Set 21

Gráficos de toda região participarão de confraternização neste domingo

Neste domingo (23), no Clube de Campo dos Químicos em Iporanga, os gráficos de Sorocaba e região participam da tradicional confraternização realizada pelo Sindicato da categoria (STIG). O evento é voltado para os sindicalizados e familiares. Dirigentes de STIGs de outras regiões foram convidados, como Álvaro Ferreira (Barueri), Leandro Rodrigues (Jundiaí) e o líder da Federão Paulista da classe (Ftigesp), Leonardo Del Roy. Na ocasião, João Ferreira, presidente do sindicato anfitrião, juntamente com os demais sindicalistas presentes, alertarão os gráficos sobre os direitos que estão em jogo durante as eleições gerais e na campanha salarial em curso. A eleição será realizada em 7 de outubro e a campanha precisa ser concluída até o fim de outubro para garantir todos direitos.

"Desde que assumimos o Sindicato, fizemos uma grande reestruturação da entidade, inclusive no modelo de festas voltadas para a classe, onde passaram a dar oportunidade para troca de ideias entre os participantes, sindicalistas e os familiares com assuntos de interesses diversos em um dia agradável", diz João Ferreira. Neste sentido, a eleição e a campanha salarial em pleno processo, serão tratados durante a confraternização. O cenário das negociações, desafios e a participação dos gráficos tanto na campanha salarial, quando na eleição, estarão na pauta da atividade.

"Estamos em um momento muito importante para a manutenção ou perda de nossos direitos. Eles estão em jogo. Tudo dependerá do resultado das eleições gerais e da campanha salarial unificada dos gráficos no estado. Em ambas situações, dependeremos da participação dos gráficos neste jogo. Se entrar em campo e jogar com garra, o resultado será positivo. Do contrário, ruim", diz Álvaro Ferreira, presidente do STIG Barueri/Osasco. O trabalhador precisa inclusive vestir a camisa do seu time, que não pode ser do patrão, mas do sindicato que lutará pela manutenção dos direitos. Portanto, pontua Del Roy, é preciso fortalecer o STIG através sobretudo da sindicalização, mas também do custeio sindical e da participação ativa.

Álvaro lembra inclusive dos efeitos negativos da lei da reforma trabalhista do Temer onde deu maior poder ao time patronal neste jogo da campanha salarial. Com a nova lei, diferente da última campanha, os trabalhadores precisam ficar mais unificados em torno do STIG, para evitarem a perda do jogo, ou seja, a perda dos seus históricos direitos, como a PLR e cesta básica, além do piso salarial, bem como a data-base em1º de novembro. Corre o risco inclusive de perderem todos os 87 direitos convencionados.

O presidente do STIG Jundiaí, Leandro, destaca também o risco da perda do jogo pelos gráficos se eles não estiverem preparados para as eleições de 7 de outubro. Se apostarem em candidatos a deputados, senadores, governadores e presidentes errados, o time dos patrões que vencerá. Se ocorrer, os prejuízos serão maiores que a reforma trabalhista com reflexo direto na perda de direitos e na elevação do desemprego e subemprego. Se votar errado, a aposentadoria vai acabar com a reforma previdenciária e jamais serão revogadas as ações do governo do Temer contra o povo.

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Set 20
FONTE: STIG ABC

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Set 20

Para participar é preciso informar os dados das crianças até o dia 28 de setembro. A festa acontece no sábado, 13 de outubro. LEIA MAIS


FONTE: STIG GUARULHOS 

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Set 20

Em 30 dias, mais trabalhadores da região serão reconhecidos enquanto gráficos e passarão a ter um conjunto de direitos coletivos superiores à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A informação foi confirmada pela empresa Dekorace em Itupeva, semanas depois do esclarecimento do Sindicato da categoria (Sindigráficos) sobre o devido enquadramento dos trabalhadores. A Dekorace é responsável pela impressão de rótulos em embalagens plásticas produzidas pela empresa Depack, localizada na mesma cidade. Uma reunião entre o sindicato e a Dekorace ocorrerá nas próximas semanas para a conclusão do processo onde garantirá aos 42 empregados os mesmos direitos e pisos salarias dos gráficos da região. LEIA MAIS 


FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Set 19

Gráfica Index Label muda de Cajamar para Santana do Parnaíba sem o pagamento do FGTS dos trabalhadores. Ação trabalhista está em curso

Na última semana, dias após a descoberta do novo endereço da gráfica Index Label, que mudou da região de Jundiaí para a de Barueri/Osasco, exatamente para Santana do Parnaíba, sem o pagamento do FGTS dos trabalhadores, os sindicatos da classe (STIGs) desses locais reuniram-se para traçar as ações em defesa dos gráficos mesmo com essa mudança. O STIG Jundiaí, presidido por Leandro Rodrigues, continuará com a ação judicial que haverá audiência no fim do mês. E o STIG Barueri, presidido por Álvaro Ferreira, garantiu que dará continuidade a ação de fiscalização na empresa, inclusive enviará sindicalistas para conhecer a Index Label.

Esta não é a primeira vez que a empresa mudou de endereço. Ela saiu da capital paulista para Cajamar e agora está em Santana do Parnaíba. A Index Label está agora na Avenida Tenente Marques, 546, Fazendinha. "Embora a empresa ainda não nos comunicou oficialmente que está em nossa região, vamos solicitar uma reunião com ela, tenha ela o mesmo nome ou não. E também conversar com os trabalhadores", conta Álvaro. O sindicalista, que reafirma o compromisso de continuar o trabalho ora desenvolvido pelo STIG Jundiaí, adianta que fica preocupado com o fato ora já informado pelo sindicato da região vizinha onde estava esta gráfica.

No curto prazo de cinco anos em que a Index Label esteve em Cajamar o STIG Jundiaí precisou agir algumas vezes em proteção dos direitos dos trabalhadores. O vale-alimentação dos gráficos, que é um direito coletivo da categoria, estava defasado em 31%. Os funcionários não conseguiam comprar todos produtos da cesta básica nos supermercados da região. Em 2017, o reajuste foi garantido após a intervenção sindical constante. Ainda houve reivindicações em relação ao combate à elevada jornada, sendo pleiteado o trabalho somente em sábados alternados. A luta pelo pagamento do FGTS também é antiga. Mas apesar de várias promessas da empresa, ela nunca pagou sendo necessária o ajuizamento, o qual a Index Label tenta dar um calote até na Justiça com o fechamento em um local e sua reabertura em outra, descoberta após iniciativa de Leandro.

Para Luis Carlos Laurindo, advogado do STIG Jundiaí, independente da confirmação da presença ou não da empresa na audiência, mesmo com o novo endereço, ela terá de ser julgada pela Vara do Trabalho em Cajamar. Se ela não aparecer, o jurista diz que será julgada da mesma forma, sendo então por revelia. E o sindicato buscará a execução desta sentença da dívida do FGTS e vai solicitar, por exemplo, confisco judicial de bens dos donos ou acionistas para o pagamento dos trabalhadores.

Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista da classe (Ftigesp), entidade na qual os STIGs estão filiados, também está ciente da situação. E alerta a Index Label, seja com novo endereço ou nome, que precisa cumprir os direitos dos gráficos. Desse modo, o dirigente acredita na continuação da atuação dos sindicatos em defesa do interesse de todos trabalhadores, os quais precisam se sindicalizar para fortalecerem os STIGs na batalha.

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