Abr 25
Reunidos ontem à noite em assembleia na sede do sindicato os trabalhadores decidiram pela paralisação que acontece no próximo dia 28 em todo o país contra as reformas da previdência social e trabalhista proposta pelo governo. Durante a assembleia os trabalhadores tomaram conhecimento profundo do pacote de maldades que esta sendo preparado pelo governo com a PL 6787 da reforma trabalhista. O projeto de lei abre a possibilidade do banco de horas individual sem a participação do sindicato da categoria, acabando assim de vez com as horas extras; a proposta também acaba com a homologação da rescisão contratual realizada pelo sindicato, com a nova proposta à homologação passa a ser realizada dentro da empresa entre patrão e empregado, onde através de advogado da empresa será dado quitação geral de todo o período trabalho, impedindo assim que o trabalhador recorra à justiça do trabalho posteriormente para receber verbas que não são quitadas na rescisão. A empresa poderá contratar o trabalhador por período intermitente, ou seja, para os dias que realmente tenha serviço na empresa e o trabalhador receberá apenas pelas horas trabalhadas, sem FGTS, 13º e férias, regulamentando assim o chamado "bico". Alerta Jorge Caetano que essas são algumas das dificuldades que o projeto de lei apresenta.

FONTE: STIG SANTOS 

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Abr 25
Com dívidas na ordem de R$ 200 mil com seus gráficos, como apontado em duas ações judiciais da entidade de classe (Sindigráficos), vitoriosas na 1ª instância judicial e aguardando o desfecho na esfera superior, a Editora Fontana e o Grupo Minuano, do qual o Jornal Diário/SP integra, tentaram congelar a obrigatoriedade do pagamento de suas dívidas por via de um fraudulento processo de recuperação judicial, como acaba de ser considerado pela Vara Única da Comarca de Jarinu. A juíza do caso, que foi interpelada antes pelo Sindicato para apurar o por quê o jornal não estava na lista da recuperação judicial, detectou manobras para fins aquém à proteção dos empregos e às outras finalidades deste processo. Foi descoberto que a Editora, que assumiu o jornal em 2016, deixou de produzir há algumas semanas, mas, ainda assim, ampliou o seu capital de R$ 10 mil para mais de R$ 31 milhões. Diante da situação verificada pelo administrador judicial, a magistrada revogou a referida recuperação concedida à Fontana e ao Minuano, porque caracterizou haver manobra para aproveitarem-se do processo para "privatização de seus lucros e a socialização dos prejuízos" para seus credores, a exemplo dos gráficos.

FONTE: STIG JUNDIAÍ

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Abr 25

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Abr 25

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Abr 24

Trabalhadores, troquem um dia de serviço para garantir os seus direitos. Os STIGs precisam se juntar aos movimentos sindicais de cada região para prepararem e intensificarem a paralisação. Na região de Jundiaí, cada sindicato está fazendo assembleias, a exemplo do STIG local, para promoverem várias paralisações de empresas de segmentos distintas

Cem anos após a primeira greve coletiva, a classe trabalhadora voltará a realizar uma história greve geral no Brasil na próxima sexta-feira (28). Em 1917, lutava-se para ter direitos e ter representação sindical, agora, em 2017, a luta é para mantê-los. Todas centrais sindicais assumiram o desafio de parar o país contra as reformas do governo Temer. E razões não faltam para os gráficos e demais profissionais cruzarem os braços. Temer e sua base aliada no Congresso Nacional, mesmo envolvidos na lista da Operação Lava Jato, aprovam leis contra os direitos da classe trabalhadora e querem mais. Após validar a terceirização e o contrato temporário de trabalho, retirando direitos convencionados do operário, eles acabam de apresentar mais de 100 pontos contra direitos da CLT e se preparam para votar. Ou para-se o país, ou volta-se aos retrocessos do período de 1917, com jornadas elevadas e sem direito aos direitos.

"O cenário de retirada de direitos com as reformas do Temer só mudará se os Sindicatos dos Gráficos (STIGs ) no Estado e no Brasil e demais entidades de classe convencerem os trabalhadores e o povo (inclusive todos aqueles iludidos com o 'pato amarelo' da Fiesp) de pararem as suas atividades na sexta (28)", convoca Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Gráficos (Ftigesp), todos STIG a assumirem esta tarefa de parar a categoria nas suas regiões durante a greve geral, honrando assim o legado da classe gráfica originário da greve de 1923.

O dirigente é categórico ao afirmar que só com o sucesso da greve que a avalanche de ataques aos direitos trabalhistas e sindicais pode parar. Ele orienta os STIGs a se juntarem aos movimentos sindicais e sociais de cada região para prepararem e intensificarem a grande paralisação.

"A greve geral precisa ser tão forte e radical quanto têm sido os ataques aos nosso direitos de se aposentar e os demais direitos trabalhistas", diz Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. O dirigente, que preside o STIG na região de Cajamar, Jundiaí e Vinhedo, seguiu a orientação da Federação e já há duas semanas tem se reunido com o movimento intersindical para garantir grande paralisação na sexta (28). A entidade também está realizando assembleias nas portas das maiores gráficas, explicando aos trabalhadores sobre a necessidade da adesão à greve para frear o ímpeto do governo Temer e seus aliados de retirar direitos.

Na região de Jundiaí, haverá várias paralisações de empresas de áreas distintas. Cada sindicato está fazendo assembleias, a exemplo do STIG. "Já está definido até uma ação conjunta na entrada do distrito industrial de Vinhedo e Cajamar, a fim de ampliar a adesão da greve desta sexta", diz Rodrigues. E outras ações supressas estão previstas para este dia.

Del Roy parabeniza a atitude do STIG Jundiaí e reforça a necessidade de que todos os STIGs encabecem a preparação de uma radical greve em cada região do Estado. "Temer e seus aliados não estão brincando", adverte o dirigente. Ele lembra que há poucos dias o relator da reforma trabalhista modificou para pior o texto original deste projeto de lei que permitirá a empresa negociar para baixo vários direitos do empregado. O projeto original permitia negociar 13 direitos, agora, são mais de 100. A votação no plenário da Câmara dos Deputados acontecerá em breve. Portanto, ou os trabalhadores param na sexta, ou perderão quase tudo!

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