Mai 22

Se o Senado não mudar o texto da reforma trabalhista aprovado pelos deputados, o dinheiro da hora-extra será substituído por banco de horas. Ftigesp enviou uma sugestão de emenda ao senador Renan Calheiros.

Apesar de não ter tradição no campo do movimento sindical, o senador Renan Calheiros, líder do partido (PMDB) do presidente Temer na Casa Revisora, rebelou-se da orientação presidencial e está contra a reforma trabalhista aprovada pela Câmara Federal há poucos dias. Ele declarou que a reforma não passa do jeito que está por conta dos ataques aos direitos da classe trabalhadora e sindicatos. E outros senadores da base aliada do governo já adotam a mesma posição. Caso haja mudanças no texto, o projeto retorna para nova avaliação dos deputados. Assim, por necessárias alterações no texto-original para evitar o fim de mais de 100 direitos da CLT, e contra a criação de tipos de contratos laborais sem os direitos da Convenção Coletiva (CCT) dos profissionais, a Federação Paulista dos Trabalhadores Gráficos do Brasil (Conatig) enviou sugestão de emendas ao senador Renan, a fim de evitar inclusive as propostas de isolamento dos sindicatos e a limitação do papel da Justiça do Trabalho.

"Enquanto representante de cerca de 90 mil gráficos do Estado de São Paulo, não aceitaremos, sem lutar, a retirada dos direitos da categoria, em especial os direitos da representação sindical e os direitos da CCT, conforme está posto no texto original da reforma trabalhista na Câmara", fala Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp. A CCT dos gráficos tem, por exemplo, quase 90 cláusulas com direitos diversos, como as cestas básicas mensais, participação nos lucros e resultado, e o pagamento da hora extra com valores superiores ao definido pela CLT. Na proposta da reforma aprovada pelos deputados, todos estes direitos acabam porque permitem contratar os gráficos como terceirizados, temporários, parciais e outras modalidades. Em todas essas, a CCT deixa de ser obrigatória e ainda retiram dos sindicatos a prerrogativas de representar tais gráficos.

Até mesmo para os gráficos que não forem rebaixados aos novos tipos de contrato de trabalho, estes que serão uma minoria, já que o custo do trabalho será maior para a empresa, dezenas de direitos serão afetados. Isso ocorrerá pelo mecanismo do texto-original da reforma que permite o patrão pressionar para rebaixar direitos da categoria (negociado sobre o legislado). "Um desses direitos é trocar o pagamento da hora-extra pelo banco de horas. E negociado de forma individual", denuncia Del Roy. A CCT da classe garante o pagamento em dinheiro pela hora-extra feita. O índice definido é de 65% de adicional de hora extra de segunda a sexta-feira e 100% aos domingos e feriados. Pela CLT, o valor é só de 50%.

Assim, contra o desmonte deste e outros direitos, o presidente da Ftigesp enviará ao senador Renan várias sugestões de emendas. A primeira, já encaminhada, opõe-se justamente ao banco de horas. "É preciso não permitir tal mecanismo de forma individual, mas permiti-lo só se feito por meio de Acordo Coletivo ou CCT, pois protege os gráficos através das contrapartidas postas às empresas na hora da negociação", diz Del Roy.

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Mai 19

Na última semana, um forte ato político durante a festa de 600 gráficos e familiares da região de Sorocaba, realizado pelo Sindicato da categoria (STIG) no mês do Dia Mundial do Trabalhador, alertou ao público que o prejuízo será significativo para a classe trabalhadora, se esta permitir o avanço das reformas trabalhista e previdenciária do governo Temer no Congresso Nacional. No evento, a entidade sindical, que reuniu várias lideranças do setor gráfico e de outras categorias da região e do Estado, denunciou que as então reformas são, na verdade, o desmonte das leis atuais para acabar com a aposentadoria e diversos direitos trabalhistas, inclusive todos direitos da Convenção Coletiva de Trabalho da classe.

