Petrobras e 40% da PDVSA na sociedade a ser formada”.

PETROBRAS II – “Para dar início ao projeto, a Petrobras constituiu a empresa Refinaria Abreu e Lima S.A., atualmente 100% controlada pelo Grupo Petrobras. A Companhia também confirma que celebrou em 2009 um contrato de financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção da Refinaria, conforme informações disponíveis em suas Demonstrações Financeiras”.

PETROBRAS III – “Para viabilizar a entrada da PDVSA na sociedade é necessário que esta adquira 40% das ações da Abreu e Lima, se responsabilizando ainda por 40% da dívida contraída, assim como por todas as obrigações contratuais resultantes desta, incluindo as garantias exigidas pelo BNDES”. Fonte: Assessoria de Imprensa da Petrobras

Funcionários dos Correios entram em greve hoje
Trabalhadores dizem que a paralisação ocorre por considerar a contraproposta dos Correios às reivindicações insatisfatória.
Os funcionários dos Correios entrarão em greve nacional, por tempo indeterminado, a partir de hoje, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect).
Em comunicado, a Fentect informou que a paralisação ocorrerá por considerar a contraproposta dos Correios às reivindicações insatisfatória.
A Federação pede aumento salarial real de R$ 400, do vale-refeição/alimentação, piso salarial de R$ 1.635 e reposição da inflação de 7,16%, dentre outras reivindicações. De acordo com a Fentect, os Correios ofereceram reposição da inflação de 6,87%, abono salarial de R$ 800 e vale alimentação de R$ 25. Portal IG

IBGE: Brasil registrava 4,3 milhões de empresas ativas com 34,4 milhões de trabalhadores em 2009
Rio de Janeiro - O Brasil registrava, em 2009, 4,3 milhões de empresas ativas, com idade média de 9,7 anos, que empregavam 34,4 milhões de pessoas e pagavam – a título de salários e outras remunerações – R$ 476,7 bilhões.
Os dados fazem parte do estudo Demografia das Empresas 2009, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje (14).
O estudo feito com base no Cadastro Central de Empresas (Cempre), do próprio IBGE, indica que das 34,4 milhões de pessoas ocupadas, 82,2% - o equivalente a 28,2 milhões de trabalhadores - eram assalariados e 17,8% (6,1 milhões) estavam na condição de sócio ou proprietário.
Em relação a 2008, tanto o número de empresas quanto o de pessoal assalariado cresceu. Segundo o IBGE, essa ampliação representou um saldo de 191,3 mil novas empresas e de mais 1,3 milhão de pessoas assalariadas.
O estudo indica ainda que o salário médio pago pelas empresas era de R$ 1.357,99 – o equivalente a 2,9 salários mínimos médios mensais em valores de 2009 (R$ 461,15).
O estudo revela que do total de 4,3 milhões de empresas ativas em 2009, 77,8% (3,3 milhões de empresas) eram “sobreviventes”, ou seja, eram empresas já ativas em 2007 e que permaneciam nesta condição em 2009. Em 2009, segundo o IBGE, a taxa de estabelecimentos que entraram no mercado foi 22,2% (o equivalente a 946,7 mil novas empresas). No mesmo ano, 17,7% (755,2 mil empresas) deixaram de atuar. Agência Brasil

Cada vez mais pessoas sacam o FGTS para bancar tratamento de doenças graves
Brasília - Criado originalmente em 1966 para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que completa hoje (13) 45 anos, passou por muitas mudanças ao longo do tempo, que ampliaram as possibilidades de saque dos recursos. O tratamento de doenças graves, por exemplo, pode ser pago com esse dinheiro. Só no ano passado, quase 210 mil pessoas sacaram o FGTS para bancar tratamentos de doenças como câncer e aids, totalizando R$ 407,45 milhões. Em 2009, foram 185 mil trabalhadores que recorreram ao fundo com essa finalidade.
De acordo com o secretário executivo do FGTS, Quênio Cerqueira de França, saber que pode usar esse dinheiro para tratamento de doenças graves dá "tranquilidade financeira" para o trabalhador que, ao passar por problemas graves de saúde, "tem uma elevação do seu custo de vida por causa de internações, de compra de medicamentos".
Para ter acesso ao dinheiro depositado na conta vinculada do FGTS, o portador do vírus da aids deve se dirigir a uma agência da Caixa Econômica Federal levando documento de identificação, número de inscrição do PIS/Pasep ou de contribuinte individual no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no caso do empregado doméstico, carteira de trabalho e cópia do atestado médico do profissional que acompanha o tratamento.
Os portadores de doenças graves, como câncer, devem apresentar atestado médico com validade não superior a trinta dias, com assinatura, carimbo e CRM do médico responsável pelo tratamento. O documento deve conter o diagnóstico com o relato das patologias ou enfermidades do paciente e o estágio clínico atualizado da doença.
Para os portadores de doenças terminais, o procedimento é o mesmo de quem está em tratamento de doença grave. A diferença é que o atestado médico deve conter, expressamente, a informação "paciente em estágio terminal de vida".
Quem sofre de doenças previstas pela regulamentação do FGTS pode sacar o valor total do saldo da conta vinculada. Não há limite para os saques. As informações sobre o fundo e as regras de saque podem ser obtidas na internet, na página oficial do FGTS. Agência Brasil

