Set 23

"Remando numa só direção, nós, trabalhadores gráficos, quebramos a onda do patrão. Não haverá vitória, se cada gráfico fizer sua parte. Vem pra Luta!"

Com o slogan acima, os trabalhadores das indústrias gráficas paulistas iniciam a nova campanha salarial após realizarem nas últimas semanas as assembleias em todas as regiões onde há sindicatos organizados no Estado. Uma enxuta pauta de reivindicação foi definida. Ela será única para os gráficos em todas cidades, exceto na Baixada Santista e Grande ABC, onde há uma outra data base e representação patronal deste setor diferente do restante do Estado. A pauta unificada foi construída pela contribuição da base e dos sindicalistas em cada uma das assembleias. As últimas aconteceram nas regiões de Barueri/Osasco (9), Jundiaí (11) e na capital (16). Os gráficos, atentos à questão da crise econômica, decidiram exigir só a recuperação das perdas salariais diante da inflação anual correspondente ao período da data-base (1º de novembro) e mais as perdas acumuladas com a última negociação salarial quando houve o parcelamento do reajuste, acumulando um prejuízo entre 1 por cento e 2 por cento. A pauta ainda exige a estabilidade de três meses dos gráficos no emprego e nenhum direito a menos da atual Convenção Coletiva de Trabalho.

"Tá empregado, tá amparado. Os gráficos que tocam a produção exigem respeito, recomposição salarial e manutenção de direitos", frisa Álvaro Ferreira, presidente do Sindicato dos Gráficos de Barueri/Osasco, durante reunião com mais de 110 gráficos na assembleia da categoria. O sindicalista alertou a categoria que caberá a todos entrar nesta luta para garantir a pauta de reivindicação. Ele lembrou que não é à toa o slogan da campanha salarial, onde destaca a importância da unidade e da luta, que é uma responsabilidade dos sindicalistas, mas é de todo Sindicato, ou seja, a própria categoria. "Não é papel do trabalhador apenas cobrar o resultado final da campanha, mas participar dele para obter a vitória".

Os STIGs Sorocaba e Guarulhos reafirmam a necessidade de unidade, organização e de mobilização da categoria. "A campanha salarial começou e o trabalhador isolado é explorado", alertou João Ferreira, presidente do STIG Sorocaba. Francisco Wirton, presidente do STIG Guarulhos, fez questão de complementar dizendo que nenhuma conquista virá para os trabalhadores se não houver participação nesta campanha: sem luta, não há conquista, portanto, é indispensável a categoria aderir a luta.

"A nossa ideia é fazer uma campanha salarial na porta das empresas, chamando os gráficos para a luta em defesa de seus direitos. É preciso sair da zona de conforto pela busca da manutenção do emprego e da justa recomposição salarial. É fundamental participar das assembleias e atividades ao longo do processo. Vem pra luta", diz Leandro Rodrigues, presidente do STIG Jundiaí, lembrando aos gráficos na assembleia da região que o custo de vida e da cesta básica continua aumentando.

A Federação Estadual da categoria (FTIGESP), através do conjunto de STIGs, reuniu todas as propostas oriundas das assembleias e assim definiu uma pauta de reivindicação enxuta por compreender o atual momento de recuperação da economia, portanto, espera coerência do setor patronal. "Não exigiremos ganho real, mas somente a recuperação das perdas com a inflação. Não pedimos mais direitos, mas a garantia do que já existe. E reivindicamos a manutenção do emprego", descreve Leonardo Del Roy, presidente da FTIGESP.

"A estabilidade por três meses ao trabalho está prevista inclusive na lei quando o desfecho da negociação salarial ocorre através de dissídio na Justiça. A intenção é que este direito seja garantido, independente de ter que ir ao processo de dissídio, mas de forma acordada", disse Ferreira na assembleia. A FTIGESP funcionará nesta campanha como um tipo de assistente nas negociações com o setor patronal, mas são os STIGs que têm o papel fundamental na mesa de negociação através das ações sindicais junto à organização e à mobilização de suas bases nas gráficas em todas as regiões do Estado.

written by jorge

Set 22
O Sindicato dos Gráficos de São Paulo inicia a Campanha Salarial 2016/2017 com a aprovação da pauta de reivindicação. Na última sexta-feira (16/09), os gráficos de São Paulo iniciou a Campanha Salarial 2016/2017 com a Assembleia Geral, que reuniu a categoria na sede do Sindicato SP para discutir e aprovar a pauta de reivindicação. Estamos passando um ano em que os direitos dos trabalhadores estão sendo ameaçados e isso pode refletir na hora das negociações com o patronal. Vamos reivindicar reposição da inflação do período e mais 2 por cento de aumento real e a manutenção dos direitos firmados em Convenção Coletiva. O Sindicato conta com o apoio da categoria. Junte-se a nós e fortaleça o Sindicato. Definido em Assembleia o prazo de oposição: será no término das negociações.

