Jul 27

O Movimento Sindical da Região Metropolitana Oeste da Grande São Paulo, representado pelas entidades vinculadas ao Conselho Intersindical de Saúde e Seguridade Social de Osasco e Região (CISSOR), a exemplo do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, da Comunicação Gráfica e nos Serviços Gráficos de Barueri, Osasco e Região, vem a público manifestar seu apoio ao ATO-SHOW OSASCO PELAS DIRETAS, que será promovido pelo Coletivo Mundo Mágico no próximo dia 30 de julho, no Calçadão de Osasco. LEIA MAIS 

FONTE: STIG BARUERI/OSASCO 

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Jul 27

Após cinco anos em silêncio, trabalhadores da GrafLog, em Vinhedo, voltaram a denunciar ao Sindicato da classe (Sindigráficos) problemas no cumprimento dos seus direitos na empresa. Os funcionários estão sem reajuste no vale-alimentação desde 2012. Continua em R$ 70. O valor, porém, deveria elevar com base na soma dos preços dos produtos da cesta básica da classe vendidos nos supermercados da cidade onde fica a empresa. Esta obrigação patronal consta na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria e estabelece até multa para quem descumpre. O Sindicato acaba de notificar a gráfica nesta terça-feira (25). Exigiu a correção imediata dos valores. A entidade inclusive já fez uma pesquisa em três supermercados de Vinhedo para facilitar a ação pela empresa. "O somatório dos produtos da cesta básica contida na convenção varia em torno de R$ 120 a 125 no Russi, Infranger e no Zarelli", conta Valdir Ramos, dirigente sindical que fez o levantamento na última semana. Ele conta que, apesar do Infranger ser conhecido popularmente como o supermercado de classe de média, o valor da cesta foi menor (R$ 120). Os itens, quantia e a qualidade da cesta estão na convenção da classe. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Jul 26

Independente da aprovação da reforma trabalhista, os gráficos precisam continuar lutando por seu emprego com a justa valorização profissional que passa pelas condições adequadas de trabalho, salário e direitos. Tal cenário carece da manutenção das regras em relação à remuneração e a direitos socioeconômicos postos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Neste sentido, a fim de buscá-la, os Sindicatos da classe (STIG) da Baixada Santista e do Grande ABC partiram na frente dos demais sindicatos do Estado devido a aproximação da data-base.

Apesar da campanha salarial ainda não ter começado, os presidentes de ambas entidades decidiram se reunir na última semana com o líder do sindicato (Tonze) das empresas do setor das duas regiões. "A ação oportunizou sentir um pouco a posição patronal sobre a recomposição salarial e a garantia dos benefícios em tempo de reforma trabalhista que só passa a valer após a data-base da classe em setembro", conta Jorge Caetano, presidente do STIG Santos. Ao lado do presidente do STIG ABC, Isaías Karrara, trataram ainda da conjuntura econômica do setor.

Embora informal, o encontro foi importante para ressaltar que as regras para a nova CCT não devem ter mudanças baseadas pela reforma, pois a data-base da classe é em 1º de setembro e a nova lei só entra em vigor em 13 de novembro. "Seria incoerente e conflitante desconsiderar a questão", falaram Karrara e Caetano a Antônio José Gameiro (Tonze). Houve até boa sinalização por parte do líder do patronal. E suscitou que só a partir do início do próximo ano tratarão de demandas atreladas à reforma, como os novos tipos de contrato de trabalho e demais itens.

A defasagem salarial diante da inflação nos últimos doze meses gira em torno de 3%. "O baixo índice, no entanto, não tem nada de positivo, mas é resultado da queda do consumo/produção diante do alto desemprego, inclusive de gráficos", frisou Caetano. A preparação de uma minuta de pauta de reivindicação dos trabalhadores gráficos da Baixada Santista e do grande ABC será decidida em assembleia nesta sexta-feira (28). O índice da recuperação salarial e os direitos serão apontados na ocasião.

Para Leonardo Del Roy, presidente da Federação Estadual dos Gráficos (Ftigesp), entidade na qual os STIGs são filiados, os sindicalistas estão de parabéns por anteciparem as tratativas mesmo que de forma informal em defesa da categoria e contra a materialização da reforma trabalhista. A conversa apontou para possíveis alinhamentos sobre impossibilidades da aplicação dos efeitos da reforma nestas negociações da nova CCT.

Além disso, ele avalia que já se começa a ver que a desregulamentação das convenções trará problemas às empresas locais com a concorrência desleal contra elas através da entrada de multinacionais atraídas pelos baixos custos com folha de pagamento, face a precarização de direitos. "Se o setor patronal apostar só na precarização dos direitos e salários dos trabalhadores, ele abrirá espaço para várias multinacionais entrarem em nossos mercados internos e extinguirem nossas empresas locais".

A Ftigesp, que coordenará a negociação salarial dos outros 17 STIGs do Estado, acompanha as tratativas dos STIGs Santos e ABC com o setor empresarial, por abrirem o calendário da campanha salarial dos gráficos paulistas em 2017. Por iniciarem antes dos outros, o resultado obtido influencia nas negociações salariais de todos os gráficos paulistas.

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Jul 25

Na última quinta-feira (20), o Sindicato dos Gráficos de Sorocaba e Região protocolou no Ministério do Trabalho (MTE) de Itu pedido de mesa redonda com a empresa Indústria Gráfica FM Ltda Me., que vem descumprindo a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria e desrespeitando direitos garantidos por lei do trabalhador brasileiro. De acordo com o presidente João Ferreira, o Sindicato denunciou a empresa devido a ausência de depósito do FGTS; irregularidades no pagamento das férias; não pagamento da PLR – Participação nos Lucros e Resultados; e o descumprimento do repasse da 2ª parcela do reajuste salarial firmado em última CCT. "Queremos uma mesa redonda para a empresa esclarecer os motivos de tantas irregularidades! Vamos continuar com grande atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores, que devem ser preservados e mantidos! Contra patrões que só visam o próprio lucro, vamos continuar batendo de frente", afirmou Ferreira. LEIA MAIS 

FONTE: STIG SOROCABA 

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Jul 25

Duas graves violações aos direitos convencionados do gráfico, que põe em risco a saúde dos trabalhadores da empresa Pedreira, na cidade de mesmo nome na região Serrana de SP, estão sendo investigadas pelo Sindicato da categoria (Sindigráficos) depois de uma série de denúncias. As reclamações revelaram que o filtro de água está com problemas e os 20 gráficos do local têm sido obrigados a consumi-la mesmo com a cor amarelada e a qualidade bem duvidosa. O local para a refeição também apresenta problema. Não comporta a todos, sendo obrigados a comer de pé. Além disso, queixas de que a empresa voltou a sonegar parte do valor das férias, do pagamento salarial e da Participação dos Lucros e Resultados – pontos estes resolvidos no Ministério do Trabalho em 2015. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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