Fev 24

O gráfico que pensa que não tem problemas fixar a idade mínima de 65 anos, como será fixada pela reforma previdenciária, pois é idade padrão para se aposentar, está muito enganado. Pela lei atual, qualquer homem que trabalhar desde os 18 anos, sem parar, aposenta-se com 53 anos e a mulher com 47 anos. Só aposenta-se depois, se ficou desempregado ou deixou de contribuir com o INSS. Porém, com a reforma atual, até o fator previdenciário deixará saudades pois causava um mal menor. Isto porque a atual reforma fixa a idade mínima e a condiciona ao tempo de contribuição - este que também foi elevado para limitar a aposentadoria integral. Ampliou de 30 (mulher) e 35 (homem) para 49 anos ambos os sexos. Com isso, atingindo a idade de 65 anos, sem cumprir os 49 anos de contribuição, deixará de ter direito à aposentadoria integral. Diferente do que ocorre hoje, quando se permite tal aposentadoria com 53 anos, incidindo, porém, efeitos redutores no valor com o fator previdenciário.

É o mesmo que acabar com a aposentadoria integral por contribuição. Já que poucos serão os que conseguirão trabalhar mais tempo para ter o direito de recebê-la com o valor de 100%. Muitos já não conseguem hoje atingir os 30 (mulher) e 35 anos (homem) de contribuição ao INSS para poder se aposentar integralmente. Agora, quase ninguém atingirá 49 anos de contribuição. "Portanto, a aposentadoria total pela regra da contribuição deixará de existir na vida real", enfatiza Leonardo Del Roy, presidente da Federação Paulista dos Trabalhadores Gráficas (Ftigesp).

Além disso, o dirigente aponta outro prejuízo significativo. Muitos não conseguirão nem se aposentar com um valor menor. Isto porque houve uma mudança também na contribuição mínima para garantir tal direito. Elevou de 15 anos para 25 anos. Pela reforma, quem atingir este tempo terá direito a 76% do valor da aposentadoria. Isto é grande absurdo. Pior ainda é aquele que não conseguir contribuir por este período. Este será excluído da aposentadoria. Isto mesmo. Excluído. Mesmo idoso ou sem condições de continuar trabalhando. "Nem o terrível fator previdenciário fez isto, porque permite se aposentar, mesmo que reduza o valor", repudia Jorge Caetano, vice-presidente da Federação Estadual dos Gráficos.

"Fora Temer. Este governo ao invés de cobrar o rombo de bilhões de reais na Previdência com as sonegações patronais ao INSS, inclusive se apropriando indevidamente das parcelas já pagas pelos trabalhadores, inventa de acabar efetivamente com o nosso direito à aposentadoria", diz Leandro Rodrigues, secretário-geral da Ftigesp. Além dos prejuízos colocados, confira no quadro abaixo outros retrocessos com a reforma. Apesar disso, a Câmara Federal tem pressa em aprová-la. "Os gráficos e demais categorias precisam estar atentos para o plano de trabalho da Comissão Parlamentar Especial da Reforma da Previdência", ressalta Álvaro Ferreira, secretário de Comunicação da Ftigesp. Foi definido um calendário só com oito audiências públicas e um seminário internacional. E apressadamente devem apresentar o relatório final no dia 16 de março.



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Fev 23
Trabalhadores Gráficos do Jornal de Piracicaba cruzam os braços. Todos os trabalhadores da empresa estão ha mais de 60 dias sem receber salários. Infelizmente o Jornal continua sendo impresso porque os Jornalistas da empresa não aderiram a luta dos companheiros Gráficos. Com isso a empresa tem as matérias e a impressão esta sendo feita no Jornal da Cidade de Rio Claro.!!!!