Conjuntura econômica: vendas do varejo sobem em agosto e setembro
As vendas do comércio continuaram fortes em agosto e nos primeiros dias de setembro, mantendo ou até acelerando o bom desempenho registrado em julho pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultadas pelo Valor, redes de eletroeletrônico, supermercados e lojas de construção civil informaram que este mês começou aquecido, acima da velocidade de expansão de agosto, que já foi um período considerado bom pelos empresários do setor.
Em julho, as vendas do varejo, em volume, cresceram 1,4% sobre junho, na série que desconta fatores sazonais. No segmento ampliado (que inclui automóveis e materiais de construção) o aumento foi de 0,6% na mesma comparação.
Essas análises variam de acordo com o segmento do comércio. No varejo de alimentos e em parte do comércio eletroeletrônico - como a linha de imagem e som - a demanda voltou a crescer nos últimos dois meses, em relação ao final do primeiro semestre. "Agosto foi igual a julho, que já foi um bom mês. E setembro vai muito bem", disse Ricardo Marques, coordenador geral da lojas Rabelo, varejista de eletroeletrônicos com atuação em sete Estados e previsão de chegar a 100 lojas em dezembro.
"O consumidor estava reticente com a alta nos preços, mas esse comportamento tem mudado, até porque certos aumentos no varejo perderam força", conta Martinho Paiva Moreira, diretor da rede D'Avó, com 10 hipermercados. Até esse momento, a alta real nas vendas (em valor) de setembro em relação a agosto é de 5%.
Produção acumulada
O aumento das vendas do varejo pode ajudar a indústria a desovar produção acumulada, pois grandes fabricantes de bens não duráveis relataram aumentos de estoque no segundo trimestre. Hypermarcas e Unilever trabalharam, pelo menos nos meses de maio e junho, para reduzir o nível de produtos estocados nas fábricas, conforme apurou o Valor. "Aquela volúpia promocional do 'pague dois e leve três' diminuiu no supermercado porque foram feitos ajustes. As promoções continuam, mas em ritmo menor", diz Moreira.
O comando do grupo Pão de Açúcar (GPA) comentou, na última sexta-feira, resultados positivos em setembro. "Agosto foi médio, mas setembro está bem melhor", disse Enéas Pestana, presidente do GPA. A companhia controla as redes Extra, Pão de Açúcar, Ponto Frio e Casas Bahia. "O Brasil vive um momento de pleno emprego e esse é o fator que mais influencia o consumo", afirmou ele.
O feriado de 7 de setembro, ocorrido na quarta-feira, foi festejado por algumas redes e teve efeito positivo. "Muita gente não viajou e acabou indo para os shoppings centers", disse Marques, da lojas Rabelo.
Previsão: fechar com alta
Outra rede que apresentou crescimento nas vendas de agosto foi a Lojas Cem, de eletrodomésticos e móveis. O resultado do mês foi 10% maior do que o registrado em agosto de 2010: "É um ótimo resultado, que deve ser mantido em setembro. A previsão é que o ano feche com alta entre 10 e 15%", diz Valdemir Colleone, diretor de relações com o mercado. Para ele, não há surpresas no desempenho da empresa, que trabalha com esses números desde o começo do ano.
O volume de vendas do varejo de eletrodomésticos e móveis segue firme. No acumulado do ano, as vendas estão 18,3% maiores que em igual período de 2010, segundo a pesquisa do IBGE. Nas contas da Lojas Cem, cujas vendas cresceram 18% em 2010, o desempenho deve desacelerar um pouco até o fim do ano, o que não indica que ele piorou, na opinião de Colleone: "Todo mercado tem um limite. Quanto mais próximo dele, menor o crescimento. O setor de eletrodomésticos ainda tem muito potencial, mas as pessoas estão chegando perto de um limite de endividamento e isso provoca um recuo, pouco significativo, no ritmo de crescimento", disse ele.
A rede Rabelo registrou alta de 14% nas vendas em agosto e neste mês, a expansão atinge 23% até o momento em relação ao mesmo período do ano passado, quando o desempenho já foi considerado forte pela cadeia. "Em julho a gente sente um pouco o efeito "ressaca das escolas", com os gastos com matrícula e material escolar. Mas em agosto e setembro não há mais essa 'concorrência'", afirma o executivo da Rabelo.
Perspectivas
"O mês de agosto foi muito bom e setembro deve ser ainda melhor", diz Jorge Letra, co-presidente da Dicico, rede de lojas de material de construção. Pelos dados do IBGE, a atividade avançou 0,6% em julho, na comparação com o mês anterior, e 11,7% no acumulado do ano, mas a Dicico colhe resultados maiores.
Nos meses de julho e agosto, a empresa cresceu 6% e 8,9% na comparação com os mesmos meses de 2010. Em setembro, mês considerado bom para as vendas, pois a empresa realiza a sua maior liquidação do segundo semestre, Letra projeta avanço de 8% frente a setembro de 2010.
"Nossas expectativas mudaram ao longo do ano. Enquanto o primeiro trimestre foi muito bom, o segundo foi ruim e o terceiro começou uma recuperação. Devemos fechar 2011 com crescimento de 16% nas vendas" na comparação com 2010, diz Letra. "Com as boas notícias da redução da Selic, o mercado aposta em um grande aumento das vendas já que haverá liberação de crédito no mercado."
No caso da Dicico, as importações não vêm conquistando maior fatia dos produtos da empresa. De acordo com Letra, hoje elas representam 12% das vendas, mas em maio representavam 16%, em parte por restrições adotadas para a importação de porcelanatos.
Na avaliação da General Brands, fabricante de alimentos e bebidas, agosto foi um mês "ótimo" nas vendas ao varejo e setembro caminha no mesmo ritmo. "No acumulado do ano, até agosto, crescemos 20% e a meta é atingir crescimento de 30% em 2011", afirmou Isael Pinto, presidente da companhia. (Fonte: Valor Econômico)

Jorge Caetano Fermino







written by FTIGESP

Ir para página início  530 531 532 533 534 535 536 537 538 539  última