FONTE: STIG SÃO PAULO

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Set 22
Um novo acordo de jornada de trabalho, onde garanta na maior parte do ano o expediente de segunda a sexta no horário comercial, incluindo o feriado do Dia do Gráfico, está para ser fechado na Better's. O acordo, uma exigência do Sindicato da classe (Sindigráficos), será deliberado na próxima segunda-feira (26) pelos 180 funcionários. A gráfica, que mudou as suas instalações a poucos meses de Cajamar para Franco da Rocha, também estava sendo questionada pelo órgão da categoria pela falta da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), ampliando o risco à saúde e segurança dos empregados frente às características da nova realidade do local, com maior variedade de funções e graus de risco. A cobrança já surtiu efeito. A nova Cipa, com sete gráficos entre titulares e suplentes, foi eleita na última quinta (14). O Sindicato está à disposição dos cipeiros. Até já cobrou da empresa a correta distribuição e o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a apresentação de laudos técnicos (PPRA e PCMSO) para proteção dos gráficos no serviço, bem como cobrou e confirmou a contratação de um técnico em Segurança do Trabalho e a disponibilização de dois carros com motorista para socorro necessário. Os direitos à cesta básica e à liberação de 7h20 na semana quando o sábado compensado cai no feriado também foram abordados. LEIA AQUI A MATÉRIA COMPLETA

FONTE: STIG JUNDIAÍ

written by jorge

Set 22
Através de medida provisória, o governo federal determinou que todos os beneficiários de auxílio doença e aposentadoria por invalidez com menos de 60 anos e mais de 2 anos sem passar por reavaliação sejam chamados para fazer nova perícia. A estimativa é que, com a medida, 2 por cento de todas as aposentadorias por invalidez sejam canceladas e até 20 por cento dos auxílios doença deixem de existir. Com isso, o governo estima economizar pelo menos R$ 1,5 bilhão por ano. Quem se enquadrar na questão acima, não precisa se apressar indo aos postos do INSS, deve aguardar a chamada que será feita por carta individualizada a partir deste mês. Para reforçar a convocação, também serão emitidos, a partir de novembro, avisos aos beneficiários por meio dos terminais eletrônicos das agências bancárias.

FONTE: ATAIGESP

written by jorge

Set 21

Atestado médico é um dos documentos que carecem de comprovantes

A fim de dar uma maior segurança ao gráfico referente à comprovação da entrega de atestados médicos ou outro qualquer documento original por ele apresentado na empresa, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da classe obriga a gráfica a emitir recibos de recebimento. Com isso, o funcionário evita 'dor de cabeça' futura caso a empresa informe não ter recebido o atestado médico ou outro documento. Dessa forma, evita as faltas ou demissões aplicadas sobre a justificativa arbitrária por ausência injustificada. Os comprovantes de entrega de documentos são importantíssimos. Porém, como só são emitidos mediante a solicitação, a Federação Estadual da categoria (FTIGESP) orienta os trabalhadores para não deixarem de requererem tais comprovantes em toda ocasião.

"Não é um favor da empresa em fornecer esse comprovante, mas sim é uma obrigação dela como define a cláusula 34º da nossa CCT. Assim, não deixe de pedi-la", fala o presidente da FTIGESP, Leonardo Del Roy. A regra clara: Obrigam-se as empresas a fornecer a seus empregados, quando solicitados, comprovantes de entrega de quaisquer documentos originais por eles apresentados, inclusive atestados médicos. O dirigente alerta para o trecho da cláusula onde diz "quando solicitados". Ou seja, nenhuma gráfica entregará os comprovantes sem o respectivo pedido.

Carta de Referência

Outra cláusula muito objetiva e que evita transtornos futuros aos gráficos é a que obriga as empresas a concederem uma carta de referência ao empregado demissionário no ato da homologação do contrato de trabalho, quando por ele solicitado por escrito. O mesmo documento também deve ser entregue ao trabalhador dispensado sem justa causa. Tais deveres patronais constam na cláusula 38ª da Convenção Coletiva.

written by jorge

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