FONTE: STIG

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Fev 23
Desde 2016, todo o movimento sindical está se mobilizando contra as propostas apresentadas pelo governo de Michel Temer. E, infelizmente, a cada dia, continuamos nos deparando com uma nova atrocidade e mais um ataque aos direitos dos trabalhadores! A Reforma da Previdência, por exemplo, já está em trâmite e mira um benefício essencial para todos os trabalhadores: a aposentadoria. Se aprovada, a maioria dos brasileiros nunca chegará a solicitar a aposentadoria e morrerá sem ter acesso ao que é seu por direito e por anos de contribuição. A idade mínima será de 65 anos e o tempo de contribuição mínimo, para aposentadoria proporcional, de 25 anos. Estamos mobilizados também contra a Reforma Trabalhista, que visa a precarização de diversos direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como férias, jornada de trabalho, banco de horas e muito mais!
O atual governo, extremamente conservador de Michel Temer, quer tirar nossos direitos, mas não vamos aceitar, sem luta, o que tentam nos empurrar goela abaixo! Juntos, vamos nos mobilizar cada dia mais para defender nossos direitos! Todo sindicato é mais forte quando a categoria luta junto! Por isso, contamos com o apoio de toda a família gráfica nas batalhas do dia a dia, de porta de fábrica, e nas lutas de todo o movimento sindical em defesa de todos os trabalhadores. Não será um ano fácil, mas vamos, juntos, lutar com todas as nossas forças para enfrentar os novos desafios! Precisamos de união e mobilização para passar por cima de todos os obstáculos colocados à nossa frente! Contamos com vocês!

POR: Álvaro Ferreira da Costa, presidente do STIG Barueri/Osasco 
FONTE: STIG BARUERI/OSASCO

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Fev 23
O saco de maldades da proposta de emenda constitucional do governo vem causando muitas confusões sobre um dos benefícios mais importantes, a pensão por morte. Três coisas se destacam: quem tem direito, por quanto tempo e em que valor. Os dependentes de primeira linha, sem nem mesmo ter que comprovar dependência econômica, são os do núcleo familiar imediato, marido, mulher ou companheiro(a), e filhos até 21 anos ou inválidos. Pais ou irmãos até 21 anos ou inválidos só terão direito se não houver os do primeiro grupo e comprovando a dependência econômica; e é assim desde 1991.Para os filhos a pensão vai até os 21 anos, sem extensão maior mesmo que esteja estudando. Para viúvos(as) até 2015 a pensão seria vitalícia, só não podendo acumular mais um benefício igual. Com as últimas mudanças já ocorridas, a pensão só é vitalícia para os que ficam viúvos(as) com 44 anos de idade ou mais. Para os outros existe uma tabela da duração de acordo com a idade, começando com o período de 3 anos para pensionistas com menos de 21 anos de idade. A exigência do período mínimo de 18 meses de contribuição e 24 meses de casamento ou união estável também entrou na legislação em 2015. Desde 1995 a pensão por morte é calculada em 100% do que seria a aposentadoria do segurado falecido. E é aí que entra a proposta do governo: pretendem um retrocesso no cálculo para 50% mais 10% por cada dependente, e ainda desvinculando do salário mínimo. E para colecionar mais uma inconstitucionalidade querem proibir o recebimento cumulado de aposentadoria e pensão, pretendendo esquecer que cada um decorre de uma vida contributiva diferente. A lei atual já é bastante restritiva e ainda querem coisa pior.

POR Sergio Pardal Freudenthal
FONTE: STIG SANTOS

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Fev 23
Neste domingo (19), mais de 2 mil trabalhadores gráficos e suas famílias realizaram uma das melhores festas do Dia Nacional da Classe, no Sítio Francisco, em Jundiaí. Muito sol e o calor humano em clima de alegria e muita paz marcou a festividade, além do reconhecimento do público ao trabalho sindical feito ao longo dos anos e pela organização do evento. Tudo transcorreu da melhor forma. Uma infraestrutura especial garantiu a presença dos gráficos e família de mais de 20 cidades que compõem a região onde atua o Sindicato da categoria (Sindigráficos). Dois palcos com artistas diferentes animaram a todos. No palco central, o clima de Carnaval tomou conta dos participantes. Houve a participação até de sambistas da Escola de Samba União da Vila de Jundiaí. No palco do Deck da lagoa do sítio, baladas, rock pop e música popular brasileira. Houve ainda uma programação para criançada com muito brincandeiras, picolé e etc. Sorteio de prêmios para adultos. Muita cerveja, churrasco e muito mais. Relembre os melhores momentos. As fotos já estão AQUI disponíveis. LEIA MAIS 

FONTE: STIG JUNDIAÍ 

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