"Este ilegítimo governo Temer tenta a todo custo acabar com os nossos direitos, conquistados com muita luta. No entanto, já deixamos nosso recado quando o Brasil inteiro foi para as ruas: não aceitaremos calados o desmonte da Previdência, nem de nossos direitos. Vamos lutar o quanto for necessário", afirmou o presidente do STIG, João Ferreira. Todo o ato político, que durou uma hora durante a festividade no Clube de Campo do Sindicato dos Químicos de Sorocaba, foi acompanhada atentamente pelos participantes com gritos simbólicos de "Fora Temer".

A Federação Paulista dos Gráficos e alguns STIGs de outras regiões do Estado prestigiaram a atividade e também participaram do ato político. Entre eles, Leonardo Del Roy, presidente da Ftigesp, que fez o discurso de abertura, apresentando aos trabalhadores e detalhando alguns dos vários pontos negativos da reforma trabalhista e previdenciária. Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp e presidente do STIG Jundiaí, fez questão também de destacar o desmonte nas leis com as reformas e a necessidade dos gráficos, demais profissionais e familiares reagirem a este golpe nos direitos, a exemplo da histórica greve geral feita ha dias.

O STIG Barueri/Osasco, representado pelo sindicalista Aurelino Pereira Mineiro, também marcou presença no evento em Sorocaba. Além dele, participaram outras lideranças do movimento sindical da região.Dentre eles, o presidente do Sindicato dos Químicos e presidente regional da Força Sindical de Sorocaba, Carlão; o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mogi, Tadeu Moraes. Todos repudiaram as reformas. "Falar sobre as consequências do desmonte das leis e ter a atenção dos participantes durante mais de uma hora na festa é preciso e mostra que os trabalhadores e familiares já começaram a entender os prejuízos que podem recair sobre eles se as reformas avançarem", disse Jorge Caetano, vice-presidente da Ftigesp, parabenizando o STIG pela ação.

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Mai 18

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Gráfica, da Comunicação Gráfica e dos Serviços Gráficos de Santos, São Vicente e Região, por seu Presidente que a este subscreve e com experiência de muitos anos a frente das Negociações do Setor Gráfico a níveis Estadual e Nacional, vem por este meio baseado em Parecer Jurídico efetuado pelo nosso advogado Dr. Raphael S. Maia, externar nossa enorme preocupação com o resultado dessa votação que modificará drasticamente as relações do trabalho e colocando conforme propostas abaixo que estão sendo tramitadas neste Senado Federal os trabalhadores em enormes vulnerabilidades perante as empresas quando não poderão evitar que seus contratos de trabalho efetivos serão totalmente aviltados por estas modificações nas relações de trabalho. 

FONTE: STIG SANTOS  

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Mai 18

A partir desta quinta-feira (18), inicia o processo eleitoral da direção do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Gráfica de Cajamar, Jundiaí, Vinhedo e Região (Sindigráficos). Os interessados podem inscrever as suas chapas a partir de amanhã até segunda (22), sempre das 8h às 17h, na unidade do Sindicato na cidade de Cajamar – na Av. Belmiro Campos, 64, Casa 2, Jardim São Luis, Polvilho. Em conformidade com o estatuto social da entidade, qualquer interessado em participar precisa montar a sua chapa. A atual diretoria adianta que montará uma chapa para concorrer. A eleição, por sua vez, será realizada no dia 4 de julho a partir das 0h e terminará às 18h do dia seguinte. A apuração dos votos será realizada em um local ainda a ser definido. Todo o processo será plenamente democrático e transparente como tem sido tudo atualmente. E convoca a todos os sindicalizados para que participem de cada etapa. LEIA MAIS ABAIXO 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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Mai 18

Reunião de organização das centrais e movimentos sociais para o ato no dia 21 e a marcha em Brasília no dia 24 Maio

FONTE: STIG GUARULHOS

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